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DOENÇAS BACTERIANAS DO TRATO RESPIRATÓRIO

SUPERIOR E INFERIOR
by Lorena Souza on 2 December 2012

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Transcript of DOENÇAS BACTERIANAS DO TRATO RESPIRATÓRIO

DOENÇAS BACTERIANAS DO TRATO RESPIRATÓRIO SUPERIOR E INFERIOR INTRODUÇÃO TRATO SUPERIOR Porta de entrada: Através da respiração envolvendo as amígdalas, faringe, laringe e nariz, na qual a toxina leva a formação de uma membrana branca acinzentada, espessa, aderente na orofaringe, podendo causar dificuldade respiratória. Sintomas:
* Difteria nasal (secreção seroporulenta);
* Laringotraqueíte obstrutiva (tosse, rouquidão, dispnéia, estridor e fala arrastada);
* Difteria cutânea (pústulas, úlceras profundas e exsudato purulento). Transmissão:
* Através de gotículas transmitidas pelo ar;
* Contato direto;
* Fômites contaminados;
* leite cru. Tratamento: Vacinação com o toxóide diftérico feita em crianças com a tríplice DTP (difteria, tétano e coqueluche). O sistema respiratório é dividido em trato respiratório superior e trato respiratório inferior. O trato respiratório superior consiste em nariz, faringe (garganta) e estruturas associadas. O trato respiratório inferior consiste em laringe (caixa de voz), traquéia, tubos bronquiais e alveólos.
Neste trabalho iremos conceituar as doênças bactérianas do trato respiratório superior (difteria e faringite) e doênças bactérias do trato respiratório inferior (coqueluche e tuberculose), visando sobre o patógeno, porta de entrada, sintomas, transmissão, diagnóstico e tratamento. Alunos: Alcione Aguiar; Amanda Ribeiro; Ana Cristina; Anthony Lopes; Glenda figueiro; Jucirlene Mesquita; Lorena Souza; Rose Danielle. FARINGITE DIFTERIA Patógeno: , bacilo gram-positivo, produtor da toxina diftérica, quando infectado por um fago, forma agrupamentos característicos em forma de V, L e Y. Diagnóstico:
*Swab
*Contendo uma amostra da membrana;
*Enviado ao laboratório para cultura;
*Meio de cultura denominado meio de Loeffler;
*O esfregaço do exsudato para a coloração pelo método de gram ou ainda o teste de imunofluorescência. COQUELUCHE Descrição:
*A coqueluche também conhecida como tosse comprida;
*Uma moléstia infectocontagiosa aguda do trato
respiratório inferior;
*Transmissível de distribuição universal e compromete
especificamente o aparelho respiratório (traqueia e
brônquios);
*Caracterizada por paroxismos de tosse seca;
*Ocorre sob as formas endêmica e epidêmica; Descrição:
*Sinonímia: Crupe;
*Doença descoberta em 1935;
*Foi a principal causa de levar muitas crianças a óbito;
*Localizada na região nasofaringe e orofaringe. Agente Etiológico:
, bacilo gram-negativo, aeróbio, não-esporulado, imóvel, pequeno, com as linhagens virulentas possuindo uma cápsula e fímbrias. Acomete principalmente crianças. Aspectos clínicos:
*As bactérias entram pela via respiratória nasal aderem-se especificamente nas células ciliadas da traqueia destruindo-as e impedindo o movimento do muco pelo sistema do elevador ciliar;

* O patógeno produz varias toxinas sendo uma delas a citotoxina traqueal, responsável pela lesão das células ciliadas e a toxina pertussis que entra na corrente sanguínea causando os sintomas sistêmicos da doença. O período de incubação é em torno de 5 a 10 dias podendo variar de 1 a 3 semanas e, raramente, até 42 dias. A doença evolui em três fases sucessivas:
* 1° fase : Catarral; * 2° fase: Paroxística; * 3°fase: Convalescença. Transmissão
Ocorre na fase catarral por contato direto do paciente com outras pessoas suscetíveis através de gotículas de secreção eliminadas por tosse, espiro ou ao falar. Tratamento
Antibióticos, mais comumente eritromicina (durante 14 dias). Diagnóstico
Realizado mediante coleta da B. pertussis por swabs na região da nasofaringe para cultura de material no meio especial como ágar Bordet-Gengou (á base de batata) ou ágar Regan-Lowe (com sangue de cavalo/carvão vegetal). A vacinação é feita em criança de 1 a 5 anos com a vacina tríplice DTP (difteria, tétano e coqueluche). Descrição:
é uma inflamação da faringe oriunda de uma infecção causada por microorganismo diversos na garganta está situada entre as amídalas e a laringe. • Patógeno : , bactérias gram-positivas com morfologia de coco, pertencentes ao gênero Streptococcus. Porta de entrada : A contaminação ocorre por via oral . Transmissão: Em contato com a saliva de pessoas infectadas ao falar ,tossir,ou espirrar, podendo também ser adquerida por relação sexual. Sintomas: Faringite viral, não hà secreção purulenta na garganta, a febre é baixa ou ausente, na faringite bácteriana ela é recoberta de substancia purulenta, dor de ouvido, dificuldade de glutinação,febre e os línfonados aumentados. Tratamento: O tratamento ínicial se dar com o uso de analgésicos, partilhas e gargarejos. Para a bácteriana os antíbioticos são essenciais. Diagnóstico: Eminentemente clínico, é utilizado o exame swab sendo negativo para a faringite viral, e positivo em casos de faringite bácteriana. TRATO INFERIOR TUBERCULOSE Descrição:
* Uma doença milenar provavelmente ela acometeu animais antes de atingir o homem.
* Diversa pesquisas mostram a existência da Turbeculose em gerações de imigrantes sugerindo a entrada do bacilo por fluxos migratórios.
* Uma doença que atinge a região do trato respiratório inferior. Agente Etiológico: É uma doença infecciosa e contagiosa causada, por um microorganismo denominado Mycobacterium tuberculosis tambem conhecido com bacilo de koch (BK). Sintomas:
*Tosse prolongada;
*Suores à noite;
*Emagrecimento;
*Bronquiectasias (dilatação dos brônquios com presença de catarro);
*Hemoptise (tosse que deixam de ser seca e passam a conter sangue e pus). Transmissão: A Tuberculose é transmitida de pessoa a pessoa, principalmente, através do ar.
* PERIODO DE INCUBAÇÃO - Após a infecção pelo Mycobactirium tuberculosis, transcorrem de 4 a 12 semanas para a detecção das lesões primárias. A maioria dos novos casos de doença pulmonar ocorre em torno de 12 meses após a infecção inicial. Diagnóstico:
* Clinico: Os casos suspeitos de Tuberculose em crianças e adolescentes devem ser encaminhados para unidade de referência, para investigação e confirmação do diagnostico. * Laboratorial:
- Baciloscopia direta do escarro: Método prioritário, permite identificar o bacilo. Um exame realizado na microscopia, pesquisa os Bacilos Alcool- Acidos Resistente(BAAR). - Cultura de escarro: É indicada para suspeito de tuberculose pulmonar negativo ao exame direto do escarro. - Exame Radiológico: Permite a identificação de pessoas portadora de imagens sugestivas de Tuberculose. - Prova tuberculínica: Indicada como método auxiliar, no diagnóstico da Tuberculose, em pessoas não vacinadas com BCG ou indivíduos infectados pelo HIV. A prova tuberculínica quando positiva, isoladamente, indica apenas a presença de infecção, e não è suficiente para o diagnóstico da Tuberculose doença. - Exame sorológico e de biologia molecular: Esses novos métodos são uteis para o diagnóstico precoce da Tuberculose, com tudo a sensibilidade, especificidade e valores preditivos variados aliados a alto custo e complexidade, os inviabilizam como exames de rotina, ficando seu uso restrito a alguns centros de pesquisa. TRATAMENTO: Deve ser feito em regime ambulatorial, supervisionado, no serviço mais próximo à residência do doente. Antes de iniciar quimioterapia é necessário orientar o paciente quanto o tratamento. - As drogas usadas nos esquemas padronizados, são : 1ª fase (ou de ataque)- As quatros drogas preconizadas serão administrada em comprimidos. 2ª fase ( ou de manutenção )- 2 drogas preconizadas serão administradas em comprimidos. Conclusão:
No contexto de doenças bacterianas do trato respiratório superior e inferior, foi analisado diante dos estudos que os patógenos acometem principalmente pessoas vulneráveis que entram em contato direto e indireto com os portadores.

Elas entram principalmente pelas narinas e se alojam a partir da faringe até os alvéolos destruindo as proteções naturais do trato respiratório causando principalmente inflamações.

Contudo possuem cura se tratadas em tempo abio e sem interrupção no tratamento, caso não sejam tratadas ou se houver alguma interferência no tratamento o paciente pode sofrer grande consequências levando-o a óbito. Referências:
- BURTON, G. Microbiologia para as ciências da saúde. 9° edição.
- CASE, C.; FUNKE, B.; TORTORA, G. Microbiologia. 10° edição.
- EJZENBERG, B. A conduta frente ao paciente com faringite aguda. Jornal de pediatria – vol. 81, n°1, 2005.
- MINISTÉRIO DA SAÚDE. Guia de bolso: doenças infecciosas e parasitarias. 8°edição, Brasília, 2010.
- LOMDA, Dr. Marcos, Clínica médica.
- ALTERTHUM, F. Trabulsi, L. Microbiologia, 5° edição. São Paulo: Atheneu,2008
- TORTORA, G. Funke, B. Case, C. Microbiologia - 10° edição - Porto Alegre: Artmed, 2012. OBRIGADO! Figura I: Sistema respiratório dos seres humanos e as regiões onde os microrganismos patogênicos geralmente iniciam as infecções. (Fonte: MADIGAN, 2004). Figura II: Sistema respiratório. (Fonte: Google.com) Figura III: bacilo da difteria.(Fonte: Google.com) Figura IV: Bacteria difteria.(Fonte: Google.com) Figura V: difteria gram-positiva.(Fonte: Google.com) Figura VI: Corynebacterium diphtheriae.(Fonte: Google.com) Figura VII: Difteria.(Fonte: Google.com) Figura VIII: Difteria(Fonte: Google.com) Figura IX: Difteria nasal(Fonte: Google.com) Figura X: Tosse.(Fonte: Google.com) Figura XI: Úlcera.(Fonte: Google.com) Figura XII: Espirro.(Fonte: Google.com) Figura XIII: Leite cru.(Fonte: Google.com) Figura XIV: Toalha.(Fonte: Google.com) Figura XV: Swab.(Fonte: Google.com) Figura XVI: Swab.(Fonte: Google.com) Figura XVII: Meio de Loffler.(Fonte: Google.com) Figura XVIII: Meio de cultura da C. diphtheriae.(Fonte: Google.com) Figura XIX: Teste de Imunofluorescência.(Fonte: Google.com) Figura XX: Ficha de diagnóstico de difteria.(Fonte: Google.com) Figura XXI: Vacina.(Fonte: Google.com) Figura XXII: Vacina em crianças.(Fonte: Google.com) Figura XXIII: Sistema respiratório.(Fonte:Google.com ) Figura XXIV: Streptococcus p.(Fonte: Google.com) Figura XXV: S. pyogenes.(Fonte: Google.com) Figura XXVI: Forma da bacteria S. pyogenes.(Fonte: Google.com) Figura XXVII: Beijo.(Fonte: Google.com) Figura XXVIII: S. pyogenes(Fonte: Google.com) Figura XXIX: Faringite bacteriana.(Fonte: Google.com) Figura XXX: Dor de ouvido.(Fonte: Google.com) Figura XXXI: Gargarejo.(Fonte: Google.com) Figura XXXII: Swab.(Fonte: Google.com) Figura XXXIII: Swab.(Fonte: Google.com) Figura XXXIV: Sistema respiratório.(Fonte: Google.com) Figura XXXV: B. pertussis.(Fonte: Site <http://children.webmd.com/pertussis-whooping-cough-10/slideshow-prevent-pertussis>) Figura XXXVI: Coqueluche.(Fonte: Google.com) Figura XXXVII: Tosse.(Fonte: Google.com) Figura XXXVIII: Espirro.(Fonte: Google.com) Figura XXXIX: Vacina.(Fonte: Google.com) Figura XL: Vacina.(Fonte: Google.com) Figura XLI: Sistema respiratório.(Fonte: Google.com) Figura XLII: M. tuberculosis.(Fonte: Google.com) Figura XLIII: Tuberculose.(Fonte: Goolgle.com) Figura XLIV: Suor dormindo.(Fonte: Google.com) Figura XLV: Tuberculose.(Fonte: Google.com) Figura XLVI: Tuberculose.(Fonte: Google.com) Figura XLVII: Lâmina do bacilo de M. tuberculosis.(Fonte: Google.com) Figura XLVIII: Bacilo M. tuberculosis.(Fonte: Google.com) Figura XLIX: Cultura de escarro.(Fonte: Google.com) Figura L: Raio-x de tuberculoso.(Fonte: Google.com) Figura LI: Exame tuberculínico.(Fonte:Google.com) Figura LII: Exame tuberculínico.(Fonte: Google.com) Figura LIII: Exame sorológico.(Fonte: Google.com) Figura LIV: Exame sorológico.(Fonte: Google.com) Figuira LV: Tabela de drogas da tuberculose. (Fonte: Arquivo dos autores 2012)
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