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O BORDADO COMO LINGUAGEM NA ARTE/EDUCAÇÃO

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by Maisa Ferreira on 3 October 2012

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Transcript of O BORDADO COMO LINGUAGEM NA ARTE/EDUCAÇÃO

O Bordado como Linguagem na Arte/Educação MAISA FERREIRA DE SOUSA Trabalho de conclusão do Curso de Artes Plásticas, habilitação em Licenciatura, do Departamento de Artes Visuais do Instituto de Artes da Universidade de Brasília.  

Orientador: Prof. Dr. Christus Menezes da Nobrega BRASÍLIA
2012 O texto tem como objetivo fundamentar a produção de uma oficina de bordado como linguagem na Arte/Educação dentro da categoria de educação informal e está dividido da seguinte maneira:
Breve contexto histórico do bordado e seu ensino;
Relação entre os conceitos de gênero/bordado e arte/artesanato;
Resumo da história recente da Arte/Educação no Brasil associado aos conceitos de gênero e culturas tradicionais;
Alfabetismo visual;
Experiência em sala de aula;
Proposta pedagógica. 1.INTRODUÇÃO 2.1 Contexto histórico do bordado Oralidade;
Ambiente doméstico;
Conventos;
Escolas públicas e confessionais; 2.2 Ensino do bordado Divisão sexual do trabalho;
Público e doméstico;
cultura e racionalidade X natureza biológica e emotividade;
bordado e de seu ensino atividade doméstica ligada ao gênero feminino; 2.3 Gênero e bordado Coorporações de Ofício;
Desenho, pintura e arquitetura;
Atividade intelectual x manual;
Academias e a representação da figura humana;
Artista x artesão;
Artes aplicadas e o feminino;
Movimento de Artes e Ofícios;
Bauhaus;
Artes têxteis e vanguardas;
Bordado e arte comtemporânea;
Segregação econômica e de gênero. 2.4 Arte e artesanato Escolanovismo: arte como fixação de outros conteúdos;
Estado Novo (desenho geométrico);
Ensino extracurricular (livre expressão); 3.1 Contextualização da Arte/Educação 3.2 Gênero e Arte/Educação Produção material das culturas tradicionais (contínuo processo de transformação);
Seus criadores seguem resignificando seu próprio trabalho, rompendo
ou seguindo ensinamentos
tradicionais;
Reafirma identidades
pré-existentes e constrói
outras novas;
Interação entre culturas é dinâmica;
Renato Imbroisi;
Mundaréu. 3.3 Culturas tradicionais Ver como atividade de rotina;
Estudamos mais as organizações escritas que as visuais;
A importância do desenvolvimento da inteligência visual;
Elementos mais simples e essenciais à formação da imagem e suas interações; 4.1 Alfabetismo visual 4.2 Experiência Ponto e Linha sobre Pano Temas de discussão dentro da Arte/Educação que o ensino/aprendizagem do bordado pode trazer consigo:

Questões políticas e de Gênero;
Produção material de culturas tradicionais;
Produção contemporânea em artes visuais;
Estudo dos fundamentos da linguagem visual; 4.3 Bordado como linguagem na Arte/Educação 2.PERCURSO HISTÓRICO DO BORDADO 3.ARTE/EDUCAÇÃO HOJE 5. CONCLUSÃO 4.PROPOSTA PEDAGÓGICA Pré-história;
Idade Antiga;
Idade Média;
Idade Moderna;
Período Industrial;
Movimento de Artes e Ofícios;
Bauhaus;
Vanguardas do século XX;
Arte Contemporânea. Revolução Industrial;
Bordado brasileiro;
O homem no bordado. PCN`s: •O estudo das relações de gênero nas “Competências e habilidades”;

•O estudo da produção visual das culturas tradicionais nos “Critérios de seleção de conteúdo”;

•O estudo dos aspectos formais da imagem nos “Critérios de seleção de conteúdo”. Devido a essa riqueza de temas de trabalho sugeridos o bordado foi escolhido como linguagem para a exploração poética neste trabalho de pesquisa.

Aqui, pensamos o bordado no contexto da Arte/Educação, no formato de uma oficina que terá como público grupos de artesãos(ãs) que já tem alguma experiência na técnica. PRODUÇÃO LEITURA CONTEXTUALIZAÇÃO Escolinhas de arte (ênfase na variedade de técnicas);
1971 - educação artística entra no currículo;
Formação de professores;
1997 - PCN baseado na proposta triangular. Divisão sexual do trabalho;
Representações acerca das atribuições de cada sexo;
Reforço desses atributos criando uma identidade do feminino e do masculino que chamamos de gênero;
Na arte/educação no Brasil;
Movimentos feministas (a partir no iluminismo) Mulher na História da Arte
Mulher/Artesanato
Teoria Queer Questiona os esquemas de oposição binária, como o feminino e masculino, o heterossexual e o homossexual, assumindo que as posições de gênero e sexuais se multiplicaram além de dualidades. Questões que devem estar presentes na prática de sala de aula:
A discussão sobre a construção social dos gêneros desvinculada de questões biológicas;
A ruptura do pensamento binário para além das identidades cristalizadas. Renato Imbroisi Mundaréu Oficina de fundamentos da linguagem visual com bordado;
32h totalizando 16 encontros de 2h que aconteciam uma vez por semana; As aulas começaram em Março e terminaram em Julho;
Público: 5 pessoas Confecção de um mostruário com oito pontos de bordado e seus respectivos nomes;
Discussões sobre a importância do estudo dos fundamentos da linguagem visual;
Conceituação dos elementos básicos da linguagem visual;
Pequenas apresentações sobre trabalhos de artistas contemporâneos que utilizam o bordado como linguagem. CONTEÚDOS:
O bordado como linguagem/técnica para o desenvolvimento de um curso na categoria de educação informal.

Público alvo: grupos de artesãos(ãs) que já trazem consigo o conhecimento básico das técnicas de bordado.

Objetivos:
Aproximar os integrantes desses grupos aos estudos de Arte/Educação;
Refletir sobre sua própria produção, facilitando o acesso e compreensão dos conteúdos de arte;
Ter maior autonomia sobre os processos produtivos;
Contextualização histórico/político/social do artesão(a) como sujeito criador consciente dos processos formais e simbólicos de criação da imagem;
Desenvolvimento de uma produção poética em bordado e consequentemente uma valorização financeira dos trabalhos, revertendo-se em remuneração justa para o artesão(a). PROPOSTA: Reflexão sobre os antecedentes históricos do bordado e sua posição dentro do contexto artístico, que se refletirá em um planejamento de curso e da prática de sala de aula mais consciente;
A atração estética que o bordado possui devido sua popularidade, seu potencial de exploração imagética e suas qualidades táteis, o que o torna uma linguagem propícia para trabalhar conteúdos de Arte/Educação;
Importância do respeito aos conhecimentos prévios do aluno;
A estreita ligação das questões de gênero com a prática do bordado;
As implicações que a abordagem de negação do gênero e consequentemente de esquemas binários da teoria queer, para o tratamento dos conteúdos em sala de aula. Produtores: ARTE DA ILHA GUARUJÁ
Técnica: pintura em tecido e costura Produtores: grupo de tecelãns de Muquém
Técnica: tecelagem manual com retalhos Brasil: recolhimentos, escolas e educação profissional;
Equiparação dos currículos entre os gêneros.
Entretanto, existe também uma grande tendência em prol da mudança desse quadro.

Dentro desse contexto e com base nos PCN’s o ensino do bordado pode trazer consigo:
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