Loading presentation...

Present Remotely

Send the link below via email or IM

Copy

Present to your audience

Start remote presentation

  • Invited audience members will follow you as you navigate and present
  • People invited to a presentation do not need a Prezi account
  • This link expires 10 minutes after you close the presentation
  • A maximum of 30 users can follow your presentation
  • Learn more about this feature in our knowledge base article

Do you really want to delete this prezi?

Neither you, nor the coeditors you shared it with will be able to recover it again.

DeleteCancel

Depressão

No description
by

Deyse Santos

on 28 March 2014

Comments (0)

Please log in to add your comment.

Report abuse

Transcript of Depressão

A depressão
Maior risco de mortalidade para outras doenças.
Universidade Federal do Reconcavo da Bahia/ CCS/ Psicologia/ Estágio supervisionado em saúde.
Comorbidades não psiquiátricas
Modalidades de depressão associadas a outras condições clínicas:
Diagnóstico em situações de comorbidade
Tratamento medicamentoso
A escolha de um antidepressivo é balizada por varios fatores: quadro clínico; condiçoes do paciente que contraindiquem determinada droga, efeitos colaterais, presença de determinadas doenças fisicas , certas características do fármaco e custo do tratamento.
Depressão
Objetivos
Este capítulo aborda alguns desafios que os transtornos depressivos trazem para o médico que trabalha em hospital geral.
Botega, 2006
Deyse Santos
Raíssa Figueiredo
Seminário 3
1. Reconhecer a depressão como algo "a mais", além do quadro clínico de outra doença do paciente.

2. Saber como a depressão se relaciona com outras doenças clinicas, reconhecendo o potencial destas, bem como de alguns medicamentos, de causarem depressão.

3. indicar o tratamento adequado, considerando as nuanças do quadro clínico, as indicações, as contraindicações e as interações dos antidepressivos com medicamentos.
Doença sistemica...produz impacto em vários sistemas de regulação corporal...impacto na evolução de outras doenças clínicas.
Compremete a qualidade de vida tanto ou mais do que outras condições médicas.
Diagnóstico e tratamento não são realizados na maioria dos casos.
Levantamento em SP: amostra: 1.464 pessoas = 1 em cada 6 pessoas tem depressão. De 50 casos um necessita de internação, 15% dos deprimidos graves se suicidam.
Os dados...
Estudos nacionais: transtornos depressivos, de diversos níveis de gravidade acometem 14 a 59% dos pacientes internados em hospitais gerais.
UNICAMP: amostra: 4.352 internados em enfermarias clínicas e cirurgias do HC Unicamp. conclusão: 14% de prevalencia de depressão (10% homens/ 19%mulheres). associação: tentativa de suicídio prévia, baixa escolaridade, cancer, dor, sexo feminino.
UFSC: O indivíduo que esta durante uma internação em hospital geral sente-se mais desamparado e tem um sofrimento maior do que outros sem depressão que são internados nas mesmas condições.
Dor
Tem forte associação com a depressão. Ela pode ser:
um sintoma da depressão;
um paciente deprimido com dor decorrente de uma doença física pode percebe-la com maior intensidade.
A dor pode funcionar como um estressor precipitando a depressão.
Doença arterial coronária
A partir de estudos pioneiros de Frasure-Smith, no início da década de 90, sabe-se que a chance de morrer ou de ter novo infarto do miocárdio é tres vezes maior quando há depressão. Esses efeitos parecem ser mediados no eixo hipotálamo-hipófise-adrenal, com produção elevada de cortisol, ativação de plaquetas e rupturas de placas ateromatosas.
Diabetes
Pessoas que sofrem de diabetes tem tres vezes mais depressao do que a população geral, com mais prejuízos nas atividades diárias e na vida social. A depressão implica menos autocuidado, menor adesão ao tratamento menor controle da glicemia.
AVC
Após um AVC, os indices de depressão apurados em diversos estudos foi de 11 a 61%. A depressão, nesses casos, associa-se à gravidade e ao grau de incapacidade e de comprometimento cognitivo.
HIV/ aids
um estudo multicentrico com 951 pacientes em tratamento HIV, 34% foram positivos em screningpara transtornos mentais. A maioria tinha depressão, 37% usavam um psicotrópico e 34%haviam sido atendidos pelo menos uma vez em um serviçde saude mental ao longo dos últimos seis meses. Em indivíduos deprimidos com infecção por HIV, o tratamento com antidepressivos aumentou a proabilidade de adesão ao tratamento antiretroviral, dobrando a possibilidade de atingir a supressãoo da carga
Reação de ajustamento com humor depressivo.
Síndrome parcial de um transtorno específico de humor.
combinação de preocupações excessivas, ansiedade, depressão e insônia.
Melhoram com apoio psicologico e boa comunicação. Psicotrópicos raramente sao necessários.
Depressão secundária
O transtorno depressivo apresenta-se independente do significado do adoecer ou do impacto das transformações físicas decorrentes adoecer. Por exemplo, considera-se secundária a lesão provocada em circuitos neuronais envolvidos no controle do humor no caso de uma pessoa que teve um AVC.
Transtornos depressivos induzidos por medicamentos:

Episódio depressivo
Quando uma condição clínica desencadeia ou agrava um transtorno depressivo do paciente. O estress de modo inespecífico, contribui para a manifestação do transtono depressivo preexistente ou latente. Deve-se lembrar da possibilidade de ser uma fase depressiva de um trantorno afetivo bipolar.
Condição médica desencadeada ou agravada por transtorno depressivo.
Quando a depressão aliada a outros fatores de risco determinam a ocorrencia de uma doença.
Sintomas depressivos são uma resposta normal de doenças físicas que ameaçaram ou alteraram drasticamente a vida.
Diagnóstico de depressão em pacientes com tristeza ou com sintomas físicos causados apenas pela doença de base
De um a dois terços dos pacientes deprimidos não sao detectados e devidamente tratados. A equipe assistencial pode focar seu trabalho no tratamento das condiçoes físicas agudas . Pode também considerar que os sintomas depressivos são apropriados e compreensiveis diante da situação do paciente, falhando assim no diagnostico.
Sintomas da depressão
Alteração do sono
Alteração do apetite
Alteração do peso
Alteração da psicomotricidade
Perda de interesse nas pessoas
Pessimismo (desânimo)
Indecisão
Irritabilidade
Anedonia (perda de prazer nas atividades que antes eram prazerosas)
Sensação de fracasso, culpa e fadiga.
Diagnóstico diferencial
É imprescindível o conhecimento da doença física de base, seus sintomas e dos medicamentos utilizados para trata-las. Bem como condições relacionadas à sexo, idade...
Sintomas como baixa energia, alteração do sono e preocupaçoes são frequentes em pacientes com dor e sem depressão, mas culpa e isolamento não.
Fadiga é um sintoma extremamente frequente em pacientes com câncer, diabetes, doença renal terminal, artrite reumatoide e esclerose múltipla.
O retardo psicomotor (lentificação dos movimentos observada pelo examinador) é incomum no paciente clínico, exceto naqueles com hipotiroedismo e doença de Parkinson.
Um paciente com delirium hipoativo que se mantém passivo e calado pode ser interpretado erroneamente como um "deprimido". Isso também pode ocorrer quando há perda de espontaneidade (demencia, síndrome do lobo frontal.).
Uso das escalas
A utilização desse tipo de instrumento permite, de modo rápido, prático e confiável, sensibilizar o paciente e o médico para a presença de sintomas depressivos, os quais de outro modo, não seriam valorizados.
Algumas escalas usadas:
Escala de Beck
Escala Hospitalar para Ansiedade e Depressão (HAD)

Diagnóstico Diferencial
Avaliar nível de cosnsciencia;
Verificar presença de sintomas cognitivos da depressão;
Verificar presença de anedonia;
Verificar presença de sintomas somáticos;
Conhecer histórico de depressão, caso haja;
Conhecer patologia organica, caso haja.
Quadro 21.5
Antidepressivos triciclicos (ADTs)
Meia-vida de horas de 3 a 60 horas.
Apresentam interação farmacodinamicas com várias drogas sedativas, anti-histaminicas e anticolinérgicas.
Os ADTs podem ser fatais em caso de intoxicação.
São contraindicadosnos casos de infarto agudo do miocárdio, bloqueio de ramo e certas arritmias cardíacas, insuficiencia hepática grave e gravidez, além de muitas outras precauçoes.
Devido à pequena janela terapêutica, potencial de toxidade, falta de relação entre dose ingerida e concentração plasmática e correlação positiva entre tal concentração e o efeito terapeutico, as dosagens plasmáticas de ADT, sempre que possível, devem ser realizadas nos casos graves que não apresentam melhora.
Inibidores de monoaminoxidase (IMAOs)
Muitas restrições medicamentosas
Dieta rigorosa.
Por causa de restrições e riscos, os IMAOs são cada vez menos prescritos.
Inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRSs)
Menos efeitos colaterais que os anteriores.
Meia-vida de 15 a 36 horas, exceto da norfluexitina que tem a plasmática de 7 a 15 dias.
A maioria de seus efeitos colaterais estao relacionados ao bloqueio de recaptação de serotonina, levando à irritabilidadenáusea, vomito, fezes amolecidas, insonia e disfunção sexual.
Possue janela terapeutica ampla, o que o torna menos perigosos que os ADTs.
Muitos sintomas estao relacionados a hiperestimulação serotonérgica na substancia negra levando a uma redução da liberação de dopamina no estriado.
A interrupção de um IRSs pode causar sintomas de descontinuação, recomenda-se, portanto a paulatina deste.
Inibidores de de serotonina noradrenalina IRNs)
Os inibidores de recaptação de serotonina e noradrenalina são antidepressivos que, como o nome sugere, inibem a recaptação de serotonina e noradrenalina e, em uma extensão menor, de dopamina. Apresentam maior potencial de ação antidepressiva sendo maior que a dos ISRSs e equivalente à dos ADTs, mas com menos efeitos colaterais.
Sintomas mais comuns: insonia e disfunção sexual. elevar a pressão arterial sistólica, fenomeno que se intensifica com o aumento da dose.
Possue meia vida de 15 a 21 horas.
Outros antidepressivos
Vários antidepressivos com lançamento mais recente no mercado contam com menos informações referentes a uso em pacientes clínicos interações medicamentosas e teratogenicidade. Portanto recomencautela em seu uso.
Eletroconvulsoterapia
Índice de remide 80 a 90% contra 60 a 70% nos ensaios terapeuticos com antidepressivos.
Não se sabe como a Eproduz efeitos tidepressivos.
Mortalidade: 1 a cada 10.000
As condições clínica para ter ECT como primeira escolha de tratamento estão apresentadas no quadro 21.8
O fim...
tabela 21.1
Full transcript