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Revoltas da República Velha

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by

Natalia Lima de Mendonca

on 8 April 2016

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Transcript of Revoltas da República Velha

Brasil no Início do Séc. XX
Canudos( 1896 - 1897)
Movimento popular que ocorreu no interior da Bahia

Liderados por Antônio Conselheiro

Fundação do Arraial de Belo Monte

Composto principalmente por ex-escravos e flagelados da seca

No seu auge chegou a ter 25mil habitantes

Massacrados pelo Exército Federal

História narrada no livro "Os sertões" do jornalista e escritos Euclides da Cunha




Contestado (1912-1916)
Revolta ocorrida no interior do Paraná e de Santa Catarina

Liderados por José Maria

Disputas de terras entre os sertanejos do Sul e a Brazil Railway, empresa inglesa de transporte sobre trilhos

Terra rica pela exploração da Erva Mate
Revolta da Vacina 1904
Coluna Prestes
Revolta da Chibata 1910
Conclusão
Revoltas populares durante a República
Café com Leite
Movimentos Urbanos
Tenestismo
Movimento liderado pelos militares de baixa patente

Pediam o fim da República Oligarquica

Voto secreto

Fim da corrupção

Escolas de qualidade
Coluna Prestes
Movimento liderado por Luís Carlos Prestes

Percorreram cerca de 25mil km propagando as ideias do tenentismo
Arraial de Canudos
Vocabulário
Messias
Chibata
Tenente
Marinheiro
Almirante
Hierarquia
Patente
Cortiços
Sindicatos
Revolta da Vacina
Modernização da Cidade do Rio de Janeiro

Destruição dos Cortiços

Higienização da Cidade

Obrigatoriedade da vacina contra a Varíola

Oswaldo Cruz
Revolta da Vacina

Revolta da Chibata
Movimentos Rurais
Canudos

Contestado
Tenentismo
Contestado
A modernidade e a tradição entram em conflito no início da História Republicana do Brasil
Os problemas Sociais do Negro após a abolição
Há liberdade com a Abolição?
“Nunca houve anos no Brasil em que os pretos (...) fossem mais postos à margem”
Lima Barreto
A abolição foi feita pelos brancos para os negros?
Lei de terras – abolição sem reforma agrária
A aquisição de terra Negros x Brancos
As políticas de embranquecimento do Estado
Leis que marginalizavam os Negros
Código Penal da República dos Estados Unidos do Brasil
(Decreto número 847, de 11 de outubro de 1890)

Capítulo XIII -- Dos vadios e capoeiras

Art. 402. Fazer nas ruas e praças públicas exercício de agilidade e
destreza corporal conhecida pela denominação Capoeiragem: andar em carreiras, com armas ou instrumentos capazes de produzir lesão corporal, provocando tumulto ou desordens, ameaçando pessoa certa ou incerta, ou incutindo temor de algum mal;

Pena de prisão celular de dois a seis meses.

A penalidade é a do art. 96.

Parágrafo único. É considerado circunstância agravante pertencer o capoeira a alguma banda ou malta. Aos chefes ou cabeças, se imporá a pena em dobro.

Art. 403. No caso de reincidência será aplicada ao capoeira, no grau máximo, a pena do art. 400. Com a pena de um a três anos.

Parágrafo único. Se for estrangeiro, será deportado depois de cumprida a pena.

Art. 404. Se nesses exercícios de capoeiragem perpetrar homicídio, praticar alguma lesão corporal, ultrajar o pudor público e particular, perturbar a ordem, a tranqüilidade ou segurança pública ou for encontrado com armas, incorrerá cumulativamente nas penas cominadas para tais crimes.

Em 1935 a capoeira deixou de constar como arte proibida com a queda do Decreto de 11 de outubro de 1890. Posteriormente, em l937, a então Secretaria da Educação conseguia um registro oficial que qualificava seu curso de capoeira como Curso de Educação Física. Em 26 de dezembro de 1972 a capoeira foi homologada pelo Ministério da Educação e Cultura como modalidade desportiva.

DECRETO Nº 1.331-A, DE 17 DE FEVEREIRO DE 1854
Approva o Regulamento para a reforma do ensino primario e secundario do Municipio da Côrte.
Art. 69. Não serão admittidos á matricula, nem poderão frequentar as escolas:
§ 1º Os meninos que padecerem molestias contagiosas.
§ 2º Os que não tiverem sido vaccinados.
§ 3º Os escravos.

Acesso às Escolas
“Por elas vivem mendigos, os autênticos, quando não se vão instalar pelas hospedarias da rua da Misericórdia, capoeiras, malandros, vagabundos de toda sorte: mulheres sem arrimo de parentes, velhos que já não podem mais trabalhar, crianças, enjeitados em meio a gente válida, porém o que é pior, sem ajuda de trabalho, verdadeiros desprezados da sorte, esquecidos de Deus...(...) No morro, os sem- -trabalho surgem a cada canto”.
Os imigrantes no Brasil
Expectativa X Realidade
Urbanização e Industrialização
no início do Séc. XX
Substituição das Importações
Lucro com o Café
Êxodo Rural
Cangaço
Bandos armados
Herança dos Coroneis
Bandidos ou Herois?
A ascensão e queda da Borracha
A modernização e a necessidade da borracha
Látex: o ouro branco da Amazonia
Chico Mendes e a luta dos Seringueiros no século XX
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