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COBEM 2012: Más notícias e emoções no encontro clínico

Exposição apresentada na mesa “Respondendo a emoções forte s na comunicação médico-paciente-familia”, no 50º COBEM
by

Luís Fernando Tófoli

on 18 June 2015

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Transcript of COBEM 2012: Más notícias e emoções no encontro clínico

Faça um plano
Organize lugares e pessoas adequados
Recapitule brevemente a situação
Ofereça um ‘tiro de advertência’
Articule a má-notícia de forma simples
Permita o silêncio
Reconheça a emoção
Responda às questões
Formule um plano de próximo passo
Termine mas não abandone
Para você: faça debriefing com alguém
Má Notícia
Preparação
Informação
Seguimento
Arranjo Inicial
Apreensão do Paciente
Investigação da informação
Informação
Suporte
Súmula e estratégia
SPIKES
SETTING UP
PERCEPTION
INVITATION
KNOWLEDGE
EMOTION
STRATEGY
SUPPORT
S
P
I
K
E
S
(Baile et al., 2000)
(Feudtner, 2007)
Más-notícias e emoções no encontro clínico
Luís Fernando Tófoli
Universidade Federal do Ceará
Campus Sobral

Reúna as pessoas
Busque equipes/profissionais de apoio
Todos devem estar identificados
Recapitule os pontos, verificando entendimento
Dê a informação de morte
Espaço para manifestação emocional
GRIEV_ING
GATHER
RESOURCES
IDENTIFICATION
EDUCATE
VERIFY
SPACE
G
R
I
E
V
_
(Hobgood et al., 2005)
Dê tempo para perguntas e responda-as
Questões práticas
Ofereça contato e suporte posteriores
INQUIRE
GIVE
I
N
G
4. Alguns destaques da literatura recente
3. Reagindo a aspectos emocionais
2. Protocolos
1. Relevância
e Formação
Contato:
luisfernandotofoli@gmail.com

Link para a apresentação:
Grato pela atenção
Dar más notícias em Saúde é uma tarefa-chave e para qual muitos profissionais não se veem preparados

Existem protocolos consagrados nesta área, mas seu impacto no paciente ainda não foi adequadamente comprovado

Questões pessoais, culturais e comunicacionais são, entre outros, temas emergentes no estudo deste campo
Conclusões
Baixa performace médica na comunicação de más notícias relacionou-se com burnout e fadiga, mas não inexperiência com a tarefa
(Brown et al., 2009)

Dificuldades intrapessoais e nível de autoconsciência de estudantes de Medicina influencia na qualidade e no conteúdo da comunicação de más notícias
(Meitar et al. 2009)
Estresse e autoconsciência
Ao usar enquadres positivos, é melhor fazê-lo afirmativamente:
“você irá viver” x “você não irá morrer”
Ao usar enquadres negativos, é provavelmente melhor fazê-lo negativamente:
“você não irá viver” x “você irá morrer”
(Burgers et al., 2012)

Há muito pouca literatura sobre comunicar más-notícias por telefone
(Gilmore, 2012)
Questões comunicacionais
A dramatização é um importante recurso de ensino
(Bonamigo, 2010)

Simulações individuais com todos os aprendizes são mais efetivas do que simulação com subgrupo seguida de discussão
(Stiefel et al., 2012)

Ensinar é diferente de avaliar
Ensino
Apesar da cultura médica pensar o contrário, a maioria dos pacientes africanos nativos prefere ser comunicado sobre sua doença.
(Adeleye e Fatiregun, 2012)

Dos médicos italianos que cuidam de pacientes com câncer, 84% consideraram que a família era um obstáculo na comunicação com o paciente.
(Locatelli et al., 2012)
Aspectos Culturais
Pacientes malaios reforçam a importância de receberem a má-notícia do médico com clareza e honestidade.
(Eng et al. 2012)

Na Albânia, familiares não querem que seus pacientes saibam dos diagnósticos. Dos pacientes que sabem, a maioria não ficou satisfeita com a forma que foi informada.
(Beqiri et al. 2012)
Aspectos Culturais
Quando
não
contar?
Provavelmente a maior questão:
Negação

Agressividade

Choro intenso

Medo intenso
Reações emocionais possíveis
Resposta à Emoção

T
atear

E
ntender
R
espeitar
N
omear
A
poiar

(em inglês, “NURSE”)
Comportamentos
a serem desenvolvidos
Investigação de quanto o paciente pode e quer saber
Apresentar capacidade de acolhimento das manifestações emocionais
Saber lidar com choro
Demonstrar apoio
A importância da percepção da manifestação de emoções
Asseguramento precoce
Problemas frequentes
Aumento da satisfação e confiança dos participantes

Possível melhora nas habilidades de comunicação dos participantes

Impacto no paciente: poucas informações, mas risco de ser muito pequeno
(Nonino et al., 2012)
Impacto
Interesse crescente na formação
(Nonino et al., 2012)

Exemplos

Instituto Nacional do Câncer
(INCA, 2010)
Medicina da Universidade Estadual do Ceará
(Lino et al., 2011)
Cursos de Medicina e Enfermagem
Formação
Apenas 18,9% de profissionais da SCM-SP consideram sua formação acadêmica sobre o assunto adequada.
(Starzewski Jr. et al., 2005)

70% de médicos que atendiam crianças tiveram que dar más notícias a crianças
Somente 30% tiveram treinamento para isso
(Perosa e Ranzani, 2008)
Hiato na formação
1. Relevância

2. Protocolos

3. Reagindo a aspectos emocionais

4. Alguns destaques da literatura recente
Agenda da Apresentação
NUTS & BOLTS
Palestra
Colusão
Bloqueio emocional
Bem, existem vários tipo de mutações que podem afetar o genoma humano, e dessa forma influenciar a multiplicação das células do corpo. Não sabemos muito bem como isso acontece, mas bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla bla...
...
...
Eu sei que essa não foi uma notícia muito boa, mas pode ficar tranquila, pois 80% das vezes esse câncer é curável!
Doutor, quanto tempo de vida eu tenho?
...
Vamos fazer seu exame físico agora?
Bibliografia
ADELEYE, A. O.; FATIREGUN, A. A. Is breaking of bad news indeed unacceptable to native Africans? A cross-sectional survey of patients in a Nigerian neurosurgical service. Acta neurologica Scandinavica, 19 jun 2012.

BAILE, W. F.; BUCKMAN, R.; LENZI, R. et al. SPIKES-A six-step protocol for delivering bad news: application to the patient with cancer. The oncologist, v. 5, n. 4, p. 302-11, 1 jan 2000.

BEQIRI, A.; TOCI, E.; SALLAKU, A.; QIRJAKO, G.; BURAZERI, G. Breaking Bad News in a Southeast European Population: A Survey among Cancer Patients in Albania. Journal of palliative medicine, v. 15, n. 10, p. 1100-5, out 2012.

BONAMIGO, E. L.; DESTEFANI, A. S. A dramatização como estratégia de ensino da comunicação de más notícias ao paciente durante a graduação médica. Revista Bioética, Vol. 18, No 3 (2010), v. 18, n. 3, p. 725-742, 2010.

BURGERS, C.; BEUKEBOOM, C. J.; SPARKS, L. How the doc should (not) talk: When breaking bad news with negations influences patients’ immediate responses and medical adherence intentions. Patient education and counseling, 28 ago 2012.

ENG, T. C.; YAAKUP, H.; SHAH, S. A.; JAFFAR, A.; OMAR, K. Preferences of malaysian cancer patients in communication of bad news. Asian Pacific journal of cancer prevention : APJCP, v. 13, n. 6, p. 2749-52, jan 2012.

FEUDTNER, C. Collaborative communication in pediatric palliative care: a foundation for problem-solving and decision-making. Pediatric clinics of North America, v. 54, n. 5, p. 583-607, ix, out 2007.

HOBGOOD, C.; HARWARD, D.; NEWTON, K.; DAVIS, W. The educational intervention “GRIEV_ING” improves the death notification skills of residents. Academic emergency medicine : official journal of the Society for Academic Emergency Medicine, v. 12, n. 4, p. 296-301, abr 2005.

INSTITUTO NACIONAL DE CÂNCER; SOCIEDADE BENEFICENTE ISRAELITA BRASILEIRA ALBERT EINSTEIN. Comunicação de Notícias Difíceis: Compartilhando Desafios na Atenção à Saúde. Rio de Janeiro: INCA, 2010. 206 p.

LINO, C. A.; AUGUSTO, K. L.; OLIVEIRA, R. A. S. DE; FEITOSA, L. B.; CAPRARA, A. Uso do protocolo Spikes no ensino de habilidades em transmissão de más notícias. Revista Brasileira de Educação Médica, v. 35, n. 1, p. 52-57, mar 2011.

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NONINO, A.; MAGALHÃES, S. G.; FALCÃO, D. P. Treinamento médico para comunicação de más notícias: revisão da literatura. Revista Brasileira de Educação Médica, v. 36, n. 2, p. 228-233, jun 2012.

PEROSA, G. B.; RANZANI, P. M. Capacitação do Médico para Comunicar Más Notícias à Criança. Revista Brasileira de Educação Médica, v. 32, n. 4, p. 468-473, 2008.

STARZEWSKI JR., A.; ROLIM, L. C.; MORRONE, L. C. O preparo do médico e a comunicação com familiares sobre a morte. Revista da Associação Médica Brasileira, v. 51, n. 1, p. 11-16, fev 2005.

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VICTORINO, A. B.; NISENBAUM, E. B.; GIBELLO, J.; BASTOS, M. Z. N.; ANDREOLI, P. B. A. Como comunicar más noticias: revisão bibliográfica. Revista da SBPH, v. 10, n. 1, p. 53-63, 2007.
http://bit.ly/cobem2012masnoticias
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