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O PRIMEIRO PAPA MEDIEVAL

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by Aldrin Jensen on 17 February 2014

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Transcript of O PRIMEIRO PAPA MEDIEVAL

O PRIMEIRO PAPA MEDIEVAL
Quando começa a história medieval?
313
325
476
378
Aconteceu com Gregório I em 590:
Inaugurou uma era de poder para a Igreja no Ocidente.
E o fim desta era?
1095
1453
1517
CENÁRIO
As relações entre igreja e estado tornaram-se importantes. Uma civilização europeia ocidental distinta emergiu do Cristianismo e dos fundamentos clássicos. Muito embora muitos afirmem que os anos colocados entre 500 e 1000 seja um período de trevas é simples perceber que na Europa ocidental não foi de total indigência em termos de cultura, porque os mosteiros deixaram uma contribuição intelectual valorosa. Historiadores modernos admitem que a Era Medieval mostrou um certo progresso, uma vez que a Igreja no Ocidente preencheu bem as funções culturais e religiosas ao fazer uma ponte entre a cidade-estado antiga e a nação-estado moderna.
A era moderna deve muito à Idade Média. Nessa época os homens tentaram estabelecer uma civilização cristã em que o passado se integrava com o presente numa harmoniosa síntese.
Com isto em mente, a importância de Gregório I torna-se óbvia. Como Agostinho em sua geração, ele ficou no limite entre dois mundos: classicismo e cristianismo tornando-se o novo símbolo do mundo medieval em que a cultura foi institucionalizada dentro da Igreja dominada pelo Bispo de Roma.
II – GREGÓRIO I (540-604): VIDA
Contexto de seu nascimento:
Império oriental buscava reconquistar a metade ocidental do Império que fora perdido para as tribos teutãs. Pilhagens, doenças e fomes estavam na ordem do dia.
Educação jurídica - preparo para a vida pública.
Estudou latim mas não sabia hebraico nem grego.
Escritos de Ambrósio, Jerônimo e Agostinho.
Literatura clássica e filosofia grega.
Em 573 foi escolhido prefeito de Roma.
Abandonou a fortuna que herdara do pai.
Sete mosteiros na Itália.
Tornou-se monge e entre 579 a 585
Embaixador do Bispo de Roma em Constantinopla.
Volta à Roma - escolhido abade do mosteiro de Santo André que fundara após a morte do pai.
Substitui o papa Pelágio em 590.
Ascetismo era uma forma de glorificar a Deus.
“Cônsul de Deus” - um dos gigantes da Igreja romana.
Renúncia à riqueza impressionou sua geração.
Viu-se como “o servo dos servos de Deus”.
Foi o instrumento da conquista dos ingleses ao cristianismo.
Habilidade e bom senso fizeram dele um dos administradores mais competentes da Igreja Romana na Idade Média.
Era supersticioso e crédulo.
Sua erudição foi prejudicada por seu desconhecimento das línguas originais da Bíblia.
III – GREGÓRIO I (540-604)
OBRA
Sua maior obra - ampliar o poder do bispo romano.
Afirmava a superioridade espiritual do bispo de Roma. Cuidou das igrejas da Gália, Espanha, Bretanha, África e Itália.
Nenhum bispo ou metropolitano do Ocidente se arriscava a ir contra sua vontade.
Tornou o episcopado de Roma um dos mais ricos da Igreja de seu tempo.
As propriedades na Itália e áreas próximas nunca floresceram tanto como nos tempos de sua administração. Com o dinheiro arrecadado, conseguiu agir como protetor da paz no Ocidente.
Foi o organizador do canto gregoriano.
COMO PREGADOR
Ensino contextualizado. Sermões práticos que salientavam a humildade e a piedade - prejudicados por uma excessiva interpretação alegórica do texto sagrado.
COMO ESCRITOR
Escreveu um comentário do Livro de Jó e uma obra conhecida como “Livro do Cuidado Pastoral” (pré-requisitos para o ministério, virtudes indispensáveis a um pastor e o valor da introspecção).
COMO TEÓLOGO
Apontado junto com Ambrósio, Jerônimo e Agostinho como um dos quatro doutores da Igreja ocidental.
O homem era pecador por natureza e escolha.
O pecado era uma doença a qual todos estão sujeitos.
Sustentava que a vontade humana era livre e que apenas sua bondade fora perdida.
Aceitava a predestinação dos eleitos.
A graça não era irresistível.
Boas obras (invocação dos santos) e purgatório.
Escritura Sagrada e tradição.
Eucaristia.
Pode-se dizer, com segurança, que a teologia medieval conservou as marcas do pensamento de Gregório, cujo pontificado é, sem dúvida, um marco fundamental na transição da história da Igreja antiga para a medieval.
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