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O NASCIMENTO NAS DIVERSAS CULTURAS: RITOS E RITUAIS

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by

sofia costa

on 13 January 2015

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Transcript of O NASCIMENTO NAS DIVERSAS CULTURAS: RITOS E RITUAIS

Culturas pelo Mundo
Escola Superior de Enfermagem do Porto
Curso de Licenciatura em Enfermagem
1º Ano

Competência Cultural
Modelo de Enfermagem Transcultural de Medeleine Leininger

Introdução
Pertinência: Reprodução da vida e a preservação da espécie;

O desconhecimento das práticas e crenças de diferentes culturas compromete a eficiência dos cuidados na área da saúde.

O nascimento é tratado como um marco importante na vida

O nascimento é visto de forma muito semelhante contudo, as práticas referentes ao parto são diferentes consoante diferentes grupos de pessoas.

As práticas no momento do nascimento tornam-se um ritual do ponto de vista cultural quando ocorrem repetidamente

O NASCIMENTO NAS DIVERSAS CULTURAS: RITOS E RITUAIS
Ritos e Rituais
O Parto
Culturas Europeias - Roménia
Cultura Indiana - Hindu
Conclusão
Referências Bibliograficas
Trabalho realizado por:
Ana Rita Costa Ep5967
Filipa Silva Ep6031
Inês Resende Ep 6163
Nair Parente Ep 5978
Sofia Costa Ep 6073

Orientador(a):
Vitória Parreira

Unidade curricular: Socioantropologia da Saúde
Etnia Cigana
Elucidação de Conceitos
CULTURA MUÇULMANA
Hinduismo
O nascimento prematuro ao 8ºmês é atribuído à entrada de um gato no quarto da mãe. Acredita-se que a criança que nasça ao 8ºmês pode morrer no 8ºdia, no 8ºmês, no 8ºano ou no 18ºano, associando o nº 8 ao azar

Jatakarma - cerimónia de boas vindas à criança

Para afastar o mal é desenhado um ponto na forma de “Om” atrás da orelha da criança, usando Kajal

Um familiar com qualidades virtuosas escreve com açucar mascavado mergulhado em Ghee a palavra “Om” na língua do recém nascido, para que as boas qualidades dessa pessoas sejam transmitidas à criança
A amamentação nao é costume nos primeiros 2 dias

Acredita-se que os alimentos têm efeitos de “aquecimento” e “arrefeciemento” sobre as funções do corpo.

O 6ºdia após o nascimento é o dia mais auspicioso da vida de uma pessoa, tendo por isso alguns costumes associados: coloca-se um fio de algodão branco no punho, ou tornozelo ou então no pescoço, que mais tarde cai espontaneamente; e também se coloca uma folha de papel branco e uma caneta no berço do recém nascido, pois acredita-se que a deusa da aprendizagem “planeia” o seu futuro. Durante este dia a mãe faz jejum

Nome da criança
O rapaz deve ter um nome com um nº sílabas par e a rapariga um nº ímpar

Cerimónia de atribuição do nome - Namakarana- ocorre 10 ou 12 dias após o nascimento, altura em que a mãe é considerada "limpa". O objetivo do nome é inspirar a criança a seguir um caminho honesto

O nome é atribuido de acordo com o signo do Zodíaco no momento do nascimento. Exceto quando este ocorre em momentos como o eclipse ou quando há mudança dos signos do Zodíaco, aí é proibido dar o nome ao bebé

Annaprassana (aos 6 meses) – momento em que se deixa de amamentar o bebé para que este possa ganhar mobilidade

Chuda Karma – cerimónia para o corte do cabelo que pode acontecer em qualquer idade, dependendo da tradição familiar

Karnavedha – cerimónia para furar as orelhas, ocorre aos 3anos. Contudo, isto varia pois há famílias em que o pai não pode ver o bebé sem ter realizado algumas cerimónias obrigatórias, sendo esta uma delas

"(…) obter conhecimentos capazes de proporcionar cuidados de enfermagem sensíveis, responsáveis e culturalmente congruentes que conduzam à saúde e ao bem-estar dos indivíduos, das famílias, dos grupos ou das comunidades culturais. A teoria é única na medida em que analisa os significados, expressões, símbolos, modelos e práticas dos cuidados culturais que ajudam os enfermeiros a compreender de um ponto de vista cultural a saúde, a doença e as incapacidades de pessoas de culturas diversas ou semelhantes." (Leininger)
“A cultura agrega atitudes e costumes que se adquirem ao longo do processo de socialização, processo este que se caracteriza pela inserção de um indivíduo como membro funcional de uma comunidade”.
As parteiras são capazes de dispensar os cuidados necessários recém-nascido e à sua progenitora. Devem ser vistas como parceiras dos profissionais de saúde que contribuem para a redução da mortalidade infantil e materna.
Multiculturalismo e diversidade cultural

Praticar a arte de cuidar de forma culturalmente sensível.
Humanização do parto.

Todos os utentes têm direito a que as suas necessidades no que diz respeito aos cuidados de saúde sejam satisfeitas consoante as suas crenças e que estas sejam respeitadas.

Conceito é universal a nível biológico

Representa o conjunto de fenómenos e mecanismos que têm como finalidade a expulsão do feto, e dos seus anexos, do organismo materno, a partir do momento da viabilidade teórica do feto (cerca de 26 semanas após a conceção).

Rituais Estabilidade da estrutura social Coesão social

Segundo Peirano, citado por, Adriane Luisa Rodolpho:
"O ritual é um sistema cultural de comunicação simbólica. Ele é constituído de sequências ordenadas e padronizadas de palavras e atos, em geral expressos por múltiplos meios. Estas sequências têm conteúdo e arranjos caracterizados por graus variados de formalidade (convencionalidade), estereotipia (rigidez), condensação (fusão) e redundância (repetição)."
A importância de um ritual baseia-se essencialmente nesta inserção num contexto simbólico, ultrapassando o objetivo e observável.
Segundo Luís Mós, citando Neves (1999),
" a rápida transformação da nossa sociedade moderna, mediatizada e multicultural, exige que os enfermeiros se formem cada vez mais para a interculturalidade/mundialidade e se dispam definitivamente de etnocentrismos, na abertura à diversidade das pessoas – doentes/utentes – que delegam neles o cuidar. "
Cultura Chinesa
Religião Budista - Tibete
Autores do volume. - A Família, uma unidade de cuidados Enfermagem da Maternidade. In PERRY, L. - Enfermagem da maternidade. Edição, local de publicação: Editor, ano de publicação. pp. 17

ACKER, Justina Inês B. V., ANNONI, Fabrina; CARRENO, Ioná; HAHN, Giselda Veronice; MEDEIROS, Cássia Regina Gotler. As parteiras e o cuidado com o nascimento. Revista Brasileira de Enfermagem REBEn. Set- Out 2006, vol.59, n. 5, pp. 647-51

BRAGA, C.G. Enfermagem transcultural e a crenças, valores e práticas do povo cigano. Rev. Ese. Enf. USP. dez. 1997, vol.31, n.3, pp. 498-516.

FIAMENGHI, Geraldo A. Rituais familiares: alternativas para a re-união das famílias. Psicologia: teoria e prática. 2002, vol. 4, no. 2, pp.25-29. ISSN 1516-3687.

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JÚNIOR, Antônio Rodrigues; BARROS Nelson Felice de. Humanização do parto como resgate cultural. Physis Revista de Saúde Coletiva, 2011, vol. 21, No. 3, pp. 1161-1164.

MÓS, Luís. Herança cultural no parto. Lisboa: Março 2013. 38 diapositivos. Disponível em WWW em: http://repositorio.hff.minsaude.pt/bitstream/10400.10/921/1/heran%C3%A7a%20cultural%20no%20parto.pdf
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