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Mulher

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by jacqueline retier on 4 February 2014

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Transcript of Mulher

Mulher
Prof.ª Jacqueliene Reiter
Deus criou o homem e a mulher separadamente e planejou papéis especiais para cada um.
Mesma essência...
Mas com diferentes funções.
Aliados, amigos, amantes.
Mas algo aconteceu e mudou essa perfeita sinergia.
O homem desenvolveu o censo de superioridade, domínio, machismo, poder, tornando a relação entre seres humanos na sociedade, desiguais passando a subjugar a mulher tornando-a doméstica e objeto de desejo sexual.
A Pré-História é caracterizada pela inexistência de documentos escritos.
A Mulher na Pré História
Entrou o pecado no paraíso.
Idade Média
A mulher medieval passa a ter direitos mais abrangentes como acesso à algumas profissões e à propriedades além de chefiar a família.
Passa a exercer alguns ofícios, trabalhar e estudar.
Fundou conventos e mosteiros, lecionou e até governou.
Recebeu uma educação moral, prática (técnica) e intelectual, que lhe permitiu desempenhar um papel social de colaboradora do marido, seja na agricultura, no comércio ou na administração de um feudo, porém nunca chegava a nenhuma posição de destaque.
Programa de Assitência Integral à Saúde da Mulher

A Saúde da Mulher foi incorporada às políticas nacionais de saúde já nas primeiras décadas do século XX, sendo limitada, nesse período, às demandas relativas à gravidez e parto, traduzindo uma visão restrita sobre a mulher, baseada em sua especificidade biológica e no seu papel social de mãe e doméstica, responsável pela criação, educação e pelo cuidado com a saúde dos filhos e demais familiares. Preocupação intimamente relacionada com seu ciclo reprodutivo.
PAISM
Idade Moderna
A Idade Moderna foi um período bastante crítico para todas as mulheres ocidentais em geral.
Independente de classe social elas foram reprimidas em sua:
sexualidade,
liberdade de expressão,
cultura secular,
saber acumulado

E volta a exercer tarefas caseiras e familiares.
Mas agora, elas não mais aceitam essa situação.
E em meio a movimentos liberais que ocorreram por toda a Europa durante a idade moderna a mulher emancipa-se, desvincula-se das funções caseiras e toma espaços no mercado, na divisão social do trabalho que antes eram exclusivamente masculinos, sobretudo em funções de liderança.
Surgem as questões de "Gênero"
Segundo Wikipédia, gênero refere-se à identidade atribuída a uma pessoa de acordo com seus genitais, psicologia ou o seu papel na sociedade.
O gênero aqui especificado não é o produto de um destino biológico, mas de construções sociais que têm uma base material e torna-se explicativos dos atributos específicos que cada cultura impõe ao masculino e ao feminino.
Áreas de atuação do PAIMS
Assistência ao ciclo gravídico puerperal: pré-natal (baixo e alto risco), parto e puerpério;
Prevenção do câncer de colo uterino e detecção do câncer de mama;
Assistência ao climatério;
1
2
4
Planejar, em conjunto com os Centros de Saúde e outras unidades de saúde regionais, as atividades do PAISM previstas para a população alvo de cada abrangência.
Supervisionar e avaliar as atividades do PAISM nestas unidades.
5
6
Vendo por espelho,
obscuramente
7
O pecado estragou
a criação, mais ou menos
como se alguém borrasse
uma pintura antes perfeita.
Ainda é possível ver o
estilo do Pintor aqui e ali, mas os borrões atrapalham bastante. Os espinhos, a doença e a morte, para um observador desavisado, atentam contra o caráter do Criador.
Por isso Deus nos deu a revelação escrita, a Bíblia Sagrada, a fim de que nela Ele pudesse explicar o que aconteceu e o que acontecerá com a Terra.
O dilúvio também afetou grandemente o mundo originalmente criado por Deus (e soluciona certos “mistérios geológicos”), o que torna ainda mais necessária a revelação divina a fim de que entendamos muita coisa relacionada com este planeta.
Embora seu poder seja misericordiosamente restringido por Deus, Satanás tem certo domínio sobre este mundo, o que explica as muitas tragédias que assolam a humanidade (não fosse essa restrição, certamente, este planeta já estaria no caos absoluto).
Assim, devemos ter cuidado com a maneira com que interpretamos o mundo a nossa volta. Violência, competição e predatismo não são coisas “normais” da natureza, mas consequências do pecado intensificadas
pela atuação de Satanás.
Tudo isso faz com que “toda a criação [suporte] angústias até agora” (Rm 8:22). Devido às informações “truncadas” provenientes da natureza caída e mesmo da nossa mente fragilizada pela decadência
do pecado, não podemos nos amparar unicamente em nossa sabedoria (1Co 3:19, 20). Não dá para confiar somente nos pensamentos que nosso cérebro é capaz
de gerar. Precisamos da Revelação.
1. Por que a natureza por si só
é incapaz de nos fornecer uma compreensão adequada de Deus?

2. De que forma o dilúvio afetou nossa compreensão do mundo criado e o que o estudo dele e
de seus efeitos pode responder?
Para refletir
3. De que forma a revelação sobre o grande conflito entre o mal e o bem nos ajuda a entender as mazelas do mundo?

4. Por que não podemos confiar unicamente em nossas capacidades mentais para entender o mundo que nos rodeia?
Para refletir
1. Como já vimos, o ser humano foi criado à imagem e semelhança de Deus. O que essa imagem nos revela sobre o fato de termos
sido criados como seres relacionais?

2. Por que unicamente homem e mulher
podem se tornar “uma só carne”?

3. No que diz respeito ao casamento, qual
a ordem correta dos eventos relacionados a ele?

4. Como promover a manutenção
de um bom casamento?
Para refletir
Mesma tarefa de dominar o restante da criação e cuidar dela como administradores sábios e bondosos...
Mas com diferentes visões.
Estava completa a obra "perfeita" do Criador.
O Homem se esqueceu que a mulher fora tirada de uma de suas costelas e não dos pés para serem pisadas.
Não se sabe ao certo o papel da mulher no período pré-histórico.
O que sabe-se é que a figura feminina tinha um enorme peso nas sociedades de todo o mundo.
Não eram sociedades matriarcais, e sim matricêntricas, pois a mulher não dominava, mas as sociedades eram centradas nela por causa da fertilidade.
As civilizações antigas (Elam, Creta, Suméria, Egito, Babilônia, Grécia, Roma, entre outras) cultuavam a mulher e a feminilidade nas figuras de diversas deusas (horas, erínias, moiras, musas).
A Estatueta de Vênus, Vênus de Brassempouy, encontrada em Brassempouy.
As mulheres também se destacaram no mundo clássico como sacerdotisas (Diotima de Mantinea, Temistocléia)
Sábias, Filósofas, Matemáticas (Hipátia de Alexandria, Theano, Damo), Pitonisas (Pítia), ou na tradição lendária, como guerreiras (as amazonas).
A mulher judia era absolutamente inferior ao homem, considerando que pela Lei de Elias, sucessor de Moisés, se a mulher deixasse a comida queimar ou se o homem encontrasse uma outra mulher, mais bonita que a sua, o homem poderia abandoná-la.
A mulher palestina não podia estudar.
E, até completar treze anos de idade, poderia ser vendida e casada, conforme a vontade de seus pais.
As mulheres gregas executavam apenas trabalhos domésticos, as demais que ousavam trabalhar no comércio, eram desprezadas.
A civilização romana prezava o casamento e a família como uma das instituições centrais da vida social.
Em torno da mulher foram estabelecidas as três virtudes romanas:
Gravitas: que era o sentido de responsabilidade;
Pietas, que configurava a obediência à autoridade
Simplicitas, que impedia que os romanos fossem guiados pela emoção, mantendo sempre a razão.
A religião e o culto aos deuses romanos eram o lastro desta instituição, cujo poder, "de vida e morte", era exercido exclusivamente pelo pai sobre os filhos, os escravos e sobre a mulher.
.
Os valores cultivados na família romana levaram à valorização da mulher que a despeito de obedecer o (pater) marido, era vista como um alicerce fundamental e o trabalho doméstico como uma virtude.
Para Sócrates, a mulher era um ser estúpido e enfadonho.
Buda não permitia nem que seus seguidores olhassem para as mulheres.
No mundo pré-cristão, as mulheres quase sempre não passavam de servas mudas, cuja vida só conhecia o trabalho extenuante.
Não é à toa que uma oração judaica dizia:
“Agradeço-te, ó Deus, por não me teres feito mulher”.
Os anos e séculos se arrastavam, e as mulheres pareciam não evoluir para a sociedade.
São Tomás de Aquino chegou a chamar a mulher de “erva má”.
3
Era descriminada e considerada sempre aprendiz, em todos os ramos de atividade do trabalho.
No casamento, na Idade Média, teoricamente e de forma geral, as mulheres casavam-se muito jovens em relação a seus maridos, o que forjava um domínio completo do esposo.
Mas, tornava-se responsável pela manutenção de seu lar, sendo essa sua principal atribuição e obrigação.
Santo Agostinho expressava em três palavras o propósito do casamento: Prole, Fidelidade e Sacramento.
Para o medievalista Georges Duby, o dever mais importante do chefe da família era vigiar e possuir o controle sobre a vida das mulheres que viviam sob sua tutela, tendo total liberdade para tomar decisões sobre suas vidas.
Assim, a condição feminina na Idade Média sempre foi transmitida como uma condição de "submissão" em relação aos homens.
Os espaços ocupados na Idade Média, agora se fecharam com o advento do capitalismo.
Surgem então, os primeiros movimentos feministas paralelo à Revolução Francesa (1789 - 1799) que tinha como lema:

(http://www.infoescola.com/sociologia/feminismo/)
“Igualdade, Liberdade e Fraternidade”.
A Revolução Industrial, também trouxe a disputa do trabalho entre o homem e a mulher.
A mulher possuía mão-de-obra mais barata que o homem.
Porém, produzia menos em virtude de suas ocupações domésticas.
As mulheres sujeitavam-se a jornadas de 14 a 16 horas por dia, condições prejudiciais à saúde e muitos outros abusos, para não perderem o emprego.
Nesta época, não havia nenhum tipo de proteção para a mulher, nem tão pouco para a gestante.
Em 8 de março de 1857 as operárias da fábrica têxtil Cotton, em Nova Iorque, nos Estados Unidos, fizeram uma greve, em protesto contra uma jornada diária de 16 horas e baixos salários.
Como resposta à manifestação, os patrões mandaram incendiar o prédio.
129 mulheres morreram queimadas.
Esse dia ficou marcado como o
“Dia Internacional da Mulher”.
Surge então, a necessidade de uma política protecionista em relação a mulher.
A partir de então, vários acontecimentos marcaram a história de luta das mulheres.
Acreditavam que os direitos sociais e políticos adquiridos a partir das revoluções deveriam se estender a elas enquanto cidadãs.
Sua meta agora era conquistar a igualdade de direitos entre homens e mulheres, garantindo a sua participação na sociedade de forma equivalente à dos homens.
Alegavam que não havia diferença entre os gêneros.
No que se refere aos seus direitos, não deveria haver diferenciação entre os sexos.
Que vem sendo polemizadas desde muito tempo.
Para a maioria das pessoas: homem ou mulher.
Ainda que gênero seja usado como sinônimo de sexo, nas ciências socias e na psicologia refere-se às diferenças sociais, conhecidas nas ciências biológicas como papel de gênero.
No seu uso mais recente, o “gênero” parece ter aparecido primeiro entre as feministas americanas que queriam insistir no caráter fundamentalmente social das distinções baseadas no sexo.
A palavra indicava uma rejeição ao determinismo biológico implícito no uso de termos como “sexo” ou “diferença sexual”.
É construído e alimentado com base em símbolos, normas e instituições que definem modelos de masculinidade e feminilidade e padrões de comportamento aceitáveis ou não para homens e mulheres.
O gênero delimita campos de atuação para cada sexo, dá suporte à elaboração de leis e suas formas de aplicação.
Também está incluída no gênero a subjetividade de cada sujeito, sendo única sua forma de reagir ao que lhe é oferecido em sociedade.
O gênero é uma construção social sobreposta a um corpo sexuado.
É uma forma de significação de poder.
Gênero se refere ao conjunto de relações, atributos, papeis, crenças e atitudes que definem o que significa ser homem ou ser mulher.
Na maioria das sociedades, as relações de gênero são desiguais.
Os desequilíbrios de gênero se refletem nas leis, políticas e práticas sociais, assim como as identidades, atitudes e comportamentos das pessoas.
As desigualdades de gênero tendem a aprofundar outras desigualdades sociais e a discriminação de classe, raça, castas, idade, orientação sexual, etnia, deficiência, língua ou religião, dentre outras.
Da mesma maneira que diferentes populações estão expostas a variados tipos e graus de risco, mulheres e homens, em função da organização social das relações de gênero, também estão expostos a padrões distintos de sofrimento, adoecimento e morte.
Partindo-se desse pressuposto, é imprescindível a incorporação da perspectiva de gênero na análise do perfil epidemiológico e no planejamento de ações de saúde, que tenham como objetivo promover a melhoria das condições de vida, a igualdade e os direitos de cidadania da mulher.
No âmbito do movimento feminista brasileiro, esses programas foram vigorosamente criticados pela perspectiva reducionista com que tratavam a mulher, que tinha acesso a alguns cuidados de saúde no ciclo gravídico-puerperal, ficando sem assistência na maior parte de sua vida.
Com forte atuação no campo da saúde, o movimento de mulheres contribuiu para introduzir na agenda política nacional, questões relacionadas:
Às desigualdades nas condições de vida e nas relações entre os homens e as mulheres;
Aos problemas associados à sexualidade e à reprodução;
Às dificuldades relacionadas à anticoncepção e à prevenção das ISTs;
À sobrecarga de trabalho das mulheres, responsáveis pelo trabalho doméstico e criação dos filhos.
1983
O MS através da Divisão Nacional de Saúde Materno Infantil (DINSAMI), atendendo às reivindicações do movimento de mulheres, elaborou o Programa de Assistência Integral à Saúde da Mulher e da Criança (PAISMC), com o objetivo de reduzir a morbi-mortalidade da mulher e da criança .
1984
O PAISMC foi implantado paralelamente no âmbito do Movimento Sanitário em que se concebia o arcabouço conceitual que embasaria a formulação do SUS.
PAISMC
Incorporou como princípios e diretrizes as propostas de:
• Descentralização,
• Hierarquização
• Regionalização dos serviços,
• Integralidade,
• Equidade da atenção,

Em 1991 houve a separação do Programa de Assitência Integral à Criança (PAISC) do PAISM (Programa de Assistência Integral à Saúde da Mulher).
Já estava em discussão:
• A Constituição Brasileira de 1988
• A Concepção do SUS (LEI Nº 8.080, DE 19 DE SETEMBRO DE 1990).
Importante lembrar:
Particularizar a atenção à saúde da mulher significaria apenas um passo no sentido de aumentar a capacidade resolutiva da rede básica de serviços.
• Apesar da denominação frequente de "Programa de Assistência Integral à Saúde da Mulher", a compreensão maior da proposta é a de que as ações previstas faziam parte de um Programa Global de Assistência Primária à saúde da população.
Foram divididas em grupos baseados nas fases da vida da mulher, a saber:
(Portaria 3040 de 21 de junho de 1998 do Ministério da Saúde instituiu o Programa Nacional de Combate ao Câncer do Colo Uterino)
Atender a população feminina em sua integralidade, em todas as fases de sua vida, respeitando as necessidades e características de cada uma delas.
Encontra-se integrado na rede de assistência à saúde com ações em nível primário, secundário e terciário, respeitando a regionalização.
Assistência ao abortamento;
Assistência à concepção e anticoncepção;
Assistência às doenças ginecológicas prevalentes;
Prevenção e tratamento das ISTs/AIDS;
Assistência à mulher vítima de violência.
As áreas básicas de atenção do PAISM deveriam oferecer atendimento:
• Às adolescentes, mulheres adultas e às que se encontram no climatério e velhice;
• Às mulheres que necessitam de cuidados durante o pré-natal, parto e puerpério;
Às mulheres em situação de violência doméstica e sexual;
• Nas ações de planejamento familiar e reprodução humana;
Na prevenção do câncer cérvico uterino e detecção precoce do câncer de mama;
Às mulheres com atenção aos problemas de saúde relacionados ao trabalho.
• Programar e supervisionar a distribuição de medicamentos básicos e equipamentos de apoio das ações do PAISM.
Atribuições
Atribuições
Atribuições
• Organizar e promover o inter-relacionamento dos profissionais executores das ações do PAISM.
• Promover cursos de educação continuada teóricos e práticos, bem como treinamentos em serviços para os profissionais.
Atribuições
• Detectar o número de horas disponíveis e necessárias de profissionais para atingir a cobertura programada.
• Apresentar à coordenação central do PAISM relatório mensal do programa em sua regional.
• Participar das reuniões do PAISM central para auxiliar na avaliação, normatização e estabelecimento de diretrizes do PAISM-DF. NAISM - Núcleo de Atenção Integral à Saúde da Mulher.
Fatores de Riscos Gerais detectados naquele momento:
OBS: Para cada faixa de idade a influência desses fatores é diferente:
• Qualidade inadequada do saneamento - água, esgoto, destino de lixo;
• Condições insalubres de moradia – quanto à organização do espaço x pessoas, ventilação, segurança, iluminação, etc.;
• Situação sócio-econômica precária – desemprego, subemprego, miséria, etc.
• Precária higiene pessoal e ambiental;
• Transtornos do relacionamento familiar: negligência, abandono, maus tratos, abuso físico, psicológico e sexual, etc.;
• Consumo inadequado do alimento (acesso, qualidade e quantidade) – obesidade, toxinfecção, desnutrição, etc.;
• Estilo de vida de risco para a saúde – alcoolismo, tabagismo, uso de outras drogas, sedentarismo, etc.;
• Antecedentes (histórico familiar) – hipertensão arterial, diabetes, doenças reumáticas, doença mental, câncer, etc.;
Não acompanhamento periódico por serviços de saúde: vacinação, exames preventivos, etc.
Fatores de Riscos Gerais
Fatores de Riscos Gerais
Ações
Inclui ações educativas, preventivas, de diagnóstico, tratamento e recuperação, englobando:
*
Assistência à mulher em clínica ginecológica;
* No pré-natal, parto e puerpério;
* No Climatério;
* Em planejamento familiar, ISTs, câncer de colo de útero e de mama;
* Além de outras necessidades identificadas a partir do perfil populacional das mulheres.
Teve início a construção da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher - Princípios e Diretrizes, quando a Equipe Técnica da Saúde da Mulher avaliou os avanços e retrocessos alcançados na gestão anterior.
2003
Nesse balanço são apontadas ainda várias lacunas como:
Atenção ao climatério/menopausa
Queixas ginecológicas
Infertilidade e reprodução assistida
Saúde da mulher na adolescência
Doenças crônico degenerativas
Saúde ocupacional
Inclusão da perspectiva de gênero e raça nas ações a serem desenvolvidas
Saúde Mental
Doenças Infecto contagiosas
Principais problemas de saúde relacionados com a população feminina no Brasil no ano 2000:
Mortalidade materna
Precariedade da atenção obstétrica
Abortamento em condições de risco
• Precariedade da assistência em anticoncepção
• DST/HIV/AIDS
Principais problemas de saúde relacionados com a população feminina no Brasil no ano 2000:
• Doenças crônico degenerativas
• CA ginecológico
• Saúde das mulheres adolescentes, no climatério e na menopausa
• Saúde das mulheres lésbicas, negras, indígenas, residentes e trabalhadoras na área rural, mulheres em situação de prisão.
Principais problemas de saúde relacionados com a população feminina no Brasil no ano 2000:
• Saúde mental e gênero
• Violência contra mulheres
A Área Técnica de Saúde da Mulher ainda identificava a necessidade de articulação com outras Áreas Técnicas e da proposição de novas ações como:
* Atenção às mulheres rurais, com deficiência, negras, indígenas, presidiárias e lésbicas;
* Participação nas discussões e atividades sobre saúde da mulher e meio ambiente.
2004
Em 28 de maio o Ministro de Saúde, Humberto Costa, lançou a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher com Princípios e Diretrizes (PNAISM).
Embasadas cientificamente nos estudos que relatavam as principais causas de morte na população feminina no ano 2000.
No mês de julho, o Secretário da Atenção à Saúde, Dr. José Gomes Temporão, operacionalizou as ações previstas no Plano de Ação construído e legitimado por diversos setores da sociedade e pelas instâncias de controle social do SUS.
2005
O termo sexo contém atributo biológico, enquanto o termo gênero é utilizado na perspectiva de relações e representa uma elaboração cultural sobre o sexo.
Objetivo
Em nível primário cabe ao Município: prestação das ações básicas mínimas de pré natal, puerpério, planejamento familiar e prevenção do câncer de colo do útero.
Em nível secundário cabe ao Estado: ações de maior complexidade.
Em nível terciário cabe ao Federal: processo de assessoria e a poio à implementação do PAISM.
Nas principais causas de internações hospitalares entre a população feminina no SUS (2009):
Doenças cardio
vasculares
Gravidez, parto e puepério
Doenças do aparelho respiratório
Doenças do aparelho geniturinário
Doenças do aparelho digestivo
Algumas doenças infecciosas e parasitárias
Segundo a avaliação do programa, a sua implementação conseguiu diminuir a mortalidade materna, mas não foi possível avançar sobre as outras áreas estratégicas do ponto de vista do movimento de mulheres.
Ao longo dos anos, maior ênfase foi dada à mulher no período gravídico-puerperal, em detrimento à sua assistência na fase não reprodutiva.
Reconhece-se a importância da atenção à saúde da mulher gestante, tendo em vista os altos índices de morbidade e mortalidade materna que continuam a configurar no panorama de saúde do país.
No entanto, ao priorizar-se exclusivamente a mulher nesse período da vida, reproduz-se o processo milenar de submissão (dominação) feminina, atrelando sua valorização apenas à capacidade reprodutiva.
A mulher, ao longo da história, foi assumindo o mercado de trabalho sem desincumbir-se de suas funções no lar e no cuidado com os filhos, ou seja, passou a desenvolver uma jornada tripla e a apresentar problemas de saúde ocupacionais que antes eram predominantemente masculinos.
Outras alterações no transcurso dos anos incluíram o retardo da gestação e da procriação até bem depois da estruturação das carreiras profissionais.
Vários métodos de contracepção possibilitaram essa opção.
Depararam-se com mudanças importantes nas suas funções, estilos de vida e padrões familiares o que tornou necessárias a revisão e a ampliação dos programas governamentais para além do ciclo gravídico-puerperal.

1ª Doenças do aparelho circulatório (IAM e o AVC
2ª Neoplasias (câncer de mama, pulmão e colo de útero);
3ª Doenças do aparelho respiratório (pneumonias)
4ª Doenças endócrinas, nutricionais e metabólicas (diabetes);
5ª Causas externas
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