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Linha do Tempo

Trabalho Helânia
by Gustavo Silva on 6 December 2012

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Transcript of Linha do Tempo

Grupo:
Ana Carolina Tavares
Amanda Burgos Pacheco
Ana Caroline Pelet
Gustavo Silva
Lais Lara Linha do Tempo Escola de Chicago
1919 Escola
Americana
Positivista
1929 Pesquisa em Comunicação de Massa.
Funcionalismo
1930 A
Abordagem
Sistêmica
1933 Hipótese
do Uso e das Gratificações.
Escola de Palo Alto
1940 Autores: William I. Thomas,Florian Znanienicki, Robert Ezra Park, Louis Wirth, Ernest Buguess, Everett Hughes, Robert McKenzie e Charles Hoton Cooley.
Base teórica: Sociologia e empirismo.
Época: 1919-1940
Local: Universidade de Chicago-EUA.
Método: Qualitativa. Escola de Chicago Estudo
dos Efeitos
em Longo
Prazo
1947 Teoria da Agenda.
Teorias das Influências.
1970 Ideias: Devido à preocupação com os efeitos ou resultados dos novos meios de comunicação, realizam pesquisas:
Primeira fase: Pesquisa em Comunicação de Massa (Mass Comunication Research) é centrada em pesquisas comerciais; Segunda fase: consolidação da Pesquisa em Comunicação nas universidades americanas e é marcada por uma preocupação mais ampla da comunicação dentro do processo social na qual está inserida, essa vertente também é chamada de corrente funcionalista.Terceira fase: denominada por Wolf de Estudo dos Efeitos em Longo Prazo, é marcada pela influência das escolas de jornalismo e pelos primeiros doutores direcionados especificamente para essa área. Escola Americana Positivista Ideias: Associação as teorias neoclássicas da formação de preços e o liberalismo econômico. A escola de Chicago cria uma tese que entende que a sociedade apenas pode ser estudada, a partir dos processos de interação entre as pessoas, sendo constituído simbolicamente pela comunicação, o que se convencionou a chamar de interacionismo simbólico. Comunicação usada de forma científica, com base empírica. Indivíduo como ator social: o ser humano é o resultado dos processos de interação simbólicos desenvolvidos pela sociedade, e a própria sociedade é um produto da comunicação. Princípios da competição, adaptação e assimilação. Cidade: laboratório social. Escola de Chicago Autores: Paul Lazarsfeld , Kurt Lewin, Harold Lasswell, Carl Holand.
Base teórica: Psicologia, Sociologia e Ciências Sociais.
Época: meados do século XX.
Local: EUA.
Método: quantitativa e qualitativa. Escola Americana
Positivista Autores: De Fleur , Ball-Rokeach, Lasswell, Mattelart, Watson, Gustave Le Bon, Ivan Pavlov
Base teórica: Psicologia.
Época: Primeiras décadas do séc. XX.
Método: Pesquisas quantitativas e qualitativas.
Local: EUA. Pesquisa em
Comunicação de
Massa Ideias: O uso da comunicação para persuadir e controlar a massa. Amplitude do canal, o que caracteriza a comunicação de massa é o fato de ela atingir um público anônimo, heterogêneo e fisicamente disperso.
Agulha Hipodérmica: teoria da bala mágica: período entre as duas grandes guerras. Entende que o público é diretamente atingido pela mensagem. As mensagens da mídia são recebidas de maneira uniforme pela audiência, com respostas imediatas e diretas. Uma teoria relativamente simples e coerente com a imagem da sociedade de massa que era a herança intelectual do século XIX. Pesquisa em
Comunicação de
Massa 1919 1929 1930 1933 1940 1947 1970 Autores: Harold Lassawell, Defleur, Paul Lazarsfeld, Robert Merton.
Base teórica: Psicologia, Sociologia, Ciências Sociais e Biologia.
Época: 1930/1948.Ideias: Funções da comunicação, visando ao equilíbrio: vigilância do meio ou manutenção do modelo e o controle das tensões, relações de resposta ao meio, integração ou a adaptação ao ambiente social, transmissão da herança social e cultural.
Os meios de comunicação de massa constituem um conjunto de instruções cujo trabalho é essencial para a manutenção da ordem social.
Local: EUA.
Método: Qualitativa, Quantitativa e Administrativa. Funcionalismo Autores: Ludwing Von Bertalanffy, De Fleur, Abraham Moles, David Easton, Karl K. Deutsc.
Base teórica: Economia, Sociologia, Antropologia, Contabilidade, Administração.
Época: 1933.
Ideias: Conjunto social está para sistema orgânico. Busca estudar um determinado objeto observando-o de várias maneiras. Feedback e análise das estruturas sociais.
Local: Estados Unidos da América.
Método: Qualitativa, quantitativa e administrativa. A Abordagem Sistêmica Autores: Frasor Bond, Kurt Lewin, Galtung, Rudge.
Base teórica: Ciências Sociais, Biologia e Jornalismo
Época:1947
Ideias: Os meios de comunicação não alteram diretamente as ideias e ações de uma sociedade, mas afetam essas ideias e ações. Características dos meios: acumulação, consonância, onipresença e relevância. Estudo sobre os emissores e sobre os produtores de noticias.
Newsmaking: Diz a respeito do jornalista como construtor e reprodutor da realidade, saendo que o modo com que é reproduzida a notícia pesa em seu resultado. Abandona a ideia da teoria do espelho no jornalismo.
Gatekeeper: É quem define o que será noticiado, utiliza se como a filtragem da notícia,o desenvolvimento do que será publicado na seleção do material jornalístico.
Estudo da lógica dos processos de produção da comunicação de massa: o processo de organização que se dá na construção de mensagens.
Noticiabilidade: é o conjunto de critérios que são chamados de Valores-notícia, que tem como função determinar quais fatos devem ser noticiados.
Local: Escola Americana
Método: Qualitativo, Quantitativo e Administrativo. Estudo dos Efeitos
em Longo Prazo Princípios:
1- A audiência é concebida como ativa.
2- Depende da audiência relacionar a escolha dos mass media, com a satisfação da necessidade.3- Os mass media competem com outras fontes de satisfação das necessidades.
4- Muitos dos objetivos da utilização dos mass media podem conhecer-se através de dados fornecidos pelos destinatários.
5- Devem suspender-se os juízos de valor acerca do significado cultural das comunicações de mass media.
Portanto, o receptor é ativo; os motivos dependem de variáveis psicológicas, sociais, ambientais e conjunturais, exposição aos meios é um ato intencional e não casual.
Local: Escola Americana, localizada nos EUA.
Método: Qualitativo. Autores:Gregory Bateson, Eduard T. Hall e Paul Watzlawick, Nobert Weiner.
Base teórica: Antropologia, Matemática, Sociologia, Linguística, Psiquiatria.
Época: 1940.
Ideias: Propõem estudo do comportamento humano, em seus vários níveis de complexidade. A comunicação é um processo permanente. O sentido é determinado pelos relacionamentos sociais e subjetivos. Usaram, então, a metáfora de uma orquestra para entender a comunicação. Para eles, a comunicação é um processo essencialmente circular no qual os indivíduos participam a todo momento como sujeitos de cultura através dos seus gestos, da sua visão de mundo e até do seu silêncio.
A principal crítica: modelo matemático, pelo fato de este não considerar a comunicação como interação e desprezar os contextos sociais de produção, circulação e recepção da informação, além de não considerar o papel ativo dos emissores e receptores das mensagens.
Local: Califórnia.
Método: Qualitativo. Escola de Palo Alto Autores: Blumler e Katz.
Base teórica: Teoria funcionalista e as Ciências Sociais.
Época: Século XX: anos 40 e revigorada nas décadas e 70 e 80.
Ideias: As pessoas buscam, selecionam ou utilizam os meios de comunicação e os seus conteúdos para atenderem às suas necessidades e desejos. A conduta ou ação das pessoas é resultante do alivio das tensões Os motivos que levam as pessoas a escolherem esses conteúdos podem ser psicológicos, sociais, ambientais, conjunturais e motivacionais, direcionado a um alvo. As mídias competem com outras formas de comunicação pela seleção, atenção e uso com o intuito de ser uma alternativa funcional para a gratificação das necessidades ou desejos e essas outras formas são capazes de satisfazer e gratificar esses mesmos motivos. Hipítese do Uso das
Gratificações Hipítese do Uso das
Gratificações Autores: Defleur, Ball Roklach, Harold Lasswell, Paul Lazarsfeld, Berelson e McPhere.
Base teórica: Psicologia, Sociologia.
Época: Inicio do século XX.
Ideias: Teoria das diferenças individuais: estuda as diferenças de comportamentos entre os indivíduos.
Teoria das diferenças sociais: estuda os indivíduos que possuem características comuns, mais que se dividem em categorias sociais.
Teoria da aprendizagem social ou dos relacionamentos sociais: estuda os efeitos da comunicação de massa no publico local, sob variáveis independentes, como extensão e repetição.
Abordagem Empírica Experimental: revisão do processo mecanicista de estímulo-resposta. Causaprocessos psicológicos intervenientes efeito/resposta.
Questão chave é a persuasão.Três efeitos; ativação, reforço e conversão.
Modelo de Harold Lasswell: quem diz o que, por meio de que canal, para quem, com que efeito.
Líderes de opinião.
Local: Estados Unidos
Método: Pesquisa Empírica (qualitativa) e quantitativa. Teoria das Influências
Seletivas Autores: Maxwell McCombs, Donald Shaw, Walter Lippmann.
Base teórica: Filosofia Positivista.
Época: Século XX.
Ideias: Os meios de comunicação de massa não querem persuadir, mas apresentam ao público uma lista daquilo sobre o que é necessário para ter uma opinião, não o que pensar, mas sobre o que pensar. Postulado: a ordem do dia dos temas, assuntos e problemas; a hierarquia de importância e de prioridade dos elementos dispostos na ordem do dia. Portanto, a teoria da agenda toma como ideia um impacto direto, mas não imediato das mídias a respeito das decisões de um público em determinada data. Exemplo: a política partidária, que desenvolve campanha com o objetivo de influenciar os eleitores quanto a qual candidato votar.
Local: EUA.
Método: Qualitativo, Quantitativo e Administrativo. Teoria da Agenda A Esprial do Silêncio
1972 Autores: Noelle-Neumann, HOHLFELDT, Erich Peter Neumann, BARROS FILHO.
Base Teórica: Apoiada em Platão, Rousseau, John Locke, David Hume, Alexis de Tocqueville, Walter Lippmann e Gabriel Tarde,
Época: 1972 / 2008
Idéias: o Porquê do silêncio, o que se entende por espiral e de que forma a objetividade atua diretamente no efeito da hipótese
Local: Alemanha
Métodos: Questionamento do porquê do silêncio, o que se entende por espiral e de que forma a objetividade atua diretamente no efeito da hipótese. A Esprial do Silêncio
1972 Teoria da Ação
Comunicativa A
1962 Autores: Jürgen Habermas, RÜDIGER, POLISTCHUK, TRINTA, MARTINO, ROSSETTI, TEMER, NERY
Base Teórica: Conceitos como a razão comunicativa e a comunidade ideal de comunicação.
Época: 1962 / 2009
Idéias: Habermas defende a razão comunicativa como parte que integra a racionalidade humana, sendo a comunicação uma ação que constrói a vida social, e facilita a interação, compreensão e entendimento mútuo entre as pessoas.
Local: Alemanha
Métodos: Ter noção de que a linguagem precisa ser utilizada de forma clara, garantindo o entendimento. Abandonando a racionalidade instrumental que remete a busca do poder, e utilizando com precaução a razão comunicativa que valoriza a interação entre os indivíduos. Teoria da Ação
Comunicativa A
1962 1972 1962 PÓS-MODERNIDADE 1960 1960 Autores: Jean-François Lyotard, Fredric Jameson, Jean Baudrillard, David Harvey, Michel Maffesoli.
Base Teórica: A Pós-Modernidade começa a surgir como corrente de pensamento nos anos 1960.
- Características: complexidade, contradição, ambigüidade, diversidade, interconexão, aceleração, perda de referentes.
- Outra das principais características defendidas pelos autores é que a sociedade pós-moderna é uma sociedade, acima de tudo, midiática
Época: 1960 / 2007
Idéias: Descrença nos valores da modernidade após as Guerras Mundiais do século XX. A sociedade pós-moderna é uma sociedade, acima de tudo, midiática.
Local: França
Métodos: Correntes de pensamento nos anos 1960. PÓS-MODERNIDADE 1960 Autores: Edgar Morin, Pierre Schaeffer, Abraham Moles.
Base Teórica: Visão marxista, Preocupações com a cultura de massa, distinguindo os seus elementos antropológicos mais relevantes, a relação entre o consumidor e o objecto do consumo.
Época: 1970 / 1980
Idéias: O principal entendimento dos Estudos Culturais é de que a cultura é um conceito complexo e uma forma pouco definida, que reúne diferentes vivências e interpretações diversas, que influem em como as pessoas lêem/ouvem/vêem os meios de comunicação. Local: Europa
Métodos: Cultura das classes baixas x Cultura das classes altas
Teórico-Recepcional
Autores: Hans-Robert Jauss e WolfgangIser Base Teórica: Tentativa de transpor marxismo e o formalismo.
Época: 1960
Idéias: São as mediações – e não tanto as açõesda mídia – que explicam e justificam o processo de recepção. O ato de receber alguma coisa indica uma coleta, uma acolhida e um aceite. Àquilo que se recebe atribui-se algum significado, faz-se algum sentido. A produção de sentidos é intrínseca ao processo de Comunicação.
Local: Alemanha e EUA
Métodos: Análise do receptor. PARADIGMA CULTUROLÓGICO
1970 PARADIGMA
CULTUROLÓGICO
1970 1970 Autores: Hans-Robert Jauss e WolfgangIser
Base Teórica: Tentativa de transpor marxismo e o formalismo.
Época: 1960
Idéias: São as mediações – e não tanto as açõesda mídia – que explicam e justificam o processo de recepção. O ato de receber alguma coisa indica uma coleta, uma acolhida e um aceite. Àquilo que se recebe atribui-se algum significado, faz-se algum sentido. A produção de sentidos é intrínseca ao processo de Comunicação.
Local: Alemanha e EUA
Métodos: Análise do receptor.
Autores: Theodor Wiesengrund Adorno, Max Horkheimer, Walter Benjamin, Herbert Marcuse.
Base Teórica: Tem como ponto de partida a análise do sistema de economia de mercado e a crítica dialética da economia política, dentro dos fundamentos do materialismo marxista. Escola de Frankfurt.
Época: 1923-1933
Idéias: evitar a função ideológica das ciências e das disciplinas setorizadas. tendo como ponto de partida a análise do sistema de economia de mercado e a crítica dialética da economia política, dentro dos fundamentos do materialismo marxista.
Local: Alemanha/ Escola de Frankfurt.
Métodos: crítica ao sistema capitalista e à industria cultural que estava transformando a sociedade ocidental.
PARADIGMA CRÍTICO-RADICAL
1923 Teórico-Recepcional 1960
Teórico-
Recepcional PARADIGMA
CRÍTICO-RADICAL
1923 Autores: Claude Elwood Shannon, Warren Weaver, Norbert Wiener, Melvin L. DeFleur, Wilbur Lang Schramm, David Kenneth Berlo.
Base Teórica:
Wiener: Cibernética é a ciência do controle e da comunicação nos seres vivos e nas máquinas.
Todo sistema (maquinal, corporal, social etc.) tende à entropia. Informação é todo dado novo que organiza e regula um sistema.
Implicações políticas: para regular o sistema social, toda informação deve ser livre.
Visava a precisão e a eficácia do fluxo informativo, procurando não se cingir apenas à área da engenharia, mas servir de referência a qualquer âmbito da comunicação. Pretendia, assim, ser adaptável a qualquer processo de comunicação, independentemente das características dos seus componentes.
Época: 1837-2001
Idéias: Conceitos como os de emissor, destinatário, código, sinal, informação, codificação e decodificação, utilizados de modo recorrente nas discussões sobre comunicação, são, como assegura Siegfried Schmidt, derivados desse modelo. Já essa constatação seria suficiente para indicar a relevância e atualidade de sua discussão.
Local: EUA
Métodos: Formalização matemática do controle comportamental pela previsibilidadee do cálculo de seus sinais aparentes. MATEMÁTICO-INFORMACIONAL
1837 MATEMÁTICO-INFORMACIONAL1837 1960 1923 1837
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