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Um novo modo de ser Igreja

Apresentação ao encontro de guias e animadores da CVX-Braga, em 17-11-2012.
by

António Mendes

on 1 February 2014

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Transcript of Um novo modo de ser Igreja

Mais importante do que o testemunho individual isolado é o testemunho de uma comunidade, seja ela grande ou pequena.

Este testemunho tem dois aspectos: o primeiro é o que SOMOS. Vivemos como Cristo nos pediu para viver? Estamos unidos pelos laços do amor e de interesse mútuo? Temos um cuidado especial para com os membros mais fracos da nossa comunidade: os desempregados, doentes, pobres, oprimidos? Com este exemplo vivo podemos atrair muitos outros ao seguimento de Cristo.
O testemunho da Comunidade (1)
Das nossas raízes às fronteiras #1
Testemunhar um novo modo de ser Igreja
O segundo aspecto do nosso testemunho é o que DIZEMOS e FAZEMOS como comunidade que serve e ama. Isso significa chegar aos milhões de seguidores de outras religiões, entre os quais vivemos.
Num mundo que muda rapidamente devemos encontrar formas sempre novas de exprimir este serviço. Cada um de nós pode encontrar alguns meios: ensinar os pobres e ignorantes, trabalhar pela promoção e dignidade das mulheres, elevar o nível de vida das classes oprimidas da sociedade.
Demos graças a Deus porque nos confiou a Boa Nova e peçamos-Lhe ajuda para proclamá-la a todas as nações.
O testemunho da Comunidade (2)
“Sentimo-nos confirmados na nossa vocação de nos tornarmos um corpo apostólico laical que partilha a responsabilidade da missão da Igreja” (Nairobi 2003)
Houve um tempo em que correspondia aos sacerdotes, religiosos e outros ministros oficialmente designados marcar o
ritmo da vida eclesial e ditar normas para cada sector relevante da Igreja e da Fé. Mas também
aqui as coisas mudaram.
Respeitamos hoje os líderes leigos como no passado fizemos com os membros do
clero; lemos artigos de teólogos leigos e sentimo-nos inspirados pela vida e testemunhos de casais e pessoas leigas comprometidas que encontraram caminhos de salvação onde antes só
buscávamos “vida laical exemplar”.
A Igreja do Vaticano II é Povo de Deus e Corpo de Cristo, uma realidade orgânica em que todos os membros não têm a mesma função mas em que todos são activos, sujeitos responsáveis, e cuja vida não é regulada apenas por uma autoridade e regras humanas, mas soberanamente pelo Espírito do Senhor.
Saiu-se de uma visão perfeitamente jurídica e administrativa da Igreja, em que todos os fiéis não tinham que exercer senão uma virtude: a da obediência ou submissão.
"Há na Igreja diversidade de ministérios mas unidade de missão."

Esta afirmação, relativamente banal é muito importante na perspectiva da necessária desclericalização da nossa visão, não apenas da Igreja, mas da vida. Vemos ainda demasiado a Igreja como feita por acção do clero.
Alguns falam também das relações entre clero e leigos. Dizem a este respeito coisas muito boas, mas não atingem o nível mais profundo de uma teologia da vida cristã como fraternidade, e da Igreja como comunidade ou comunhão.

Yves Congar (1969) "Na Igreja deste Tempo"
CVX?
Homens e mulheres, adultos e jovens, de todas as condições sociais,
dispostos a encaminhar
as suas vidas pessoais e coletivas
por meio da eleição.
Deus desce até nós, chega até perto de nós.
O Deus indizível dá-se-nos, faz-se nosso, e por este dar-se a nós chegamos ao "ser", ao viver, ao amor sem fim. Atingimos o "ser" se nos deixamos transformar por Ele.
A criatura, que não é nada, adquire importância sem limites, torna-se indizivelmente grande e bela porque Deus se lhe entregou.
Fiz a experiência de Deus livre que resume todas as minhas possibilidades. Abraça, com o seu amor, mais esta que aquela...
Foi assim que aprendi a discernir...
Aprendi a discernir entre aquilo em que a incompreensibilidade de Deus infinito quereria estar perto da minha finitude, e o que me impedia o encontro com Ele.
Karl Rahner, "Palavras de Inácio de Loiola a um jesuíta de hoje"
Comunidade
apostólica
DEAA
Se deixamos que essa comunidade nos desafie, nos ajude e nos comprometemos conscientemente com ela e com vontade de nos corresponsabilizarmos por uma missão partilhada ou comum, então estamos a ser uma comunidade apostólica.
Se pertencemos a uma comunidade de fé na qual encontramos motivação e fortaleza para o nosso apostolado individual, pertencemos a uma comunidade de apóstolos.
Uma comunidade apostólica é uma comunidade que entrou, nos seus distintos níveis, num processo que cumpre as funções de discernir, enviar, apoiar e avaliar.
O homem coopera com Deus nesta sua inclinação, nesta sua descida ao finito... A cooperação com Deus, na sua simpatia e inclinação, é o verdadeiro amor do próximo.
Que num tempo como o nosso as vossas comunidades se sintam “confirmadas” numa missão comum é uma das respostas de Deus à nossa crescente necessidade de acção concertada pela justiça e pela reconciliação do povo.
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