Música e Tecnologia

No description »
Celso Gomes

Música 
&
Tecnologia
O que é tecnologia?
por Celso Gomes
 é um termo que envolve o conhecimento técnico e científico e as ferramentas, processos e materiais criados e/ou utilizados a partir de tal conhecimento. 

    
técnica
       estudo
 arte 
ofício
(Re)produção
O fonógrafo foi inventado em 21 de Novembro de 1877, por Thomas Edison
Mídia Digital
Liberdade
A Música é a linguagem mais fácil de ser pirateada, pois ela é livre (não se presta a significar objetivamente nem ao seu referente)
Pirataria
Turbocapitalismo
 linguagem (Marx - numa sociedade justa 
 se faz na medida em que se produz 
 presente, dizer a que veio. E essa presença 
 entende que qualquer um pode ser pintor)
O ser humano precisa se comunicar, estar 
Controle
Instrumentos
 “Suite 4 Mobile Tags”

Giselle Beiguelman e Mauricio Fleury
ECOLOGIA
COMUNICACIONAL
PLURALISTA
Extrasomatização
de nosso cérebro
e memória
GALÁXIA DE
GUTEMBERG
(McLuhan)

TECNOLOGIAS
DA INTELIGÊNCIA
(Lévy)
EXTENSÕES DA
CAPACIDADE SIMBÓLICA
OU DE MEMÓRIA EXTERNALIZADA
(Merlin Donald)
PENSAR AMNÉSIA E O
BOOM DA MEMÓRIA
JUNTOS E ONIPRESENTES
(Martin-Barbero)
PÓS-HUMANO ENRAIZADO
NO TURBOCAPITALISMO
(Luttwak)
A mente moderna se tornou uma estrutura híbrida, constituída de vestígios de estágios biológicos anteriores junto com recursos simbólicos de uma memória externa,
hoje constituída de uma pluralidade de sistemas sígnicos produzidos nas tecnologias cada vez mais sofisticadas e inteligentes.
(Donalt)
O conceito de
Ciberespaço
está obsoleto?
A Web 2.0
vai matar o
ciberespaço?
(continuidade temporal do
vínculo comunicacional
assimilada a uma
plurilocalização
instantânea)
(Santaella)
Afiliação à rede situa
o usuário em um híbrido
território/rede, chamado de
TERRITÓRIO INFORMACIONAL
ESPAÇO INTERSTICIAIS
(André Lemos)
Onde a comunidação móvel está
sendo apenas o primeiro sinal de
um movimento para além do Desktop
rumo a novos contextos físicos e sociais
(Santaella)
Questões
emergentes
?
?
O Coneito de Ciberespaço era pensado quando a única maneira de usarmos um
computador era ficar parado e olhar para
um mundo virtual através da janela.

Mas com celulares e Tablets com aplicações
geográficas, a janela quebrou-se e o
mundo ciber espirrou para fora no
nosso próprio espaço, indo em direção à
CONVERGÊNCIA TOTAL .
(Santaella)
Pervasividade
Onipresença
Cibersfera
Interações tangíveis que
interligam de modo cada
vez mais íntimo os mundos
físico e digital, por meio de
inteligência computacional
embutida nos objetos
cotidiano e ambientes
Ocultação do deslo-
camento que permite
ao usuário continuar
suas atividades mesmo
estando em outros
lugares
CONECTIVIDADE,
MOBILIDADE E
UBIQUIDADE
Como pensar de forma eficaz essa realidade híbrida e eco-sistêmica frente à nossa realidade?
Precisamos ir além  dos
limites impostos  pelo
pensamento único, do
conhecimento e da realidade
(Moraes)
intersubjetividade
auto-organização
emergência
interatividade
interdisciplinaridade transdisciplinaridade
Complexidade
Operadores
Dialógico
Recursivo
Hologramático
Juntar
entrelaçar
sem síntese
causa produz efeito
efeito produz causa
ideia de totalidade
todo está na parte
parte está no todo
reducionista, 
simplificador e 
fragmentador 
Fractal de mandelbrot
Atrator estranho de Lorenz
Floco de neve de Koch
Triângulo de Sierpinski
Segundo a semiótica peirceana: interpretar é traduzir um pensamento em outro pensamento num movimento espiral. Pois só se pensa um pensamento através de outro pensamento.
Conjunto de Cantor
Pilhas de areia de Bak
(auto-organização crítica)
Ferradura de Smale
Instabilidade de Bérnard
Entendender a realidade a partir de um pensamento complexo, ecológico
sistêmico, relacional,
um pensamento
eco-sistêmico
Operadores da
Complexidade
Dialógico
Recursivo
Causa que
produz efeito
que produz
causa que
produz efeito...
Idéia de totalidade
onde a parte está no
todo e o todo está na
parte onde a soma das partes é sempre
diferente do todo
(Morin)
Hologramático
Junção
de coisas aparentemente separadas
(Moraes)
Barabási aborda como os nós, links (conexões) e hubs se articulam dinamicamente como sistemas complexos.

As redes se comportam como parte da realidade que forma um todo organizado composto por elementos inter-relacionados. 

As redes possuem realmente um comportamento de difícil previsibilidade devido a dinâmicas organizacionais não lineares.

Essas redes apresentam propriedades matemáticas que dependem de três condições para ocorrer:

1. A primeira é que a rede tem de se expandir, crescer. Tal condição de crescimento é muito importante, assim como a ideia de emergência que a acompanha. Está em constante evolução e adaptação e existe acentuadamente com a rede (www).

2. A segunda refere-se a conexões preferenciais, ou seja, novos integrantes vão querer ligar-se a hubs, que participam da rede com mais conexões.

3. A terceira denomina-se aptidão competitiva, que, em termos de rede, implica sua taxa de atração. Algo que vai além da hierarquia imposta pela antiguidade de um nó, pois nem sempre o nó mais antigo se mostra o mais apto a se transformar em um hub.

Outro ponto interessante que o autor toca é que as redes se mostram na verdade de acordo com a lei de potência, o que remete à topologia sem escala e ao efeito cauda longa trabalhado por Chis Anderson em sua obra. O que desmistifica a aleatoriedade desses sistemas.

Assim, temos importantes leis da cortografia das redes. Algo que permite esboçar mapas dessas tal como sistemas dinâmicos e complexos.
Mashup
postado em 25/10/2011 tem  em 
9/11/2011 -  2,366,168 exibições 
http://celsogomes.com.br/

Loading comments...

Please log in to add your comment.

Report abuse

More presentations by Celso Gomes

More prezis by author