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Doping no Desporto

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by Francisco Mendonça on 13 November 2013

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Transcript of Doping no Desporto

Francisco Mendonça, nº 8, 12º C1
Doping no Desporto
no âmbito da disciplina de Educação Física, prof. Tiago Martins
Índice
Definição de Doping
O Doping ou dopagem é a utilização de substâncias ou de métodos utilizados por atletas para obterem maior e melhor rendimento em competição.
Tipos de Doping
Casos
Como se luta contra o Doping
Conclusão
Bibliografia
Exemplos:
Estimulantes;
Narcóticos;
Agentes Anabolizantes;
Diuréticos;
Hormonas Peptídicas e glicoproteínicas.
Exemplos:
Dopagem sanguínea;
Manipulação farmacológica.
O Doping pode ser usado através de substâncias ou métodos.
Substâncias
Métodos
Estimulantes
Substâncias que produzem um aumento temporário da actividade funcional de um organismo ou qualquer parte dele.
Exemplos: anfetaminas, cocaína, efedrina e cafeína.
Narcóticos
Substâncias amortecedoras dos sentidos, que absorvidas em grande quantidade produzem euforia, letargia, paralisia repentina, coma, isto é: atacam o sistema nervoso central, diminuindo a sensação de dor.
Agentes Anabolizantes
Hormonas que influenciam a massa muscular, isto é, estimulam o crescimento dos músculos e da massa muscular. Estas hormonas derivam essencialmente da testosterona, que é uma hormona masculina.
Exemplos: testosterona, nandrolona e stanozolol.
Diuréticos
Substâncias que estimulam a secreção de urina. Normalmente actuam ao nível dos túbulos renais, diminuindo a premeabilidade à água para que esta seja excretada e assim obter-se o efeito desejado.
Exemplos: hidroclorotiazínicos e furosemide.
Hormonas
São moléculas produzidas por glândulas endócrinas ou células especializadas que são libertadas na corrente sanguínea, exercendo um efeito fisiológico específico sobre as partes do corpo que possuem as respectivas células-alvo.
Dopagem Sanguínea
Objectivos principais: reduzir rapidamente o peso corporal; aumentar a excreção urinária e assim eliminar mais rapidamente eventuais substâncias dopantes.
Objectivos principais: conseguir os mesmos efeitos da adrenalina (hormona produzida pelas glândulas suprarrenais que prepara o organismo para grandes esforços físicos, estimula o coração, eleva a tensão arterial, relaxa certos músculos e contrai outros).
Podem produzir excitação, melhorar os reflexos, a capacidade de concentração, aumentar a capacidade de tolerância ao esforço físico e diminuir o limiar da dor
O principal objectivo dos atletas ao usarem narcóticos é o alivio das dores
Exemplos: morfina, codeína e propoxifeno.
Este tipo de droga é pricipalmente utilizado por atletas que precisam de uma força explosiva, como o caso dos halterofilistas e dos lançadores de basebol e também por quem pretende obter um corpo mais definido, como os culturistas.
Dependendo do objectico os atletas tomam tipos diferentes de hormonas:
Gonadotrofina Corionica Humana (HCG): aumenta a produção de esteróides endógenos e tem um efeito semelhante à testosterona, ou seja, aumenta o volume e a potência muscular.

Hormona de Crescimento (HGH): acelera o fim da puberdade, serve para aumentar as massas musculares.

Hormona Adrenocorticotrófica (ACTH): aumenta o nível endógeno de corticosteróides (esteróide produzido nas glândulas suprarrenais). Tem como objectivo a recuperação de tecido muscular.

Eritropoetina (EPO): aumenta o número de glóbulos vermelhos (eritrócitos) no sangue e desse modo aumenta a sua capacidade de transporte do oxigénio, sendo usada em desportos de endurance. Como o aumento de glóbulos vermelhos incrementa a viscosidade sanguínea, os atletas arriscam-se a sofrer embolias (doenças que são motivadas pela oclusão dos vasos sanguíneos por coágulos).
O doping sanguíneo é a infusão de sangue no organismo de um atleta.
Esta infusão pode ser:
Autóloga, isto é, extracção do sangue do próprio atleta, sua conservação e posterior reintrodução dias antes da prova.
Homóloga, sangue proveniente de dadores.
O principal objectivo da dopagem sanguinea é aumentar a capacidade aeróbia dos atletas. Depois de lhes retirarem o sangue este tem um período de conservação, durante o qual o sangue irá produzir hemácias repondo as perdidas. Na hora da competição o atleta recebe o sangue conservado, pois este já tem hemácias em excesso para transportar o oxigénio possibilitando uma melhoria no rendimento desportivo.
Manipulação Farmacológica
A manipulação farmacológica, química e física, consiste no uso de substâncias ou métodos que interferem com a integridade ou validade das amostras da urina obtidas em controlos antidopagem. A algaliação, a substituição da urina ou a sua adulteração são exemplos de manipulação.
O objectivo deste método é "fugir à verdade", ou seja, esconder as substâncias dopantes utilizando a urina de outros.
Assim, o atleta dopado não é detectado.
Exemplos:
Joaquim Agostinho (Ciclista)
Exemplos:
Lance Armstrong (Ciclista)
Casos
Nacionais
Internacionais
Como
Campanhas informativas e educativas que contribuam para educar os atletas, os agentes desportivos (dirigentes, médicos, paramédicos, entre outros) e os jovens em idade escolar em relação à temática da luta contra a dopagem;
A informação sobre os malefícios e penalizações.
O controlo cada vez mais apertado, principalmente nas modalidades mais mediáticas;
A Legislação Nacional e Internacional do combate ao Doping
Passaporte Biológico
se
luta
CONTRA
o
Doping
Passaporte Biológico
Joaquim Agostinho:
Ciclista do Sporting Clube de Portugal;
Tem como títulos:
6 Campeonatos de Portugal;
5 Campeonatos de Portugal em Contra-relógio;
3 Voltas a Portugal;
2 terceiros lugares nas suas 13 participações no Tour de France nas quais venceu 5 etapas.
A história que Joaquim Agostinho tem com o doping é incerta pois há quem diga que foi tramado pela "máfia do doping" e há quem diga que tomou mesmo substâncias ilícitas. Estas incertezas fizeram com que deixasse de correr em Portugal e perdesse dois títulos da Volta a Portugal, o primeiro para o Sangalhense Joaquim Andrade e o outro para o Espanhol Jesus Manzaneque.
NunoRibeiro (Ciclista)
Abel Xavier (Futebolista)
Fernando Couto (Futebolista)
Hélder Ornelas (Maratonista)
Nuno Ribeiro:
Ciclista da LA-Pecol;
Venceu:
Volta a Portugal de 2003 e 2009.
A sua história com o doping começou em 2005, na equipa Espanhola do Pro Tour Liberty Seguros. Antes da Giro de Itália, foi submetido a um teste de anti-doping e o reultado foi positivo (acima da taxa limite de hematócrito). Foi despedido da equipa e regressou à renomeada LA-Liberty, tendo participado, ainda que com resultado discreto, na Volta a Portugal desse ano.
Abel Xavier:
Ao longo da carreira passou por diversos clubes, tais como:
Estrela da Amadora (1990/1993);
Benfica (1993/1995), ganhando o Campeonato Português na época de 1993/1994;
Bari (1995/1996);
Real Oviedo (1996/1998);
PSV Eindhoven (1998/1999), ganhando a Supercopa da Holanda na época de 1998/1999;
Everton (1999/2002);
Liverpool (2002/2003);
Galatasaray (2003);
Hannover (2003/2004);
Roma (2004/2005);
Middlesbrough (2005/2007);
Los Angeles Galaxy (2007/2008).
Relativamente ao doping, Abel Xavier, foi apanhado com esteróides anabolizantes em meados de 2005, tendo sido multado e suspenso durante 18 meses.
Fernando Couto:
Futebolista que era passou por diversas equipas, como:
FC Porto (1987/1988 e1990/1994): 3 Campeonatos Portugueses (1988, 1992 e 1993) e 3 Taças de Portugal (1988, 1991 e 1994)
Famalicão (1988/1989);
Académica (1989/1990);
Parma (1994/1996 e 2005/2008): 1 Taça UEFA (1995);
FC Barcelona (1996/1998): 1 La Liga (1998), 2 Copas do Rei (1997 e 1998) e 1 Taça dos Clubes Vencedores de Taças (1997);
SS Lazio (1998/2005): 1 Série A (2000), 2 Coppas de Itália (2000 e 2004) e 1 Taça dos Clubes Vencedores de Taças (1999);
Fernando Couto foi suspenso pela FIFA do jogo com a Irlanda para o Mundial de 2002 pela selecção e da Liga Italiana (Série A), por ter sido acusado de uso de nandrolona.
Hélder Ornelas:
Atleta especialista em longas distâncias;
Clube: Maratona Clube de Portugal;
Marcas pessoais: 1500 metros - 3:46,97 min (1996); 3000 metros - 7:50,02 min (2000); 5000 metros - 13:18,56 min (2000); 10000 metros - 28:01,94 min (2001); Meia maratona - 1:03:27 h (2005) e Maratona - 2:10:00 h (2005);
Participou nos Jogos Olímpicos de Sydney e Pequim;
Mundiais de Corta Mato de 1998, 1999, 2000, 2001, 2002, 2003, 2005 e 2009;
Em 2012 foi suspenso por quatro anos devido à violação do passaporte biológico, tornando-se no primeiro atleta da modalidade a ser penalizado ao abrigo deste programa.
Lance Armstrong:
Iniciou a carreira na equipa da Motorola em 1992;
Campeão do mundo de ciclismo em estrada aos 21 anos;
Entre 1999 e 2005 venceu 7 vezes o Tour de France;
Em 2012 foi banido eternamente e desclassificado de todos os seus resultados obtidos desde Agosto de 1998, pelo uso de Dopagem Bioquímica e como consequência perdeu os sete títulos do Tour de France;
Deixou de competir quando lhe foi detectado um cancro testicular, combateu-o e voltou a competir tendo vencido também o Tour após o regresso. Durante o período em que lutou contra a doença promoveu uma campanha contra o cancro a nível mundial criando a Fundação Lance Armstrong.
Ben Jonhson (Corredor dos 100m)
Igor Razoronov (Halterofilismo)
Tony André Hansen (Hipismo)
Ben Johnson:
Medalha de Bronze nos Jogos Olímpicos de Los Angeles nos 100 metros e 4x100;
Campeão do Mundo em Paris,1985, nos 60 metros;
Recordista Mundial dos 100 metros em 1987 e 1988;Atleta do ano em 1987;
Nos Jogos Olímpicos de Seul (Coreia do Sul) o teste antidoping acusou estanozolo no seu organismo, por isso, perdeu a medalha de ouro e foi suspenso durante dois anos.
Igor Razoronov:
Ganhou a medalha de prata na categoria de 105 kg nos Jogos Olímpicos de 2004 após a desclassificação por uso de doping do Húngaro Ferenc Gyurkovics;
Nos Jogos Olímpicos de 2008, por ironia do destino, foi desclassificado por lhe ter sido detectada a presença no sangue de nandrolona.
Tony André Hansen:
Ganhou a medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de 2008 na prova de saltos integrado na equipa da Noruega;
Foi desclassificado e consequentemente toda a equipa por ter sido detetado no seu cavalo Camiro a presença de Capsaicina uma substância dopante.
O Passaporte Biológico foi criado pela Agência Mundial Antidopagem ( AMA) iniciando a sua discussão em 2002. Antes da sua criação, já algumas federações internacionais tinham iniciado estratégias de recolha de amostras de sangue destinadas à verificação de determinados parâmetros hematológicos (a hemoglobina e o hematócrito, numa fase inicial) de modo a que os praticantes que apresentassem valores anómalos desses parâmetros fossem impedidos de participar numa competição, em alguns casos, ou que fossem submetidos a controlos de dopagem dirigidos, noutros casos.
A criação do Passaporte Biológico pela AMA, teve como base um projecto-piloto desenvolvido pela Union Cycliste Internationale (UCI) que foi pioneira nesta estratégia no final dos anos 90.
Este projecto tem como base a monitorização de determinados parâmetros biológicos (através de amostras de sangue e de urina) que de uma forma indirecta possam revelar os efeitos da utilização de substâncias ou métodos proibidos, em oposição às estratégias tradicionais de detecção directa de substâncias ou métodos proibidos em amostras de sangue e de urina. A monitorização destes parâmetros ao longo de uma carreira desportiva tornará praticamente impossível a utilização de determinados tipos de substâncias e de métodos proibidos.
Esta criação visa dissuadir os praticantes desportivos da utilização de substâncias e métodos dopantes para o incremento do transporte de oxigénio e tem essencialmente a prossecução de dois objectivos:
Evidenciar perfis biológicos anómalos que possam determinar a existência de violações às normas antidopagem, com base no Artigo 2.2 do Código Mundial Antidopagem ("Utilização ou Tentativa de utilização de uma Substância proibida ou de um Método Proibido")
Uso ou tentativa de uso de uma substância ou de um método proibido por um praticante desportivo e contribuir para a realização de uma estratégia de controlo inteligente, recorrendo aos métodos de detecção tradicionais.
Um praticante desportivo que evidencie um perfil biológico anómalo pode ser submetido a controlos de dopagem dirigidos, realizados no lugar certo e no momento adequado. Estes controlos são feitos através de recolhas de amostras de sangue, tanto fora de competição como nos dias que antecedem determinadas competições criando um perfil hematológico do praticante desportivo, assim como valores de referência de normalidade baseados nos próprios resultados do praticante desportivo e não em valores de uma população de referência, como é tradicional.
Para que tudo isto funcione é importante que exista um sistema de localização dos praticantes desportivos, pois a disponibilização e actualização dessa localização é fundamental para o sucesso deste programa, os Controlos sem aviso prévio (artigo 5.1.2 do Código Mundial Antidopagem)apenas podem ser realizados se for possível encontrar o praticante desportivo.
Neste momento o Passaporte está a ser usado a nível:
Nacional: a ADoP (Autoridade Antidopagem de Portugal) decidiu implementar de imediato o Passaporte Biológico, iniciando a sua estratégia ao incidir principalmente sobre modalidades com uma elevada componente aeróbia, nomeadamente o Atletismo, a Canoagem, o Ciclismo e o Triatlo.
Internacional: para além da UCI muitas federações implementaram de imediato o Passaporte Biológico.
Alexander Yefinov ( Treinador)
Alexander Yefinov:
Técnico da Atleta Bielorussa Nadezhda Ostapchuk , foi suspenso por 4 anos por dopar a atleta ( EAA – Esteroides Androgênos Anabolizantes) que por esse motivo perdeu a medalha de ouro do lançamento do peso nos Jogos Olímpicos de Londres (2012).
Zhang Hui ( Treinador)
Zhang Hui:
Técnico da selecção Chinesa de Remo foi banido do desporto por usar substâncias proibidas nos seus atletas (EAA – Esteroides Androgênos Anabolizantes).
Carlos Eduardo Damasceno (Médico)
Carlos Eduardo Damasceno:
Médico do Paulista de Jundiai (Brasil) foi banido do futebol por ter receitado a um jogador Isometcpeno, para tratar uma dor de cabeça.
O recurso à utilização de drogas tem sido uma constante da História humana quer pelas melhores quer pelas piores razões. Entre as melhores, logicamente, o uso da droga para fins terapêuticos. Quanto às piores, o seu uso para aumentar produtividades do trabalho, como forma de evasão e no caso que nos interessa, a aplicação na prática desportiva.Apesar do controlo que se faz actualmente parece que o mesmo não dissuade os atletas de se doparem. A dopagem representa um flagelo que põe em causa a imagem do desporto como uma escola de virtudes onde os valores , os princípios e as regras são respeitados e preservados.Tendo o desporto atingido, em praticamente todas as modalidades, níveis altamente profissionalizados e uma projecção mediática acima da média, os resultados desportivos são incentivo à fraude porque permitem resultados financeiros aos atletas, clubes, treinadores e também a projecção de alguns países ou governos com fins meramente políticos (podendo eventualmente ser motivada a dopagem por federações desportivas) e a ambição desmedida da obtenção de uma medalha é também um incentivo à dopagem.Mas a dopagem não tem só contornos no desporto profissional, também começa a ser preocupante nos jovens em idade escolar e nos utentes de ginásios de musculação. A dimensão da utilização de substâncias dopantes fora do desporto de competição representa , actualmente, em muitos países do mundo, um problema de saúde pública.A criação da Agência Mundial Antidopagem, as respectivas Autoridades Antidopagem Nacionais, a aprovação unânime na Unesco, em Outubro de 2005, da Convenção Internacional Contra a Dopagem representam um marco importante na luta contra a dopagem.
Com este trabalho espero que possa ter contribuído para alertar para os problemas que podem vir a ser provocados pela utilização de substâncias dopantes.
DIGAM NÃO AO DOPING!
Bibliografia:
https://www.google.pt/;
http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:P%C3%A1gina_principal;
http://veja.abril.com.br/idade/exclusivo/perguntas_respostas/doping/index.shtml;
http://www.idesporto.pt/docs/jovens.pdf;
http://dopingeodesporto.blogspot.pt/2008/05/mtodos-de-dopagem.html;
http://mohumana.esenviseu.net/Recursos_Educativos_Doc/Doping.pdf;
http://www.omundodacorrida.com/odoping.htm;
http://drogasportalprofessor.wordpress.com/;
http://www.dn.pt/desporto/antidoping/interior.aspx?content_id=1209110;
http://psicoativas.ufcsp.edu.br/doping.htmlhttp://www.dicionarioinformal.com.br/significado/hormonal/680/;
http://www.dn.pt/especiais/interior.aspx?content_id=1292526&especial=Doping%20Ol%EDmpico&seccao=DESPORTO;
http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/noticias/sport/desporto/nove-casos-de-doping-no-atletismo;
http://www.idesporto.pt/conteudo.aspx?id=81;
http://www.publico.pt/Desporto/abel-xavier-suspenso-18-meses-por-doping_1239828;
http://praiadesantacruz.com/stcruz/stcruzjagostinho.htm;
http://relvado.sapo.pt/diversos/fernando-couto-nas-malhas-doping;
http://www.wada-ama.org/rtecontent/document/world_anti-doping_code_version3_port.pdf.
FIM
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