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O Legado das Olimpíadas

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by

igor crespo

on 16 April 2016

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Transcript of O Legado das Olimpíadas

Sydney x Rio de Janeiro
O Legado das Olímpiadas
Grécia
Os Jogos Olímpicos foram criados pelos gregos por volta de 2500 a.C. como uma homenagem a Zeus, o maior dos deuses segundo a mitologia grega. Gregos de várias cidades se uniam no santuário de Olímpia (por isso que surgiu o termo “Olimpíadas”) para disputar as competições esportivas; o evento era tão importante, que eram selados acordos de cessar-fogo e tréguas entre cidades inimigas antes da realização dos jogos.

O fim dos Jogos de Paz
Aos vencedores das provas era atribuída, como recompensa, uma coroa de oliveira (árvore da paz). Mas a vitória era sinal de favor divino e assim o vencedor era considerado como um eleito dos deuses, sendo a sua maior recompensa a de ficar na memória coletiva da Grécia.

Os ideais que norteavam os Jogos vão ser desvirtuados com a conquista da Grécia pelos Romanos. A corrupção, os prêmios monetários, a preferência por espetáculos de grande violência acabaram por minar os ideais olímpicos e a pretexto de os Jogos serem manifestações pagãs, o Imperador Teodósio proibiu a sua celebração no ano de 393 d.C. A última Olimpíada da Antiguidade, a 287ª, decorreu no ano 369 d.C.

Os Jogos que durante mais de 12 séculos foram um fator de unidade da civilização Grega chegaram ao fim, sem glória.
Jogos Olímpicos da Era Moderna
Nas últimas 3 décadas do século XIX, começam a surgir movimentações desportivas, nomeadamente o atletismo. Competições locais e campeonatos organizam-se por todo o lado. Esta moda de costumes é aproveitada por Pierre de Coubertin.

Símbolo dos Jogos Olímpicos

Em 1886 o barão Pierre de Coubertin escreve os primeiros artigos sobre a educação desportiva, com o desejo de desenvolvimento do movimento desportivo nos liceus e colégios de França.

Em 1889 sonha com o restabelecimento dos Jogos.

Em 1894 convoca um congresso em Paris, do qual resultou a fundação do Comitê Olímpico Internacional (COI), e a revitalização dos Jogos Olímpicos “adaptados à Era Moderna, ajustando-se à antiguidade clássica e com base internacional”.

Os primeiros Jogos Olímpicos da Era Moderna tiveram lugar em Atenas, em 1896, celebrando-se, desde então, de 4 em 4 anos, com interrupções em 1916 e 1939-1945 devido às grandes guerras mundiais.

Quando foram celebrados os primeiros Jogos Olímpicos da Era Moderna, se pretendia apenas realizar um evento que reunisse algumas centenas de pessoas que praticavam o esporte como atividade de tempo. Mal sabia o Barão de Coubertin que a competição iria se transformar em um dos principais eventos culturais do planeta, ultrapassando, sem dúvida, os limites do esporte.
Jogos Olímpicos
X
Os Jogos Olímpicos podem proporcionar um significativo avanço econômico para a cidade e o país-sede do evento. Embora o fato de se candidatar ao megaevento exija uma série de responsabilidades, principalmente em relação à infraestrutura das cidades-candidatas, os benefícios econômicos gerados pelos jogos são bem maiores do que os próprios investimentos para sua realização.

A projeção da cidade e do país-sede do evento é tamanha, que é capaz de provocar profundas e permanentes mudanças socioeconômicas positivas. A atração de turistas de diversas partes do mundo faz com que melhorias estruturais permanentes sejam feitas, como rede de transporte, moradia e instalações esportivas. Sem contar nos inúmeros novos postos de trabalho que são gerados direta ou indiretamente através do evento.
m


ç
A importancia dos Jogos Olímpicos no Século XXI
Ela aconteceu pela primeira vez no II milênio, aqui!
Olímpiadas de Sydney, 2000
E pela IV vez no segundo milênio, ela pousará aqui
Olímpiadas Rio de Janeiro, 2016
Qual o seu Legado para as presentes e futuras Gerações?
Jogos Olímpicos da Era Moderna
De Sydney ao Rio de Janeiro
Despoluição feita em Sydney virou marco dos Jogos Olímpicos
Área usada em evento estava destruída por acúmulo de lixo tóxico
Acompanhado de perto por ambientalistas, o processo de descontaminação envolveu números gigantes: nove milhões de metros cúbicos de solo contaminado removidos e recuperados e 400 toneladas de resíduos químicos altamente nocivos tratadas. A degradação, que atingia pelo menos 160 hectares de área do parque, também era resultado de desmatamento, construção de canais e poluição da água.
Baía de Sydney recuperada
Cartão postal, Baía de Sydney tem sistema especial de coleta de lixo.
Equipe de serviços ambientais usam barcos para retirar resíduos e objetos de praias e canais. Colaboração dos moradores também é considerada fundamental.

A prioridade foi recuperar as terras ao sul e a oeste da baía para a realização dos Jogos. O governo do estado de New South Wales investiu US$ 137 milhões na limpeza. O projeto continuou após as Olimpíadas, com ajuda da iniciativa privada, revertendo, pelo menos em parte, o destino trágico da região. Treze anos após os Jogos, a preservação de Homebush é frequentemente apontada por Sydney como seu principal legado olímpico

— “Uma terra que antes estava degradada e inutilizada se transformou em espaço público e habitat de novos ecossistemas. O vazamento de chorume foi interrompido e parou de contaminar águas e ecossistemas “— diz Kerry Darkovich, gerente de Meio Amiente.

A limpeza é feita por uma equipe composta por apenas quatro barcos e 14 pessoas .
“São quatro barcos: duas barcaças equipadas para fazer a limpeza da praia, com uma rampa que desce até a praia e equipamentos para ajudar na limpeza, que depois levam o lixo a bordo, e dois outros barcos que se concentram em catar o lixo do porto de Sydney.” - explicou o chefe da equipe de serviços ambientais, Wayne Carter.

Baía de guanabara no Rio
Total: R$ 43,23 milhões
O Inea disse que não tem conhecimento das metodologias e resultados obtidos no estudo, feito pela Universidade de Nova Hamburgo, do Rio Grande do Sul. Por conta dos problemas, a cidade de Búzios se prontificou a sediar as competições de velas em 2016 no lugar da Baía de Guanabara.
"Não há informações oficiais de alguém que tenha contraído doença por contato com a água da Baía de Guanabara ou da praia de Copacabana, nos últimos seis anos. Estamos tranquilos: a qualidade da água está dentro dos padrões internacionais", explicou o secretário-chefe da Casa Civil, Leonardo Espíndola, na nota enviada pela assessoria de imprensa.

Baía de guanabara
A Baía de Guanabara é a principal preocupação da organização dos Jogos 2016. Na candidatura, em 2009, o Rio assumiu o compromisso de coletar e tratar 80% do esgoto despejado na Baía, mas as autoridades já assumiram que a meta era inviável e não será cumprida. Para as Olimpíadas, serão instaladas ecobarreiras e ecobarcos. As ecobarreiras são dispositivos flutuantes colocados nos rios e canais para controlar o lixo flutuante. Serão 17 ecobarreiras, mais resistentes do que as 11 que o governo já havia instalado em vários pontos e se romperam. Também serão contratadas 10 embarcações (ecobarcos) para coletar o lixo que interfere na navegação e na prática de esportes.
Situação
Entrega prevista para 2º trimestre de 2016
Baía Guanabara degradada
Esgotamento Eixo Olímpico/Zona Oeste
Estão em andamento as obras que vão garantir o esgotamento sanitário do Eixo Olímpico, beneficiando diretamente regiões da Barra e Jacarepaguá, ainda não conectadas à rede de esgotamento sanitário da Cedae. A bacia tem 15 quilômetros de extensão e é formada pelo canal da Joatinga e pelas lagoas da Tijuca, Camorim, Jacarepaguá e Marapendi. Para atender às áreas de competições e o local onde ficarão os atletas, está sendo construído um tronco coletor na Avenida Abelardo Bueno e três novas elevatórias. A Elevatória Olímpica terá capacidade para bombear 1,1 mil litros de esgoto por segundo. Segundo a Cedae, até 2007 a região da Barra não tinha tratamento de esgotos e com investimentos feitos na área, o índice de coleta e tratamento passou para 85%.

Situação
Entrega prevista entre 2º trimestre e o 4º trimestre de 2016.

Parque Olímpico de Sydney
O conjunto da obra arquitetônica foi elogiado pelos dirigentes do Comitê Olímpico Internacional (COI), que fizeram sua última inspeção no dia 30 de junho deste ano. Jacques Rogge, um dos membros do COI, declarou que nunca tinha visto um nível tão avançado de preparação.
O Parque Olímpico fica a 14 km a oeste do centro de Sydney e foi palco de competições de quinze modalidades esportivas. Cada uma disputada em um local especial dentro do parque.

Parque Olímpico de Sydney
No Rio, o campo de golfe está sendo construído em Reserva Ambiental.
Promotores dizem que redução de área de preservação ambiental é irregular.
Justiça negou pedido do MP de anular licença ambiental do terreno.
Promotores do Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente (Gaema) alegam que as intervenções, partes do programa de obras para os Jogos Olímpicos de 2016, são irregulares e danificam o Parque do Marapendi, que é área de preservação ambiental.

Campo de Golfe
Total: R$ 60 milhões
Fica na Reserva de Marapendi, a 9 km da Vila Olímpica e Paraolímpica. A grama já foi plantada e a topografia dos 18 buracos e o sistema de irrigação também foram concluídos. O espaço terá capacidade para 25 mil assentos. A obra foi iniciada em fevereiro de 2013, com recursos do governo municipal e privado, e gerou polêmica por conta de possíveis problemas ambientais. Duas ações foram ajuizadas no Ministério Público. Em uma delas, que foi derrotada e está em segunda instância, o MP vê irregularidades na concessão da licença ambiental e no estudo técnico. A prefeitura fez um dossiê para comprovar que o campo não afeta o meio ambiente. Segundo a prefeitura, para a construção do campo está sendo usada uma área de 58 mil metros quadrados do parque, que equivale a apenas 3,5% do total do Parque de Marapendi, atualmente com 1,59 milhão de metros quadrados. Para compensar a utilização de uma pequena parte da área do Parque de Marapendi, a prefeitura criou outro parque, o Nelson Mandela, vizinho ao Parque de Marapendi, com 1,6 milhão de metros quadrados.
Situação
Em andamento - entrega prevista para 2º trimestre de 2016.
Instalações Olímpicas de Sydney
A Vila Olímpica e os Centros de Imprensa também estão sediados na Baía de Homebush. Inaugurada no dia 26 de junho, a vila hospedou 15 mil atletas juntos pela primeira vez na história. O complexo custou US$ 380 milhões e conta com um sofisticado sistema de captação de energia solar para gerar eletricidade para a comunidade. Durante os Jogos a vila será o maior centro habitacional do mundo abastecido por esta fonte de energia.
Estádio Olímpico de Sidney
O Estádio Olímpico de Sydney começou a ser construído em setembro de 1996, e foi inaugurado em março de 1999. O maior estádio olímpico já construído (com capacidade para 110.000 pessoas) recebeu, além das cerimônias de abertura e encerramento, as competições de atletismo e a final do futebol masculino, entre Camarões e Espanha. Após os Jogos, passou por uma grande reforma, em que a pista de atletismo foi retirada e a capacidade foi reduzida para 83.500 torcedores em jogos de futebol e 81.500 em jogos de críquete e futebol australiano.
Com capacidade para 17.500 pessoas, o Centro Aquático Internacional sediou as competições de Natação, Pólo aquático, Saltos ornamentais e Nado sincronizado. Foi construído em 1994. Hoje em dia é um centro de treinamento para atletas australianos, além de sediar uma escola de Natação.
Estádio Olímpico de Sidney
de Volta ao rio de janeiro
VLT
Total: R$ 1,18 bilhão
O VLT tem 28 quilômetros e 32 paradas. Vai conectar a Região Portuária ao Centro e ao Aeroporto Santos Dumont. A previsão é beneficiar 300 mil passageiros por dia com a integração com metrô, trens, barcas, BRT e o teleférico da Providência. Iniciada em fevereiro de 2014, a obra é executada pela prefeitura com recursos do governo federal e da iniciativa privada.
Situação
Entrega prevista para 2º trimestre de 2016
BRT Transolímpica e Transoeste
Total: R$ 2,39 bilhões
O BRT Transolímpica vai atender 70 mil passageiros por dia e reduzir o tempo de viagem entre a Barra da Tijuca e Deodoro em 54%. Serão 26 km de extensão (13 km de Via Expressa) e 17 estações. O Transoeste, inaugurado em 2012, está sendo ampliado para se integrar à Linha 4 do metrô. A previsão é beneficiar 230 mil passageiros. A extensão do BRT terá 59 km com 66 estações/terminais. Haverá ligação com a Transcarioca, em Curicica (Jacarepaguá), com a Transoeste (Recreio dos Bandeirantes) e com trens da Supervia, em Deodoro.
Situação
Entrega prevista entre 1º e 2º trimestre de 2016.
Museu / 70 km de urbanização / Porto Maravilha
Total: R$ 8,2 bilhões
As obras foram iniciadas em junho de 2011, com o objetivo de recuperar a infraestrutura urbana da Região Portuária, uma área total de 5 milhões de m². Um dos marcos da revitalização foi a derrubada do Elevado da Perimetral, iniciada em novembro de 2013. São 70 km urbanização de ruas e vias, além da construção de quatro túneis e a renovação de praças e sistemas de transportes. Na região, a cidade ganhará o Museu do Amanhã, que começou a ser erguido em 2012. Criação do espanhol Santiago Calatrava, o prédio é inspirado na natureza brasileira.
Obras Contra Enchentes
Total: R$ 589,94 milhões

As obras ocorrem em duas fases. A primeira, iniciada em maio de 2012, é para construção de cinco reservatórios para retenção da água da chuva. O primeiro reservatório, na Praça da Bandeira, na Tijuca, Zona Norte, foi inaugurado em dezembro de 2013. Acima do reservatório subterrâneo, a comunidade ganhou uma praça com equipamentos para ginástica e áreas de lazer. O segundo reservatório, na rua Niterói, também na Tijuca, entra em operação em outubro de 2015. A praça será inaugurada em dezembro. A segunda etapa do projeto, iniciado em agosto de 2012, é o desvio do curso do Rio Joana. A execução do projeto é da prefeitura com recursos dos governos municipal e federal.
“Olimpiadas Verdes” em Sidney: parâmetro para o Rio
A principal fonte de energia dos Jogos era 100% limpa. A Vila Olímpica com 665 casas se transformou no maior bairro dotado de energia solar do planeta. Em todo o Parque Olímpico, imensas torres captavam a energia que vem do sol para iluminar as competições no estádio olímpico, no Superdome e em todas as instalações esportivas. Em relação à água doce, que é um recurso finito e cada vez mais escasso no planeta, os australianos foram criativos. As águas da chuva, do complexo de piscinas e do tratamento de esgotos, eram canalizadas para reúso em vasos sanitários e irrigação de jardins.
de volta a sydney
SEC XX- Sydney, 2000
Com obras grandiosas em estilo futurista, a Austrália mostrou que é muito mais do que um lugar exótico e remoto, habitado por surfistas, aborígenes e cangurus. Some-se a isso o esforço do Comitê Olímpico Internacional para apagar da memória o fiasco dos últimos Jogos, em Atlanta, onde os computadores pifaram e a organização virou um caos. Os australianos conseguiram nada menos que a perfeição.
Para isso, os australianos começaram cedo. Ao todo foram nove anos de preparação - dois quando Sydney ainda era um das cidades candidatas a sediar os Jogos Olímpicos e mais sete depois que ela venceu a disputa - e um investimento de 3,4 bilhões de dólares.
SEC XXI - Rio de Janeiro,2016
Em janeiro de 2014, um relatório preliminar de outro estudo, encomendado pelo Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos à Universidade Federal do Rio de Janeiro, também defendia que o evento pode proporcionar "benefícios para as economias local, regional e nacional, ao estimular investimentos incrementais e estruturais."
E em dezembro, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, defendeu numa audiência pública que a Olimpíada será marcada pela economia de recursos públicos, obras finalizadas no prazo e um legado econômico e social significativo.
OLIMPIADAS RIO, 2016
Quando o Rio de Janeiro ainda competia com Madri, Tóquio e Chicago para ser a sede dos Jogos Olímpicos, em setembro de 2009, um estudo encomendado pelo Ministério dos Esportes à Fundação Instituto de Administração (FIA) estimava que a competição poderia movimentar US$ 51 bilhões em recursos e gerar 120 mil empregos.
O estudo defendia que os investimentos feitos para o evento teriam um efeito multiplicador amplo e diversificado sobre a economia, que duraria anos. O impacto também seria positivo fora do Rio de Janeiro - cerca de metade desses postos de trabalho beneficiariam moradores de outros Estados.
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