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Carl Jung

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by

Ana Nogueira

on 3 February 2014

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Transcript of Carl Jung

Psicologia Analítica
Carl Gustav Jung
Biografia
Introversão e Extroversão
Goethe
Consciente - Inconciente pessoal e coletivo
Conceitos da Psicologia Analítica
Sigmund Freud
Influências
-Nasceu na Suíça em 1875, filho e sobrinho de pastores luteranos
-Teve duas visões que levaram-no a se distanciar da religião e a fundar o conceito de inconsciente coletivo
-Quando ainda pequeno, teve que se separar da mãe por motivos de internação. Isso causou-lhe tormentos, pois passou a associar "pai" à confiabilidade e "mulher" à desconfiança.
-Durante o tempo que estave na escola, identificou dois aspectos distintos de sua personalidade: personalidade nº1 e nº2
-Escolheu cursar medicina por falta de professores de arqueologia e especializou-se e psiquiatria
-Mesmo casado, relacionava-se publicamente com uma paciente. Cada uma se dava melhor com uma de suas duas personalidades
-Foi vítima de violência sexual por parte de uma amigo de seu pai
-Criou sua teoria da personalidade quando vivenciava um
período de solidão ("viagem subterrânea") depois de ter
se separado de Freud
-Quando o pai morreu, Jung passou a frequentar
sessões espíritas
-Jung mandou seu primeiro trabalho para Freud, a respeito do qual passaram 13 horas conversando
-A interpretação dos Sonhos de Freud inspirou-o a escrever sua prórpria análise dos sonhos e símbolos
- Análise do inconsciente semelhante a da psicanálise
-Criticas de Jung a Freud:

O inconsciente não provém apenas das experiências pessoais, e sim de um passado distante e universal (consciente coletivo)
Jung não aceitava que a causas da repressão eram advindas sempre de traumas sexuais
Analisou a libido como energia psíquica generalizada
-Fausto de Goethe influenciou Jung no conceito de desenvolvimento individual e a relação do poder do mal com o autoconhecimento (self insight)
Alquimia
-Associação de mudança, purificação e transformação de metais em ouro à mudança da personalidade e da consciência no processo de individuação
Espiritualidade e religiosidade oriental
-Processos de crescimento espiritual pelo desenvolvimento e iluminação internos observados em pacientes ocidentais. Entretanto, a o contexto de individuação ocidental e oriental eram diferentes
-Para Jung, as experiências conscientes são sentidas pelo ego, e as inconscientes não se relacionam com o ego. O ego é o centro da consciência, mas não da personalidade (papel desempenhado pelo
self
). O
self
inconsciente complementa o ego.
-O inconsciente pessoal é exclusivo para cada indivíduo e é onde estão as experiências reprimidas/esquecidas. O conteúdo do inconsciente pessoal é chamado de
complexo
, que é um aglomerado de ideias associadas e que apresenta carga emocional capaz de desviar o fluxo normal de pensamento. Os complexos também podem derivar da experiência coletiva.
-O inconsciente coletivo é uma herança psicológica que possui suas raízes no passado ancestral de todas as expécies, cujos conteúdos universais são passados para a próxima geração como um potencial psíquico (ex: Deus, água, mãe, terra...) e são mais ou menos iguais para as pessoas de todas as culturas. O inconsciente coletivo aparece nos mitos, crenças, religiões, sonhos com significado e influenciam o comportamento e as emoções das pessoas.
Arquétipo
-São estruturas do inconsciente coletivo
-Imagens primordiais ou situações que aparecem com regularidade em sonhos, mitos, fantasias
-Figuras notáveis arquetípicas:
*persona
*sombra
*anima e animus
*grande mãe e velho sábio
*herói
*
self
Persona
-Lado da personalidade que as pessoas mostram para o mundo

-Papéis (ou mascaras) particulares ditados pela sociedade (ex: confiança que político deve mostrar, seriedade de um médico...)
-Ignorar a persona é subestimar a importância da sociedade. Identificar-se muito implica em permanacer inconsciente da individualiadade
Sombra
-Qualidades que não se desejam conhecer, mas que
tentamos esconder de nós e dos outros (ex: tendências
moralmente quesonáveis e qualidades criativas)
-Jung dizia que para sermos completos,
devemos lutar para conhecer nossa sombra
(primeiro teste de coragem)
Anima e Animus
-Como Freud, Jung acreditava que todos os humanos são psicologicamente bissexuais e que possuem um lado feminino e um lado masculino
-O lado feminino de homens nasce no inconsciente (anima) a partir de primeiras experiências com mulheres - mães, irmãs... - e influencia o lado sentimental e humor
-Conhecer a anima para homens é mais difícil que conhecer a
sombra (segundo teste de coragem)
-Animus é o lado masculino projetado no inconsciente feminino, símbolo do pensamento e do raciocínio. Origina-
se nos encontros pré-históricos
-Mulheres trariam para o relacionamento
imagens de ancestrais distantes (pais, filhos)
e experiências pessoais inconscientes
Grande Mãe/Mãe Primordial
-Derivada da anima. Homens e mulheres possuem o arquétipo da grande mãe. Representa tanto o negativo quanto o positivo, fertilidade e destruição (ex: fada-madrinha em cinderela)
-Relacionado ao forte fascínio que a figura da mãe provoca, frequentemente na ausência de relacionamentos mais íntimos
Velho Sábio
-Arquétipo da sabedoria e do significado, simboliza o
conhecimento preexistente que os homens têm sobre os
mistérios da vida
-Rei, mágico, professor, filósofo, sábio...
Herói
-Pessoa poderosa ou semideus que luta contra grandes dificuldades para conquistar ou dominar o mal. É vunerável: acaba sendo destruído no final
-Imortais ou sem fraquezas não podem ser considerados heróis
-Representa vitória contra escuridão
Self
-Reúne todos os arquétipos no processo de autopercepção
-Tendência inata ao crescimento, à realização, à perfeição
-Imagens inconscientes coletivas e pessoais
-Representado pela mandala simétrica
(equilíbrio) com:
persona, sombra,
anima e animus
Mandala
-Cada indivíduo pode ser caracterizado como tendo energia psíquica primeiramente orientada para seu interior ou para seu exterior. Ninguém é puramente introvertido ou extrovertido: algumas vezes a introversão é mais apropriada, em outras ocasiões o é a extroversão.
-As funções psicológicas fundamentais de: pensamento, sentimento, sensação e intuição podem ser experienciadas tanto de uma maneira introvertida quanto exrovertida.
-Entretanto, ninguém desenvolve igualmente bem todas as quatro funções, cada pessoa tem uma função dominante e uma auxiliar parcialmente desenvolvidas e as outras duas são inconscientes. O tipo funcional (extrovertido ou introvertido) indica forças e fraquezas e o tipo de atividade que se tende a preferir.
Sincronicidade
-Conceito para definir acontecimentos que se relacionam não por relação causal e sim por relação de significado
-Experiência de ocorrerem dois (ou mais) eventos que coincidem de uma maneira que seja significativa para a pessoa que vivenciaram essa "coincidência significativa", onde esse significado sugere uma sincronia
Coincidência de um estado psíquico do observador com um acontecimento objetivo externo, onde não há nenhuma evidência de uma conexão causal
Categorias:
Coincidência de um estado psíquico com um acontecimento exterior simultâneo fora do campo de percepção do observador e só se pode verificar posteriormente.
Coincidência de um estado psíquico com um acontecimento futuro e que só pode ser verificado também posteriormente.

Individuação Jungiana
-Individuação se dá quando os opostos (extroversão e introversão) se equilibram (equilíbrio psíquico - yin yang)
-Equilíbrio psíquico também caracteriza o equilíbrio entre consciente e inconsciente e entre a função dominante e função inferior, pois o indivíduo passa a tomar consciência da função inferior (que é a quarta e última no inconsciente, de caráter negativo) por meio do conhecimento da função auxiliar e da terceira função. O consciente passa a ter as quatro funções psicológicas e o
self
é atingido. A quarta função pode nunca ser integrada completamente, pois nunca um indivíduo extrovertido de
pensamento
(por exemplo) se conscientiza tanto de sua potencialidade de
sentimento;
mas deve-se adimiti-la ao invés de reprimi-la.
-Admitir e aceitar a função inferior:
Funções psicológicas
Pensamento X Sentimento
Intuição X Sensação
Aumento da consciência
Responsabilidade moral
Mudança de atitude (não só extrovertido ou só introvertido)
Chegar ao
self
Livrar-se de determinações inconscientes
-Em relação aos arquétipos, também se busca um equilíbrio entre o bem e o mal. Animus e anima estariam integrados no inconsciente o quanto possível, deixando de ser projetados e passando a ser função. Também deixaria de haver identificação com a grande mãe, o que resultaria também em chegar-se ao self.
Falhas na individuação
-A individuação não ocorre bem quando há o fenômeno de inflação, ou seja, superidentificação do indivíduo com a persona e seu papel social e com o conhecimento travado com sua sombra.
-Desentendimento da distinção entre: arquétipo e ego, realidade inconsciente e realidade consciente
-Inflação depreciativa
-Identificação do ego com o self tende à desintegração, à doença mental
Críticas a Jung
-Tese do inconsciente coletivo impossível de ser testada ou falsificada, além de não ter praticidade aparente
-Psicologia analítica lida com o oculto, com o misterioso e com o parapsicológico
diferentes concepções quanto a origem da consciência e moralidade
Kant e Schopenhauer
-Existência de espíritos
Considerações Finais
-A psicologia analítica leva em consideração aspectos de cultura e comportamentos universais, diferente da psicanálise
-A individuação jungiana não separa os meios sociais (para os quais se é indivíduo) e os meios internos, ambos interligão-se para o autoconhecimento
-Jung propõe um afastamento da determinações inconscientes e sociais para tornar-se indivíduo
-Há elementos místicos e pressupositores de crenças religiosas para compor uma
teoria de personalidade de cunho
científico
Referências
-Fadiman, J. & Franger, R. (2002) Teorias da Personalidade. São Paulo, HARBRA.

-Feist, J. & Feist, G. J. (2008). Teorias da Personalidade. São Paulo, McGrawHill.

-Santos, C. C. (1976). Individuação Jungiana. São Paulo, SARVIER.
-Valorizava o lado intuitivo do ser humano, supunha que o excesso de racionalidade poderia prejudicar o homem e, assim, aproximava-se bastante da cultura oriental
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