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DESMAME E

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by

Maysa Teixeira

on 11 November 2014

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Transcript of DESMAME E

Aleitamento Materno (OMS)
Alimentação de Lactentes
Image by Tom Mooring
Quando Iniciar
Frequências das Refeições
com Alimentos Complementares
Contra Indicações
Alimentação Complementar
Desmame
DESMAME E
Vantagens do Aleitamento Materno
Absolutas
“O desmame pode ser definido como a introdução de qualquer tipo de alimento na dieta de uma criança que, até então, se encontrava em regime de aleitamento materno exclusivo. Dessa forma, denomina-se "período de desmame" aquele compreendido entre a introdução desse novo aleitamento até a supressão completa de aleitamento materno.” (ARAÚJO; CAMPELO; CUNHA; LUSTOSA; et al., 2008).


Tipos de Desmame
1) Natural/ auto-desmame
2) Abrupto
3) Planejado
Processo é idealmente lento e gradual, sem data certa para ocorrer (em média ocorre entre 2 e 4 anos e raramente antes de 1 ano)

Forma súbita é menos comum (nova gravidez --> a criança pode estranhar o gosto do leite e o volume)

MÃE ATIVA - sugere medidas em relação a evolução temporal do bebê e impõe limites adequados na idade



O desmame abrupto é desencorajado, pois se a criança não está pronta, ela pode se sentir rejeitada pela mãe, gerando insegurança e muitas vezes rebeldia.

Na mãe, o desmame abrupto pode precipitar ingurgitamento mamário, bloqueio de ducto lactífero e mastite, além de tristeza ou depressão, por luto pela perda da amamentação ou por mudanças hormonais.

Desmame abrupto, não planejado, pode trazer complicações físicas e emocionais tanto para a mãe como para o bebê




Técnicas que variam de acordo com a idade da criança
O processo é lento e imprevisível e exige muita paciência






Reduzir o número de mamadas gradualmente, uma a cada dia por uma a duas semanas;
Encurtar a duração das mamadas ou adiá-las;
As mamadas podem ser evitadas distraindo a criança com brincadeiras que prendam a sua atenção;
Não sentar mais na poltrona que costumava amamentar.


Mãe deve estar segura no desmame e não deve se afastar neste período do bebê que também participa deste processo, assim como o pai.
Época ideal para
o desmame
Sinais sugestivos de amadurecimento da criança para iniciar o desmame

Desmame precoce
O que é?
Interrupção do aleitamento materno exclusivo ao peito, antes do lactente ter completado seis meses de vida, independente da decisão ser materna ou não, e do motivo da interrupção.
Consequências?
Fórmulas lacteas industriais
São reguladas por um código de composição rigoroso, denominado
Codex Alimentarius FAO/OMS
-----> fórum internacional de normatização do comércio de alimentos estabelecido pela ONU, por ato FAO e OMS.

Indicações
Tipos de fórmulas
“de partida” – indicadas para o 1° semestre
“de seguimento” – indicadas para o 2° semestre

Fórmula de Partida
1º semestre
A
lactose,
nesta fase, é o principal carboidrato e são acrescidos de amido, sacarose e maltodextrina.

O teor proteico é maior que o do leite materno e as gorduras podem ser acrescidas de óleos vegetais com a finalidade de
melhorar a digestibilidade
.

A composição dos ácidos graxos de cadeia longa é modificada para se chegar num ideal para o
desenvolvimento do sistema nervoso central.

Estas formulações têm também um teor maior de micronutrientes em relação ao leite materno, como
ferro e aminoácidos
.


Ex: NAN Pro 1, Aptamil 1, Enfamil premium

Fórmula de segmento
2º semestre
O grande diferencial é um
maior teor de ferro
, já que a quantidade de proteínas é semelhante aos leites do primeiro semestre.
Ex: NAN Pro 2, Aptamil 2 e Enfamil Premium 2
Anti Refluxo
Exclusivo para bebês que apresentam regurgitação
(refluxo gastroesofágico);

É similar às fórmulas da fase 1, mas, além dos carboidratos habituais, possui amido de arroz ou milho pré gelatinizado que se
espessa em contato com a secreção gástrica
, minimizando o refluxo.
Preparo de Mamadeiras
As mamadeiras podem ser de quaisquer marcas disponíveis no mercado, mas o ideal é que sejam de
fácil reposição
, encontradas com facilidade em farmácias ou lojas especializadas.
As mamadeiras mais indicadas são as de
policarbonato.
Os bicos podem ser de látex ou silicone (ideal), sempre
próprios para a idade da criança e o tipo de líquido.
A maioria das fórmulas lácteas tem diluição de 1 medida (que vem no produto) para 30 ml de água.
Leite Integral
São aqueles leites que não sofreram modificações na sua composição ("leite puro"), eventualmente acrescidos de vitaminas ou sais minerais, açúcar, mel, etc.

Leite em pó infantis (todos os tipos de Ninho), leites frescos tipos A e B, leites integrais UHT e longa vida (Parmalat, Leco, Paulista) e outros leites em pó (Glória e Elege)

São Indicados só para as crianças após 1 ano de idade.

Na prática, não há diferenças entre o uso de cada um deles. O que varia é o gosto, açúcar, apresentação comercial, etc.

Fatores que afetam
a Ingestão
Ministério da Saúde
Recomenda a introdução de alimentos complementares aos seis meses de vida da criança
OMS
Recomenda que os alimentos complementares sejam oferecidos a partir dos seis meses de idade

" Dilema do desmame"
Introdução de alimentos complementares é interessante para a criança exclusivamente amamentada ao seio e que apresente uma desaceleração do ganho de peso


Representa um maior risco de infecções e, em situações de pobreza extrema, até mesmo um maior risco de morrer
Consenso Geral
A introdução de alimentos complementares não deve ser recomendada antes dos 4 meses de idade porque os malefícios ultrapassam em muito qualquer benefício potencial


Casos especiais
Poderão requerer a introdução de alimentos complementares antes do sexto mês devendo cada caso ser
analisado avaliado individualmente pelo profissional de saúde
.
Nesta avaliação e orientação devem ser esgotadas todas as possibilidades de recondução ao aleitamento materno exclusivo, antes de se sugerir a introdução de alimentos complementares
Varia de acordo com a densidade energética dos alimentos da dieta
Para algumas populações, a baixa densidade energética das dietas é um problema
a
Em outras a freqüência das refeições pode ser o fator limitante para se atingir a ingestão de energia recomendada
Antes ou depois das mamadas?
Amamentar a criança antes de oferecer a alimentação complementar, na tentativa de prevenir possível impacto negativo da ingestão desses alimentos no volume de leite materno consumido e produzido


Os alimentos complementares devem ser oferecidos antes da mamada porque a criança está aprendendo a conhecer novos sabores e texturas de diferentes alimentos

Anorexia
• A falta de apetite ocupa um lugar importante entre os fatores que levam a uma ingestão reduzida de energia e, conseqüentemente, a déficits de crescimento em algumas comunidades

• Causada por doenças infecciosas, dietas monótonas, deficiência de micronutrientes – sobretudo o ferro e o zinco – e verminoses

• O manejo da criança anoréxica deve fazer parte de qualquer programa de educação nutricional que vise a promover uma alimentação adequada para crianças pequenas

• Elas precisam ser alimentadas sob supervisão e muitas precisam ser encorajadas a comer, principalmente as que estão anoréxicas

Variedade/Monotonia
• O ser humano precisa de dieta variada e em quantidades específicas para ter uma nutrição adequada para manutenção da sua saúde e na criança isso garante o crescimento adequado
• Para ingerir uma dieta variada:

 disponibilidade dos alimentos
 formação dos
hábitos alimentares

A preferência por determinados alimentos e o controle de sua ingestão se dá por meio de um processo de aprendizagem que começa muito cedo
Acredita-se que a base dos hábitos alimentares seja formada já
durante o primeiro ano de vida

• São necessárias exposições freqüentes a novos alimentos para que eles passem a ser aceitos e possam ser incorporados a dieta da criança

• Em média, são necessárias de oito a dez exposições a um novo
alimento para que ele seja aceito pela criança

Importante
Muitos pais, talvez por
falta de informação
, não entendem esse comportamento como sendo normal de uma criança e interpretam a rejeição inicial pelo alimento como uma aversão permanente ao mesmo, desistindo de oferecê-lo à criança.


Com o tempo...
Criança
Escolar
Criança
Pequena
Come quando sente fome
Rejeita alimentos desconhecidos
Ato alimentar complexo
Fatores Externos regulam
a ingestão alimentar
Relação com Amamentação
Crianças amamentadas são expostas a uma variedade de sabores através do leite materno


Aceitam alimentos novos com mais facilidade que as não amamentadas


Outros fatores...
A
atitude
de quem alimenta a criança também influencia;
Os alimentos oferecidos como
recompensa
são preferidos pelas crianças (fato ruim --> usualmente são doces);
Alimentos que são ingeridos por
chantagem
, coação são os que eles tendem a gostar menos
Consumo de dietas
altamente calóricas
sacia rapidamente a criança e impede a ingestão de outros alimentos e isso limita a ingestão de uma dieta variada

Sabor/ Aroma

Comportamentos inatos
 aceitação de doces e ejeição a sabores amargos ou azedos

Demais preferências por sabores
 são desenvolvidas através de um processo de aprendizagem
• À medida que a lactação progride, a composição do leite humano se modifica, como que preparando a criança para aceitar novos sabores



Provavel adequação natural da criança a novos alimentos, compatibilizando a sua percepção sensorial à introdução de alimentos complementares no tempo oportuno
Com o tempo, as concentrações de lactose do leite humano diminuem, com conseqüente aumento dos cloretos, tornando-o levemente salgado
Os
compostos químicos
que dão sabor e aroma aos alimentos consumidos pela mãe são ingeridos pela criança via leite materno, “acostumando” a criança ao padrão sensorial decorrente do hábito alimentar de sua família
Mãe que comeu alho ou baunilha

criança fica mais ao seio e ingere mais leite



Mãe que ingeriu bebidas alcoolicas

criança tem menor ingestão de leite por
até 4 horas após o consumo

• Sabe-se pouco sobre os estímulos olfatórios dentro do útero.
Estudos indicam mudanças de cheiro do liquido amniótico de acordo com o alimento ingerido pela mãe

• Recém nascidos amamentados poucas horas após o parto reconhecem a mãe pelo cheiro, as não amamentados não

Viscosidade/ Textura
Viscosidade dos alimentos de transição


relacionada com a sua
densidade energética
Exemplo
SOPAS em mamadeira


Devem ser desencorajadas pois
quase sempre tem pouca
densidade energética
Dilema
Pequena capacidade gástrica das
crianças pequenas



impede de atingir as necessidades energéticas por meio dos alimentos complementares diluídos



Papas à base de amidos com densidade energética adequada


ficam muito viscosas,
dificultando a sua ingestão
Porém...
Estratégia
Para aumentar a densidade energética de uma mistura sem aumentar a viscosidade

Adição de açúcar e/ou gordura
Porém...
Essas calorias extras são ditas "vazias", pois não se acompanham de proteínas ou micronutrientes
Antes de se recomendar a adição desses nutrientes, é necessário que as dietas sejam analisadas quanto à qualidade final de todos os nutrientes
Estimativas da energia necessária proveniente dos alimentos complementares são
diferentes
para os países desenvolvidos e em desenvolvimento

Depende do volume e da densidade energética do leite materno que a criança consome

Densidade Energética
Utilizando a mesma metodologia de Philippi et al. (1999b) para o Guia Alimentar dos Adultos:

850 kcal - para crianças de seis a onze meses

LM: 473 kcal/dia – seis aos oito meses
379 kcal/dia – nove aos onze meses


LM: 346 kcal/dia

1.300 kcal - para crianças de doze a 23 meses
Proteínas
Densidade protéica
- gramas de proteínas por 100kcal de alimento
Em alimentos complementares: 0,7 g/100kcal dos 6 aos 24 meses

Proteínas de alto valor biológico e de melhor digestibilidade
Leite Humano
Produtos de origem animal (carnes, leites, ovos)
Vegetais – desde que a dieta contenha quantidade e combinação adequadas

Comparação leite materno-bovino-fórmulas

Leite Materno: baixa quantidade total de proteínas; predominante é a beta-caseína e não contem a beta-lactoglobulina
Leite Bovino: alta quantidade total de proteínas; alfa-caseína predomina
Fórmula p/ Lactente: total de proteínas ligeiramente maior e semelhante teor de caseína em relação ao leite materno
Fórmula de Transição: teor proteico elevado em relação à de lactentes
Obs: a composição protéica das fórmulas é predominantemente de alfa-caseína e beta-lactoglobulina, com menor teor de alfa-lactalbumina.


Ferro

Sua deficiência está associada com:
Anemia ferropriva;
Diminuição da capacidade intelectual e motora com retardo no desenvolvimento neuropsicomotor;
Diminuição das defesas do organismo.


Aleitamento materno exclusivo
apesar do baixo conteúdo de ferro, supre as necessidades no lactente nascido a termo nos primeiros 6 meses


Após os 6 meses
há um balanço negativo de ferro em crianças que continuaram sendo amamentadas exclusivamente (esgotamento da reserva hepática) havendo a necessidade de complementação de ferro por meio de alimentos complementares.

Considerada a carência nutricional específica mais prevalente tanto nos países em desenvolvimento quanto nos países desenvolvidos
Leva-se em consideração a biodisponibilidade do ferro para cada tipo de alimento:

Três potentes facilitadores da absorção do ferro não heme são: as carnes, o ácido ascórbico e a vitamina A
Densidade de ferro nos alimentos complementares recomendada:

Vitamina A
A concentração de vitamina A no leite materno varia de acordo com a
dieta da mãe;

A absorção de vitamina A é
afetada pelo conteúdo de gordura da dieta
. Logo, o consumo do alimento complementar junto com o leite materno (antes ou depois) aumenta a absorção de caroteno e retinol da dieta;

Em
áreas endêmicas
, recomenda-se a suplementação da mãe com vitamina A e/ou ingestão aumentada de alimentos ricos dessa vitamina por parte das crianças;

Crianças com níveis de retinol sérico abaixo de 20μg/dL = Hipovitaminose A.

Probióticos
Um adulto possui um trilhão de bactérias no intestino, ou seja, 10 a 100 vezes mais bactérias do que suas próprias células humanas;

As bactérias são necessárias para o desenvolvimento do tecido linfoide associado ao intestino - 60-70% de todas as células imunológicas;

A colonização bacteriana do intestino estéril neonatal começa imediatamente após o nascimento e é constituída predominantemente por bifidobactérias e lactobacilos


Em aleitamento materno:
predominantemente Bifidobacterium e Lactobacillus

Alimentados com fórmula:
Bacteroides, Bifidobacterium, Staphylococcus, Escherichia coli e Clostridia
Microbiota fecal dos lactentes:
Conclusões
Dados científicos sugerem que a administração de fórmula suplementada com probióticos, para lactentes saudáveis não causa preocupações de segurança em matéria de crescimento e efeitos adversos

A administração de fórmula infantil suplementada com probiótico, durante os primeiros 4 meses de idade, não resulta em qualquer efeito clínico consistente

Nas fórmulas de continuação ou fórmulas além da infância --> benefícios clínicos: redução do risco de infecções gastrointestinais inespecíficas, risco reduzido de utilização de antibióticos e menor frequência de cólica e/ou irritabilidade.

Os efeitos de segurança e clínico de um microrganismo probiótico não devem ser extrapolados para outros microrganismos probióticos
Em geral, há falta de dados sobre os efeitos em longo prazo da administração de fórmula suplementada com probióticos
NÃO se recomenda a utilização de rotina de fórmula suplementada com probióticos em lactentes


Recomendações Para Uma Alimentação Saudável
Pirâmide Alimentar
A Pirâmide Alimentar é a representação gráfica do Guia Alimentar e constitui uma ferramenta prática que permite aos indivíduos a seleção de uma alimentação adequada e saudável.
Alimentação saudável aquela planejada com alimentos de todos os tipos, de procedência conhecida
Composto por 8 grupos de alimentos, distribuídos em 4 níveis, apresentados da
base ao topo da pirâmide
, considerando a sua participação na dieta em quantidades respectivamente maiores ou menores de porções.
Os alimentos representativos de cada nível da pirâmide foram selecionados pelos macro e micronutrientes – os carboidratos, as vitaminas e os minerais, as proteínas e os lipídios e açúcares

Os alimentos de um mesmo grupo podem ser substituídos entre si

Os alimentos de cada refeição foram quantificados em função do valor energético
Ex: 5 porções, no mínimo, de cereais significa que se pode adicionar a alimentação da criança, distribuídos nas diversas refeições do dia, duas colheres de sopa de macarrão ou arroz, 1/2 pão francês, um biscoito recheado, 1 ½ colher de sopa de farinha de mandioca durante o dia, compondo as refeições.
Orientações com relação aos grupos de alimentos, o tamanho das porções e as tabelas com os equivalentes de alimentos

Devem ser incluídos os alimentos da região onde vivem
De 0 a 6 meses
Crianças que não podem ser amamentadas
Escolha do Leite:
Tipos de Leite
Fórmula Infantil
Produto em pó modificado para atender as necessidades nutricionais da criança de acordo com a sua idade.
• Existem 2 tipos de fórmula infatil, uma para ser usada até os 6 meses e outra para ser usada a partir dos 6 meses
• De acordo com o fabricante mudam as quantidades indicadas, deve-se usar a colher que vem na lata e observar o modo de preparo para que se dê ao bebê a quantidade adequada

Obs
: Os bebês que estão tomando Fórmula Infantil
não
necessitam de nenhuma complementação de Vitaminas e Suplementos até os 4 meses de Idade

Leite Integral em Pó
• Produto em pó que deve ser diluido de forma correta para que não seja prejudicial a criança

• A quantidade a ser oferecida varia de acordo com a demanda da criança e a indicação do pediatra


Leite Integral Líquido
• Dois tipos disponíveis no mercado:

Leite Integral Pasteurizado:
Deve ser armazenado em geladeira assim que adquirido e consumido em até 24 horas
Leite Integral UHT:
Pode ser armazenado em temperatura ambiente até ser aberto e depois de aberto consumido em até 24 horas
Esse leite pode ser apenas aquecido antes de ser oferecido a criança

 Deve ser diluído para crianças até 4 meses, depois não precisa diluir

 A criança alimentada com leite integral deve receber a partir do 2º mês de vida 100 ml suco de fruta rico em Vitamina C, sem açúcar uma vez ao dia ou suplementação de Vitamina C quando indicada pelo pediatra. A oferta não deve ser maior que o indicado pois pode prejuducar o consumo de leite, trazendo malefícios a saúde da criança

Obs:
Volume de Leite e
Quantidade de Vezes
Outros Alimentos
De 6 meses a 2 anos
Recapitulando
Deve-se manter o aleitamento materno, mas não de forma exclusiva.
Diante da impossibilidade do aleitamento materno, deve-se utilizar uma fórmula infantil, esta se enquadra em alimentação artificial, que satisfaça as necessidades do lactente conforme recomendado.
Antes do sexto mês deve-se utilizar a fórmula de partida, e a partir do sexto mês recomenda-se fórmula infantil de seguimento.
Deve ser pesquisada a história familiar de atopia e/ou reações alérgicas antes da introdução de novos alimentos.
Importante!
As frutas devem ser oferecidas nesta idade, preferencialmente sob a forma de papas e sucos, sempre em colheradas.

O tipo de fruta a ser oferecido terá de respeitar as características regionais, custo, estação do ano e a presença de fibras, lembrando que nenhuma fruta é contraindicada.

Os sucos naturais devem ser usados preferencialmente após as refeições principais, e não em substituição a estas, em uma dose máxima de 240ml/dia.
De forma complementar...
Papa Salgada
A
primeira papa salgada
deve ser oferecida, entre o sexto e sétimo mês, no horário de almoço ou jantar, podendo ser utilizados os mesmos alimentos da família, desde que adequados às características do lactente, completando-se a refeição com a amamentação, enquanto não houver boa aceitação.
Tal refeição deve conter alimentos dos seguintes grupos:
Óleo vegetal (preferencialmente de soja) e sal devem ser usados em menor quantidade, assim como, deve-se evitar caldos e temperos industrializados.
A papa deve ser amassada, sem peneirar, nem liquefazer.
A carne não deve ser retirada, mas sim, picada e oferecida à criança.
Entre sete e oito meses, respeitando-se a evolução da criança, deverá ser introduzida a segunda refeição de sal.
Assim que possível, os alimentos não precisam ser muito amassados, evitando-se, desta forma, a administração de alimentos muito diluídos e propiciar oferta calórica adequada.
A criança amamentada deve receber 3 refeições ao dia (2 papas de sal e 1
de fruta) e aquela não amamentada, 6 refeições (2 papas de sal, 1 de fruta e 3 de leite).

Deve-se evitar alimentos industrializados (refrigerantes, café e chás contendo xantinas, embutidos, dentre outros).

No primeiro ano de vida não usar mel.
Nessa faixa etária, os esporos do Clostridium botulinum, capazes de produzir toxinas na luz intestinal, podem causar botulismo.

O leite de vaca não é considerado apropriado para crianças menores de um ano de idade.
• O leite materno contém tudo o que a criança necessita até o 6º mês de idade, inclusive água, além de proteger contra infecções.


• A criança que recebe outros alimentos além do leite materno antes dos 6 meses, principalmente através de mamadeira, incluindo água e chás, adoece mais e pode ficar desnutrida.

Se a criança está mamando ao peito, 3 refeições por dia com alimentos adequados são suficientes para garantir uma boa nutrição e crescimento, no 1º ano de vida.

No 2º ano de vida, devem ser acrescentados mais dois lanches, além das 3 refeições.

Se a criança não está mamando no peito, deve receber cinco refeições ao dia, com alimentos complementares já a partir do 6º mês.

Algumas crianças precisam ser estimuladas a comer (nunca forçadas).

• A partir dos 6 meses, o organismo da criança já está
preparado para receber alimentos diferentes do leite materno, que são chamados de
alimentos complementares.

• Mesmo recebendo outros alimentos, a criança deve continuar a mamar ao peito até os 2 anos ou mais, pois o leite materno continua alimentando a criança e
protegendo-a contra doenças.

• Com a introdução da alimentação complementar, é importante que a criança beba
água
nos intervalos das refeições.

Alimentação no 2o Ano de Vida
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