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Gregorio de Matos: Poesia Lirica

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by Justice Howard on 29 October 2012

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Transcript of Gregorio de Matos: Poesia Lirica

Gregório de Matos: Poesia Lírica - Amorosa A poesia lírica amorosa de Gregório de Matos Guerra retoma temas classicos, como a oposição entre espírito e matéria Mesmo com o cuidado na construção de metaforas e na estruturação sintática dos poemas de Gregório de Matos, jamais poderia classificar seus poemas como um exercício exagerado do atificialismo da linguagem cultista. Por tras de suas imagens sempre é possivel identificar o desinvolvimento de um raciocínio exemplar. Durante a vida de Gregório de Matos, a arte barroca era a predominante. Barroco é o nome dado ao estilo artístico que floresceu entre o final do século XVI e meados do século XVIII, inicialmente na Itália. O Barroco e considerado um estilo correspondete ao absolutismo e à Contra-Reforma, mas se distingue pelo seu esplendor exuberante. De certo modo o Barroco foi uma continuação natural do Renascimento, porque ambos os movimentos compartilharam de um profundo interesse pela arte da Antiguidade clássica, embora interpretando-a diferentemente, evidente nas diferenças das expressões artísticas de cada período. Gregório de Matos Guerra nasceu em Salvador, 23 de dezembro de 1636 – e morreu em Recife, 26 de novembro de 1695, alcunhado de Boca do Inferno ou Boca de Brasa. Foi um advogado e poeta do Brasil colônia. É considerado o maior poeta barroco do Brasil e o mais importante poeta satírico da literatura em língua portuguesa, no período colonial. Minha rica mulatinha, desvelo e cuidado meu, eu já fora todo teu, e tu foras toda minha;

Juro-te, minha vidinha, se acaso minha qués ser,que todo me hei de acender em ser teu amante fino pois por ti já perco o tino, e ando para morrer. É notavel, quando as outras obras dele são levado em consideração, que há uma postura platônica é dominante, quando o poeta se refere a mulheres brancas, de condição social superior, é e agressivo e erotico quando o poeta se inspira nas mulheres de condição social inferior, especialmente as mulatas. Neste sentido, destaca-se já certa “tropicalidade”, a antecipação de certo “sentimento brasileiro”. Observe os versos curtos e a aproximação com uma linguagem mais espontânea e popular. A mulher é vista tanto de modo espiritualizado, quanto como objeto de desejo carnal. Referencias

http://pt.wikipedia.org/wiki/Barroco

http://pt.wikipedia.org/wiki/Greg%C3%B3rio_de_Matos

http://nelsonsouzza.blogspot.com.br/2010/04/analise-soneto-lirico-amoroso.html

http://www.passeiweb.com/na_ponta_lingua/sala_de_aula/portugues/literatura_brasileira/autores/lirica

http://www.infoescola.com/escritores/gregorio-de-matos-guerra/ POESIA LÍRICO-AMOROSA
Características

- O amor é retratado como fonte de prazer e sofrimento
- A mulher é retratada como um anjo e fonte de perdição (pois desperta o desejo carnal)

POESIA LÍRICO FILOSOFICO

Os textos fazem referência à desordem do mundo e às desilusões do homem perante a realidade. Anjo no nome, Angélica na cara,
Isso é ser flor, e Anjo juntamente,
Ser Angélica flor, e Anjo florente,
Em quem, se não em vós se uniformara?
Quem veria uma flor, que a não cortara
De verde pé, de rama florescente?
E quem um Anjo vira tão luzente,
Que por seu Deus, o não idolatrara?
Se como Anjo sois dos meus altares,
Fôreis o meu custódio, e minha guarda,
Livrara eu de diabólicos azares.
Mas vejo, que tão bela, e tão galharda,
Posto que os Anjos nunca dão pesares,
Sois Anjo, que me tenta, e não me guarda. Em 1685, o promotor eclesiástico da Bahia denuncia os seus costumes livres ao tribunal da Inquisição. Acusa-o, por exemplo, de difamar Jesus Cristo e de não mostrar reverência, tirando o barrete da cabeça quando passa uma procissão. A acusação não tem seguimento. Entretanto, as inimizades vão crescendo em relação direta com os poemas que vai concebendo. Em 1694, acusado por vários lados (principalmente por parte do Governador Antônio Luís Gonçalves da Câmara Coutinho), e correndo o risco de ser assassinado é deportado para Angola. Como recompensa de ter ajudado o governo local a combater uma conspiração militar, recebe a permissão de voltar ao Brasil, ainda que não possa voltar à Bahia. Morre em Recife, com uma febre contraída em Angola. Pietro da Cortona: O triunfo da Divina Providência, 1633-1639. Afresco em teto do Palazzo Barberini, Roma Andrea Pozzo: Apoteose de Santo Inácio, teto da Igreja de Santo Inácio de Loyola, Roma Todas as fotos são de:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Barroco Jacob Jordaens: A família do artista, Museu do Prado Giambologna: O rapto da Sabina, 1582. Florença, uma das mais conhecidas obras do Maneirismo Philippe de Champaigne: Vaidade, c. 1671. Museu de Tessé, Le Mans
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