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Fundamentos Epistemológicos da Educomunicação

Apresentação do conteúdo da disciplina "Fundamentos Epistemológicos da Educomunicação" da turma do 2° semestre de 2011.
by

Flávia Silveira

on 20 April 2017

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Transcript of Fundamentos Epistemológicos da Educomunicação

A educomunicação e o perfil de seus profissionais
O pressuposto teórico
Fundamentos Epstemológicos da Educomunicação
Questão epistemológica
(cc) photo by Metro Centric on Flickr
(cc) photo by Franco Folini on Flickr
(cc) photo by jimmyharris on Flickr
(cc) photo by Metro Centric on Flickr


5° geração: adolescentes, em todo o Brasil, que frequentam os cursos de mídia oferecidos por ONGs e centros de cultura e que se apresentam como potenciais profissionais, assim como os jovens ingressantes na Licenciatura em Educomunicação.
Mauro Wilton de Sousa se aproxima das teorias das mediações culturais, opondo-se aos fluxos de comunicação verticais baseados da relação emissor/produtor e receptor/consumidor. Identifica três ambitos de mediações socioculturais:
"as mediações socioculturais podem resignificar o lugar da escola, do professor e do aluno"

A crise do modelo de sociedade, derivado da modernidade capitalista
A crise das novas relações que a sociedade estabelece com a tecnologia
A crise da transformação de relação entre escola e a comunicação
para que pensar em educomunicação?
Discurso a partir da educação formal:
Prevê a vigilância por parte da educação sobre a produção midiática e a incorporação das tecnologias educativas no espaço da didática;
Discurso a partir da comunicação:
Traz considerações sobre a produção midiática voltada para a educação, a regulamentação sobre a produção midiática e o que tange o marketing social e a oferta de produtos educacionais.
“levando em conta que novas leituras possibilitadas por sucessivas sínteses teóricas produzidas na América Latina, ao longo da última década, vem apontando para o fato de que uma nova sensibilidade está sendo formada, com novas motivações e novas propostas na interface entre a Comunicação e Educação”
Projetos educomunicativos como agentes negociadores de sentido:
•As práticas educomuncatiavas apresentam-se como um novo paradigma provocador de novos sentidos para a educação.
•A prática da relação entre educação e mídia, trazida de algumas ONGs, motivou o desenvolvimento acadêmico e institucional (NCE-USP) da educomunicação.
“O que o NCE-USP propôs foi uma ação comunicativa em cuja raiz estivesse a construção de ecossistemas comunicativos mediadores, regidos pelo diálogo, através do uso dos recursos da comunicação, com a voz de mestres e disciplinas mixadas pela linguagem radiofônica”
Teóricos como Martín Barbero, foram importantes para assegurar um embasamento a essas práticas, propondo que a escola utilize um ecossistema comunicativo, através da escrita, representações e narrativas para alterar a percepção da comunidade narrativa.
Educomunicação ressemantizada pelo NCE-USP em 1999 como:
“conjunto das ações inerentes ao planejamento, implementação e avaliação de processos comunicativos, assim como de programas e produtos com intencionalidade educativa, destinados a criar e fortalecer ecossistemas comunicativos abertos, criativos, sob a perspectiva da gestão compartilhada e democrática dos recursos da informação”
Espaços educativos = família, escola, centro cultural, emissoras de TV ou rádio, núcleo promotor de educação à distancia, mediada por tecnologias.
Educomunicação compatível com educação formal, não formal e informal.
Com este significado converteu-se em política pública, sendo que o NCE/USP teve uma função protagonista até este momento.
Em pesquisa o NCE/USP detectou a presença da educomunicação nos espaços das ONG, já presente na sociedade civil desde os anos 1980 em países da América Latina. Este movimento foi caracterizado por ser engendrado em um espaço de lutas políticas, expressamente pela luta social pelo direito à expressão e pela mobilização de professores neste sentido.
A educomunicação se legitimou mediante o emprego do teatro, da música, dos boletins mimeografados, das rádios comunitárias e do vídeo popular.
Educomunicação = grupos organizados da sociedade, principalmente as ONGs, no âmbito da educação não formal, que visavam formar o cidadão para assumir a sua cidadania comunicativa e direito universal à expressão.
Mídia-Educação = preocupa-se com a educação formal no sentido de analisa-la quanto no de usá-la como recurso para garantir a melhorias no sistema de ensino, assim como no sistema midiático.
Destas ações sugiram conotações distintas para os termos educomunicação e mídia-educação:
Hoje experiência das ONGs ganhou visibilidade e poder de contar com recursos mais tecnológicos, porém sua maior contribuição é o esforço de tornar o manejo dessa tecnologias um processo eminentemente dialético, construtivo e participativo.
O trabalho das ONGs tornou-se um grande laboratório para testar metodologias e procedimentos; para a sistematização de experiências.
No final dos anos 1990 a Profa. Immacolata Vassalo Lopes realizou uma pesquisa que detectou que 10% dos egressos na ECA voltavam-se para a educação.
A pesquisa do NCE/USP realizada em 1999 identifica cinco gerações de educomunicadores
2° geração: profissionais que coordenam hoje projetos de intervenção e pesquisa em diversos países, mobilizando não apenas as ONGs, mas especialmente os grandes sistemas de comunicação
3° geração: jovens profissionais atuando na produção multimidiática, centros culturais, secretarias de cultura, e outros departamentos governamentais e parceiros dos projetos do NCE/USP
1° geração: personagens formadores do campo, como Paulo Freire, Herbert de Souza e Maria Felizminda Fuzari, Mario Kaplún, entre outros já falecidos
4° geração: jovens recém-egressos das universidades que já atuam em projetos colaborativos, em ONGs, em escolas e na própria mídia como mediadores ou coordenadores de projetos educomunicativos;
Flávia dos Santos Silveira
N° USP 7584057
Grupo 3

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