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SUPORTE BÁSICO E AVANÇADO DE VIDA

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by

Pyetro Pimentel

on 14 March 2016

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Transcript of SUPORTE BÁSICO E AVANÇADO DE VIDA


As recomendações elaboradas pela
American Heart Association
e demais entidades para identificação e manejo da PCR levam em consideração alguns contextos em que a PCR pode ser defrontada;

RCP por Socorrista Leigo

versus

RCP por Socorrista Profissional

PCR Extra-hospitalar (PCREH)

versus

PCR Intra-hospitalar (PCRIH)







62
ECG
bpm
Causas Reversíveis
"Cessação abrupta da função cardíaca como bomba circulatória, podendo ocorrer em uma pessoa com ou sem patologia cardíaca prévia"
(AHA,2015).
Ocorre instantaneamente ou logo após o início de sinais e sintomas prodrômicos;

É causada principalmente pela falha/mal funcionamento da atividade elétrica cardíaca, tendo como eventos comuns disparadores, as arritmias ventriculares;
Evento inevitavelmente
FATAL
dentro de minutos, exceto se revertido por intervenção de resgate;

A lesão cerebral começa a ocorrer em cerca de 3 minutos e após 10 minutos de ausência de circulação as chances de ressuscitação são próximas a zero.





FR > 40rpm e/ou FC > 160 ou < 50;
Arritmia;
Respiração Agônica;
Hipotensão;
Pulso filiforme;
Nível de consciência diminuído;
Convulsão;
Hipotermia;
Agitação Psicomotora;
Sudorese;
Cianose;
Sinais de PCR Iminente
IMPORTÂNCIA E EPIDEMIOLOGIA
No Brasil, não há dados para quantificar com precisão a ocorrência dessa entidade;




Estimativa de 200.000 PCRs ao ano no Brasil, sendo metade dos casos no ambiente hospitalar e a outra metade em ambiente extra-hospitalar;
PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA
Enf. Msd Pyetro Pimentel
SUPORTE BÁSICO E AVANÇADO DE VIDA
(AHA, 2015)

Qualquer patologia cardíaca pode se degenerar em parada cardíaca.
FATORES DE RISCO
Coração com Sequelas de um Infarto Prévio






Um coração com fibrose cicatricial ou hipertrofiado tem risco aumentado de desenvolver arritmias que levem à parada cardíaca, sendo o período crítico de 6 meses após;

Cardiomiopatia Hipertrófica

(por HAS ou doença valvar);

Medicações Antiarrítmicas

podem, raramente, desencadear paradoxalmente arritmias ventriculares letais em doses usuais;

Mudanças significativas nos
níveis séricos de Potássio e Magnésio
;

Anormalidades Elétricas
;
Anormalidades Vasculares Congênitas
Principalmente as que envolvem as artérias coronárias e a aorta. A adrenalina liberada durante atividade física intensa pode desencadear morte súbita em pacientes com essas malformações;

Uso de Drogas Recreativas
Como cocaína, crack, ecstasy e metanfetamina.
OS 7 H
Hipovolemia;
Hipóxia;
H+ (Acidose);
Hipocalemia;
Hipercalemia;
Hipotermia;
Hipoglicemia;

OS 6 T
Tensão (Pneumotórax);
Tamponamento Cardíaco;
Toxinas;
Trombose Pulmonar;
Trombose Coronária;
Trauma;

O programa
Basic Life Support (BLS)
é o primeiro socorro à vitima de PCR. O objetivo é ganhar tempo para que se tenha acesso ao suporte avançado.
O programa
Advanced Cardiac Life Support (ACLS)
envolve também a realização (diante da necessidade) de manobras invasivas como a obtenção avançada de vias aéreas, administração intravenosa de fluidos e medicação, procedimentos cirúrgicos e etc.
IDENTIFICAÇÃO E MANEJO DA PCR
SUPORTE BÁSICO DE VIDA


RESPONSIVIDADE


É avaliada por estímulo

Sonoro
e
Tátil

A não-resposta dispara a seguinte ação:

Chamar Socorro
(suporte e desfibrilador) é a prioridade já que a principal causa de PCR provavelmente responde melhor à desfibrilação;

SUPORTE BÁSICO DE VIDA
1. IDENTIFICAÇÃO DA PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA
1. IDENTIFICAÇÃO DA PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA
RESPIRAÇÃO

Eliminação do "VER, OUVIR e SENTIR"





Sem respiração ou com respiração anormal (gasping)
SUPORTE BÁSICO DE VIDA
Palpar
PULSO CAROTÍDEO
pois é o último a desaparecer na instalação da PCR e é o primeiro a ressurgir na reversão da PCR.
Checar por 10 segundos
, no máximo (exceção é em pacientes hipotérmicos, checar até 30s).






NA AUSÊNCIA DE PULSO, ESTÁ CONFIRMADO O DIAGNÓSTICO DE PCR!

VERIFICAÇÃO DE PULSO CENTRAL
1. IDENTIFICAÇÃO DA PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA
SUPORTE BÁSICO DE VIDA
MIDRÍASE
1. IDENTIFICAÇÃO DA PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA
INCONSCIÊNCIA
APNEIA OU GASPING
ARREFLEXIA
MIDRÍASE
AUSÊNCIA DE PULSOS CENTRAIS
DIAGNÓSTICO
DE PCR
QUANDO NÃO REANIMAR?!
Pacientes Fora de Possibilidades Terapêuticas ( FPT )
Pacientes em Limites de Esforços Terapêuticos ( LET )
Óbito Biológico (Rigor mortis)
INICIAR MANOBRAS DE RESSUSCITAÇÃO CARDIOPULMONAR
(RCP)
RESSUSCITAÇÃO CARDIOPULMONAR

É o tratamento de emergência para reversão do colapso cardiocirculatório e respiratório.

Objetiva restaurar a adequada função cerebral.

Manter a integridade do Sistema Nervoso Central (SNC)
IMPACTO DE UMA PARADA CARDIORRESPIRATÓRIA
MORTE EM 09 MIN
1.
Carrinho de Emergência
;

2.
Kit para Intubação
(Cabo de Laringoscópio, Lâminas, Fio Guia, Tubo Endotraqueal, Luvas Estéreis, Estetoscópio, Seringa, Fixador);

3.
AMBU
com bolsa reservatória e máscara;

4. Monitor Cardíaco / Oxímetro /
Desfibrilador
/ Eletrodos / Gel;

5.
Material para Aspiração
(Vácuo, Reservatório, Água, Látex, Sonda de Aspiração, Luvas);

6.
Tábua de Reanimação
;

7. Fonte de
Gases


EQUIPAMENTOS INDISPENSÁVEIS A UMA RCP
SUPORTE AVANÇADO DE VIDA
2. INÍCIO DA RCP
A
-
B
-
C

C
-
A
-
B
OU
SUPORTE BÁSICO DE VIDA
- Posicionar adequadamente o paciente (decúbito dorsal) sobre superfície rígida;

- Socorrista ao lado do paciente;

- Mãos sobre a metade inferior do esterno com os braços esticados;

- Iniciar as Compressões Torácicas (Massagem Cardíaca Externa);

- Comprimir o esterno (idealmente 05 cm) utilizando o peso do próprio corpo;

- Frequência das Compressões: 100-120/min
POSICIONAMENTO DAS MÃOS
SUPORTE BÁSICO DE VIDA
Em pacientes clínicos, utilizar a manobra de
Chin Lift
;
Em pacientes com suspeita de lesão cervical, utilizar a manobra de

Jaw Thrust
;

SUPORTE BÁSICO DE VIDA
- Em ambiente hospitalar, utilizar o
AMBU
(
Airway Mask Bag Unit
) conectado a uma fonte de oxigênio);

- Deve conter Máscara, Bolsa e Reservatório;

- As 02 primeiras ventilações (Ventilações de Resgate) devem ser realizadas após a realização de 30 compressões;

- Devem ser
sincrônicas
às compressões torácicas, em uma
relação de 30:02 (socorrista leigo)
ou
15:02 (socorrista profissional de saúde
;

- Devem proporcionar elevação visível do tórax;

UMA RCP DE ALTA QUALIDADE INCLUI

Frequência
de compressão entre
100-120/minuto
;

• Profundidade de
compressão
de
5 cm
em adultos;


Retorno total do tórax
após cada compressão;


Minimização das interrupções
nas compressões torácicas;


Evitar excesso de ventilação
.
OBSERVAÇÕES
A RCP deve ser realizada em forma de ciclos de
05 / 02 minutos
;

A cada ciclo, deve haver o revezamento do profissional massageador;

Após cada ciclo deve-se reavaliar o retorno da pulsação;

A dificuldade técnica de realizar a ventilação não deve impedir a realização da compressão torácica pois é a manobra que mais salva vidas.
Utilizar o
Desfibrilador Externo Automático (DEA)
assim que disponível.
a)
Ligar e seguir as instruções faladas pelo dispositivo;
b)
Posicionar as pás sobre o tórax desnudo da vítima. Falar alto "AFASTAR";
c)
Se o dispositivo indicar que deve haver choque, AFASTAR qualquer pessoa presente e apertar o botão de choque;
d)
Reavaliar pulso central;
e)
Voltar imediatamente para a massagem cardíaca externa. Após 5 ciclos de compressão, o DEA solicitará novo choque.
3. DESFIBRILAÇÃO (DEA)
SUPORTE BÁSICO DE VIDA
D
SUPORTE BÁSICO DE VIDA
3. DESFIBRILAÇÃO (DEA)
POSICIONAMENTO DAS PÁS
PÁ ESTERNAL – 2 º EICD PARA ESTERNAL
PÁ ÁPICE – 5 º EICE NA LHC
SUPORTE BÁSICO DE VIDA
3. DESFIBRILAÇÃO (PÁS FIXAS)
- Utilizar
SEMPRE
Gel Condutor (Risco de Queimaduras);

- Manter distância do corpo do paciente;

- Selecionar carga:
-
Monofásicos
: 120 a 200 joules;
-
Bifásicos:
360 joules;

- Após choque, reiniciar RCP se constatada ausência de pulso;

- Se pulso presente, estabilizar via aérea.
PARADA CARDÍACA
SUPORTE AVANÇADO DE VIDA
O
SAV/ACLS
segue a mesma
sequência C-A-B
, porém com outros recursos e intervenções possíveis. Envolve equipe multiprofissional.
(C) Circulação
Uso de desfibrilador para identificar arritmias passíveis de correção por choque e aplicação (se for o caso), massagem cardíaca externa mantida, AVP, uso de drogas vasoativas e investigação de outras causas

(A) Vias Aéreas
Intubação orotraqueal + fixação e verificação do posicionamento do TOT

(B) Respiração
Oferta de suporte de O2; ventilação 6~8 segundos = 8~10 ventilações/min, sendo
assíncronas
com as compressões torácicas

(D) Desfibrilação
Quando indicado (FV, TV). Diferenciar de AESp e Assistolia,

SAV - PADRÕES DE ARRITMIA
Os padrões de arritmias no PCR podem ser obtidos através da análise eletrocardiográfica que o equipamento desfibrilador oferece.


FIBRILAÇÃO VENTRICULAR (FV)
TAQUICARDIA VENTRICULAR SEM PULSO (TVSP) ASSISTOLIA
ATIVIDADE ELÉTRICA SEM PULSO (AESP)
São padrões possíveis:
A despolarização e repolarização se tornam assíncronas e caóticas;

Os ventrículos não contraem como uma unidade, eles "tremem" e não bombeam o sangue;

ECG: não se identifica claramente os complexos QRS, verifica-se ondulações irregulares da linha de base com frequência entre 150 e 500/min.
FIBRILAÇÃO VENTRICULAR
Áreas de infarto ou fibrose lentificam a propagação do impulso e podem também servir como foco ectópico;

ECG monomórfica: os complexos QRS são largos e bizarros, porém com a mesma morfologia e com ritmo regular. A frequência costuma estar entre 100 e 250bpm;

ECG polimórfica: os focos são vários e produzem ondas QRS diferentes. Degeneram mais facilmente para sem pulso.
TAQUIARRITMIA VENTRICULAR SEM PULSO
A atividade elétrica cardíaca está normal, porém não há contração como resultado. Pode estar relacionada também a insuficiência de enchimento de câmaras na diástole;

ECG: pode ter padrão de QRS estreito (<0,12s) ou largo, frequência rápida (>100bpm) ou baixa (<60bpm);

Não se consegue palpar pulso carotídeo.
ATIVIDADE ELÉTRICA SEM PULSO
ECG: ausência de atividade ventricular ou <6 QRS por minuto;

Ao identificar a "linha reta", verificar cabos do desfibrilador para se certificar de que não seja um achado falso.
ASSISTOLIA
Considerar que ao administrar medicação EV para um paciente com a circulação ineficiente, é necessário otimizar com a escolha por BOLUS, FLASH e ELEVAÇÃO DO MEMBRO;
É controverso o benefício das medicações no manejo da PCR, pois há dados que apontam que não há redução da mortalidade ou redução da taxa de sequelas neurológicas nos sobreviventes.
Portanto, NUNCA RETARDAR A RETOMADA DA MASSAGEM CARDÍACA PARA ADMINISTRAR MEDICAMENTO.
SAV - MEDICAÇÕES
DOSE: 1MG A CADA 03-05 MIN SEM DILUIÇÃO
DOSE: 01 DOSE DE 300 MG SEM DILUIÇÃO + MANUTENÇÃO
Os casos que não foram bem sucedidos na reversão, que não responderam às tentativas de identificação e manejo de causas reversíveis precisam ser encerrados em determinado momento;

Tempo mínimo = 20 min;

Considerar viabilidade neurológica, idade e expectativa de vida, desejo dos familiares, eventos violentos relacionados para decidir por tempo máximo ou reação pupilar à luz;

Pseudo-reanimação é inaceitável;

Não iniciar reanimação quando paciente declaradamente tem um documento de não-reanimação (depende da legislação local), quando há sinais de morte irreversível como rigor mortis, livor mortis.
SAV - TÉRMINO DA REANIMAÇÃO
Quando há sucesso na reversão da PCR, algumas complicações podem advir sobre o paciente, constituindo a Síndrome Pós-PCR:

Lesão Cerebral por Hipóxia
Pode surgir dias após parada; febre, hiperglicemia e convulsões podem agravar evolução. Sintomas incluem de transtornos cognitivos leves, a comprometimentos motores até a morte cerebral

Disfunção Cardíaca
Pode ser transiente e desaparecer dentro de 72h ou pode se manifestar como agravamento permanente da causa que levou a PCR

Isquemia/Lesão de Reperfusão
Pode levar a insuficiência de órgãos como rins, fígado, etc. Há risco aumentado de infecções nesses pacientes.


PROGNÓSTICO - SÍNDROME PÓS-PCR
CONDUTA PÓS-PCR
Paciente deve estar na UTI sob monitorização cardíaca, saturação de O2, glicemia, eletrólitos, temperatura corporal, função neurológica, balanço hídrico.


Medicações
Suporte Circulatório
Suporte Ventilatório
Soluções Eletrolíticas
ORGANIZAÇÃO DO CARRINHO DE EMERGÊNCIA
Desfibrilador
Material para Intubação
Tábua de Reanimação
Lacre de Segurança
ALGORITMO CIRCULAR NO SBV
(AHA, 2010)
Expectativa
Realidade
PRIMEIRA GAVETA - MEDICAÇÕES
SEGUNDA GAVETA - SUPORTE CIRCULATÓRIO
TERCEIRA GAVETA - MATERIAL DE SUPORTE VENTILATÓRIO
QUARTA GAVETA - SOLUÇÕES ELETROLÍTICAS
OBRIGADO!!!
pyetro_pimentel@yahoo.com.br

Baseadas em um processo internacional de avaliação de evidências que envolveu 250 revisores de 39 países da International Liaison Committee on Resuscitation (ILCOR)
CADEIAS DE SOBREVIVÊNCIA
CADEIAS DE SOBREVIVÊNCIA
É recomendado o uso de cadeias de sobrevivência distintas que identifiquem as diferentes vias de cuidado dos pacientes que sofrem uma PCR np hospital ou ambiente extra-hospitalar
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