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Aula 5 - História da Arte e Teoria da Imagem

Arte grega, etrusca e romana
by Ana Clara Matos on 25 February 2013

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História da Arte e Teoria da Imagem Aula 5 Por Ana Clara Matos Arte Grega Conhecemos muito da arte grega por meio de cópias romanas. Os Gregos foram os primeiros a redigir extensas notícias sobre artistas. Período formativo da civilização grega: de 1100 a 700 a. C.;
Nosso maior conhecimento: a partir de 800 a. C. Estilo Geométrico Mais antigo estilo caracteristicamente grego nas artes plásticas Vaso do cemitério de Dipylon, VIII a. C. Estabilidade e coesão A partir desta época, figuras humanas e de animais entre as figuras geométricas O interesse pela representação ainda é limitado; figuras e elementos geométricos coexistem e quase se confundem Estilo Orientalizante Entre 725 e 650 a. C., a arte grega absorve temas orientais Fase de experiências e transição Surgimento da arquitetura monumental em pedra O cegamento de Polifermo e Górgonas, 675-650 a. C. Ornamentação geométrica nas zonas periféricas; motivos curvilíneos; narrativas como elementos principais Arte Arcaica Final do século VII a. C. até 480 a. C. Pintura cerâmica arcaica: Dionísio no barco, Exequias, 540 a. C. Importância artística única Vasos menores que os precedentes Decoração mais acentuadamente figurativa Pintura cerâmica arcaica Estilo de figuras pretas Estilo de figuras vermelhas Aquiles e Ájax jogando dados, 540 a. C. Eos e Memnon, 490-480 a. C. Escultura arcaica Influência das obras egípcias: maciças, silhuetas delgadas, ombros largos, perna para a frente. Particularidades gregas: mais antigas deste tamanho, formato e material realizadas sem apoio; diferença de intenção artística; "vida interior". Korai (esquerda), 650 a. C.; Kouros, 600 a. C. Arquitetura Três ordens arquitetônicas: dórica, jônica e coríntia. “Ordem arquitetônica”: termo usado só para a arquitetura grega e derivações. As características fundamentais das plantas são parecidas, as diferenças estão na fachada. Diferença para a arquitetura egípcia: templo faraônico construído para ser visto do interior; no grego, mais importância ao aspecto externo. Ordem Dórica Ordem fundamental: mais antiga e mais nitidamente definida Repertório de formas rigoroso Harmonia e unidade orgânica Traços essenciais já definidos por volta de 600 a. C. Ordem Jônica Templo de Poseidon: um dos santuários dóricos mais bem conservados. Levou 15 anos pra ficar pronto: 475 a 460 a. C.. Parthenon, maior templo da Acrópole, reconstruída no governo de Péricles, no século V a. C., na iniciativa mais ambiciosa da arquitetura grega, representando a maturidade da fase clássica da arte grega. Formas com influências do Oriente Mais flexível que a Ordem Dórica Traço principal é a coluna Estilo identificado com templos pequenos Templo de Atenas Nike, na Acrópole (427-424 a. C.) Erectheion, também na Acrópole. (421-405 a. C.). Santuário com múltiplas funções religiosas. Ordem Coríntia A ordem coríntia é considerada uma derivação da jônica. Capitel coríntio surge no final do século V a. C., no início usado nos interiores. Com os romanos, tornou-se o capitel padrão. Capitel do anfiteatro de Epidauro (350 a. C.) Estilo Clássico Do século V a. C., marcado pelo equilíbrio e sentido de perfeição. Escultura clássica Domínio da noção de movimento, novo sentido espacial, fluidez. Lançador de disco, Míron (cópia romana) - 460-450 a. C. Nióbida Moribunda, 450-440 a. C. Escultura Helenística Do final do século IV a. C. ao final do século I a. C. Movimentos mais exagerados, dramaticidade, realismo. Grupo de Laocoonte (séc. I d. C.) Vitória de Samotrácia (200-190 a. C.): obra-prima da escultura helenística. Arte Etrusca Povo oriundo da Ásia Menor que se estabeleceu na península itálica O florescimento da civilização etrusca coincide com o período arcaico da Grécia Etruscos governaram Roma antes do estabelecimento da República Romana Sua arte está ligada ao Oriente e tem influências gregas, mas possui traços particulares Sarcófago, 520 a. C.: primeira representação descoberta de mortos como vivos e felizes. Detalhe de pintura mural - Túmulo da caça e da pesca, 520 a. C.: homem bem situado num ambiente natural, o pintor soube dar vida à cena. Apolo, de Veios (510 a. C.): obra-prima da escultura estrusca arcaica, força expressiva. Retrato de um rapaz, do início do século III a. C.. A partir de 300 a. C., as feições se tornaram mais pessoais. Obras principais são as feitas em bronze, os etruscos eram especialistas no trabalho com metal. Arte Romana Civilização do Mundo Antigo a que temos mais acesso: registros literários e em forma de monumentos. É difícil definir seu estilo próprio no âmbito da arte: admiração pela arte grega; império cosmopolita. Influências: gregos, etruscos, egípcios, Oriente. Harmonização de tendências divergentes. Arquitetura Arquitetura não deixa dúvidas quanto à envergadura da arte romana Reflete um modo de vida pública e particular especificamente romano Templo da Sibila (séc. I a. C.): influências gregas, porém numa técnica construtiva nova; uso de técnicas já aplicadas no Oriente, mas com aplicação reformulada. Os vínculos mais fortes com o passado estão mais presentes nas edificações do Período Republicano (510-60 a. C.) Coliseu (72-80 d. C.) Capaz de abrigar mais de 50.000 espectadores sentados; obra-prima da engenharia; equilíbrio entre elementos horizontais e verticais; uso das três ordens arquitetônicas clássicas: dórica, na parte mais baixa, seguida pela jônica e por fim, a coríntia. Pantheon (118-125 d. C.) Interior é o mais bem conservado e mais imponente das construções romanas que ainda resistem. Arcos, abóbadas e o emprego do concreto permitiram a criação de amplos espaços interiores, pela primeira vez na história da arquitetura. O Pantheon é o exemplo mais surpreendente. Ambiente ao mesmo tempo intimidante e harmonioso. Escultura A dúvida sobre a existência ou não de um estilo artístico romano deriva sobretudo da escultura. Houve certos tipos de escultura que tiveram importante função na Roma antiga. Período Republicano Estátuas em locais públicos homenageando os chefes políticos e militares - costume segue até o fim Império. Aule Metele (O orador, início do séc. I a. C.): traços etruscos, outros tipicamente romanos, como a posição do braço. Retrato de um romano (80 a. C.): um dos exemplos do estilo do retrato monumental inconfundivelmente romano, com as feições detalhadas do retratado. Período Imperial Retratos: passam a agregar características divinas Augusto (20 a. C.): repete-se o gesto característico romano, precisão das texturas Relevo narrativo: na arte imperial, os feitos dos soberanos também eram comemorados com narrativas feitas em baixo-relevo em altares monumentais, arcos do triunfo e colunas. Coluna de Trajano (106 a 113 d. C.): 37,5 m, contanto com a base. Faixa contínua em espiral entre as figuras em baixo-relevo que recobrem toda a superfície da coluna. Se esta faixa de baixo-relevo fosse desenrolada, teria 200 metros de comprimento Pintura Efeitos ilusionísticos: por volta de 100 a. C., perspectivas arquiteturais ilusionísticas e efeitos de janela com paisagens ou figuras. Retratos: restaram conservados pouquíssimos exemplos de pinturas do gênero. Retrato de Rapaz, séc. II d. C.: pigmentos de cor misturados a cera derretida. 27 a.C. – 476 d.C. O interior do Pantheon (Giovanni Paolo Pannini, 1750)
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