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Crowdsourcing bem mais que a alquimia das multidões

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Alexandre kaskas

on 10 April 2015

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Crowdsourcing bem mais que a alquimia das multidões

Agenda
Introdução
objetivos
Justificativa
inteligência coletiva e gestão da inovação na era do conhecimento
Inteligência coletiva
gestão da inovação
Web 2.0: plataforma para o conhecimento coletivo
mídias sociais
geração web
Crowdsourcing: a sabedoria das multidões
Crowd Wisdom
Crowd Creation
Crowd Voting
Crowd Funding
Conciderações finais
Referências
Introdução
Esta apresentação tem como foco tratar do método Crowdsourcing como instrumento da inteligência coletiva na gestão estratégica para a inovação. Para isso, tratarei de expor sua importância quanto processo criativo passível do uso pelas organizações. A metodologia adotada foi uma pesquisa bibliográfica em fontes impressas e digitais para fins de construção teórica, além de uma pesquisa na internet com o objetivo de identificar plataformas crowdsourcing. Irei abordar os conceitos de inteligência coletiva, inovação, web 2.0 e crowdsourcing.
Crowdsourcing: a sabedoria das multidões
Plataformas de Crowdsourcing
Inteligência coletiva e gestão da inovação na era do conhecimento
“[...] podemos caracterizar a internet, em primeiro lugar, pela interatividade de muitos-para-muitos” (ALVES, 2008, p. 29).
Quadro
A economia do conhecimento propõe em síntese:
a) Economia de recursos humanos;
b) Analisar a informação útil para as irganizações;
c) Tornar a informação disponível em tempo hábil, fácil e oportuna.

Inteligência coletiva
Gestão da inovão
Web 1.0
Web 2.0
Objetivo geral
Tendo como base tais ideias, este estudo objetiva, de maneira geral, analisar o Crowdsourcing como instrumento da inteligência coletiva que tem como plataforma a web 2.0 que auxilia na gestão da inovação na economia do conhecimento.
Objetivos específicos
Crowd Wisdom
Crowd Creation
Crowd Wisdom
Crowd Creation
Considerações finais
Based on Jim Harvey's speech structures

Alexandre José dos Santos
Orientadora: Prof. Dra. Andréa Vasconcelos Carvalho

O termo Crowdsourcing é uma fusão das palavras em língua inglesa Crowd e Sourcing. O artigo The rise of Crowdsourcing, de Jeff Howe, é apontado como a primeira publicação sobre o tema e esclarece que “uma empresa ou instituição assume um trabalho realizado tradicionalmente por determinado agente (geralmente um funcionário) e o terceiriza a um grupo de pessoas indefinido, geralmente grande, pela internet” (HOWE, 2006 apud GOOSSEN, 2009, p. 12).
“tem como principais objetivos, a criação de conteúdos e soluções ou desenvolvimento de novas tecnologias”. (SEGUNDO MATOS, 2011, p. 13)
O objetivo das plataformas crowd wisdom é de usar conhecimento e competências de um grupo ou comunidade, com a finalidade de promover resoluções e até prover resultados.


“A obtenção das condições corretas por parte da comunidade irá criar uma performance superior a qualquer número de colaboradores, sendo que cada vez mais as organizações exploram este tipo de conhecimento”. (HOWE, 2006 apud MATOS, 2011, p. 15)

O modelo crowd creation é designado para a criação de conteúdo de maneira colaborativa ou individual. As plataformas de crowd creation permitem a criação de conteúdos de custo baixo, as áreas de criação abrangidas por esse método consistem em: a) área organizacional; b) área cinematográfica; c) mídias sócias; d) área do marketing; e e) área da saúde.

“as organizações que criam uma cultura de inovação, ao mesmo tempo que estruturam um modelo de inovação baseado na inteligência comum estarão em melhores condições de criar novas vantagens competitivas”. (SOUSA, 2011, p. 13)

Crowd Voting
Esta ferramenta é usualmente aplicada para captar tendências e medir o interesse de uma comunidade sobre um tema, conceito, tendência, etc. A grande comunidade participante desta ferramenta tem uma ligação direta com as decisões de negócios. Pois, uma organização pode usufruir da multidão para traçar ranks de conteúdo, uma vez que se faz uso do julgamento dos usuários para filtrar novas ideias.
Crowd Funding
“[...] o crowdfunding consiste num processo em que o próprio público colabora para o financiamento de um projeto”. (FELINTO, 2012, p. 140)


“[...] uma espécie de vaquinha virtual ou um mercado de mecenas digitais”.(TEXEIRA JR, 2010, p. 115)

Como funciona:

a) A organização descreve o que necessita entre os serviços oferecidos pela plataforma;
b) definir quanto quer despender monetariamente para os desenvolvedores;
c) talentos criativos participam de uma concorrência;
d) escolha do melhor trabalho;
e) satisfação com o serviço ou devolução do dinheiro.
A plataforma DesignCrowd (figura 04), é um mercado online, o qual fornece logotipos e serviços de design gráfico. O site agencia uma equipe virtual de 150.876 designers espalhados pelo mundo.
Em resumo trabalha com os seguintes passos:
a) descrever o projeto e traduzir essa visão para os diversos designers;
b) conheça os designs, que o site lhe manda via e-mail;
c) compartilhe os designs com amigos e dê um feedback para os artistas oferecendo possíveis alterações;
d) escolha o melhor design.
Crowd Voting
Como funciona:

a) O site fornece uma template (documento com apresentação visual);
b) Quando aprovado pelos moderadores, o trabalho é destinado à votação;
c) Cada estampa tem um tempo médio de 10 dias corridos para a votação do público;
d) A Camiseteria seleciona de quatro a oito propostas, em intervalos de quinze dias;
e) Os vencedores recebem o prêmio em dinheiro.

Crowd Funding
Em resumo o Catarse trabalha com os seguintes pontos:

a) O desenvolvedor do projeto submete para site que avalia o projeto e o edita se necessário;

b) O desenvolvedor elabora um conteúdo (texto ou vídeo) para os usuários avaliarem seus projetos;

c) Data limite para arrecadação;

d) Premiação para cada colaborador.

Os objetivos específicos norteiam-se em:

a) caracterizar a inteligência coletiva e sua importância para as organizações;
b) caracterizar a Web 2.0 e seus recursos como plataforma colaborativa;
c) caracterizar o Crowdsourcing e suas variações; e d) identificar as principais plataformas de Crowdsourcing disponíveis, destacando as brasileiras.
“[...] argumenta que toda riqueza, incluindo empregos, salários e acumulação de capital, se forma a partir de dados e informações úteis”. (DRUCKER, 1998 apud TIGRE, 2006, pag. 241)



“uma economia baseada no conhecimento se apóia efetivamente na habilidade de gerar, armazenar, recuperar, processar e transmitir informações, funções potencialmente aplicáveis a todas as atividades humanas”. (TIGRE, 2006, p. 241, grifo do autor)

De modo geral o conceito de Inteligência coletiva descreve que ninguém é detentor do saber e que todos têm algo a compartilhar. Assim, pensar em Inteligência coletiva é entender que se trata de uma inteligência compartilhada, ou seja, é proveniente da colaboração de muitos indivíduos.


Segundo Lévy (2007, p. 28-29) “[...] a base e o objeto da inteligência coletiva são o reconhecimento e o enriquecimento mútuo das pessoas, e não o culto de comunidades fetichizadas e hipostasiadas”.
Lévy contempla a Inteligência coletiva ou Inteligência compartilhada
como um fenômeno que vem se desenvolvendo ao longo de séculos, como consequência do desenvolvimento da sociedade como um todo.

"Podemos acompanhar o surgimento de uma inteligência coletiva da humanidade global desde o século XVI. Esse movimento se acelera na última década do século XX, com o início da unificação política do planeta, o sucesso das abordagens liberais, a fusão da comunidade universitária e da indústria, a explosão do ciberespaço e a virtualização da economia". (LÉVY, 2001 apud SZABÓ; SILVA, 2007, p. 46)

Complementando este raciocínio com foco no proposto em Lévy, os pesquisadores Szabó e Silva (2007, p. 47) concluem que:

[...] os processos informacionais no ciberespaço apresentam um aspecto complementar à ampliação da consciência humana, que é a formação da inteligência coletiva, um processo de conexão de saberes e de criatividade em escala global, que possibilita a ação social transformadora.

Segundo Wikipédia (2013) sua missão enquanto plataforma colaborativa esta em “empoderar e engajar pessoas pelo mundo para coletar e desenvolver conteúdo educacional sob uma licença livre ou no domínio público, e para disseminá-lo efetivamente e globalmente”.
É indiscutível a necessidade vital das organizações por informação, mais ainda por inovação. A internet tem acelerado o intercâmbio de informações correntes criando até um ambiente preferencial para coleta de informações.

“as organizações que buscam inovação já não podem confiar unicamente no conhecimento que advém da sua base interna de colaboradores”. (CHESBROUGH, 2003 apud SOUSA, 2011, p. 13)

Ou seja, às vezes torna-se necessário a busca por ações alternativas para captar conhecimento no entorno. Sousa (2011, p. 13) informa que “o surgimento de fenómenos de inteligência coletiva potenciada pela internet está a liderar a inovação e a resolução de problemas”.

Julien (2010) chama a atenção das organizações e empreendedores sobre o aspecto da inovação:

"A inovação se manifesta antes de tudo pela aprendizagem – portanto pela apropriação e transformação, pelo empreendedor ou organização, de uma ou várias ideias vindas principalmente de fora, mas também da empresa. Ela permite ao empreendedor distinguir-se de seus concorrentes e assim se desenvolver. Finalmente, a multiplicação da inovação nas empresas do território permite também a este desenvolver-se rapidamente". (JULIEN, 2010 p. 242).

Assim a inovação pode ser observada por dois
fenômenos distintos, os quais modificam a relação das organizações com o processo de produção de serviços, a saber: inovação incremental e radical.

Segundo Freeman (1982 apud YEN-TSANG; CONSTANTE; SERIO, 2010, p. 3) define a inovação incremental como, “[...] o tipo de inovação que introduz alterações nos produtos ou processos que não modificam a estrutura de produção”.

Para O’Connor (2006, apud YEN-TSANG; CONSTANTE; SERIO, 2010, p. 4) define inovação radical como, “a inovação radical cria um mercado inteiramente novo pela introdução de um novo produto ou serviço [...]”.

Com esse intento a inovação é destacada como um processo complexo resultante de diversos fatores e pode ser entendida de várias maneiras, dependendo do ângulo pelo qual é vista e analisada. Conforme OCDE (2006) a inovação é classificada em quatro categorias, a saber:

a) Inovação do produto: introdução no mercado de novos ou significativamente melhorados, produtos ou serviços;

b) Inovação do processo: implementação de novos, ou significativamente melhorados, processos de produção ou logística de bens ou serviços;

c) Inovação organizacional: implementação de novos métodos organizacionais na prática do negócio, organização do trabalho e/ou relações externas;

d) Inovação de marketing: implementação de novos métodos de marketing, envolvendo melhorias significativas no design do produto ou embalagem, preço, distribuição e promoção.

Desse modo, surge o processo de inovação aberta, que é compreendida como a busca de soluções inovadoras através de uma interação com agentes externos (colaboradores voluntários, comunidades e redes de inovação). Conforme

"O paradigma da inovação aberta sugere que as empresas busquem parcerias e o envolvimento de outros atores (normalmente externos) que possam contribuir com o processo de inovação, entre os quais se destacam os seus próprios clientes". (ROSSI, 2009, apud MAZINI; GOBBO JR.; JUGEND, 2011, p.1, grifo do autor):

Web 2.0: plataforma para o conhecimento letivo
Pisani e Piotet (2010, pag. 17) “Os primeiros usuários eram inicialmente viajantes, que passavam, graças a essa rede, de site em site da web, sem poder fazer outra coisa senão recolher informações disponíveis”.
"Essa primeira fase baseava-se numa lógica da consulta de publicações em páginas HTML, com funcionalidades de interação reduzidas e com uma difusão limitada. Com o aumento da largura de banda e o aparecimento de tecnologias que permitiam visualizar imagens estáticas e vídeos online, a Internet deu um salto qualitativo, surgindo no dealbar do segundo milénio a capacidade prática de interação entre utilizadores e produtores de informação, através de comentários, fóruns de discussão, servidores de publicação de conteúdos de texto, imagem e/ou multimédia, o que permitiu a passagem à chamada Web 2.0".[...]. (ALBANO, 2012, p. 8)
O termo Web 2.0 surgiu em um processo de Brainstorming realizado em 2004 com membros das empresas O’Reilly e MediaLive, na qual Tim O’Reilly utiliza esta designação para referir-se a uma nova fase da web na qual os usuários ganham protagonismo. Um marco na difusão do termo foi a publicação, em 2005, do artigo What is Web 2.0? Design patters and business models for the next generation of softwares de autoria de O’Reilly.
Em entrevista a Bergman (2007 apud PISANI; PIOTET), O’Reilly descreve a web 2.0 como:

"Web 2.0 significa desenvolver aplicativos que utilizem a rede como uma plataforma. A regra principal é que esses aplicativos devem aprender com seus usuários, ou seja, tornar-se cada vez melhores conforme mais e mais gente os utiliza. Web 2.0 significa usar a inteligência coletiva” (Bergman, 2007, p. 72)". (BERGMAN, 2007 apud PISANI; PIOTET)

“[...] sustenta-se no tripé plataforma-usuário-conteúdo. A arquitetura se apresenta mais participativa e democrática, e a comunicação multidirecional, em que todos emitem e todos recebem informação”. (COBOS, 2006 apud CURTY, 2008, p. 56)
As mídias sociais são definidas como qualquer mecanismo que usufrui da internet para facilitar a conversação entre pessoas. Ou em um sentido mais amplo, descreve todas as ferramentas tecnológicas da web 2.0. Ou seja, toda ferramenta que auxilie na elaboração de conteúdo de maneira participativa representa uma mídia social.

"O conceito de mídias sociais (social media) precede a internet e as ferramentas tecnológicas - ainda que o termo não fosse utilizado. Trata-se da produção de conteúdos de forma descentralizada e sem o controle editorial de grandes grupos. Significa a produção de muitos para muitos. Mídias sociais se referem aos meios de interação entre pessoas pelos quais elas criam, compartilham, trocam e comentam conteúdos em comunidades e redes virtuais". (WIKIPÉDIA, 2013)

Conforme dito anteriormente, a web 2.0 traz consigo novas possibilidades de interação. Pois, suas ferramentas e aplicações oferecem dinamismo necessário para tal perspectiva. Este fenômeno torna possível outra relação com o ciberespaço; o ambiente perfeito para o, web ator.

“[...] capacidade de produzir, de agir, de modificar, de aperfeiçoar a web de hoje”. (PISANI; PIOTET 2010, p. 119)

Bay Boomers (1946 até 1969) “[...] preferem a liderança por consenso, trocam o sacrifício pela automotivação e talvez continuem trabalhando após a aposentadoria”. (NOVELLI; HOFFMANN; GRACIOSO, 2011, p. 5).
Veteranos ou Tradicionais, fazem parte deste grupo os nascidos antes e durante a II Guerra Mundial, até 1945.

“Apresentam como características o respeito pela hierarquia e a autoridade, são muito dedicados, demonstram espírito de sacrifício e uma perspectiva prática das atividades”. (NOVELLI; HOFFMANN; GRACIOSO, 2011, p. 5)
Geração X (1970 até 1980) tem uma inclinação ao consumismo e relação maior com as tecnologias de comunicação, tais como os microcomputadores.

“[...] a primeira geração que verdadeiramente domina os computadores e representa a Era da Informação”. (CONGER, 1998, p.132)
A Geração Y (1981 e 1990), têm uma relação maior com os desafios da sociedade moderna, conseguem engajar-se na execução de diferentes atividades.
Aos nascidos a partir do ano de 1991, ou Geração Z, “preferem trabalhar em grupos, com a oportunidade de aprenderem colaborativamente” (KONATA, 2009 apud NOVELLI; HOFFMANN; GRACIOSO, 2011, p. 6).
A inteligência colaborativa ou coletiva se apoia na premissa de que ninguém é detentor do saber, e que o processo de formação do saber é ampliado quando todos trabalhando em conjunto, ou seja, um reconhecimento mútuo de suas potencialidades. Assim, as organizações que recorrem as crowds conseguem superar as competências de qualquer pequeno grupo de colaboradores.
Foi observado que os recursos 2.0 contribuem com a dinâmica da inteligência coletiva no ciberespaço dado ao seu caráter colaborativo. Assim, a relevância da composição estratégica do conhecimento para a inovação, os métodos 2.0, quando conhecidos e compreendidos auxiliam as organizações a melhor estruturarem seus campos de inovação.
O advento da web 2.0, em especial suas ferramentas colaborativas, traz para as organizações uma diversidade em contingente de vantagens. Pois, entende-se que no ciberespaço as mesmas podem contar com um universo inimaginável de usuários, consumidores os quais tem se dedicado exaustivamente no desenvolvimento de propostas colaborativas mediante as plataformas de crowdsourcing.
As características do Crowdsourcing e suas variações; destaco suas potencialidades, configuram-se como uma importante ferramenta para a inovação 2.0. Pois, tal proposta surge para utilizar de maneira objetiva e estratégia os saberes dos usuários pela web. Além de promover de maneira prática, ágil, segura e oportuna insumos que vão desde serviços a soluções.
Quanto à identificação das principais plataformas de Crowdsourcing disponíveis, destacando as brasileiras. Verificou-se uma grande dificuldade em resgatar as plataformas de crowd funding, wisdom, creation e voting. A divergência em números de plataformas destacadas no quadro 01 reflete esse contexto. Pois, foi perceptível durante a pesquisa uma baixa incidência de disseminação destas ferramentas em mídias sociais. Aliado ao fato das mesmas não serem tão bem conhecidas quanto às estrangeiras.

Referências
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A justificativa para a escolha deste tema se deve ao grande interesse pessoal por este assunto, dado que o tema já havia sido trabalhado em outras oportunidades, tanto em trabalhos acadêmicos, quanto produções vinculadas à monitoria. Tais experiências despertaram o interesse em estudar o tema com um maior aprofundamento.


Além de uma justificativa pessoal para a escolha desta temática, o assunto torna-se importante dado a sua grande flexibilidade em ser utilizado como estratégia para a inovação, usufruindo dos saberes das multidões para reduzir o tempo e os custos com mão-de-obra para a produção intelectual de um dado projeto, além de otimizar as possibilidades de incorporação de novas ideias.

Mídias sociais
Gerações web
Agradeço a todos os professores da banca avaliadora. Prof. Dra. Andréa Vasconcelos (apoio e orientação); Prof. Dr. Eliane Ferreira (por aceitar o convite); Prof. Ma. Jacqueline de Araujo Cunha (por aceitar o convite).
Agradeço ao apoio, cuidado e amor de minha amada Jailma Santos.
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