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D.Catarina, António Prior de Crato e Filipe II de Espanha

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by Hugo Ferreira on 26 November 2013

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Transcript of D.Catarina, António Prior de Crato e Filipe II de Espanha

Os costumes e tradições mantinham-se.
A moeda, a bandeira e a língua mantinham-se também.
O governo e a exploração das colónias portuguesas eram feitas por nacionais.
Os lucros do comércio continuavam a cargo de Portugal.
Os cargos importantes na vizinha Espanha não tinham qualquer valor em território português.
Não seriam retirados territórios a Portugal.

Promessas de Filipe II nas Cortes de Tomar

Filipe II acaba por se tornar rei de Portugal, ao invadir o território português e derrotar António Prior de Crato na Batalha de Alcântara a 4 de Agosto de 1580.
Nas Cortes de Tomar de 1581, Filipe II de Espanha é aclamado rei, jurando os foros, privilégios e mais franquias do Reino de Portugal. Durante seis décadas Portugal ficou privado de rei natural, sob o que se tem designado por "domínio filipino".


Novo Rei

Durante a preparação defensiva do castelo de Santarém contra uma eventual ofensiva castelhana, o povo aclamou D. António como Rei de Portugal. Este, surpreendido, precavia-se contra a revolta da nobreza e do clero, pedindo para limitarem a aclamação a apenas Regedor e defensor do Reino.
A 24 de Julho seria coroado e governaria no continente durante cerca de vinte dias, até ter sido derrotado na Batalha de Alcântara pelos exércitos espanhóis comandados pelo Duque de Alba.

Aclamação

Vantagens e desvantagens


Candidatos

Morte do Cardeal

Nasceu em Valladolid em 1527 e Era filho de Carlos V, imperador da Alemanha, e da imperatriz D. Isabel, filha de el-rei D. Manuel, de Portugal.
Retinha os votos e o apoio do alto clero e da nobreza. Era um monarca muito poderoso, era apoiado pela alta burguesia também, pois viam na União Ibérica a possibilidade de novos mercados.


Filipe II de Espanha

D.Catarina, neta de D.Manuel I e filha de D.Duarte, Duque de Guimarães, era apoiada por um pouco de cada uma das classes sociais, no entanto era vista como a candidata menos provável, uma vez que era mulher.
Acaba depois por aliar-se a Filipe II de Espanha.

D. Catarina de Bragança

Era apoiado pela maioria do povo, que não queria ser governado por um rei espanhol, pois temia a perda da independência e via D.António, neto de D.Manuel I, mas visto como iligítimo, o única capaz de fazer frente á tão famosa e homenageada coroa espanhola. Também era apoiado pela baixa burguesia.

António Prior de Crato

Crise de sucessão de 1580

D.Catarina, António Prior de Crato e Filipe II de Espanha


Candidatos ao trono

Crise de Sucessão de 1580
A morte do jovem rei de Portugal D. Sebastião na Batalha de Alcácer-Quibir levou a uma crise de sucessão já que o primeiro não teria deixado descendência pela sua tenra idade. Pela proximidade de parentesco, coube a governação ao cardeal D. Henrique, já de bastante idade, que não iria deixar descendência.

Pelas leis da época, sucederia ao Rei o seu parente mais próximo, na tentativa de preservar o Sangue Real na administração do Reino; em caso de parentes de igual proximidade, a preferência seria dada aos de sexo masculino. A verificar-se a concorrência de vários homens em igual grau de parentesco, seria preferido o mais velho.

O Rei-Cardeal morreu em 1580, durante as Cortes de Almeirim, deixando uma Junta de cinco governadores: o arcebispo D. Jorge de Almeida, D. João Telo, D. Francisco de Sá Meneses, D. Diogo Lopes de Sousa e D. João de Mascarenhas. Deste grupo, só D. João Telo era contrário a Filipe II de Espanha. O cardeal já havia manifestado, entretanto, a sua intenção de nomear Filipe II como sucessor ao trono, mediante um acordo que traria benefícios ao reino.

Hugo Ferreira,nº5,11ºH
Marcos Carvalho,nº7,11ºH
Trabalho realizado por:
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