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Filosofia 6º Ano - Platão

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julio gothe

on 22 August 2016

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Transcript of Filosofia 6º Ano - Platão

Aula VI
PLATÃO
Nasceu em 428 a.C., na cidade de Atenas, sendo batizado Arístocles. Vinha de uma família tradicional, com histórico na política ateniense.
Ainda jovem, recebeu o apelido "Platão", que significa amplo ou grande.
Com cerca de 20 anos, tornou-se aluno de Sócrates, apaixonando-se pela filosofia.
Muito inteligente e com boa educação, Platão rapidamente tornou-se um dos principais socráticos.
Com a morte de Sócrates, em 399 a.C., Platão parte para Mégara, onde estuda filosofia.
Depois, viaja também para Sicília, onde estuda geometria com um grupo de pitagóricos.
Anos mais tarde, Platão retorna a Atenas, onde funda sua escola, na qual ensina filosofia e geometria.
Sua escola, conhecida como Academia, é a primeira universidade do mundo ocidental.
Platão expressou suas ideias através de diálogos que, geralmente, tinham Sócrates como protagonista.
Um de seus diálogos chama-se A República. Nele, aparece a visão política de Platão.
- Enquanto os filósofos não forem reis, ou os reis não forem verdadeira e seriamente filósofos (...) não terão fim os males das cidades, nem, conforme julgo, os do gênero humano. Eis o que eu hesitava há muito em dizer, prevendo quanto estas palavras chocariam o senso comum.
Diz Platão através de Sócrates:
O pensamento platônico se inspirou também em Parmênides (lembram-se?), que acreditava que o mundo material (dos sentidos) era ilusório.
Mas a razão pode acessar este outro mundo e, por isso, ela sabe que existe um cavalo ideal do qual todos derivam...
Platão sugeria que o mundo dos sentidos era uma reprodução imperfeita de outro mundo: o mundo das ideias.
Por exemplo, como sabemos que todos os cavalos tem algo em comum, mesmo sendo diferentes entre si?
.
Para Platão, os seres que vemos são apenas rascunhos do ser ideal.
Para explicar Platão criou uma história...
Imagine homens que vivem acorrentados em uma caverna. Os homens estão lá desde a infância....
A luz lhes vem de um fogo que queima por trás deles, ao longe, no alto. E entre os prisioneiros e o fogo, há um caminho.
Neste caminho, homens carregam todo o tipo de objetos fabricados: estátuas de homens, figuras de animais, de pedra, madeira ou qualquer outro material.
Assim sendo, os homens que estão nessas condições não poderiam considerar nada como verdadeiro, a não ser as sombras dos objetos fabricados.
Imagine agora se um desses homens fosse solto, forçado a levantar-se, a virar a cabeça, a andar, a olhar para o lado da luz. Ele ficaria ofuscado e não poderia distinguir os objetos, dos quais via apenas as sombras anteriormente
Primeiro, ele distinguirá as sombras, depois, as imagens dos homens e dos outros objetos refletidas na água, depois os próprios objetos.
Finalmente, ele poderá contemplar o sol, não o seu reflexo nas águas ou em outra superfície lisa, mas o próprio sol, no lugar do sol, o sol tal como é.
Será que nós realmente estamos fora da caverna?
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