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A História da Saia

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by

Elquiane Ferreira Lima

on 3 October 2013

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Transcript of A História da Saia

A História da Saia
Introdução
Utilizada desde o inicio da história pela humanidade, podemos, inclusive, a considerar como a primeira peça de roupa criada.
Com o seu modelo simples, versátil e variável; desde seu comprimento ao material usado na sua confecção, até a sua forma. A saia virou peça indispensável no guarda-roupa feminino.

Ainda há duvidas da verdadeira origem da saia, mas consideremos qualquer vestimenta enrolada em volta da cintura, sem divisão entre as pernas será uma saia.

Voltamos então desde 3000 a.C ...

Origem
No período mesolítico, foi quando os humanos criaram a primeira peça de roupa: um pedaço de pele enrolado na cintura, que eles usavam como proteção.
As mulheres limpavam e mastigavam a pele para amacia-la, usavam agulhas de ossos e a linha de costura, que podia ser feita de tendões, tripas secas ou tirinhas de couro.
Alguns tempos depois, aderiram também ao uso da saia as civilizações do Antigo Egito, que usavam somente a saia como vestimentas na parte inferior, e o Império Romano, que utilizavam túnicas, com a parte de baixo semelhante à saia. Nessa época a diferença entre as roupas masculinas e feminas começou a aparecer, com os homens usando a saia curta e as mulheres a saia mais comprida.
Foi por volta de 1130, surgiu o corpete, bem justo até o quadril onde saía uma saia ampla, possuindo pregas, indo até a altura dos pés ou possuindo uma calda.
No meio do séc. XIV, segundo historiadores, com essas mudanças nas roupas iniciou-se o que chamamos hoje de moda. Com isso na sociedade mais rica, as vestimentas passaram a mudar em pouco tempo. Foi então que o espartilho foi ganhando forma, usando junto com uma saia ampla de pregas e comprida, acompanhada de uma beca, semelhante a que os homens utilizavam.
A evolução

Durante o fim do séc. XV e começo do séc. XVI as vestimentas masculina teve mudanças inspiradas nos alemães. Já no séc. XVII com os espartilhos apertadíssimos na cintura, começaram a utilizar de varias saias pregadas juntas dando bastante volume.

Lembrando que os únicos que podiam usar estas vestimentas eram os integrantes da classe alta. Foi no séc. XVIII que as várias saias saíram dando lugar ao panier, uma armação feita de salgueiros que sustentava a saia superior, o panier aumentava lateralmente, algumas delas chegavam a 2 metros de largura. Sobre ele era colocada a anágua e depois a saia.

Para sustentar todo esse luxo, que gastava uma grande parte da renda publica, os camponeses e burgueses juntaram-se para acabar com aquela ostentação. E com a Revolução Francesa trouxe o novo estilo inspirados nos gregos e romanos as mulheres abandonaram os espartilhos, começando a utilizar roupas mais leves e esvoaçantes.


A moda das roupas leves não durou muito e logo o espartilho estava de volta em 1820, com pequenas modificações deixando a cintura mais fina e a também aumentando a amplitidão da saia. Em 1830 a saia encurtou um pouco até o tornozelo, porém em 1840 ela voltou a ficar comprida e diminuindo no volume. Em 1850 na primeira década foi marcada pelo aumento exagerado das saias por causa das anáguas, que logo foram substituídas pelas crinolina. Já na década de 1860 a crinolina deixa de ser redonda e ganha uma armação nas costas, logo abaixo da cintura, acentuando o volume do quadril dramaticamente: a anquinha. Em 1890 a anquinha sumiu de vez e os vestidos ganharam a forma de um sino. Mantendo se assim até aproximadamente 1910.
Século XIX e Belle Époque
Surgindo então, Paul Poiret, era inspirado nas vestimentas orientais e sua inspiração ilustre foi a saia Hobles, era tão apertada que as mulheres foram obrigadas a usarem cintos nos joelhos, afim de andarem com passos menores e não estragarem suas saias.
Na Segunda Guerra Mundial com as mulheres tomando o lugar dos homens no mercado de trabalho as saias ficaram mais curtas, retas e mais simples. A Guerra acabou em 1945, mas só em 1947 que novo modelo de New Look se instala, com a saia acentuada na cintura e extremamente rodada, comprimento era no meio da canela, para evento formais ficava mais comprida. Em 1960 o padrão de beleza mais maduro foi derrubado pela moda jovem, assim a cintura abaixa e o comprimento diminuem, ficando mais simples surgindo então a minissaia. Não se sabem ao certo quem foi o inventor.

Em 1970 surgem duas o psicodelismo: com as saias curtas, extravagantes, curtas e chamativas, e hippie com saias longas estilo indiana e princesa, por causa dos jovens que estão entre adolescência e a fase adulta. Mas isso é deixado pra trás na década de 80 com a entrada do neo-conservadorismo, trazendo todos os trajes clássicos, a cintura volta para seu lugar e surgi a saia balonê.

Na década de 1920 depois de uma guerra, as mulheres queriam mais liberdades para seus movimentos. Surgiu então Gabrielle Chanel ou Coco Chanel como é conhecida, criava buscando principalmente a funcionalidade, por esse motivo, nessa década, as saias diminuíram como nunca e o modelo mais sendo usado era o reto. As mulheres começaram a usar a calça também, mas sem tirar o prestigio da saia. Na época de 1930 as saias eram amplas e suntuosas ou no modelo lápis, porém compridas.
Coquettes e Ladies (1920 a 1939)
Elquiele Ferreira
Débora Simões
Jessica Oliveira
Tayná Lima
Mikaeli Xavier

CAI- T 2
Conclusion
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