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TEORIA CONTINGENCIAL

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EaD Feevale

on 24 November 2016

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TEORIA CONTINGENCIAL
INTRODUÇÃO
- TEORIA DA CONTINGÊNCIA
se caracteriza como um passo além da Teoria de Sistemas.
ênfase no ambiente e nas demandas ambientais sobre a dinâmica organizacional.
- ABORDAGEM CONTINGENCIAL
Características ambientais condicionam as características organizacionais.
“The best way”. Não existe uma melhor maneira de administrar.
“It depends”. Tudo depende dos elementos envolvidos, do tipo de organização, tipo de tecnologia, natureza das tarefas, das pessoas, etc.
- VISÃO CONTINGENCIAL
Dirigida para a recomendação de desenhos organizacionais e sistemas gerenciais definidos para cada situação específica.

SURGE A PARTIR DE VÁRIAS PESQUISAS QUE RESULTARAM EM IMPORTANTES CONCEITOS PARA A ADMINISTRAÇÃO.

ORIGENS
PESQUISA DE CHANDLER

ANO: 1962
EMPRESAS: DuPONT, GM, STANDAR OIL E SEARS ROEBUCK

TIPO DE ESTUDO: COMPARATIVO

RESULTADOS: “A estrutura organizacional das grandes empresas americanas foi sendo gradativamente determinada pelas sua estratégia mercadológica.
PROCESSO HISTÓRICO
- ACUMULAÇÃO DE RECURSOS
- RACIONALIZAÇÃO DO USO DE RECURSOS
- CONTINUAÇÃO DO CRESCIMENTO
- RACIONALIZAÇÃO DO USO DE RECURSOS EM EXPANSÃO

PESQUISA DE BURNS E STALKER

ANO: 1961
EMPRESAS: 20 industrias inglesas
TIPO DE ESTUDO: verificação das relações entre práticas administrativas e o ambiente externo.
RESULTADOS: classificação das industrias em dois tipos:
Organizações Mecanicistas
Organizações Orgânicas

Desenvolvido por:
Vânia Gisele Bessi

A TEORIA DA CONTINGÊNCIA E SUAS “RAÍZES"
“As diferentes espécies de estruturas organizacionais foram necessárias para fazer frente a diferentes estratégias e ambientes. A alteração ambiental é o fator principal da estrutura adequada.”
Organizações Mecanicistas:
- Estrutura Burocrática assentada em minuciosa divisão do trabalho.
- Cargos ocupados por especialistas com atribuições perfeitamente definidas.
- Altamente centralizadas, as decisões são tomadas nos níveis superiores da empresa.
- Hierarquia rígida, baseada no comando.
- Sistemas simples de controle.
- Integração vertical entre superior-subordinado.
- Amplitude de controle do supervisor mais estreita.
- Maior confiança nas regras e procedimentos formais.
- Ênfase nos princípios da Teoria Clássica.

PESQUISA DE BURNS E STALKER
Organizações Orgânicas:
- Estruturas flexíveis com pouca divisão do trabalho.
- Cargos continuamente redefinidos por integração com outros participantes da tarefa.
- relativamente descentralizada, com decisões delegadas aos níveis inferiores.
- Tarefas executadas à luz do conhecimento que os indivíduos têm da empresa como um todo.
- Predomínio da interação lateral sobre a vertical.
- Amplitude de controle do supervisor mais ampla.
- Maior confiança nas comunicações.
- Ênfase nos princípios da Teoria das Relações Humanas.

PESQUISA DE BURNS E STALKER
COMPARAÇÃO DOS SISTEMAS MECÂNICOS E ORGÂNICOS
SISTEMAS MECÂNICOS
- Coordenação centralizada
- Padrões rígidos de interação em cargos bem definidos
- Limitada capacidade de processamento de informação
- Adequada para tarefas simples e repetitivas
- Adequado para a eficiência da produção
SISTEMAS ORGÂNICOS
- Elevada interdependência
- Intensa interação em cargos auto-definidos e mutáveis
- Capacidade expandida de processamento da informação
- Adequado para tarefas únicas e complexas
- Adequado para a criatividade e inovação

PESQUISA DE LAWARENCE E LORSCH
ANO: 1972
EMPRESAS: 10 empresas em 3 industrias (plásticos, alimentos empacotados e recipientes-containers)
TIPO DE ESTUDO: pesquisa comparativa buscando determinar as características que as empresas devem ter para enfrentar com eficiência as diferentes condições externas, tecnológicas e de mercado.
RESULTADOS: os problemas organizacionais básicos são a diferenciação e a integração.
PESQUISA DE LAWARENCE E LORSCH

Conceito de diferenciação: cada subsistema/departamento da empresa reage a parte do ambiente que esta exposto na realização da sua tarefa. Desta forma aparecem diferenças nas abordagens e estruturas dos diversos departamentos da empresa.

Conceito de integração: pressões do ambiente levam a busca de unidade de esforços e coordenação entre os vários departamentos/subsistemas para atingir objetivos.

Conceito de integração requerida e de diferenciação requerida: referem-se as pressões do ambiente e a relação do atendimento dessas pressões com o sucesso da empresa.
PESQUISA DE LAWARENCE E LORSCH

Desenvolvimento da pesquisa
- Indústrias de alto e baixo desempenho.
- Ambientes com diferentes graus de de (in)certeza e (des)estabilidade.
- Divisão do ambiente geral em três setores de mercado: ambiente mercadológico, ambiente técnico - econômico e ambiente científico.
- Conclusão: indústrias com elevado desempenho apresentam maior ajustamento às necessidades do ambiente através de alta diferenciação e integração interdepartamental através de um trabalho conjunto e integrado.
PESQUISA DE LAWARENCE E LORSCH

Com base na pesquisa os autores formulam a Teoria da Contingência:
“Não existe uma única maneira de melhor se organizar; ao contrário, as organizações precisam ser sistematicamente ajustadas às condições ambientais.”

Aspectos Básicos:
A organização é de natureza sistêmica, ou seja, ela é um sistema aberto.
As variáveis organizacionais apresentam um complexo inter-relacionamento entre si e com o ambiente.
As variáveis ambientais são independentes, desta forma as variáveis organizacionais são dependentes.
PESQUISA DE JOAN WOODWARD

ANO: 1958
EMPRESAS: amostra de 100 empresas de diferentes tipos de empresas ( de 100 a 8.000 empregados) - Sul da Inglaterra.
TIPO DE ESTUDO: analise comparativa buscando agregar as empresas em diferentes grupos de tecnologia de produção.

RESULTADOS: são identificados três grupos :
Produção unitária ou oficina
Produção em massa ou mecanizada
Produção em processo ou automatizada

Estes três tipos de produção envolvem diferentes abordagens tecnológicas que extrapolam para a organização empresarial.
Considerações sobre as 4 pesquisas
- Estreita dependência da organização em relação ao seu ambiente e à tecnologia adotada.
- As características de uma organização não dependem dela própria, mas das circunstâncias ambientais e da tecnologia adotada.
- Sendo assim, não existe uma única e melhor maneira de administrar uma organização, depende de todos os elementos externos e internos envolvidos com ela.
- Não existe “receita de bolo” no que se refere à gestão.
- A Teoria Contingencial é, hoje, a mais aceita das teorias tradicionais, porque envolve elementos das demais, com uma abordagem mais contemporânea.
AMBIENTE
Ambiente é tudo aquilo que envolve uma organização (ou um sistema).
Considerando a organização com um sistema aberto é natural que ela tenha relações com o ambiente.
Ênfase
Intra-Organizacional
Ênfase no
Ambiente
Clássica
Relações Humanas
Burocracia
Comportamental
Estruturalista
Sistemas
CONTINGÊNCIA

Condições Tecnológicas:
o desenvolvimento tecnológico e a necessidade da empresa se adaptar para não perder competitividade.
Condições Legais:
legislação vigente que afeta a empresa, seja auxiliando ou impondo restrições.
Condições Políticas:
decisões e definições políticas (federal, estadual e municipal) que afetam as empresas e orientam as condições econômicas.
Condições Econômicas:
conjuntura que determina a expansão ou retração econômica, o que por sua vez afeta a empresa.
Condições Demográficas:
características do mercado atual e futuro da empresa (tx de cresc., pop., raça, religião, dist. Geo., sexo, idade, etc..
Condições Ecológicas:
aspectos que podem influenciar a organização - ecologia social (poluição, clima, transportes, comunicações etc.).
Condições Culturais:
impacto na empresa através de seus participantes e funcionários.
Ambiente Geral: macroambiente geral que afeta, direta ou indiretamente, todas as organizações.
Ambiente de Tarefa: segmento do ambiente geral onde a empresa busca seus recursos e deposita suas saídas.

Fornecedores de Entradas:
fornecedores dos recursos que a empresa necessita para trabalhar- recursos materiais (matérias primas), recursos financeiros (capital), recursos humanos (pessoas) etc..
Clientes ou Usuários:
consumidores das saídas da organização.
Concorrentes:
aqueles que disputam com a empresa os recursos disponíveis e os tomadores de saídas.
Entidades Reguladoras:
órgãos que regulamentam e fiscalizam suas atividades (sindicatos, governo, associações de classe, órgãos protetores do consumidor etc.).
Ambiente de Tarefa: Domínio e Poder
DOMÍNIO
RELAÇÕES
DE PODER E
DEPENDÊNCIA
ENTRADAS
EMPRESA
SAÍDAS
AS ORGANIZAÇÕES BUSCAM AUMENTAR SEU PODER E DIMINUIR SUA DEPENDÊNCIA PARA PODE ESTABELER UMA RELAÇÃO DE DOMÍNIO COM O AMBIENTE
Tecnologia como variável ambiental:
É o componente do meio ambiente. À medida que as empresas adquirem, incorporam e absorvem as tecnologias criadas e desenvolvidas por outras empresas de seu ambiente de tarefa em seus sistemas.

Tecnologia como variável organizacional:
É o componente organizacional. À medida que faz parte do sistema interno da organização, já incorporada a ele, passando assim a influenciá-lo poderosamente e, com isso, influenciando também seu ambiente tarefa.
TECNOLOGIA
Tecnologia, ao lado do ambiente, constitui outra variável independente que influencia poderosamente as características organizacionais (variáveis dependentes).
Todas as empresas se utilizam de alguma forma de tecnologia, seja ela simples ou complexa.
Sob o ponto de vista administrativo: pode-se caracterizar tecnologia como Know-How (conhecimento, saber);
Sob o ponto de vista físico: Máquinas, equipamentos e instalações que são usados na transformação de insumos em resultados, ou seja, produtos ou serviços.
Incorporada: Uma placa de metal é constituída pelo metal mais a tecnologia que tornou possível a fabricação que está incorporada no equipamento industrial.
Não-Incorporada: Encontra-se nas pessoas. Ex.: Facilidade mental ou manual para executar as operações.
A tecnologia é um determinado tipo de conhecimento que é utilizado no sentido de transformar elementos materiais ou simbólicos em bens ou serviços, modificando sua natureza ou suas características.
TECNOLOGIA
Influência dos Fatores Humanos e Tecnológicos
FATORES
TECNOLÓGICOS
FATORES
TECNOLÓGICOS
FATORES
TECNOLÓGICOS
FATORES
HUMANOS
FATORES
HUMANOS
FATORES
HUMANOS
MECANIZAÇÃO
ARTESANATO
MANUFATURA
OPERAÇÃO DE
TECNOLOGIA
INTENSIVA
OPERAÇÃO DE
MÉDIA
TECNOLOGIA
OPERAÇÃO DE
M.D.O.
INTENSIVA
O HOMEM COMPLEXO
Aplicação da concepção contingencial ao estudo do ser humano
Econômico
Social
Organizacional
Administrativo
Funcional
Homem
Complexo
Referências
Imagens disponíveis em:
http://www.buscadorerrante.com/wp/2009/biografia-de-abraham-maslow/ Acesso em novembro-2010
http://www.historiadaadministracao.com.br/jl/index.php?option=com_content&view=article&id=65:frederick-herzberg&catid=10:gurus&Itemid=10 Acesso em novembro-2010
http://www.historiadaadministracao.com.br/jl/index.php?option=com_content&view=category&layout=blog&id=9&Itemid=9 Acesso em novembro-2010
http://pt.encydia.com/es/Herbert_Alexander_Simon Acesso em novembro-2010

BERTALANFFY, Ludwig Von. Teoria geral dos sistemas. Petrópolis, RJ: Vozes, 1975.
CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à Teoria Geral da Administração. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004.
BERTALANFFY, Ludwig Von. Teoria geral dos sistemas. 2. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 1975.
LACOMBE, Francisco; HEILBORN, Gilberto. Administração: princípios e tendências. São Paulo: Saraiva, 2003.
ROBBINS, Stephen; DECENZO, David A.. Fundamentos da Administração: conceitos essenciais e aplicações. São Paulo: Prentice Hall, 2004.
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