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TUBULAÇÕES PARA ESGOTO E DRENAGEM

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Bruno Rigamonti

on 16 September 2014

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TUBULAÇÕES PARA ESGOTO E DRENAGEM
Processo de Fabricação
Drenagem de Transposição de Talvegues
Bueiros
Esgoto Industrial
NBR 9648 (1986) – “Esgoto industrial: despejo líquido resultante dos processos industriais, respeitados os padrões de lançamento estabelecidos.”

Esgoto Pluvial
Compreende os serviços de captação e escoamento rápido e seguro das águas das chuvas. Se divide em três partes básicas:

PLUVIAL
Águas de origens naturais, tais como:
Drenagem
Escoamento de águas em excesso em um terreno para locais onde não afetem a segurança de pessoas e durabilidade de rodovias, ruas, contruções e edifícios;
Chuva
Fonte: http://www.allkart.net/newAllkart/2013/01/15/chuva-adia-abertura-da-copa-verao-em-itu/
Neve
Granizo
Fonte: http://blog.segurosemcasa.com.br/protecao-contra-granizo
Fonte: http://www.portugues.rfi.fr/franca/20121207-neve-chega-em-paris-e-provoca-atrasos-nos-aeroportos
Aço
Fabricação à partir de bobinas; normas
AASHTO
(American Association of State Highway and Transportation Officials) e
ASTM
(American Society for Testing and Materials)
Concreto
Norma ABNT NBR 8890/2007 - Tubo de concreto, de seção circular, para águas pluviais e esgotos sanitários - requisitos e métodos de ensaio
Aço
Deve atender às especificações dos aços para concreto armado conforme normas vigentes.
Aço
[Tubos]
Deve ser revestido adequadamente para resistir às condições ambientais. A união de chapas pode ser feita por parafusos ou cintas
Concreto
Deve considerar a agressividade dos meios interno e externo
Apiloamento
Mecânico ou manual
Vibração
Centrifugação
Vibro-prensagem
Compressão radial
Tubulares, celulares ou elipses
Simples, duplos ou triplos
Normais ou esconsos.
Se a tranposição não for possível através de bueiros, são utilizadas pontos ou pontilhões
Materiais
Concreto simples
Concreto armado
Chapa metálica corrugada
Polietileno de alta densidade
(PEAD)
Plástico reforçado de fibra de vidro
(PRFV)
Fonte: http://www.lobonoticias.com.br/2009/11/bueiro-celular-do-bairro-xarquinho-esta.html
Fonte: http://www.armcostaco.com.br/armco/Portugues/detProduto.php?codproduto=7&PHPSESSID=
Drenagem superficial
Bueiros de Greide
Materiais
Concreto simples
Concreto armado
Chapa metálica corrugada
Polietileno de alta densidade
(PEA)
Plástico reforçado de fibra de vidro
(PRFV)
Fonte: http://www.lobonoticias.com.br/2009/11/bueiro-celular-do-bairro-xarquinho-esta.html
Fonte: http://www.armcostaco.com.br/armco/Portugues/detProduto.php?codproduto=7&PHPSESSID=
Conduzem para locais de deságue seguro as águas captadas pelas caixas coletoras
Caixas coletoras, corpo e boca
Tubos de concreto armado ou metálicos
Corta rios
canais de desvio abertos para evitar sucessivas obras de transposições de talvegues
Valetas de proteção
Sarjetas/ Valetas
Saídas d'água
Descidas d'água
Caixas Coletoras
Bueiros de Greide
Bruno Rigamonti
Guilherme Pedroni
Ilton Moreira
Thaimara Ramos

Fonte: http://trairaoemdestaque.blogspot.com.br
Bueiro de concreto de seção retangular (celular)
Bueiro em formato de elipse
Caixa coletora com tampa
Fonte: http://www.papo10.org/tubos-de-concreto-armado-para-uma-tubulacao-perfeita/
Tubos de concreto armado
Drenagem de Travessia Urbana
Sarjetas
Conduzem água
Bocas-de-lobo
Ponto de captação das águas Pluviais
Galerias Pluviais
Interliga poços de visita até o despejo em um curso d'água.
http://www.ebah.com.br/content/ABAAAfKEkAD/concreto-simples?part=5
http://agal-gz.org/blogues/index.php/consultorio/?title=esgoto-sarjeta-e-bueiro&more=1&c=1&tb=1&pb=1
Boca de Lobo
http://cafeina.lowebrasil.com.br/?p=1337
Galeria Pluvial
http://www.parana-online.com.br/editoria/policia/news/404119/?noticia=CORPO+DE+GAROTO+E+ENCONTRADO+EM+GALERIA+PLUVIAL
Calhas;
Tubos de queda ou condutores:
guiam a água coletada dos telhados até à rede coletora.
Rede coletora.

Materiais de fabricação das calhas
Calha galvanizada;

Chapa de cobre;

PVC
Cimento Amianto;

Concreto
http://forumdaconstrução.com.br
http://forumdaconstrução.com.br
Tubulação de PVC, é o mais importante não-metálico utilizado, vem sendo o substituto para os aços inoxidáveis e metais não-ferrosos, devido a:
Resistencia muito alta a corrosão.
•Baixa condutividade elétrica e térmica.
•Facilidade de fabricação e manuseio.
•Longa durabilidade.
•Baixo custo.
•Resistência a temperatura vai de -40°C a 65°C.
•Boa resistência aos ácidos minerais diluídos, aos álcalis, às soluções salinas, a água salgada e a vários outros produtos químicos
O sistema adotado pelo Brasil é o Sistema Separador Absoluto, onde o esgoto doméstico e o industrial ficam completamente separados do esgoto pluvial
•Drenos Profundos – evitam instabilidade, captando e aliviando o lençol freático.
•Tubos de concreto, cerâmica, plástico rígido ou flexível corrugado e metálicos.
•10cm < D < 15cm
•Drenos Espinha de Peixe – grandes áreas (pavimentadas ou não), pequena profundidade
•Cegos ou com tubos rígidos ou flexíveis
Drenagem Subterrânea
Dreno subterrâneo tipo espinha de peixe
http://www.abtc.com.br/site/noticia_836.html
Esgoto
Águas após a utilização humana, as quais apresentam suas características naturais alteradas
Esgoto
Matéria Orgânica
Organismos (patogênicos ou não)
Minerais
Esgoto
Curso natural da água
Estações de Tratamento
Introdução
Objetivos
Correto dimensionamento, projeto e funcionamento de sistema de drenagem e esgoto no âmbito do crescimento urbano e industrial.
Materiais utilizados na fabricação de tubos;
Tipos de tubulações, suas aplicações e variáveis de projeto;
Critérios de seleção.
O dimensionamentos das tubulações e seus respectivos equipamentos deve ser feito de acordo com a norma regulamentadora NBR 8160/83 (Antiga NBR 19).

Tratamento de Esgoto da Região Metropolitana de São Paulo
www.prefeitura.sp.gov.br/
Material
PVC possui cerca de 57% de cloro e 43% de eteno (derivado do petróleo).
A resina do PVC é comercializada em forma de pó fino e branco, ao qual deverão ser adicionados aditivos que tornam o PVC processável, além de conferir características especificas. Os aditivos são usados de acordo com as características exigidas, podendo ser, rígidos ( como tubos para água e esgoto), ou ainda ser flexível como uma mangueira.
Tubos para Drenagem e Esgoto Pluvial
http://portuguese.hisupplier.com/product/1381079-centrifugal-cement-pipe-machinery-of-lx-series.html
Ocupação desordenada
Alagamento
1.Introdução
2.Objetivos
3.Tubulação para Esgoto Doméstico
4.Tubos para Drenagem e Esgoto Pluvial
5.Tubos para Esgoto Industrial
6.Tubulação para Gases Residuais
7.Drenagem de Emergência
8.Estudo de Caso
9.Conclusões
10.Referências Bibliográficas
Índice
Expansão Urbana
Crescimento populacional
Ocupação desordenada
Impermeabilização do solo;
Modificação das características hidrológicas;
Saneamento básico precário ou deficiente
Problemas de escoamento superficial;
Risco de enchentes, inundações e deslizamentos;
Lançamento de resíduos em córregos e rios
Tubulações para Esgoto Doméstico
Tubulações para gases residuais
Os fatores determinantes na seleção do material a ser utilizado na tubulação de gases residuais serão:
* natureza do gás conduzido – PH, toxidade, etc.
* Condições de serviço – Temperatura, pressão
* Custo dos materiais – Custo de aquisição e manutenção.
* Experiência prévia – utilizar um material novo para tal aplicação
* Resistência a corrosão (sobre-espessura de sacrifício)
* Custo dos materiais
* Tempo de vida previsto
Materiais para gases com temperaturas acima do ponto de orvalho:
Os gases secos com temperaturas acima do ponto de orvalho em geral são pouco corrosivos, logo os materiais podem ser empregados até os seus limites de temperatura. Tubulações são constituídas de aço-carbono, aços-liga ou aços inoxidáveis.
Materiais para gases com temperaturas abaixo do ponto de orvalho:
Para gases a temperaturas abaixo do ponto de orvalho poderá haver severa corrosão, logo deve-se usar tubos de materiais mais resistentes a corrosão ou com revestimento interno anticorrosivo de plástico, borrachas concretos, etc.
Ponto de Orvalho:
Ponto de orvalho designa a temperatura à qual o vapor de água presente no ar ambiente passa ao estado líquido na forma de pequenas gotas por via da condensação, o chamado orvalho. Em outras palavras, é a temperatura à qual o vapor d'água que está em suspensão no ar condensaria (viraria "orvalho") sob a mesma pressão.
Materiais para gases a alta temperatura:
Recomenda-se drenagem ou preenchimento com um gás inerte nos casos onde a tubulação normalmente trabalha a quente, mas fora de operação, ou em condições anormais, ficam em temperaturas inferiores ao ponto de orvalho.
Materiais para gases de baixa pressão:
Para a distribuição de gases de baixa pressão as tubulações podem ser enterradas, podendo-se empregar tubos de ferro fundido de ponta e bolsa (especiais para gases) ou tubos de aço-carbono com costura. Nessas tubulações deve-se adotar precauções para coleta de líquidos condensados, ter caimento constante e separadores de líquidos nos pontos baixos.
Normas ABNT:
* ABNT NBR 13103 - Adequação de ambientes residenciais para instalação de aparelhos que utilizam gás combustível;
* ABNT NBR 14570 - Redes de distribuição interna para gases combustíveis em instalações residenciais e comerciais - Projeto e execução;
* ABNT NBR 15358 - Rede de distribuição interna para gases combustíveis em instalações industriais – Projeto e execução;
* ABNT NBR 15526 - Redes de distribuição interna para gases combustíveis em instalações residenciais e comerciais – Projeto e execução;
* ABNT NBR 13193 - Emprego de cores para identificação de tubulações de gases industriais – Procedimento
Drenagem de emergência
* As tubulações são encarregadas de coletar e conduzir ao destino conveniente os diversos efluentes fluidos.
* Os fluidos que circulam nas tubulações de drenagem de emergência são os mesmos que estão sendo processados.
* Nas indústrias de processamento de fluidos existem quase sempre redes especiais de esgotos para fluidos residuais e também para a drenagem de emergência da instalação.
* Nessas tubulações os fluidos circulantes são os próprios fluidos que estão sendo processados.
* Os materiais empregados são os mesmos das tubulações de processo. Na maioria dos casos são tubos de aço-carbono soldados a topo.
* As tubulações são geralmente acima do solo.
* A drenagem de emergência pode ser feita succionando o fluido com bombas (pumpout) ou deixando ele ser expulso pela própria pressão do sistema (blow down).
Estudo de Caso
Sistema DUAL

Esse sistema é dividido em dois subsistemas:
Subsistema de coleta e transporte;
Subsistema de ventilação.  

Subsistema de coleta e transporte
Esse subsistema foi projetado de forma que as tubulações não passem por estruturas de concreto (vigas baldrame), e sim desviem por baixo das mesmas.

Tubulações :
- Ramais de descarga;
- Ramais de esgoto;
- Subcoletores;
- Coletor predial.

Subsistema de Ventilação
Todas as colunas de ventilação devem possuir terminais de ventilação instalados em suas extremidades superiores e estes devem estar a 30 cm acima do nível do telhado
Tubulações
- Ramais de ventilação;
- Colunas de ventilação (CV);

Normas
- ABNT-NBR 8160/1999 – Sistemas prediais de esgoto sanitário – Projeto e execução;
- ABNT-NBR 7229/1993 – Projeto, construção e operação de sistemas de tanques sépticos;
- ABNT-NBR 13969/1997 – Tanques sépticos - Unidades de tratamento complementar e disposição final dos efluentes líquidos - Projeto, construção e operação;
-- ABNT-NBR 8160 – Sistemas prediais de esgoto sanitário – Projeto e execução;
Conclusão
Sobre as instalações tubulares, conclui-se que há necessidade de cuidados especiais para manejo, transporte, instalações e montagem.
As instalações industriais se mostram particularmente de difícil obtenção de informações, visto que há uma vasta gama de cadeias produtivas, e com diferentes fluidos efluentes.
Portanto o correto dimensionamento e projeto dos sistemas de drenagem e esgoto são indispensáveis para que não haja falhas do sistema, que podem ocasionar desde pequenos problemas a grandes danos.
Bibliografia
http://www.saojosedonorte.rs.gov.br/arquivos/file/licitacoes/8943FNDE-PE-EG-B-Memorial_Tecnico.pdf

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 8890: Tubo de concreto de seção circular para águas pluviais e esgotos sanitários – Requisitos e métodos de ensaios. Rio de Janeiro, 2007. 36p.
•BARRETO, Douglas. Critérios Técnicos para Seleção de Tubos de Concreto para Redes Coletoras de Esgoto e de Drenagem Urbana. 2003. 111p. Monografia - Graduação em Engenharia Civil com ênfase Ambiental – Universidade Anhembi Morumbi, São Paulo, 2003.
•CARVALHO, Daniel Fonseca; SILVA, Leonardo D. B. Hidrologia. 2006.
•DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTURA DE TRANSPORTES. Diretoria de Planejamento e Pesquisa. Coordenação Geral de Estudos e Pesquisa. Instituto de Pesquisas Rodoviárias. Manual de Drenagem de Rodovia – 2. ed. – Rio de Janeiro, 2006. 333p.
•DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTURA DE TRANSPORTES. Diretoria de Planejamento e Pesquisa. Coordenação Geral de Estudos e Pesquisa. Instituto de Pesquisas Rodoviárias. Álbum de Projetos-tipo de Dispositivos de Drenagem – 2. Ed. – Rio de Janeiro, 2006. N.p.
•MALHEIROS, T.F. et al. Estudo de Caso de uma Microbacia Urbana – Drenagem e Aspectos Sócio-ambientais. CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA EM RESÍDUOS E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, 2004, Florianópolis. Instituto de Ciência e Tecnologia em Resíduos e Desenvolvimento sustentável – ICTR. Florianópolis, SC.
•PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO. Instruções Técnicas para Elaboração de Estudos Hidrológicos e Diimensionamento Hidráulico de Sistemas de Drenagem Urbana. 2010. 60p. Rio de Janeiro, 2010.
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