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Capitalismo Parasitário

Trabalho de Sociologia, 2° trimestre de 2013: Apresentação do livro de Zygmunt Baunman
by

Ana C. R. Pastorelli

on 13 June 2013

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Transcript of Capitalismo Parasitário

Conclusão
Cartões de Crédito e Empréstimos
As pessoas endividadas são cruciais, pois, sem suas dívidas, os bancos não detêm lucros e essa situação é uma fatalidade da economia capitalista. Um dos principais alvos são os jovens, visto que são conquistados pela mídia e convencidos a contrair cada vez mais gastos.






Tornou um hábito dos seres humanos correr para os empréstimos cada vez que se depara com um problema.

baseada nos bens de consumo;
sociedade de consumidores;
Sociedades:
O Estado nas Crises
Estado
O sistema capitalista explora o limite de resistência dos locais explorados até que os mesmos "estouram" e, quando isso ocorre, eles são simplesmente deixados de lado e o ciclo se reinicia. Tal qual uma bolha, a menor alteração pode causar drásticas consequências.






O sistema como uma Bolha
O Estado e o capital possuem uma relação recíproca, na qual agem em prol de interesses comuns. Dessa forma, o governo visa legitimar e perpetuar o domínio do mercado.
Resources
CAPITALISMO
PARASITÁRIO

"Parasitário"

A prosperidade capitalista é garantida através da exploração de outras sociedades, que são submetidas a prejuízos extremos causados por tais condições. O resultado é uma constante

Facilidade de endividar-se
Trabalho de Sociologia - 2° ano EM
Profª Orientadora: Marili Bassini

Ana Carolina R. Pastorelli, n° 2
Bruna de O. Bueno, n° 6
Giovana de V. Teizen, n° 15
Isabelle M. Marcolin, n° 22
Júlia D. Ferreira, n° 23
Lívia E. Diniz, n° 26
Marcela B. de Oliveira, n° 28
Mariana R. Ciol, n° 30
O capitalismo necessita de "terras virgens", ou seja, pessoas e sociedades inteiras que ainda não sucumbiram à influência desse sistema.
busca por novos hospedeiros, além da necessidade fundamental de adaptação.
Exemplo:
a contração do crédito, caracterizada pela exaustão de uma forma de exploração, não representa o fim do capitalismo, apenas a substituição de um método anterior que gera uma crise temporária. A atual situação não representa o insucesso dos bancos, mas o oposto, o objetivo de transformar a população em uma raça de devedores foi alcançado, porém o resultado não foi positivo.


Líquida-moderna X Sólida-moderna
baseada na indústria;
sociedade de produtores;
"Não adie a realização dos seus desejos."
Através do cartão de crédito não é mais
necessário acumular dinheiro para depois desfrutar de seus sonhos.
O capitalismo busca transformar a dívida em uma fonte permanente de lucro. Para tal, a ausência de débitos não é o ideal para a manutenção desse sistema, uma vez que a dívida paga não gera mais lucros.
Como forma de atrair possíveis devedores, os
bancos utilizam diversos tipos de propagandas
O principal objetivo dos bancos é conquistar devedores eternos.


O anseio por bens materiais leva ao consumo compulsivo que não visa os futuros gastos, mas sim a realização imediata do desejo, sendo essa uma das vertentes do capitalismo.
A manipulação midiática deve ser feita de modo a conquistar cada vez mais devedores.






"Assim como o desaparecimento de pessoas descalças representam o problema para as indústrias de calçados, o desaparecimento de pessoas não endividadas representa um desastre para a indústria de crédito.''









"A natureza do sofrimento humano é determinada pelo modo de vida dos homens"
Há Esperança
Ao impor seus ideais, o capitalismo faz com que o ser humano adquira problemas, torne-se dependente e siga
determinado padrão responsável por seu sofrimento.
Enquanto houver tolerância, não haverá mudança.
Tal conceito, interpretado por Simon Jenkins, significa a estagnação do sistema atual, o qual é disseminado pela sociedade.
Sem a interferência de ideais opostos esse modelo prevalecerá.
Apesar da permanência do capitalismo, ainda há esperança. O quadro atual pode ser revertido, desde que haja uma reestruturação nas fontes de lucro.

Basicamente, a mudança necessária é a de que o Estado deixe de investir no consumismo e passe a visar as necessidades de cada indivíduo.
“Quando os elefantes brigam, quem paga o pato é a grama.”
O Estado se torna capitalista a partir do momento que seu objetivo central é a “remercadorização do capital e do trabalho”, assim sendo, é de fato capitalista quando é capaz de permitir que o capital adquira o trabalho (transação comercial). Para isso o primeiro deve ser capaz de comprar e o último deve ser “vendável”.
Existem ainda outras funções estatais subjacentes, tais como:
1. Investir em educação, saúde e moradia;
2. Criar meios para a exploração das chamadas terras virgens e novos compradores;
3. Obrigar a arrecadação do capital através de impostos;
4. Impedir que aqueles desprovidos de uma maior acumulação de capital revoltem-se contra essa condição.

As crises econômicas são derivadas, na maioria das vezes, da excessiva contração do crédito e endividamento da população. Na tentativa de se recuperar das crises, o Estado não age na raiz verdadeira do problema porque isso representaria uma mudança muito profunda do sistema econômico.

Para evitar tal alteração, o governo busca assegurar seus interesses e "recapitalizar" os bancos com o objetivo de manter as pessoas endividadas, uma vez que trata-se de uma medida que conserva os lucros.
Embora um dos princípios capitalistas seja a teórica ausência do Estado na economia,
trata-se de um fundamento ilusório, uma vez que esse complexo sistema não é capaz de sobreviver sem a interferência do mesmo.
Uma das principais formas de transformar os indivíduos em meros instrumentos capitalistas é torná-los devedores
Sociedade atual:
Sociedade pré-moderna:
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