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História da Igreja II

A Reforma Monástica, saber e culto na idade média
by Aldrin Jensen on 5 May 2014

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Transcript of História da Igreja II

A REFORMA
MONÁSTICA I – As Ordens Militares a) A ordem dos Cavaleiros Hospitalários: fundada no começo do século XII, procurava defender os peregrinos e cuidar dos doentes. No primeiro período de sua história, era o equivalente medieval à Cruz Vermelha de hoje. b) Os Cavaleiros Templários: seu nome originou-se de seu centro operacional localizado perto do templo de Jerusalém. Organizados numa ordem em 1118, esta foi reconhecida oficialmente em 1128. Primariamente destinada a defender a Terra Santa dos ruidosos assaltos muçulmanos, a ordem foi extinta no começo do século XIV porque estava se intrometendo na política europeia. II - Os Frades a) A Ordem Franciscana: fundada por Francisco de Assis (1182-1226). Convertido durante uma enfermidade, deixou a casa paterna e se consagrou à pobreza e ao serviço de Deus. Reuniu vários jovens com os mesmos interesses e elaborou uma regra para dirigir suas vidas. Esta regra exigia pobreza, castidade e obediência, especialmente ao papado. A ordem foi aprovada por Inocêncio III em 1210. Os franciscanos têm se constituído sempre na vanguarda do esforço missionário da Igreja Romana. O próprio Francisco pregou na Espanha e no Egito. b) A Ordem Dominicana: os dominicanos eram mendicantes também, isto é, eram membros de uma ordem religiosa que vivia de donativos. Enquanto os franciscanos foram grandes missionários, convertendo os homens pelo exemplo e pelo apoio emocional, os dominicanos foram grandes eruditos que tentaram converter os homens da heresia através da persuasão intelectual. O apelo dos dominicanos era à cabeça do homem, enquanto o dos franciscanos era ao coração. A ordem foi aprovada pelo papa em 1216. Tomás de Aquino foi o erudito mais famoso da ordem. O atual sistema de teologia do romanismo foi desenvolvido por Tomás de Aquino. III - Os Movimentos Leigos a) Os Albigenses Filosóficos: numerosos em Albi, sul da França, usavam o Novo Testamento como base para suas doutrinas; as ideias heréticas que nutriam se assemelhavam mais com as doutrinas dualistas e ascéticas dos movimentos gnósticos e maniqueístas da Igreja Primitiva. Os albigenses criam na existência de um dualismo absoluto entre o Deus bom, que fez as almas dos homens, e o deus mau, que recebeu corpo material depois de ter sido expulso dos céus. Expulso, o deus mau formou o mundo visível. Logo, a matéria é má. Os cátaros (literalmente puros) se opunham à reprodução da espécie, rejeitavam os sacramentos, refutavam as doutrinas do céu e do purgatório e de uma ressurreição física. A salvação envolvia o arrependimento manifesto na abstenção do casamento, juramentos, guerra, leite, carne, queijo e ovos. Tornaram o NT expressão legítima de sua fé. b) Os Valdenses Puritanos: Pedro Valdo, um rico comerciante de Lion, leu uma tradução do Novo Testamento e ficou tão impressionado com os ensinos de Cristo que abandonou todos os seus bens, exceto os necessários para o sustento de sua família. Organizou, então, um grupo conhecido como “Pobres de Espírito”. Os valdenses criam que todos os homens deviam possuir a Bíblia em sua própria língua, devendo ser ela autoridade final para a fé e para a vida. Aceitavam as confissões ecumênicas, a Ceia do Senhor e o batismo, além da ordenação leiga para a pregação e ministração dos sacramentos. Os valdenses estiveram muito mais próximos dos movimentos protestante e puritano e anteciparam em muitos aspectos os ensinos da Reforma do século XVI. c) A Resposta da Igreja: (1) Os frades dominicanos fizeram, pela pregação, todo esforço para trazer os cátaros de volta à fé. (2) Organizou uma cruzada que praticamente exterminou a seita albigense no sul da França. (3) O Sínodo de Toulouse em 1229 proibiu os leigos de usarem as traduções da Bíblia nos idiomas do povo; desse modo, odiosas comparações entre a Igreja do NT e a Igreja Católica Romana puderam ser evitadas. (4) Criação da inquisição, uma corte eclesiástica secreta que usava a tortura e mantinha em segredo os nomes dos acusadores em seu julgamento de hereges. Estes eram entregues ao Estado para o castigo em termos de confisco de bens ou queima na estaca. CONCLUSÃO O SABER E O CULTO NA IDADE MÉDIA I - O ESCOLASTICISMO a) O Sentido do Escolasticismo: da palavra grega “schole” significa lugar onde se aprendia. O escolasticismo pode ser definido como a tentativa de racionalizar a teologia para que se sustente a fé com a razão. Os escolásticos enfrentaram um problema semelhante ao enfrentado pela igreja no século XIX, quando as novas descobertas da ciência tinham que ser harmonizadas com a religião. Eles tinham que reconciliar a filosofia natural de Aristóteles, conquistada por processos racionais, com a teologia revelada na Bíblia, aceita pela fé. c) O Conteúdo do Escolasticismo: os escolásticos não estavam interessados em buscar a verdade mas em organizar racionalmente um corpo de verdades aceitas, para que, venha ela da revelação através da fé ou da filosofia da razão, pudesse ser um corpo harmônico. O conteúdo do seu estudo era a Bíblia, os credos dos concílios ecumênicos e os escritos dos Pais da Igreja. A questão que queriam resolver era saber se a Fé era ou não razoável. b) As Causas do Surgimento do Escolasticismo: d) A Metodologia do Escolasticismo: estava muito sujeita à autoridade da dialética de Aristóteles, ou seja, as verdades gerais da filosofia eram tiradas da teologia revelada; assim, servindo-se da metodologia aristotélica, os escolásticos procuraram elaborar conclusões legítimas a fim de criar um sistema harmônico. (1) a redescoberta da filosofia de Aristóteles e de sua lógica dedutiva. (2) o interesse das novas ordens mendicantes pelo uso da filosofia no estudo da revelação. (3) a expansão do movimento universitário, que começou no século XII, centralizando seus currículos em torno do estudo da teologia pela ajuda da lógica e da razão. e) Tendências do Escolasticismo: (1) Realismo: “Creio para que possa conhecer”. (2) Realismo Moderado: “Eu conheço a fim de que possa crer”. (3) Nominalismo: as pessoas são mais importantes que as instituições. Catedral de Notre Dame. Paris. França f) Resultados do Escolasticismo II
VIDA E CULTO NA
IDADE MÉDIA As grandes catedrais medievais, vazadas em linhas verticais, demoraram geralmente um século em construção. Elas expressavam a natureza espiritual do século assim como os arranha-céus expressam o espírito materialista do século XX. A catedral representava o espírito sobrenaturalista de sua época, o que se vê claramente por sua posição central na cidade e pela expressão simbólica que faz da verdade bíblica. Geralmente, centros de muitas atividades sociais da cidade, as catedrais eram, acima de tudo, um lugar onde a alma poderia entrar em contato com Deus no ato do culto. conclusão Equivocadamente, muitas pessoas acham que a volta à Bíblia começou com Calvino e Lutero, líderes da Reforma Protestante. Ao contrário, antes da Reforma houve tentativas de fazer parar o declínio do prestígio do poder do papa através de reformas de várias espécies Tentativas de
Reforma Interna O PAPADO EM
DECLÍNIO a) O Fracasso do Clero b) O Cativeiro Babilônico e o Grande Cisma c) Os Impostos Papais d) O Surgimento das Nações-Estados a) O Fracasso do Clero Igreja Romana - baixo conceito dos leigos.
Causas para o declínio moral do clero:
Exigência do celibato
Obediência absoluta ao papa
Feudalização da Igreja 1309 a 1439 b) O Cativeiro Babilônico e o Grande Cisma Bonifácio VIII 1309 a 1439 Clemente V - Avignon - 1309 Gregório XI - fim do cativeiro em 1377 Urbano VI - Roma Clemente VII - França c) Os impostos papais Para o sustento das duas cortes, uma na Itália, outra na França, os impostos papais se tornaram uma carga pesada demais para o povo da Europa. 1309 a 1439 As rendas papais eram obtidas através: (1)
das propriedades papais (2)
dos dízimos pagos pelos fieis (3)
das anatas
pagamento do primeiro salário do ano ao papa (4)
do direito de abastecimento (5)
do direito de espólio (6)
do Dinheiro de São Pedro (7)
das rendas dos cargos vacantes Os novos e poderosos soberanos dos estados nacionais e a forte classe média que os sustentavam sentiram o desvio de reservas do tesouro nacional para o tesouro papal. Os ingleses abominavam a ideia de ter que pagar um dinheiro que por certo ia para a França inimiga, uma vez que a residência do papa se localizava em território dominado pelo rei francês. d) O surgimento das Nações-Estados fator político que muito contribuiu para o declínio da influência papal na Europa. 1309 a 1439 se opunha a ideia de uma soberania universal. O rei e a classe média agiram juntos
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