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Adoçamento do Gás Natural

Alunas: Ana Geisa Viana, Elys Amanda, Ingrid Alves, Nicole Stefanie, Viviane Soares. 2° A PeG
by

Nicole Stefanie

on 6 October 2015

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Transcript of Adoçamento do Gás Natural

Hidratos de
Gás Natural

Alunas:
Mickaele Gomes
Rafaela Viturino
Rízia Jezreel
Thais Vitória
Turma/Curso:
2° B Petróleo e Gás

Roteiro
Introdução
Escolha do processo de adoçamento
Escolha do processo de adoçamento
Descrição do processo de adoçamento com MEA
Capacidade do MEA diminuída:
Descrição do processo de adoçamento com MEA
Principais variáveis operacionais
Principais problemas operacionais da unidade
Referências
Processos de corrosão por
Definição;

(ácido sulfídrico) ou (dióxido de carbono);

"Dessulfurização" e "remoção de ";

Tal processo tem três principais finalidades, que são:
Segurança operacional;
Especificação do gás para a transferência;
Redução da corrosividade do sistema.
O aumento das taxas usuais de corrosão dos equipamentos;

Os principais mecanismos de corrosão associados à presença de H2S são os seguintes:
Corrosão galvânica;
Empolamento por hidrogênio;
Corrosão sob tensão.
Pressão de operação da torre absorvedora;

Relação da carga;

Vazão de água de reposição;

Diferença de temperatura entre a MEA pobre e o gás doce;

Temperatura de topo da regeneradora;

Teor de no gás doce.
Passa, basicamente, pela determinação da
pressão parcial
do gás ácido a ser removido;
Contribuição da pressão do componente ácido na pressão total do sistema
Levar em consideração:
A qualidade do gás a ser tratado;
A qualidade requerida pelo produto final.
Solventes físicos
Inconveniente (absorve hidrocarbonetos pesados);

Recomendado quando a pressão ou o teor do componente ácido são altos;

Econômico;
Solventes químicos
Aplicáveis mesmo quando as pressões parciais dos contaminantes são baixas;
Leito sólido
Possui alta seletividade;

Não remove o CO2;

Adsorção de gases ácidos;

Melhor aplicação em gases contendo de baixa a média concentrações de H2S e mercaptans.
Escolha do processo de adoçamento
Escolha do processo de adoçamento
O CO2 pode ter a sua recuperação viabilizada economicamente para fins de recuperação não convencional de petróleo;

Os compostos de enxofre não são removidos facilmente por processo de dessulfurização baseado em absorção com MEA;

Teores insignificantes de mercaptans, não sendo necessário nenhum processo de purificação.
Escolha do processo de adoçamento
Monoetanolamina (MEA);

Alta reatividade, excelente estabilidade química, facilidade de recuperação, baixo custo operacional e seletividade pelo H2S em presença de CO2;

Processo de menor custo quando comparado a unidade que utilizam DEA;

COS (sulfeto de carbonila) e (dissulfeto de carbono);
Escolha do processo de adoçamento
Massa molar: 61,08 kg/kmol;

Temperatura de ebulição: 171 °C;

Temperatura de congelamento: 10,5 °C;

Massa específica: 1,018 kg/m3;

Fórmula química: ;

Fórmula estrutural:
Como ocorre esse processo?
Gás ácido
MEA "pobre"
Gás doce
MEA "rica"
Torre absorvedora
temperatura
pressão

Transformação do MEA "rico" em MEA "pobre":
MEA “rica” é aquecida
vaso de expansão
torre regeneradora
Torre regeneradora: liquido = MEA “pobre” e gás = altos teores de e .

MEA “pobre” encontra-se em elevada temperatura e baixa pressão.
Formação de espuma na solução MEA
A espuma dificulta o controle do nível dos equipamentos por provocar interfaces instáveis que desestabilizam os sensores, com impacto negativo nas variáveis controladas do processo.
Baixa eficiência nos filtros de carvão;
Má qualidade do MEA;
Má qualidade da água de reposição;
Presença de hidrocarboneto no MEA;
Alta viscosidade do gás na torre absorvedora
As causas mais usuais são:
Ocorrência de corrosão na unidade
Tipo de amina utilizada;
Temperatura reacional;
Presença de contaminadores;
Concentração de amina e de gases no gás de entrada.

Os fatores mais críticos:
Concentração da solução de MEA;
Relação de .
Aumento da perda do MEA
Perdas do MEA podem ocasionar elevados custos operacionais.

Obrigada!
Principais problemas operacionais da unidade
Principais problemas operacionais da unidade
Introdução
Definição de hidrato
Estrutura básica do hidrato
O que o hidrato causa?
Local de formação de hidrato
Identificação da presença de hidratos
Inibidores da formação de hidratos
Mercaptans
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VAZ, C; MAIA, J; SANTOS, W.
Tecnologia da Indústria do Gás Natural.
Editora Blucher: 2007. p 415.
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