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Imperialismo

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by

Higor Ferreira

on 29 September 2013

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IMPERIALISMO
IMPERIALISMO
Relaciona-se com a ideia de empreender uma política de colonização
Colonizar significa fixar grupamentos humanos em certas áreas ou regiões, geralmente mantendo relações políticas, administrativas e econômicas com o país de origem.
Essas ações não são emprendidas sem justificativas. Para que os países com maior progresso material
- do ponto de vista tecnológico e segundo a ótica ocidental de progresso -
colonizem outras áreas do globo era necessário tornar as suas ações legítimas.
Nesse momento do avanço do Imperialismo (final do século XIX) notamos que os países que fazem parte da
CORRIDA IMPERIALISTA
, lutam para conquistar novos territórios a fim de aumentar seu mercado consumidor, adquirir matéria prima e ter controle sobre mão de obra.
Denomina-se
corrida imperialista
a disputa intensa entre países por novos territórios ocorrida a partir do século XIX. Uma vez que disputavam os mesmos territórios, dominar áreas coloniais de maneira antecipada, bem como negociar as divisões das possessões coloniais com os demais países, era fundamental. Teria maior poder nesse sentido quem se lançasse a esse propósito mais cedo.
ATA GERAL REDIGIDA EM BERLIM EM 26 DE FEVEREIRO DE 1885

entre a França, a Alemanha, a Áustria-Hungria, a Bélgica, a Dinamarca, a Espanha, os Estados Unidos, a Grã-Bretanha, a Itália, os Países Baixos, Portugal, a Rússia, a Suécia, a Noruega e a Turquia, para regulamentar e liberdade do comércio nas bacias do Congo e do Níger, assim como novas ocupações de territórios sobre a costa ocidental da África.
Em nome de Deus Todo-Poderoso.
CONFERÊNCIA DE BERLIM
Os mesmos, munidos de plenos poderes julgados de boa e devida forma, sucessivamente discutiram e adotaram:
1º Uma Declaração referente à liberdade do comércio na Bacia do Congo, em suas embocaduras e países circunvizinhos, com algumas disposições conexas;
2º Uma Declaração concernente ao tráfico dos escravos e às operações que, por terra ou por mar, forneçam escravos para tráfico.
3º Uma Declaração referente à neutralidade dos territórios compreendidos na bacia convencional do Congo;
4º Uma Ata de Navegação do Congo, que levando em conta circunstâncias locais estende a esse rio, e seus afluentes e às águas que lhes são assimiladas os princípios gerais enunciados nos artigos 108 e 116 da Ata final do Congresso de Viena e destinados a regular entre as Potências signatárias dessa Ata, a livre navegação dos cursos de água navegáveis que separam ou atravessam vários Estados, princípios convencionalmente aplicados depois a rios da Europa e da América, e notadamente ao Danúbio, com as modificações previstas pelos tratados de Paris de 1856, de Berlim de 1878, e de Londres de 1871 e de 1883;
5º Uma Ata de Navegação do Níger que, tomando-se igualmente em conta as circunstâncias locais, estende a esse rio e a seus afluentes os mesmos princípios inscritos nos artigos 108 a 116 da Ata final do Congresso de Viena;
6º Uma Declaração introduzindo nos relatórios internacionais, regras uniformes referentes às ocupações que poderão no futuro realizar-se nas costas do continente africano. E tendo-se considerado que esses diferentes documentos poderiam ser utilmente coordenados num só instrumento, reuniu-se-os em uma Ata geral [...]
Para mais:
http://www.casadehistoria.com.br/sites/default/files/conf_berlim.pdf

2ª Revolução Industrial
Conquista territorial e colonialismo
Controle de países independentes menos desenvolvidos materialmente
Estabelecimento de protetorados e concessões
"Ontem estive no East-End (bairro operário de Londres) e assisti a uma assembléia de desempregados. Ao ouvir ali discursos exaltados, cuja nota dominante era: pão! pão!, e ao refletir, de regresso a casa, sobre o que tinha ouvido, convenci-me, mais do que nunca, da importância do imperialismo... A idéia que acalento representa a solução do problema social: para salvar os 40 milhões de habitantes do Reino Unido de uma mortífera guerra civil, nós, os políticos coloniais, devemos apoderar-nos de novos territórios; para eles enviaremos o excedente de população e neles encontraremos novos mercados para os produtos das nossas fábricas e das nossas minas. 0 império, sempre o tenho dito, é uma questão de estômago. Se quereis evitar a guerra civil, deveis tornar-vos imperialistas."

"Considerei a existência de Deus e decidi que há uma boa chance de que ele exista. Se ele realmente existir, deve estar trabalhando em um plano. Portanto, se devo servir a Deus, preciso descobrir o plano e fazer o melhor possível para ajudá-lo em sua execução. Como descobrir o plano? Primeiramente, procurar a raça que Deus escolheu para ser o instrumento divino da futura evolução. Inquestionavelmente, é a raça branca… Devotarei o restante de minha vida ao propósito de Deus e a ajudá-lo a tornar o mundo inglês."
Produção de Aço
Energia elétrica
Motor a combustão
Maior busca por petróleo
"... A natureza distribuiu desigualmente no planeta os depósitos e a abundância de suas matérias-primas; enquanto localizou o gênero inventivo das raças brancas e a ciência da utilização das riquezas naturais nesta extremidade continental que é a Europa, concentrou os mais vastos depósitos dessas matérias-primas nas Áfricas, Ásias tropicais, Oceanias equatoriais, para onde as necessidades de viver e de criar lançariam o clã dos países civilizados. Estas imensas extensões incultas, de onde poderiam ser tiradas tantas riquezas, deveriam ser deixadas virgens, abandonadas à ignorância ou à incapacidade? (...) A humanidade total deve poder usufruir da riqueza total espalhada pelo planeta. Esta riqueza é o tesouro da humanidade ... "
(SARRAUT, A. "Grandeur et Servitude Coloniales". Paris, 1931, pp.18 e 19)
OUTROS DISCURSOS
PROCESSO
CIVILIZATÓRIO
DARWINISMO
SOCIAL
QUALIFICA AS SOCIEDADES
HUMANAS ENTRE
Atrasadas
Desenvolvidas
EM BUSCA DE LEGITIMIDADE
PENSAMENTO BIOLÓGICO ENQUANTO ELEMENTO
DE LEGITIMAÇÃO DAS DIFERENÇAS SOCIAIS
OBJETIVOS
MEIOS DE OBTENÇÃO
Mercado consumidor
Mão de obra
Matéria prima
CAPITALISMO MONOPOLISTA
selvageria
subdesenvolvimento
barbárie
ineficiência
incapacitação
avanço
civilização
capacitação
inteligência
eficiência
CONFERÊNCIA DE BERLIM
Esse movimento tem relação direta com os efeitos da
século XIX
TINTIM AU CONGO
http://operamundi.uol.com.br/conteudo/noticias/15596/acusada+de+racismo+hq+%26%2339tintim+na+africa%26%2339+vai+a+julgamento+na+belgica.shtml
Acusada de racismo, HQ 'Tintim na África' vai a julgamento na Bélgica
A história em quadrinhos "Tintin au Congo" (editada no Brasil como Tintim na África), criada pelo cartunista belga Hergé, vai a julgamento nesta sexta-feira (30/09). O processo judicial contra a publicação foi motivado por um cidadão congolês pedir sua retirada do mercado por supostos conteúdos racistas. A atual República Democrática do Congo, onde se passa a história, foi colônia belga entre 1908 a 1960.

Segundo a agência de notícias Efe, o requerente da ação, Bienvenu Mbutu Mondondo, decidiu pedir a proibição dos quadrinhos por considerá-los "ofensivos" aos congoleses, afirmando que seu conteúdo faz "propaganda da colonização".

Por sua vez, a editora Casterman e os responsáveis pelos direitos das histórias do personagem argumentaram que a história aborda uma ficção, escrita há mais de 70 anos, e deve ser interpretada como um registro daquela época.

Além da Bélgica, a obra já despertou polêmica em países como Reino Unido, França, Suécia, Dinamarca e Estados Unidos, onde diversos órgãos e autoridades públicas solicitaram sua retirada do mercado ou uma recontextualização.
Georges Prosper Rémi, mais conhecido como Hergé, escreveu "Tintim no Congo" em 1930. A história foi publicada em preto-e branco no ano seguinte por uma pequena editora. Posteriormente é reeditado pela Casterman como mais um capítulo da série "As Aventuras de Tintim".

Na história, o célebre jornalista Tintim viaja com seu cão Milu à então colônia belga e enfrenta gângsters subordinados a Al Capone que tinham como objetivo roubar os minérios do país (no caso, da Bélgica). A história sofreu uma série de modificações em 1946, já no pós-guerra. Além de ser encurtada em até quase a metade por razões editoriais, o autor tratou de retirar uma série de estereótipos comuns à colonização.

Em um livro-entrevista publicado pela Casterman em 1989, Hergé admitiu que, na época da história original, desenhou os congoleses com o espírito e os preconceitos da época, refletidos como "pensamento católico e burguês". No entanto, defendeu que o livro fosse lido e interpretado em seu devido contexto histórico.

FONTE:
CECIL RHODES
SARRAUT
O francês P. Leroy-Beaulieu, professor do College de France, escreveu em 1891:
"(...) a fundação de colônias é o melhor negócio no qual se possa aplicar os capitais de um velho e rico país, disse o filósofo inglês John Stuart Mill. (...) A colonização é a força expansiva de um povo, é seu poder de reprodução, (...) é a submissão do universo ou de uma vasta parte (...) a um povo que lança os alicerces de sua grandeza no futuro, e de sua supremacia no futuro. (...) Não é natural, nem justo, que os países civilizados ocidentais se amontoem indefinidamente e se asfixiem nos espaços restritos que foram suas primeiras moradas, que neles acumulem as maravilhas das ciências, das artes, da civilização, que eles vejam, por falta de aplicações remuneradas, os ganhos dos capitais em seus países, e que deixem talvez a metade do mundo a pequenos grupos de ignorantes, impotentes, verdadeiras crianças débeis, dispersas em superfícies incomensuráveis."

(CATANI, Afrânio Mendes. 0 que é Imperialismo. São Paulo, Editora Brasiliense, 1982, p. 36.)
INDIA
O exercício do poder por parte dos ingleses sobre os indianos se dava por intermédio de apoio local dos sipaios (cipaios) - soldados indianos treinados através de métodos ingleses. Contavam ainda com o apoio de príncipes, bem como de proprietários rurais nativos, que exerciam forte influência sobre o resto da região.
INDIA
PODER LOCAL ASSOCIADO
AO PODER BRITÂNICO
INSERÇÃO DE PRODUTOS BRITÂNICOS NA REGIÃO
Imposições britânicas na cultura e na sucessão política local
PROBLEMAS
Ocidentalização da Índia
Imposição da língua inglesa
Missionários chegam à região sem autorização prévia

Doutrina da vacância
Não havendo sucessor de um soberano morto, o Estado indiano em questão é anexado às possessões britânicas
Revolta explode em 1857
EGITO
EGITO
Conexão do mediterrâneo ao mar vermelho, suplantando o antigo caminho das Índias.
COM O CAPITAL BRITÂNICO SE CONSTRÓI:
1.400 km de ferrovias
centenas de pontes
canais
implanta-se telégrafo

A EXPANSÃO NORTE-AMERICANA
A EXPANSÃO NORTE-AMERICANA
No mais das vezes, não foi tentada uma anexação formal, mas sim a concretização de uma influência econômica.
Emenda Platt
BIG STICK
Corolário Roosevelt
Dispositivo legal, inserido na Carta Constitucional de Cuba, que autorizava os Estados Unidos a intervir naquele país a qualquer momento em que interesses recíprocos de ambos os países fossem ameaçados.
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