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UDELAR

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by

Simone B.

on 23 March 2015

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Linguagem e Comunicação Filosóficas
5 artigos;
O Simpósio Sul- Brasileiro sobre
Ensino de Filosofia
Da pesquisa
Momentos do texto
1. AS TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E DA COMUNICAÇÃO E A ESCOLA
Presença crescente das Tecnologias da Informação e da Comunicação (TIC's) em todos os setores da nossa sociedade;
As Tecnologias e o ensino de filosofia: Análise dos trabalhos publicados nos livros do “Simpósio Sul-Brasileiro Sobre Ensino de Filosofia”
2001 a 2010;
Sobre o ensino de filosofia na escola básica;
Sobre a formação do professor de filosofia;
9 livros.
Quantitativa
Análise
1. Breve panorama sobre a questão das TIC na escola de educação básica, discorrendo sobre quais os possíveis reflexos da introdução das mesmas no ensino e na aprendizagem de filosofia no Ensino Médio com jovens imersos na cultura cibernética;
2. Procuramos apresentar os enunciados que aparecem a partir da leitura dos referidos capítulos presentes nos livros publicados a partir do Simpósio Sul- Brasileiro de Ensino de Filosofia.
A informação, por sua vez, através delas ganha uma dimensão global e instantânea, sendo por vezes construída e disseminada por milhares de internautas conectados no World Wide Web;
No campo educacional, essas mudanças vêm impondo a necessidade de várias adaptações atualizações e revisões nas práticas pedagógicas;
É necessário o estudo, debate e reflexão sobre os pressupostos pedagógicos, políticos e filosóficos que hoje movem os discursos sobre a tecnologização das salas de aula a fim de ter uma compreensão mais ampla sobre as implicações das TIC nas relações de ensino e aprendizagem para além daa questão da instrumentalidade.
2. Análise dos trabalhos
EDIÇÃO DE 2002:
“ Gilles Deleuze e a Virtualidade: a passagem da história à cartografia da filosofia”
de autoria do professor Eládio Craia da Unioeste/ Paraná.
Dois grupos temáticos gerais
Relatos de experiência
Linguagem e comunicação filosófica
Deleuze: potencialidades de virtualidade e atualização dos diversos tipos e formatos de textos que lemos.

Por virtualidade e atualização de um texto, Pierre Lévy (1996), entende que o texto é um objeto virtual abstrato e que não depende do suporte físico, sendo que o mesmo se atualiza sempre que é interpretado pelo leitor.
Os relatos de experiência
3 artigos
Uso de um websitepara a formação continuada dos os professores da escola básica
;
Uso da internetcom alunos da graduação em filosofia;
Possibilidade do ensino de filosofia na modalidade à distância (EaD), oferecido por uma universidade, com estudantes de diferentes cursos de graduação
.
Emergência da cultura audiovisual que nos leva a pensar sobre a intersubjetividade humana e sobre o conhecimento;
Como fugir desse caráter monológico de emissão-recepção para aderir às dimensões interativa e dialógica que são impulsionadas pelas TIC sem, no entanto, adentrar num possível caos discursivo?
Ciberespaço hoje é de fundamental importância para “o intercâmbio e a atividade humana planetária” (CÂNDIDO, 2005, p. 216).
Qual o papel e o lugar do filósofo nos dias de hoje, em tempos de midiatização do mundo, hipercomunicação nas relações e exacerbação da comunicação, onde “(…) o que não for comunicado ou comunicável é visto como ameaça ou erro”. (TIBURI, 2007, p. 290).
obg
Conclusões
Com base nesses textos, pudemos compreender quais estão sendo as possíveis estratégias e alternativas buscadas pelos professores de filosofia, para que, em meio a essa onda digital e hipertextual, o filosofar aconteça com qualidade.
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