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Untitled Prezi

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by Adriano Monteiro on 15 May 2013

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Transcript of Untitled Prezi

Interação Fármaco-fármaco: Alteração do efeito do medicamento quando dois ou mais deles são administrados simultaneamente.

Interação Fármaco-nutriente: Alteração do efeito de um medicamento provocada por ingestão de alimentos e/ou vice-versa.

Interação com Fármaco-exames laboratoriais: podem alterar o resultado do exame ou mascarar o resultado.
FATORES DE RISCO


Polifarmácia;
Idosos;
Crianças;
Desnutrição;
Pacientes críticos (Nefropatas, Hepatopatas);
Drogas de baixo índice terapêutico (varfarina, digoxina, fenitoina, acido valpróico, insulina, ciclosporina);
Transplantados

Acredita-se que o potencial de interação medicamentosa chega a 100% quando o número de medicamentos prescritos chega a oito. Classificação das Interações medicamentosas

Contra-indicada: Os medicamentos são contraindicados para uso concomitante;

Grave/Maior: A interação oferece ameaça de vida e/ou requer tratamento ou intervenção médica, para minimizar ou prevenir efeitos adversos graves;

Moderada: A interação pode resultar em uma exacerbação do problema de saúde do paciente e/ou alteração do tratamento;

Leve/Menor: As manifestações podem incluir um aumento na frequência ou na gravidade de efeitos adversos, mas geralmente não requerem uma alteração na terapia. Interação fármaco-nutriente

Importância clínica

Alimentos podem reduzir, atrasar ou aumentar a absorção de medicamentos;
Medicamentos diminuem a absorção de certas vitaminas;
Medicamentos alteram o paladar e o apetite;
Medicamentos provocam a depleção de nutrientes;
Ação de alguns medicamentos está relacionado à administração de alimentos. Alimentos diminuem a absorção de medicamentos

Ciprofloxacino: Os comprimidos não devem ser tomados com produtos lácteos ou bebidas enriquecidas com minerais (p. ex. leite, iogurte, suco de laranja enriquecido com cálcio x Leite ou produtos contendo cálcio). Alimentos melhoram a absorção de medicamentos

Itraconazol: tomar imediatamente após uma refeição completa;

Ferro: recomenda-se administrar durante as refeições – suco de frutas cítricas. Medicamentos que devem ser administrados com alimentos devido ao mecanismo de ação

Sevelamer: deve ser administrado às refeições, liga-se ao fosfato existente nos alimentos e reduz, assim, os níveis de fósforo sérico no sangue. Medicamentos que alteram a ingestão alimentar

Gosto metálico: Metronidazol (2%), Clindamicina (altas doses);

Alteração do paladar: Amiodarona (1-3%), , Moxifloxacino (0,1-2%), Valsartana (1,4%). Medicamentos que interferem na absorção de nutrientes

Óleo mineral: pode diminuir a absorção de vitaminas lipossolúveis A, D, E e K. Ciprofloxacino

Dieta enteral reduz a absorção em até 27-67%

Mecanismo: Formação de complexos quinolona-cátion não absorvível e complexação com proteínas.
Recomendações: Pausa (1-2 horas antes e após)
Trocar via de administração Interação Fármaco-exame laboratorial Cefalexina (Keflex ), Isoniazida, Levodopa: falso positivo para teste de glicose na urina

Colchicina (Colchis ): falso positivo para sangue na urina

Prometazina: : Os testes de gravidez baseados em reações imunológicas entre HCG e anti-HCG pode resultar em resultados falso-negativos ou falso-positivos. O teste de tolerância à glicose pode apresentar-se aumentado. Interação Fármaco-fármaco Prescrições do dia 07 de Maio de 2013

Transplante renal
10 prescrições analisadas

142 medicamentos prescritos
Média de 14,2 medicamentos por prescrição.

70 Interações medicamentosas (IMP)
Média de 7 IM por prescrição
100% das prescrições com IMP

Classificação das IMP, de acordo com a Gravidade, temos:
Contra-indicada: 1
Grave: 8
Moderada: 53
Leve: 8 Contra-indicada

Metoclopramida x Prometazina

Potenciais efeitos aditivos de reações extrapiramidais.
Se a terapia concomitante for necessário, monitorar os pacientes quanto a sinais e sintomas de reações extrapiramidais (movimentos involuntários dos membros e fazer caretas, protrusão rítmica da língua, tipo bulbar do discurso, ou reações distônicas semelhantes tétano).

Descontinuar metoclopramida se o paciente desenvolve sinais e sintomas de reações extrapiramidais.


Atenolol + Clonidina (3)
Amitriptilina + Ondansentrona (1)
Amitriptilina + Sulfametoxazol + Trimetropima (1)
Omeprazol + Micofenolato de Mofetil (1)
Fenitoína + Tacrolimus (2) GRAVES Graves

Atenolol + Clonidina (3)

Aumento do risco de bradicardia sinusal;
A freqüência cardíaca deve ser monitorizada quando a clonidina e atenolol são administrados concomitantemente.


Amitriptilina + Ondansentrona (1)
Amitriptilina + Sulfametoxazol + Trimetropima (1)

Potencial para efeitos aditivos sobre o intervalo QT e aumento do risco de efeitos cardiovasculares graves. Se for necessário o uso concomitante, é recomendada a monitorização ECG Graves

Omeprazol + Micofenolato de Mofetil (1)
Redução significativa da concentração plasmática de ácido micofenólico (Kees et al, 2011).

Se for necessária a utilização de omeprazol, o aumento da dose de micofenolato mofetil pode ser necessário para alcançar efeitos imunossupressores iguais (Kofler et al, 2009). Omeprazol + Micofenolato de Mofetil (1)

O ácido micofenólico (MPA) é o metabolito ativo de ambos micofenolato mofetil e de revestimento entérico micofenolato de sódio. O uso concomitante de omeprazol e micofenolato de mofetil (Cellcept ®), mas não com revestimento entérico micofenolato de sódio (MYFORTIC ®), pode reduzir a Cmax do MPA, devido à dissolução incompleta do micofenolato de mofetil, quando o pH gástrico aumenta. O uso concomitante de fenitoína e tacrolimus pode resultar em diminuição da eficácia do tacrolimus ou aumento das concentrações séricas de fenitoína.

Monitorar o paciente para redução das concentrações plasmáticas de tacrolimus e reduzida eficácia tacrolimus. Doses de tacrolimus pode precisar ser aumentada quando a fenitoína é administrado concomitantemente.

Além disso, monitorar os pacientes para o aumento dos níveis séricos de fenitoína.
CUIDADO COM OS INDUTORES ENZIMÁTICOS Fenitoína + Tacrolimus (2) Interações medicamentosas

Reais: Pode ser comprovada a partir de sinais e sintomas
do paciente e por testes laboratoriais;

Potenciais: Possibilidade de um medicamento alterar os efeitos farmacológicos de outro medicamento/nutriente, a interação pode ou não ocorrer e dependerá de um conjunto de fatores.

Início rápido (até 24h) e Início lento (>24h) Prevenção de interações medicamentosas

Processo de administração do medicamento

PRESCRIÇÃO DISPENSAÇÃO APRAZAMENTO ADMINISTRAÇÃO

Conhecimento prévio dos mecanismos envolvidos na interação medicamentosa. Fenitoína

Quelação entre a fenitoína e cátions divalentes da formulação enteral;
Incompatibilidade;
Mudança do pH gástrico e intestinal - Aumento da forma ionizada não absorvível de fenitoína;
Ligação da fenitoína à caseína ou outros derivados protéicos;
Ligação da fenitoína à parede da sonda. Tacrolimo e alimentação

A taxa e a extensão da absorção de tacrolimo foram maiores em condições de jejum.
A presença e a composição do alimento diminuíram tanto a taxa como a extensão da absorção de tacrolimo
O efeito foi mais pronunciado com refeição rica em lipídios

Administrar uma hora antes ou 2 horas após a alimentação. Tacrolimus x Fluconazol Fluconazol - Inibidor enzimático OBRIGADO Universidade Federal do Ceará
Hospital Universitário Walter Cantídio
Residência Multiprofissional em Saúde-área concentração: Transplante Interações medicamentosas no transplante renal Preceptora: Thalita Rodrigues
Residentes: Adriano Monteiro, Lívia Romão, Lívia Falcão e Liana Silveira Goodman & Gilman. As Bases Farmacológicas da Terapêutica
Micromedex Healthcare Series Interação fármaco-nutriente Interação fármaco-nutriente Interação fármaco-nutriente Interação fármaco-nutriente Interação fármaco-nutriente Medicamentos x Dieta enteral Medicamentos x Dieta enteral Referências bibliográficas

Goodman & Gilman. As bases farmacológicas da Terapêutica. 11ª. ed. 2010
Ciprofloxacin absorption is impaired in patients given enteral feedings orally and via gastrostomy and jejunostomy tubes. D P Healy, M C Brodbeck, C E Clendening Antimicrob Agents Chemother. 1996 January; 40(1): 6–10.
Gilbert S, Hatton J, Magnuson B. How to minimize interaction between phenytoin and enteral feedings: two approaches. Nutr Clin Pract 1996;11(1):28-31
Almeida SM, Gama CS, Akamine N. Prevalence and classification of drug-drug interactions in intensive care patients. einstein. 2007; 5(4):347-351
Brown CH. Overview of drug interaction [text on the Internet]. [cited 2012 nov29]. Available from: http://www.uspharmacist.com/oldformat. asp?url=newlook/files/feat/mar00druginteractions.htm
Healthcare Series – Micromedex – 2012
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