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Atenção à saúde
Diretrizes de Atenção
Diretrizes de Atenção
Diretrizes de Atenção
à Pessoa com Síndrome de Down
à Pessoa com Paralisia Cerebral
à Reabilitação da Pessoa com Transtornos do Espectro do Autismo (TEA)
à Pessoa Amputada
Diretrizes de Atenção
"A nobreza de nosso ato profissional está em acolher aquela pessoa por inteiro, em conhecer a sua história, em saber com chegou a esta situação e como é possivel construir com ela formas de superação desde quadro.
Se reduzirmos a nossa prática a uma resposta urgente e uma questão premente, retiramos dela toda sua grandeza, pois deixam os de considerar, neste sujeito, e sua dignidade humana". ( Maria Lúcia Martinelli )

Diretrizes de Atenção à Pessoa com Paralisia Carebral
Diretrizes de Atenção
à Reabilitação da Pessoa com Traumatismo Cranioencefálico
Diretrizes de Atenção
à Pessoa com Lesão Medular
Princípios Finalísticos
Universalidade
Equidade
Integralidade da atenção à saùde

Diretrizes de Atenção à Reabilitação da Pessoa com TEA
Aspectos históricos:
(1843 - William John) Eventos adversos em pré-natal, perinatal e pós-natal.

Definição:

Corresponde a um grupo de desordens permanentes do desenvolvimento do movimento e postura, não progressivo, que ocorre no período fetal ou infantil podendo comprometer ainda o perfil de funcionalidade.

* Suas dificuldades e habilidades mudam com o tempo, em uma mesma pessoa.


Classificações da PC
Podem ser classificadas de acordo com a caracteristica clinica mais dominante:






Quanto à distribuição anatômica:
* Predominante em pré-termo.
Classificações de sinais clínicos e disfunções anatômicas (
Comprometimento motor das funções motoras globais e de função manual
).
GMFCS
- Sistema de Classificação da Função Motora Grossa.
MACS
- Sistema de Classificação da Habilidade Manual.

Classificação complementar à CID: "indivíduo-ambiente"
CIF
- Classificação Internacional de Funcionalidade, incapacidade e Saúde.
Diagnóstico:
Clínico (Anamnese e exame físico).

Condições Associadas:
Audição;
Visão;
Cognitivas e comportamentais;
Comunicação;
Crises convulsivas;
Crescimento e diagnóstico nutricional;
Condições musculoesqueléticas secundárias;
Doenças respiratórias;
Distúrbios do sono.


Acompanhamento:
Multiprofissional com fisioterapia, fonodiólogo, terapia ocupacional.

Cuidado nos seus diversos ambientes como domicilio, escola,...
Acompanhamento longitudinal:
GMFM
- Função motora grossa;
PEDI
- Aval. de Incapacidade;
CHORES
- Participação em Atv. diárias;
SCHOOL FUNCTION ASSESSMENT
- Amb. Escolar;
PEGS
- Autopercepção da criança;
MEEM
- Função cognitiva.
Cuidados com a Saúde da criança até os 2 anos:





Criança de 2 - 6 anos:



Aleitamento materno;
Imunizações;
Investigar distúrbios digestivos;
Avaliação ortopédica;
Acompanhamento DNPM.
Imunizações;
Avaliação ortopédica;
Acompanhamento DNPM;
Acompanhamento com fono e TO.
Cuidados com à Saúde da Criança de 6 - 12 anos:




Adolescente de 12 - 18 anos:



Cuidado com à Saúde do Adulto e do Idoso:

Imunizações;
Acompanhamento DNPM;
Situações especificas de uso de medicações;
Inserção no Amb. escolar.
Inclusão no Amb. escolar, trabalho e social;
Previnir condições mórbidas de mobilidade;
Apoio familiar.
Inclusão social
Melhor bem estar.
Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Defciência (NY, 2007)
Decreto nº 6.949, de 25 de agosto de 2009
MS (2011 - 2012) Define e regulamenta os dereitos da pessoa com Deficiência.
TEA deve ser considerado como defciência para todos os efeitos legais.
Leo Kanner, 1943 - sistematizou a cuidadosa observação de um grupo de crianças com idades que variavam entre 2 e 8 anos, cujo transtorno ele denominou de ‘distúrbio autístico de contato afetivo’.
Histórico
(a) Inabilidade em relacionamentos;
(b) Atraso na linguagem;
(c) Uso não comunicativo da linguagem;
(d) Repetição da fala do outro (ecolalia);
(e) Uso reverso de pronomes;
(f) Brincadeiras repetitivas e estereotipadas;
(g) Insistência obsessiva na manutenção da “mesmice”;
(h) Falta de imaginação;
(i) Boa memória mecânica;
(j) Aparência física normal

Diagnóstico
Sintomas principais (isolamento extremo e insistência obsessiva na manutenção da “mesmice”, em associação ao surgimento do problema nos primeiros 2 anos de vida).
(DSM-V ) Os critérios para Deficiência Intelectual enfatizaram que, além da avaliação cognitiva é fundamental avaliar a capacidade funcional adaptativa.
Transtornos Globais do Desenvolvimento:
Autismo;
Transtorno Desintegrativo da Infância;
Síndromes de Asperger e Rett.
* Transtornos do Espectro Autista (TEA).

A mudança refletiu a visão científica de que aqueles transtornos são na verdade uma mesma condição com gradações em dois grupos de sintomas: Déficit na comunicação e interação social; Padrão de comportamentos, interesses e atividades restritos e repetitivos.
DETECÇÃO DE SINAIS INICIAIS
Para fins de diagnóstico, manifestações do quadro sintomatológico devem estar presentes até os 3 anos de idade.

** Diagnóstico precipitado.
** Indicadores do desenvolvimento e sinais de alerta.
Indicadores Comportamentais
Em alguns casos, são observados comportamentos atípicos, repetitivos e estereotipados severos, o que indica a necessidade de encaminhamento para avaliação diagnóstica de TEA.
Motores;
Sensoriais;
Rotinas;
Fala;
Aspecto emocional.
Rastreamento
Indicadores Clínicos de Risco para o Desenvolvimento Infantil:

Irdi
- instrumento de observação e inquérito, uso livre pelos profissionais de saúde na Atenção Básica. Compostos por 31 indicadores;

Modifed Checklist for Autism in Toddlers
- (M-Chat) questionário de 23 itens com respostas "sim" e "não").
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