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Análise de Pré-Viabilidade de um Projeto Minerário

Apresentação feita a partir do TCC da aluna Flavia Soares Barreto.
by

Aline Renata

on 28 November 2014

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Transcript of Análise de Pré-Viabilidade de um Projeto Minerário

Análise de pré-viabilidade
de um projeto minerário

Trabalho de Conclusão de Curso de Flavia Soares Barreto
Apresentação
Calouros 2014/2
Engenharia de Minas
UFMG

Introdução
Apresentação
Em um projeto de mineração, o trabalho da equipe técnica pode ser inútil se não houver uma avaliação econômica que assegure [com uma margem de erro aceitável] a viabilidade econômica do empreendimento.
Aspectos
jurídicos
administrativos
técnicos
financeiros
- graves prejuízos financeiros
- inviabilidade do empreendimento
- receber de volta o capital aplicado
- lucro
otimização da produção
MAior eficiência
menor custo

Maior lucro
Objetivos
Apresentar o conceito de análise de pré-viabilidade para um projeto minerário e um relatório completo para um empreendimento mineral simulado.
Revisão Bibliográfica
Fases do Empreendimento Minerário
Jazidas exploráveis economicamente
(maiores preços ou avanços tecnológicos podem tornar um depósito economicamente viável)
Análises técnicas - relatório de viabilidade
(potencial de desenvolvimento do depósito mineral e da produção)
Fase de implantação
- construção e preparação da mina e infraestrutura necessária;
- aquisição de terras
- programas compensatórios
Fase de operação
- produção do bem mineral
Um Estudo mal conduzido
Um Estudo bem feito
A implantação é um momento crítico na estrutura de planejamento. É necessária a análise técnica e econômica.
Fase de Planejamento
- critérios objetivos para tomadas de decisões;
- localização do empreendimento;
- infraestrutura, pessoas, materiais;
- melhor método de lavra;
- equipamentos;
- custos necessários ao investimento e operação do empreendimento.
Aspectos Econômicos
Fluxo de Caixa
entradas
saídas
liquidez
rentabilidade
riscos
Planejamento
Estudo conceitual
Pré-viabilidade Econômica
Viabilidade
preliminar
estimativa
orçamentos
intermediário
detalhes
técnico
fluxo de caixa
0,1% - 0,3%
0,2% - 0,8%
capacidade
tecnologia
custos
escopo
0,5% - 1,5%
Os benefícios são enormes para custos relativamente baixos dos estudos.
Estudo da Pré-Viabilidade do Projeto
- 5% a 15% das atividades da Engenharia de Minas estão concluídas;
- acurácia de +- 20% na estimativa de custo;
- 6 a 12 meses;
- 0,2% - 0,8% do custo do projeto final;
- selecionar cenário base para desenvolvimento futuro do projeto;
- detalhes para apoiar decisões de investimentos necessários;
- quanto maior a confiança nos dados coletados, maior a confiança nas conclusões do Estudo de Pré-Viabilidade.
Conteúdo do Estudo
- conclusão do modelo geológico do depósito;
- coleta e análise de dados mineralógicos do minério e estéril;
- testes metalúrgicos para definir método de beneficiamento;
- desenho da mina;
- cronograma de produção;
- desenho da planta de processamento;
- projetos de infraestrutura;
- coleta de dados ambientais;
- início do processo de consulta à comunidade.
trade-offs
Caso-Base
permite a conclusão
de um cronograma
do projeto
Relatório de Pré-Viabilidade de um Projeto Minerário
- descrição do projeto;
- geologia e pesquisa mineral;
- Modelo de Blocos para o depósito;
- desenho e operacionalização da cava final;
- cronograma de produção;
- Fluxo de Caixa;
- conclusões.
Descrição do Projeto
Projeto baseado em um recurso de cobre e molibdênio porfirítico localizado em uma região montanhosa da América do Sul.
A Planta do projeto consiste em mineração e processamento no local e concentrado transportado por navio ou ferrovia.
Geologia e Amostragem
Geologia do Depósito
Depósito composto de minerais de cobre disseminados em veias de quartzo. Zonas de alteração estão associadas a intrusões porfiríticas zoneadas de sulfeto de cobre-ferro central. A porção mais superior do corpo de minério é um núcleo potássico mineralizado de molibdênio, enquanto uma alteração argilítica compõe a região intermediária. Com relação à topografia, há uma área de baixa altitude acima do depósito, enquanto a área circundante é composta de montanhas por todos os lados.
Amostragem - furos de sondagem
Objetiva determinar o tamanho, forma, posição e orientação do corpo mineralizado, além da distribuição espacial dos teores. O método implementado foi a sondagem rotativa diamantada, que permite a capacidade de extrair a amostra, testar suas propriedades e guardá-la como registro, mantendo muitas das propriedades do material
in situ
.
Foram realizados 139 furos de 2 polegadas e cada amostra foi dividida em seções de 3 metros. Alguns furos foram perfurados com ângulo de 45 a 60 graus. O teor médio de cobre foi de 0,52% e de molibdênio 0,059%.
Composição das amostras -
Compósitos
Técnica utilizada para uniformizar as amostras. Consiste em combinar os valores das amostras adjacentes de perfurações de modo que todas as amostras avaliadas possam ter o mesmo comprimento e, dessa forma, a mesma influência.
O procedimento de composição foi realizado no software
Minesight
resultando em um teor para o Cobre de 0,515% e Molibdênio de 0,059%, o que reflete os resultados anteriormente encontrados.
Modelo de Blocos
Representação tridimensional do depósito, onde se procura quantificar os seus aspectos geológicos e técnico-econômicos, facilitando desse modo o futuro planejamento mineiro.
Com o modelo de blocos o que se pretende é determinar qual a profundidade final, área total e a topografia da superfície da escavação, com base em critérios econômicos; teor e tonelagem de cada bloco; estimativa dos custos associados à mineração de cada bloco e estimativas dos lucros com a extração de cada bloco de minério.
O objetivo principal na construção de um modelo de blocos para o depósito é facilitar o planejamento da futura exploração a céu aberto. Esse planejamento consiste basicamente no estabelecimento dos limites da escavação no final da exploração de forma a garantir a maximização dos lucros obtidos na lavra do depósito.
A cada bloco serão atribuídos diferentes parâmetros e essa atribuição poderá ser feita utilizando técnicas interpolativas.
- Método dos polígonos;
- Inverso do quadrado da distância (IQD);
- Geoestatística usando Krigagem.
Desenho e Otimização da Cava Final
Um dos fatores mais importantes no projeto de mineração a céu aberto é a determinação dos limites do pit final. Os Pits podem ser redesenhado várias vezes durante a vida de uma mina em resposta a mudanças nos parâmetros de projeto, à medida que mais informações são obtidas, e devido a mudanças nos valores de parâmetros técnicos e econômicos.
Ao longo dos anos a determinação da cava ótima de operação tem sido uma das áreas mais ativas da pesquisa operacional na indústria de mineração e muitos algoritmos foram publicados. O critério de otimização mais comum nesses algoritmos é a maximização do lucro global dentro das fronteiras do pit projetado, além da qual a explotação não será mais economicamente viável.
Lerschs e Grossmann (1965) apresentaram um algoritmo matemático que permite projetar o contorno de uma explotação a céu aberto de forma que se maximize a diferença entre o valor total do minério explotado e o custo total da extração do minério [e do estéril a ser decapeado] de forma a possibilitar a operacionalização da lavra.
O método trabalha a partir de um modelo de blocos e constrói matrizes de blocos relacionados que devem, ou não, serem lavrados. O resultado dessas matrizes é o limite da cava final que possui o maior valor econômico possível restringido pelo ângulo de talude gerais da cava.
Cronograma de Produção
A programação da produção tentará extrair o máximo de minério, o mais rápido possível, e irá se certificar de que há minério suficiente, de maneira exposta, considerando a remoção estéril. Ainda nesse quesito, será desenvolvida uma taxa de variação lógica, ao longo da vida útil da mina.
Utilizando um aplicativo no Excel foi feito um cronograma para o projeto, no qual calculou-se que, no primeiro ano, serão extraídas aproximadamente 37 mil toneladas de minério. Dessas, 26 mil vão para o moinho e 11 mil vão para a pilha de estéril.
Sendo a vida útil da mina 26 anos, ocorrem mudanças na tonelagem extraída por ano. A partir do ano onze, a extração passará dos 58000 Ktonnes (mil toneladas) e seguirá com essa produção até o ano 23, quando a mina entra em processo de fechamento.
O minério será extraído em fases, determinadas visando os retornos econômicos e otimização, além de adiar a remoção do estéril. Este projeto terá seis fases.
No início da vida do projeto, a relação estéril/minério é baixa, uma vez que a mina tem minério exposto suficiente. Com o passar dos anos, a extração começa a ser limitada e o minério exposto começa a diminuir, até que a produção de estéril supere a de minério. No fim do projeto, a produção de ambas diminui.

A produção de metal vendável total para a mina será de 910 mil Klbs de Molibdênio e 8667000 Klbs de Cobre. A produção de metal primário (Cobre) e maior a cada ano e a produção do subproduto (Molibdênio), mesmo sendo baixa, é importante para aumentar a receita total. A relação estéril/minério será de 0,93.
Fluxo de Caixa e Viabilidade Econômica
A montagem de um fluxo de caixa representativo, de todo o projeto, abrange toda a vida do empreendimento.

Entradas:
receita pela venda do minério (produto), valor da venda de equipamentos usados e retorno do capital de giro (reserva de caixa).
Saídas:
despesas com desenvolvimento da lavra, investimentos para a implantação da mina e usina de tratamento, custos operacionais para a lavra, tratamento, impostos, taxas e tributos.
Custos
Custos de Capital da Mina:
A soma dos custo por ano gerou um custo de equipamentos (perfuratrizes, escavadeiras, caminhões, veículos leves e equipamentos de apoio – tratores, pás e guindastes) total é igual a $489.900.00,00. Os custos de infraestrutura de mina (oficinas e apoio) é igual a $75.000.000,00.






Custo de Capital da Usina
O custo total dos equipamentos móveis resultou num montante de $75.000.000,00 (apoio à operação e veículos leves). Os custos de infraestrutura da usina (concentrados, britador, correias, oficinas, apoio, disposição de rejeitos) serão atribuídos ao capital dos anos anteriores ao início da operação, e correspondem a $1.590.000.000,00.
Os ativos da usina sofrem depreciação pelo tempo de uso, resultando também em um custo de depreciação anual. Esse cálculo é feito com base no valor do equipamento sobre o tempo de uso.









Custo de Capital de Apoio
Total: $309.500,000










Custos de Recuperação Ambiental
Depois de iniciado o processo de aproveitamento econômico dos recursos minerais, o encerramento de suas atividades deve ocorrer, seja pelo exaurimento da jazida, ou devido a fatores políticos, econômicos ou ambientais. Isso gera para o empreendedor a obrigação de recuperar a área lavrada.
Para o projeto, foi estimado um montante, tendo como base operações semelhantes, de U$ 80.000.000,00 a serem gastos no ano final da vida útil da mina.










Custo de Operação
Como descrito no modelo econômico de blocos, terão determinados custos associados a operação de mina (minério e estéril), usina, e downstream. Esses custos unitários expressos em $/tonne e $/lb foram usados para calcular o custo macro de operação no ano considerando a produção do referido ano. A soma dos custos de operação de cada ano, resultou no custo de operação global do projeto a saber: Custo de Operação total da mina: $ 10.183.387.923,00 Custo de Operação total Downstream: $ 9.234.408.550,00.
Receita
O cálculo para a receita total (bruta) para cada ano do projeto foi feito baseado no preço de venda do metal e na produção do metal no ano.
Somando-se os valores das receitas em cada ano é possível obter a receita total do projeto, que é igual a $35.722.404.503,00.
Avaliação Econômica de Projetos
Indica parâmetros de economicidade para que se possa decidir se é viável ou não investir em determinado projeto.
Fluxo de Caixa
Inicialmente, para analisar economicamente um projeto minerário, é necessário montar um fluxo de caixa que abranja toda a vida do empreendimento. Esse fluxo é calculado como a diferença das entradas e saídas futuras de capital, levando em conta as projeções de mercado.
entradas
Receita pela venda do minério (produto)
Valor da venda de equipamentos usados
Retorno do capital de giro (reserva de caixa)
Saídas
Despesas com licenciamentos
Despesas com desenvolvimento da lavra
Investimentos para a implantação da mina e usina de tratamento
Custos operacionais para a lavra e tratamento
Impostos, taxas e tributos
Segundo (Ferreira e Andrade, 2004 – Manual CETEM) se a análise econômica do projeto apresenta resultados favoráveis à sua implantação, o minério lavrado na mina, durante a vida útil do empreendimento, deve gerar receitas suficientes para pagar o custo de aquisição da propriedade e dos direitos minerários; os custos de desenvolvimento da mina, em sua fase pré-operacional: decapeamento, abertura de frente de lavra, sondagens para detalhamento do corpo mineralizado e abertura de galerias e poços, quando se tratar de lavra subterrânea.
Métodos de Análise do Fluxo de Caixa
Método do Payback:
O método do Payback consiste em analisar o tempo necessário para que o projeto
“se pague”
. Os fluxos de caixa são somados até que se obtenha valor igual ao investimento inicial. O projeto é viável quando o tempo necessário para se recuperar o investimento é igual ou inferior ao determinado pelo investidor.
Método do Valor Presente Líquido (VPL):
Esse método também leva em consideração o fator tempo no fluxo de caixa, aplicando-se ainda uma taxa de desconto que deve indicar o valor justo considerando-se o risco existente no investimento.
Onde:
t:
Período (Anos ou Meses)
n:
Vida útil do projeto
i:
Taxa Mínima de Atratividade
FC:
Fluxo de Caixa Líquido

Se o valor obtido nesse resultado for positivo, o projeto é viável, se for negativo, o projeto deve ser rejeitado.

Taxa interna de retorno (TIR):
É onde o VPL é igual a zero, ou seja, representa a taxa que deverá ser comparada com o custo de capital mínimo necessário para o projeto. De modo que, caso a TIR de um projeto seja superior ao custo do capital o projeto, ele é viável e deve ser aceito, caso seja igual pode ou não ser aprovado e caso seja inferior o projeto deve ser rejeitado, uma vez que não irá prover retorno financeiro algum.
Análise de Sensibilidade
Como se sabe, projetos minerários têm riscos e incertezas financeiras altas, sendo a análise de sensibilidade responsável por tratar desses problemas. O Método Tradicional consiste em medir o efeito produzido na rentabilidade do investimento, fazendo mudanças arbitrárias nas variáveis consideradas estratégicas e relevantes, como investimento, receita, preço do minério, teor, reserva, custos, entre outros. Com isso é possível ter uma idéia de quais incertezas podem afetar significativamente o resultado da análise, e a intensidade com que a afetam.
Valor do dinheiro no tempo
Uma quantia monetária hoje não tem o mesmo valor que no futuro, uma vez que o capital aumenta ao longo dos períodos. Isso ocorre devido a existência de juros. Portanto, nas operações de fluxo de caixa como somar, subtrair e etc. não se pode utilizar valores que ocorram em datas diferentes, deve-se trazê-los para uma mesma data.
Depreciação
A depreciação pode ser considerada uma despesa da empresa. Um exemplo de depreciação está nos equipamentos comprados para operação da mina ao longo da sua vida útil, ou seja, o registro da redução do valor dos bens pelo desgaste ou perda de utilidade por uso, ação da natureza ou obsolescência. O valor de depreciação deve ser uma reserva contábil da empresa para gerar fundos que irão possibilitar a substituição dos fatores produtivos no final de sua vida útil, ou seja, será reposto quando não tiver mais capacidade de uso ou ficar obsoleto.
Amortização
Por outro lado, para entender o conceito de amortização deve-se levar em consideração a utilização de recursos de terceiros para o projeto (empréstimos) como a melhor alternativa porque proporciona maior rentabilidade para o acionista, uma vez que as despesas financeiras são dedutíveis do imposto de renda, diminuindo o valor de impostos a serem pagos e otimizando o retorno econômico do projeto. Na amortização, cada prestação é uma parte do valor total, incluindo os juros e o saldo devedor restante, e traduz-se pela soma do reembolso do capital ou do pagamento dos juros do saldo devedor.
A principal diferença entre esses dois encargos é que, enquanto a depreciação relaciona-se com bens físicos, a amortização tem a ver com a diminuição de valor dos direitos (ou despesas diferidas) com prazo limitado.
Conclusão
Conclusão
Planejamento
custos
retorno
tempo
Eficiência
otimização
Teor Médio
0,52% cobre
0,059% molibdênio
vida útil da mina : 26 anos
algoritmo Lerchs-grossmann
Produção total
1.482.000 mil toneladas de minério
Relação estéril/minério
0,93
Fluxo de Caixa
Taxa de desconto - 14%
VPL - US$1096 milhões
TIR - 21,6%
O projeto parece robusto o suficiente para seguir adiante com a próxima fase de desenvolvimento.
Obrigado!
Alunos Engenharia de minas
2014/2
UFMG
Obrigado!
alunos 2014/2
engenharia de minas
UFMG
Referências bibliográficas
ARIOLI, Edir. Avaliação Comercial de Propriedades Minerais. Curitiba,2006. Disponível em <http:// www. mineropar. pr.gov.br /arquivos/ File/artigos /Avalpropmin. pdf >. Acesso em: maio/2014.

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Acesso em: maio/2014.

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