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Estudo de Caso: Pielonefrite Aguda

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by Jéssica Fernandes on 4 January 2013

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Transcript of Estudo de Caso: Pielonefrite Aguda

Estudo de Caso: Pielonefrite Aguda
Bruna Alves; Jéssica Aguiar; Jéssica Diele; Jéssica Ramalho.
Profª Orientadora: Sandra Andrade
Sistema Renal Sistema Renal Infecções do Trato Urinário (ITU) Pielonefrite Aguda Composição:
Rins;
Ureteres;
Bexiga
Uretra.


“É comum a disfunção desse sistema,
podendo ocorrer em qualquer idade e com
graus variados de intensidade.” Função
Manter o estado de homeostasia;
Regular líquidos e eletrólitos;
Removendo os resíduos;
Fornecendo hormônios envolvidos na produção de eritrócitos, metabolismo ósseo e hipertensão. Muitas ITU são adquiridas na comunidade;
A E. coli é o organismo mais comum observado nos pacientes;
Procura por cuidados médicos;
Fatores de Rico:
Sexo feminino
Idade avançada
Incapacidade Aguda ou Crônica;

ITU ascendente que atingiu a "pielo" (pelve) do rim;

Complicações decorrentes de infecções da uretra, bexiga e/ou ureteres;

Afeta quase todas as estruturas do rim. Pielonefrite Aguda Epidemiologia
Bebês com menos de um ano;
Mulheres de meia idade;
Homens idosos com hiperplasia da próstata. Pielonefrite Aguda Metodologia Causas: bactérias  Gram negativas da flora normal (Escherichia coli, Enterobacter, Proteus mirabillis e Klebsiella). Foi realizada entrevista direta com uma paciente idosa portadora de pielonefrite aguda, internada no Pavilhão Ovídio Montenegro do Hospital Universitário Oswaldo Cruz;

Foram coletados dados contidos no prontuário para estudo de caso. Relato de Caso M.J.S., sexo feminino, 65 anos, casada, reside com marido e um filho em Maraial – PE. Gesta: 15, Para: 15. Admitida no Pavilhão Ovídio Montenegro do Hospital Universitário Oswaldo Cruz proveniente do Hospital Petronila Campos – São Lourenço da Mata – PE com história de dor na região de hipocôndrio esquerdo que irradia para epigástrio há +/- 20 dias associado à febre, alguns episódios de vômito e perda de peso (não sabe a quantidade). Apresenta hipótese diagnóstica de Colelitíase, coledocolitíase e nefrolitíase. Internada na clínica médica para tratamento de quadro de pielonefrite. Recentemente descobre-se diabética (SIC). Realizou USG que evidenciou nefrolitíase à esquerda, colelitiase coledocolitíase. Relata constipação crônica e nega icterícia, colúria e acolia fecal. Apresenta, também, queixa da saída de secreção purulenta por dois orifícios anais a mais de 50 anos (SIC) e nunca procurou atendimento médico. Ao exame: EGR, eupneica, consciente, orientada, afebril e hipocorada +/++++, anictérica, abdome semi-globoso, depressível à palpação de HCE e de epigástrio. Sem sinais de irritação peritoneal. Região perianal: presença de orifício fistuloso às 9h e outro às 11h distando 5 cm do orifício anal. O toque retal apresenta esfíncter normotônico, fezes na cúpula sem tumefação. Paciente queixa-se de dor em região subcostal esquerda, fez novo Rx de tórax mostrando alterações em base pulmonar esquerda e nega episódio de febre. USG de Abdomen apresenta bile tumefacta + cálculo medinho cerca de 0,7 cm. Rins tópicos, dimensões anatômicas, relação corticomedular preservada, ausência de dilatação do sistema pielocalicial, com cálculos sem lesão local, sem líquido livre. Bexiga, útero e anexos sem alterações, compatíveis com idade da paciente. Faz uso das seguintes medicações: ciprofluoxacino, insulina e clindamicina.
Discussão Agentes etiológicos mais frequentemente envolvidos com ITU : Escherichia coli, o Staphylococcus saprophyticus, espécies de Proteus e de Klebsiella e o Enterococcus faecalis;

É provável que a bactéria adquirida pela paciente seja devido à presença de secreção anal que pode ter infectado o trato urinário.
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