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Fordismo-taylorismo: uma nova forma de organização do trabalho

SOCIOLOGIA: 2° Ano - 2° Bimestre - Aula 3
by Jean Pierre on 19 January 2014

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Transcript of Fordismo-taylorismo: uma nova forma de organização do trabalho

As mudanças introduzidas por Ford visavam à produção em série de um produto (o Ford modelo T) para o consumo em massa. Com isso ele pretendia:
Fordismo-taylorismo: uma nova forma de organização do trabalho
Conclusão
Foi com esses procedimentos que o fordismo-tayorismo se desenvolveu e tornou-se a ideologia dominante em todo tipo de empresa, até mesmo nas comerciais e de serviços. E ficou tão forte na sociedade capitalista que suas concepções acabaram chegando às escolas, às famílias, aos clubes, às igrejas e à instituições estatais; enfim, penetraram em todas as organizações sociais que buscam, de uma forma ou de outra, o controle e a eficiência das pessoas.
Críticas ao fordismo-taylorismo
Fordismo-taylorismo
Introdução
Já no final do século XIX, Frederick Taylor, em seu livro "Princípios de administração científica", propunha a aplicação de princípios científicos na organização do trabalho, buscando maior racionalização do processo produtivo. No século XX, o aperfeiçoamento contínuo dos sistemas produtivos deu origem a uma divisão do trabalho muito bem detalhada e encadeada. Essa nova forma de organização tornou-se conhecida como fordismo, numa referência a Henry Ford.
Frederick Taylor
Henry Ford
aumento de produtividade com o uso mais adequado possível de horas trabalhadas;
controle das atividades dos trabalhadores;
divisão e parcelamento das tarefas;
mecanização de parte das atividades com a introdução da linha de montagem;
e um sistema de recompensas e punições conforme o comportamento dos operários no interior da fábrica.
Em razão dessas medidas, foi desenvolvido um sistema de planejamento para aprimorar cotidianamente as formas de controle e execução de tarefas. A hierarquia, bem como a impessoalidade das normas, foi introduzida no processo produtivo, sempre comandado por administradores treinados para isso. A capacidade e a especialização dos operários tinham valor secundário, pois o essencial eram as tarefas de planejamento e supervisão.
Por incrível que pareça, essas diretrizes não foram utilizadas apenas no universo capitalista; o modelo fordista-taylorista foi adotado também com algumas adaptações, na União Soviética. O próprio Lênin aconselhava sua utilização como uma alternativa para eleva a produção industrial soviética.
Elton Mayo
Com Ford e Tayor, a divisão do trabalho passou pelo planejamento vindo de cima, não levando em conta os operários. Para corrigir isso, Elton Mayo, professor da Universidade de Harvard, buscou medidas que evitassem o conflito e promovessem o equilíbrio e a colaboração no interior das empresas.
Harry Bravermann
Para o sociólogo estadudinense Harry Bravermann, o taylorismo tirava do trabalhador o último resquício de saber sobre a produção: a capacidade de operar uma máquina. Agora ele tinha que operá-la do modo como os administradores definiam.
Crítica marxista
A crítica marxista a Elton Mayo destaca que as formas de regulamentação da força de trabalho por ele propostas seriam indiretas, pela manipulação do operário por intermédio de especialistas em resolver conflitos. Assim, psicólogos e sociólogos, assistentes sociais e administradores procuraram de várias formas cooptar os trabalhadores para que eles não criassem situações de conflito no interior das empresas.
Filme Tempos Modernos,
de Charles Chaplin
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