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Primeiros Socorros Meio Escolar

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by

Vanessa Alves

on 31 January 2013

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Transcript of Primeiros Socorros Meio Escolar

Objetivos Sumário Acidente Escolar “O evento resultante da causa externa, súbita, fortuita, ou violenta, ocorrido no local e tempo de actividade escolar, que provoque ao aluno lesão corporal, doença ou morte” (artigo 3º do Decreto-Lei nº 413/99 de 8 de Junho) Nas escolas 74,8% dos acidentes ocorrem sobretudo nos espaços de maior atividade física, como o recreio e o local de jogos e prática de exercício (Carmona, 2005).

Confirma-se um aumento dos acidentes escolares dos 11 aos 14 anos, com um pico aos 13 anos de idade, em ambos os sexos, embora mais elevado no rapaz (15,4%) do que na rapariga (13,5%) (Carmona, 2005). Primeiros Socorros “O tratamento inicial e temporário ministrado a acidentados e/ou vítimas de doença súbita, num esforço de preservar a vida, diminuir a incapacidade e minorar o sofrimento” (Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular, 2010). Impedir o agravamento da situação e prevenir complicações. Hipoglicémia
Lidar com a pessoa com calma, meiguice e delicadeza;

Dar açúcar (1 colher de sopa cheia ou 2 pacotes de açúcar);

Determinar, se possível, uma glicémia capilar;

Após melhoria dar hidratos de carbono de absorção lenta (pão de mistura, bolachas de água e sal ou integrais, ou tostas). Hipoglicémia "Doença crónica caracterizada pelo aumento dos níveis de açúcar no sangue. Esta doença resulta de um deficiente funcionamento do pâncreas e da capacidade do nosso organismo usar a glicose (açúcar)." (por referencia) Diabetes Sinais e Sintomas O que fazer? EB 2/3 Sophia de Mello Breyner
EB 2/3 Cardoso Lopes Primeiros Socorros em Meio Escolar
Estudantes de Enfermagem CLE 2009-2013:
Joana Sofia Correia e Vanessa Alves 23 de Janeiro de 2013 Melhorar a capacidade de actuação dos Assistentes Operacionais perante acidentes em meio escolar


Fornecer informação sobre os principais acidentes em meio escolar

Promover a reflexão sobre situações de acidente em meio escolar Objetivo Geral Objetivos Específicos É provocado por falta de oxigénio no cérebro, à qual o organismo reage de forma automática, com perda de consciência e queda brusca e desamparada do corpo.



Excesso de calor, fadiga, jejum prolongado, permanência de pé durante muito tempo, etc. Desmaio Causas Objetivo Autocontrolo e sentido de responsabilidade.
Capacidade de organização e liderança.
Capacidade de comunicação.
Capacidade para tomar decisões.
Compreensão e respeito pelo outro.
Consciência das suas limitações. Qualidades do Socorrista Kit Primeiros Socorros Sinais e Sintomas Palidez.
Suores frios.
Falta de força.
Pulso fraco. Desmaio O que fazer?



Desapertar-lhe as roupas;

Colocar em Posição Lateral de Segurança

Mantê-la confortavelmente aquecida, mas, sempre que possível, em local arejado;

Logo que recupere os sentidos, dar-lhe uma bebida açucarada;

Consultar posteriormente o médico. Se a pessoa está prestes a desmaiar Se a pessoa já estiver desmaiada Crise Asmática A asma é uma doença respiratória crónica, na qual os brônquios reagem de forma excessiva em algumas circunstâncias, dificultando o fluxo normal de ar.









Exercício intenso (nomeadamente corrida)
Contato com alergénios
Conflito
Ansiedade
Castigos Possíveis Causas Bronquíolo Asmático Bronquíolo Normal Tosse seca e repetitiva.

Dificuldade em respirar.

Respiração rápida e difícil.

Respiração sibilante, audível, ruidosa (“pieira” e/ou “farfalheira”).

Sensação de falta de ar.

Comportamento agitado.

Pulso rápido, palidez e suores.

Prostração, apatia (“ar parado”). Sinais e Sintomas Crise Asmática O que fazer? É importante ser capaz de conter a angústia e a ansiedade da criança/jovem, falando calmamente e assegurando-lhe rápida ajuda médica.

Deve ficar com a criança/jovem num local arejado onde não haja pó, cheiros ou fumos.

Colocá-la numa posição que lhe facilite a respiração Contactar e informar a família.

Identificar e ajudar a administrar o tratamento prescrito (broncodilatador) Dificuldade respiratória que leva à falta de oxigénio no organismo.



Obstrução das vias respiratórias por corpos estranhos objectos de pequenas dimensões, limentos mal mastigados, etc.)

Ingestão de bebidas ferventes ou cáusticas.

Pesos em cima do peito ou costas

Intoxicações diversas

Paragem dos músculos respiratórios. Asfixia/Sufocação Causas Asfixia/Sufocação O que fazer? Sinais e Sintomas Estado de agitação;

Lividez;

Dilatação das pupilas (olhos);

Respiração ruidosa e tosse;

Estado de inconsciência,

Paragem respiratória

Cianose (tonalidade azulada) da face e extremidades.
Abra-lhe a boca e se estiver visível um corpo estranho, tente extraí-lo, usando o seu dedo indicador em gancho, mas sempre com muito cuidado para não o empurrar! Numa criança pequena Asfixia/Sufocação O que fazer? Coloque-se por trás da vítima e passe-lhe o braço em volta da cintura.

Feche a mão em punho e coloque-o logo acima do umbigo.

Cubra o punho com a outra mão e carregue para dentro e para cima, até 5 movimentos. No jovem/adulto Repita a operação as vezes que forem necessárias até à saída do corpo estranho Convulsão Uma convulsão é a resposta a uma descarga eléctrica anormal no cérebro. Sinais e Sintomas
Olhar vago, fixo e/ou “revirar dos olhos”

Face arroxeada.

Movimentos bruscos e descontrolados da cabeça e/ou extremidades.

Perda de consciência, com queda desamparada.

“Espumar pela boca”.

Perda de urina e/ou fezes.

Morder a língua e/ou lábios. Convulsão O que fazer? Afastar todos os objectos onde a vítima se possa magoar e amparar-lhe a cabeça com a mão ou com um objecto macio (camisola, toalha).

Desapertar a roupa à volta do pescoço; Anotar a duração da convulsão.

Acabada a fase de movimentos bruscos, colocar a vítima em PLS.

Manter a vítima num ambiente tranquilo.

Avisar os Pais. Estrangulamento Situação que pode surgir na escola ou no jardim-de-infância quando se deixa as crianças brincarem com fios, cordas ou gravatas que se podem enrolar à volta do pescoço. Estrangulamento O que fazer? Cortar imediatamente a corda ou o que estiver a fazer pressão em torno do pescoço da vítima.

Executar o Suporte Básico de Vida se houver sinais de asfixia:
- Agitação; lividez; dilatação das pupilas; respiração ruidosa e tosse; estado de inconsciência, paragem respiratória; cianose Fraturas Uma fratura é uma solução de continuidade no tecido ósseo.

Em caso de fractura ou suspeita de fractura, o osso deve ser imobilizado.

Qualquer movimento provoca dores intensas e deve ser evitado. Sinais e Sintomas Dor intensa no local.
Edema (inchaço).
Perda total ou parcial dos movimentos.
Encurtamento ou deformação do membro lesionado. Fraturas O que fazer? Como imobilizar? Fraturas Fraturas Imobilização do Braço Imobilização da mão e antebraço Expor a zona da lesão (desapertar ou se necessário cortar a roupa).

Verificar se existem ferimentos;

Tentar imobilizar as articulações que se encontram antes e depois da fractura, utilizando talas apropriadas ou improvisadas. Imobilização da perna e tornozelo Imobilização do pé Tentar fazer redução da fractura (tentar encaixar as extremidades).

Provocar apertos ou compressões que dificultem a circulação do sangue.

Procurar meter para dentro as partes dos ossos que estejam visíveis. Imobilização do maxilar Fraturas O que não deve fazer Posição Lateral de Segurança A Posição Lateral de Segurança (PLS) deve ser utilizada nas pessoas inconscientes que mantenham a ventilação.
Esta posição previne a obstrução das vias aéreas superiores, permitindo uma melhor ventilação. Posição Lateral de Segurança O que fazer? Com a vítima deitada, rodar a cabeça para o lado.
Pôr o braço do lado para onde virou a cabeça ao longo do corpo.
Flectir a coxa e o braço do lado oposto.
Rodar lentamente o bloco cabeça-pescoço-tronco, mantendo a vítima estável.
Manter a posição da cabeça virada para o lado. Hipoglicémia Grave Deitar a vítima em PLS

Fazer uma papa de açúcar e colocá-la no interior da bochecha. Se a vítima não recuperar ou não conseguir engolir, é uma situação grave que necessita transporte urgente para o Hospital! Se não houver melhoria, a criança deve ser transportada para o Hospital Se a respiração não se restabelecer e a vítima continuar cianosada, iniciar o SBV e ativar o Serviço de Emergência Médica Enviar a vítima ao Hospital sempre que:
for a primeira convulsão;
durar mais de 8 minutos;
se repetir.
Se a situação for grave, recorrer rapidamente ao Hospital As talas devem ser sempre previamente almofadadas e bastante sólidas. As fraturas têm de ser tratadas no Hospital. Na diabetes Ação da insulina • Palidez, suores, tremores das mãos;

• Fome intensa;

• Confusão mental, raciocínio lento, bocejos repetidos, expressão apática;

• Alterações de humor: irritabilidade, agressividade, “rabujice”, teimosia, apatia;

• Palpitações, pulso rápido;

• Perda da fala e dos movimentos activos;

• Desmaio, convulsão, coma. Desmaio O que fazer? Sentá-la com a cabeça entre as pernas ou deitá-la com as pernas elevadas;

Molhar-lhe a testa com água fria;

Dar-lhe de beber chá ou café açucarados; - Questionário de Avaliação
- Acidente Escolar
- Seguro Escolar
- Primeiros Socorros
- Kit Primeiros Socorros
- Diabetes
Hipoglicémia
- Asma
Crise Asmática
- Desmaio
- Asfixia/Sufocação
- Convulsão
- Estrangulamento
- Fracturas
- Posição Lateral de Segurança
- Análise de Casos
- Questionário de Avaliação Análise de Casos Formar 4 grupos com 4 elementos no mínimo 10 minutos para resolver o caso Situação 1 Ao brincar no recreio a Marta desequilibrou-se e magoou-se no tornozelo direito. Sente uma dor intensa e não consegue mexer o pé, que começa a "inchar".

Quais os cuidados que teria ao socorrer a Marta? Tranquilizar a Marta.

Expor o tornozelo direito.

Verificar se existem ferimentos associados.

Tentar imobilizar as articulações que se encontram antes e depois do tornozelo, com lenços e um pedaço de madeira, por exemplo.

Evitar movimentos.

Encaminhar a Marta para o Hospital. Situação 1 Situação 2 Um grupo de alunos está a jogar futebol. O João é asmático e começa a sentir uma grande dificuldade em respirar acompanhada de tosse seca e repetitiva.

Quais os cuidados que teria ao socorrer o João? Conter a angústia e a ansiedade do João, falando calmamente e assegurando-lhe rápida ajuda médica.

Levar o João para um local arejado onde não haja pó, cheiros ou fumos.

Colocá-lo numa posição que lhe facilite a respiração.

Contactar e informar a família.

Verificar se o João traz consigo o medicamento prescrito e ajudar a administrá-lo. Situação 2 Caso não esteja visível, coloque a criança de cabeça para baixo e dê-lhe algumas pancadas a meio das costas, entre as omoplatas, com a mão aberta. Manobra de Heimlich Pupila normal Pupila dilatada Situação 3 Situação 4 O Pedro não tomou o pequeno-almoço e no recreio, enquanto corria, começou a tremer, transpirar, ficou pálido e não conseguiu continuar a brincar.
O que está a acontecer ao Pedro?

Quais os cuidados que teria ao socorrer o Pedro? Situação 3
Se a Carolina respirar, deitá-la em PLS;

Desapertar-lhe as roupas;

Mantê-la confortavelmente aquecida, mas, sempre que possível, em local arejado;

Logo que recupere os sentidos, dar-lhe uma bebida açucarada;

Encaminhar a vítima para o hospital. Situação 3 Num dia de muito calor, a Carolina estava a saltar à corda quando se sentiu mal.
Quando chega ao local encontra a Carolina desmaiada.

Quais os cuidados que teria ao socorrer a Carolina? Hipoglicémia Moderada Convulsão O que não deve fazer Tentar imobilizar a vítima durante a fase de movimentos bruscos.
Tentar introduzir-lhe qualquer objeto na boca, nomeadamente dedos, lenços, panos, espátulas, colheres, etc.
Tentar acordá-la ou forçá-la a levantar-se.
Dar-lhe, seja o que for, a comer, a beber ou a cheirar. O Pedro está a ter uma crise de hipoglicémia;

Lidar com o Pedro com calma, meiguice e delicadeza;

Se o Pedro conseguir engolir dar açúcar: 1 colher de sopa cheia ou 2 pacotes de açúcar (10 a 15 g). Caso contrário, encaminhar para o hospital.

Aguardar 2-3 minutos e repetir a operação até melhoria dos sintomas.

Determinar, se possível, uma glicémia capilar com o kit individual do Pedro.

Após melhoria dar hidratos de carbono de absorção lenta (pão de mistura, bolachas de água e sal ou integrais, ou tostas). Situação 4 Recapitulando... Perante uma situação de acidente/doença:

1 - Assegurar as condições de segurança
2 - Identificar que tipo de situação se trata
3 - Agir de acordo com o preconizado
4 - Pedir auxílio Dúvidas ou questões...? Referências Bibliográficas CARMONA, Aurora (2005) Acidentes Escolares na área educativa de Castelo Branco e condições nas escolas da região centro para a 1ª assistência ao aluno acidentado. Lisboa: Faculdade de medicina de Lisboa. Tese de mestrado.

DECRETO-LEI n 50/98, D.R I SERIE A, 59 (11/3/1998), 944-950

DECRETO-LEI n 184/2004, D.R I SERIE A, 177 (29/7/2004), 4898-4914

DECRETO-LEI n 413/99, D.R I SERIE B, 132 (8-6-1999), 3221-3228

REIS, Isabel (2010) Manual de primeiros socorros situações de urgência nas escolas, jardins de infância e campos de férias. 3ª Edição. Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular. 978-972-742-330-9 Obrigada pela
sua atenção! Joana Correia e Vanessa Alves Luvas de látex descartáveis (2 pares).

Compressas esterilizadas (5 pacotes).

Ligaduras (3 unidades).

Adesivos (1 rolo).

Pensos rápidos (1 caixa).

Solução de iodopovidona dérmica (Betadine)

Soro fisiológico

Termómetro digital

4 pacotes de açúcar

Esfigmomanometro (1).

Gase com vaselina (5 pacotes).

Tesoura (1).

“Spongostan” (esponjas de coagulação).
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