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Práticas atuais na gestão da cadeia de suprimentos

Prestadores de Serviços Logísticos
by Heine Allemagne on 1 October 2012

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Transcript of Práticas atuais na gestão da cadeia de suprimentos

Práticas Atuais na
Gestão da Cadeia de Suprimentos Prestadores de Serviços Logísticos ANDRÉIA CARVALHO BORGES VILARINHO
GERALDO INÁCIO NOGUEIRA
LARISSA DE SOUZA CARVALHO
LUCAS RODRIGUES DE ANDRADE

Professor José Carlos de Castro Júnior Eletronic Data Interchange (EDI)

- Intercambio Eletrônico de Dados tem como propósito principal executar a troca eletrônica de dados entre computadores de empresas parceiras em determinados negócios.

- Os dados trocados costumam ser documentos com uma estrutura padrão fixa, estruturados e envolvendo informações de uma cadeia de suprimentos como programas de produção e entregas, pedidos de produtos, avisos de recebimentos, dentre outras. Efficient Consumer Response (ECR)

- A prática da ECR – Resposta Eficiente ao Consumidor – visa o melhor atendimento das reais demandas dos clientes através de um sistema de reposição automática dos estoques consumidos nos pontos de venda. Vendor Managed Inventory (VMI)

- O VMI – Estoque Gerenciado pelo Fornecedor – teve inicio como uma prática onde o fornecedor tinha a responsabilidade de gerenciar o estoque no cliente, incluindo o processo de reposição.

- Com o tempo, muitos fornecedores passaram a receber pelos seus estoques somente após o uso por parte de seus clientes.

- O seu pleno funcionamento requer uma integração significativa de informações e coordenação de processos e de operações entre as empresas envolvidas no negócio. Collaborative Planning, Forecasting and Replenishment (CPFR)

-O CPFR - Reposição, Previsão e Planejamento Colaborativo – pode ser entendido como uma ferramenta que visa facilitar a colaboração entre empresas, no que diz respeito a reposição de estoques, previsão de vendas e de planejamento/ gestão da demanda.

- tem como característica de colocar tais processos sob uma única coordenação. In – plant representatives (IPR)

- É a utilização de um representante de uma determinada empresa trabalhando em tempo integral em uma empresa cliente ou fornecedora.

- Tal prática elimina ou atenua relações conflituosas entre empresas, criando uma relação colaborativa e com ganhos mútuos. Early Supplier Involviment (ESI)

- É o envolvimento dos fornecedores desde a fase inicial do projeto do produto.
- É uma prática exemplar no sentido de demonstrar que a SCM tende a começar cada vez mais na fase de concepção do produto e que seus limites avançam além dos processos logísticos tradicionais. Postponement

-Na perspectiva da manufatura, sua lógica básica é postergar a configuração final do produto até que sua real demanda seja conhecida e/ou o mercado de destino seja definido. Dois fatores influenciam tal prática:

*ser concordante com visão contemporânea de produção puxada
*ser um exemplo de implementação do conceito de produção em massa. - Logística trata do fluxo de material (gestão dos estoques e movimentação física)
- Mas existem outros 2 importantes fluxos de “materiais” que precisam ser igualmente gerenciados:

1) as embalagens e os recipientes utilizados nos transportes e
2) os produtos após o fim de sua vida útil “É um processo de planejamento, implementação e controle do fluxo de resíduos de pós-consumo e pós-venda e seu fluxo de informações do ponto de consumo até o ponto de origem, com o objetivo de recuperar valor ou realizar um descarte adequado.” (Patrícia Guarnieri) -A logística reversa é a área responsável por este fluxo reverso de produtos, seja qual for o motivo: reciclagem, reuso, recall, devoluções, etc.

-No caso de produtos, os fluxos de logística reversa se darão pela necessidade de reparo, reciclagem, ou porque simplesmente os clientes os retornam.

-No caso das embalagens e os recipientes os fluxos de logística reversa acontecem basicamente em função da sua reutilização ou devido a restrições legais.

-As atividades que serão realizadas dependem do tipo de material e do motivo pelo qual estes entram no sistema. A importância deste processo reside em dois extremos:

-as regulamentações, que exigem o tratamento de alguns produtos após seu uso (como as embalagens de agrotóxicos ou baterias de celulares);

-a possibilidade de agregar valor ao que seria lixo De maneira geral, três fatores estimulam o retorno de produtos:

(1) consciência cada vez maior da população para a necessidade de reciclar e de se preocupar com o meio ambiente;
(2) melhores tecnologias capazes de reaproveitar componentes e aumentar a reciclagem;
(3) questões legais, quando a legislação obriga que as empresas recolham e deem destino apropriado aos produtos após o uso. Milk Run

- significa Corrida do Leite
- é um sistema de coletas programadas de materiais, que utiliza um único equipamento de transporte, normalmente de algum Operador Logístico;
- realizando as coletas em um ou mais fornecedores;
- entregar os materiais no destino final, sempre em horários pré-estabelecidos. Objetivos do Milk Run:
-Reduzir Custos Logísticos;
-Controlar os Materiais em Trânsito
-Reduzir os Níveis de Estoque;
-Uniformizar o Volume de Recebimento de Materiais;
-Agilizar o Carregamento e o Descarregamento. Benefícios do Milk Run

-Embarques programados segundo a necessidade do cliente;
-Estoques reduzidos devido à pulverização de embarques;
-Nivelamento do fluxo diário de recebimento de materiais e redução do trânsito interno na fábrica;
-Otimização na utilização (capacidade volumétrica) dos equipamentos de transporte;
-Melhoria nos serviços de manuseio de materiais,
-Redução substancial nos custos de manutenção de estoques;
-Possibilita a implementação de sistemas Just-in-Time integrado nas empresas parceiras. - Num bom sistema de Milk Run fornecedores, operadores logísticos e clientes têm de estar sincronizados.

Os fornecedores devem ter materiais prontos para embarcar na doca de expedição, na quantidade programada para o dia

Os operadores logísticos devem cumprir os tempos programados nas janelas de coleta (nos fornecedores) e janelas de entrega (nos clientes).

Os clientes devem aos fornecedores todas as informações necessárias para a programação de suas fábricas

- Quando se fala em Milk Run não pode esquecer da roteirização:

É essencial o uso de bons softwares roteirizadores para a definição das melhores rotas para a coleta e entrega de materiais, de forma a reduzir a distância percorrida e o transit-time dos produtos. Cross Docking

-Sistema de distribuição no qual a mercadoria recebida, em um armazém ou Centro de Distribuição, não é estocada mas sim imediatamente preparada para carregamento de entrega

-Tem que ter um grande sincronismo entre o recebimento e a expedição de mercadorias para que seja eficiente

-É a transferência das mercadorias entregues, do ponto de recebimento, diretamente para o ponto de entrega, com tempo de estocagem limitado ou, se possível, nulo.

-Busca reduzir ou eliminar, se possível, duas das atividades mais caras realizadas em um armazém: a estocagem e o picking. Vantagens do Cross Docking

1)Redução de custos:
2) Redução da área física necessária no CD
3) Redução da falta de estoque nas lojas dos varejistas
4) Redução do número de estoques em toda a cadeia de suprimentos
5) Redução da complexidade das entregas nas lojas
6) Aumento do turn-over no CD
7) Aumento da shelf-life do produto
8) Aumento da disponibilidade do produto
9) Suaviza o fluxo de bens
10) Redução do nível de estoque Transit point

similares aos centros de distribuição avançados, mas não mantém estoques;

localizado de forma a atender determinada área do mercado distante dos armazéns centrais ou de difícil acesso (grandes centros, fábricas);

opera como uma instalação de passagem, recebendo carregamentos consolidados em veículos maiores;

carregamentos são separados para entregas em locais e clientes individuais, em veículos menores;

os produtos recebidos já têm os destinos definido e podem ser imediatamente expedidos para entrega local;

não há espera pela colocação dos pedidos. Merge in transit

A lógica principal é coordenar o processo de distribuição de tal forma que macrocomponentes do produto final, oriundos de diversos fornecedores, possam ser reunidos (consolidados) em um ponto o mais próximo possível do consumidor final. -produtos de alto valor agregado, curto ciclo de vida e com produção globalizada (computadores)
-feito através de uma consolidação destes em um ponto, livre de estoques e estrategicamente localizado na cadeia de abastecimento.
-evita armazenagens e transportes desnecessários ou redundantes
-requer uma atenção especial com a integração e coordenação das atividades
-um bom exemplo de merge in transit é o que a Dell faz em conjunto com seus fornecedores de monitores e operadores logísticos, ou seja, o monitor não precisa passar pela Dell para chegar ao cliente final junto com o computador.

As principais vantagens do merge in transit são:
• Redução de inventário;
• Redução do tempo de ciclo de atendimento;
• Redução do custo de transporte, quando comparado ao conceito tradicional (onde cada fornecedor faz a entrega de seus produtos ao cliente). Just-in-Sequence

-é uma prática voltada ao processo de abastecimento
-pode ser considerada uma evolução do processo de abastecimento dentro da lógica do Just in time
- acrescenta a questão da sequencia certa de entrega
-entrega pelo fornecedor na mesma ordem que entrará na linha de produção do cliente. Consórcio modular

- No consórcio modular, os fornecedores de primeiro nível e a montadora operam sob um mesmo edifício, e toda a montagem do veículo é realizada pelos fornecedores – ou “parceiros”. A montadora não possui mão-de-obra direta e os investimentos são compartilhados.
- Em termos gerais podemos definir como uma terceirização das atividades da linha de produção onde os fornecedores diretos, chamados pela montadora de modulistas assumem a responsabilidade de montagem previa do modulo e posteriormente de sua montagem na linha de produção final da montadora.
- A montadora possui responsabilidade de providenciar a planta e a linha de montagem final, executa a coordenação da mesma e o teste final dos veículos.
- Esse sistema foi implementado pelo grupo Volkswagen em novembro de 1996, na sua nova fabrica de caminhões e chassis de ônibus, localizada em Resende-RJ. Diferencia-se do consórcio modular em pelo menos dois aspectos importantes, que são:
- Nesse sistema há um pequeno conjunto de fornecedores diretos da montadora, mas neste caso são chamados de sistemistas.
-Estão instalados fisicamente ao lado da montadora.
-Abastecem a linha de montagem da montadora, em uma base de just-in-sequence, mas no entanto não participam da linha de montagem final do veiculo.
-A montadora não exige que os recursos dos sistemistas sejam dedicados somente a seu abastecimento.
- Isso garante aos sistemistas maior flexibilidade e menor dependência da montadora. Condomínio
industrial Globalsourcing e followsourcing

Globalsourcing, conceito utilizado para especificar o termo de localização ou distancia dos fornecedores.

Followsourcing, conceito onde a empresa busca trabalhar com os mesmos fornecedores para os componentes-chave de seus produtos.

Outsourcing

É uma pratica em que parte do conjunto de produtos e serviços utilizados por uma empresa, é fornecida por uma empresa externa, num relacionamento colaborativo e independente RISCOS NA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS A gestão de estoque, transporte, instalações e informações são fatores-chave para o desempenho da cadeia de suprimento.
Chopra e Meindl (2003) A gestão dos diversos agentes favorece a perda da percepção do comportamento do cliente final, torna as decisões complexas e dificulta o planejamento da demanda, resultando em um desempenho relativamente ruim da cadeia.
Simatupang et AL (2002) Estes fatores mostram a importância do processo colaborativo e das possibilidades de atividade que podem ser desenvolvidas pela empresa e por seus parceiros na intenção de melhoras os resultados da cadeia. Com a evolução do mercado, houve transformações nos processos da SCM, mas também riscos à essas operações:
(1) dependência de uma conectividade em tempo real;
(2) balanceamento do poder entre os agentes;
(3) vulnerabilidade das operações globais;
(4) vulnerabilidade da estratégia de integração, troca de informação e investimento em tecnologia.
Bowersox (2000) Fatores relacionados ao tipo de cliente e ao segmento de negócios em que se atuam, influenciam a cadeia, desse modo, quando as cadeias possuem uma complexidade muito grande, ou grande variedade de itens, as dificuldades se tornam maiores. Para Peck (2005) quatro níveis influenciam o aspecto relacionado a sua vulnerabilidade:

Nível 1 – valor da linha/produto ou processo
Nível 2 – ativos e infraestrutura
Nível 3 – rede organizacional e interorganizacional
Nível 4 – o ambiente

Para se ter uma cadeia de suprimentos ágil, o maior problema é ter visibilidade sobre a demanda real, devido aos múltiplos estoques existentes, bem como ter um processo de integração e relacionamento que ajude o fluxo dos processos.

Existe vantagem em se trabalhar apenas com os principais fornecedores, para melhor sincronizar sua produção e expedição. Assim, a atuação de um PSL na coordenação das atividades ou como um único PSL facilita a relação e favorece a integração. TENDÊNCIAS PARA A GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTO Para obter maior competitividade, deve haver entendimento na rede de negócio que conecta os fornecedores e os fornecedores deles, bem como seus clientes e os clientes deles.

Christopher (2006), sugere a gestão sobre alguns aspectos:
(1)Base estratégica da cadeia;
(2)Colaboração na cadeia;
(3)Agilidade;
(4)Criar uma cultura de administrar os riscos na cadeia. Porier e Quinn (2006), propuseram cinco níveis evolutivos de uma cadeia de suprimento, que demostra o processo de integração até a conectividade total. Os aspectos sugeridos por Christopher (2006), só poderiam ser aplicados nos níveis 4 ou 5, pois nesses níveis os processos logísticos ganham destaque e necessitam estar devidamente integrados à gestão da cadeia. Os componentes da SCM, que segundo Moberg (2004) estão diretamente relacionados ao desempenho de custo e serviço ao cliente são:

1- trocar informação operacional;
2 - trocar informação estratégica;
3 - qualidade da informação;
4 - compromisso com tecnologia de informação;
5 - compromisso com a gestão da cadeia de suprimentos;
6 - confiança entre os agentes;
7 - compromisso com o relacionamento. Para estabelecer filosofias e processos para as atividades logísticas da CS, Closs e Mollenkopf (2004) sugeriram uma estrutura de competências baseada em múltiplas capacidades.
As competências que conduzem a um alto desempenho da cadeia podem ser agrupadas em processos operacionais, controle e planejamento e processos comportamentais. Segundo Ogden (2005) o aumento de integração é percebido em três grandes áreas.

1º - a integração se manifesta através da integração se manifesta através da integração dos processos e recursos operacionais e das mudanças no relacionamento organizacional.

2º - as organizações estão aumentando o processo colaborativo e a integração com seus fornecedores, facilitando a identificação e redução de custos através da cadeia.

3º - a gestão da cadeia deverá olhar para os caminhos que facilitem e encorajem a colaboração e integração ao longo de três dimensões: interna, a montante e a jusante. Portanto, ter qualidade na gestão dos processos de uma cadeia de suprimentos é uma habilidade para satisfazer o cliente. E o alinhamento dos processos entre parceiros da cadeia contribui para a melhoria dos serviços e para a redução de custos na cadeia de suprimento.
Diferentes proposições e estratégias requerem diferentes soluções nas cadeias de suprimento. PERGUNTAS?
OBRIGADO? - Os dois geralmente apresentam um fluxo contrário ao produtivo
- E hoje a regra é simples e clara: quem produziu é responsável pelo produto e tudo que o envolve até mesmo após sua vida útil VANTAGENS DA UTILIZAÇÃO
DA LOGÍSTICA REVERSA

-Redução de custos
-Diferenciação por serviço
-Legislação ambiental
-Aumento de consciência ecológica
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