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Síndromes Ansiosas

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on 26 August 2013

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Síndromes Ansiosas
As síndromes ansiosas são ordenadas inicialmente em 2 grandes grupos: quadros em que a ansiedade é constante e permanente e quadros em que há crises de ansiedade abruptas e mais ou menos intensas.
Crises, síndrome e transtorno de pânico
Entre as síndromes ansiosas estão as chamadas crises de pânico, que podem configurar, se ocorrerem de modo repetitivo, o transtorno de pânico.
Síndrome mista de ansiedade e depressão
Quando sintomas depressivos e ansiosos estão presentes, mas nenhuma das duas síndromes é grave o suficiente para, por si só, constituir um diagnóstico, denomina-se o quadro de síndrome mista de ansiedade e depressão.
Estrutura da Personalidade
Sigmund Freud (1856-1939), desenvolveu estudos sobre a estrutura e dinâmica da personalidade.

Ele classificou a nossa psique em três partes principais que são: Id, Ego e Superego.
Ansiedade
É um sentimento vago e desagradável de medo, apreensão, caracterizado por tensão ou desconforto derivado de antecipação de perigo, de algo desconhecido ou estranho
Ansiedade Generalizada
O quadro de ansiedade generalizada caracteriza-se pela presença de sintomas ansiosos excessivos, na maior parte dos dias, por pelo menos 6 meses. Pessoas com TAG tem medo excessivo, preocupações ou sentimentos de pânico exagerados e irracionais a respeito de varias situações, estão constantemente tensas e dão a impressão de que qualquer situação é ou pode ser provocadora de ansiedade.



Ansiedade de separação
É observada ansiedade excessiva em relação ao afastamento dos pais ou cuidadores, não adequada ao nível de desenvolvimento. Persiste por no mínimo quatro semanas.
Causa sofrimento intenso, prejuízos significativos em diferentes áreas da vida da criança ou adolescente, presença de manifestações somáticas de ansiedade, tais como dor abdominal, dor de cabeça, náuseas e vômitos são comuns

Crises de pânico
As crises de pânico são crises intensas de ansiedade, nas quais ocorre importante descarga do sistema nervoso autônomo. Assim ocorrem sintomas como batedeira ou taquicardia, suor frio, tremores, desconforto respiratório ou sensação de asfixia, náuseas, formigamentos.
Transtorno de pânico
Denomina-se o quadro de transtorno de pânico, caso as crises sejam recorrentes, com desenvolvimento de medo de ter novas crises, preocupações sobre possíveis implicações da crise (perder o controle, ter um ataque cardíaco ou enlouquecer) e sofrimento subjetivo significativo.
Ansiedade de origem orgânica
É constituído por uma síndrome ansiosa, que é claramente resultante de uma doença, uso de fármacos ou outra condição orgânica. Nesses casos a crise segue-se à instalação de uma doença orgânica.
As síndromes ansiosas
Também são comuns nos quadros psicopatologicos associados ao período pré-menstrual. Na ansiedade de base orgânica é particilarmente frequente a presença de irritabilidade e labilidade do humor.
ID
É a fonte fundamental da personalidade e está intimamente relacionada com as funções biológicas, como a respiração, a transpiração e a excreção.

O Id não conhece a realidade objetiva, a "lei" ética e social, que nos prende perante a determinadas situações devido as conclusões da interpretação alheia. Por isso surge o Ego.

EGO
Significa “eu” em latim. É responsável pelo contato do psiquismo com o mundo objetivo da realidade.

Estabelece o equilíbrio entre as reinvindicações do Id e as exigências do Superego com a realidade do mundo externo.

Exemplos
Pelo ID o empregado deixaria de comparecer ao trabalho num belo dia ensolarado, dedicando-se a uma aprazível atividade de lazer: uma pescaria, um cinema, etc..

O EGO aconselharia prudência e buscaria uma oportunidade adequada para essas atividades.

O SUPEREGO diria ser inaceitável faltar com um compromisso assumido, por exemplo, com o supervisor ou colegas de trabalho.
Enfoque psicanalítico da ansiedade
OBJETIVA: Frente a realidade objetiva ligada ao mundo externo medos e perigos tangíveis no mundo real.
NEURÓTICA: conflito entre o id e o ego. Desejo proibido X censura.(gratificação instintiva e a realidade.
MORAL: relacionada com o superego, o precipitado de nossa educação, da Lei paterna e social.( vergonha,culpa)
TIPOS: nascimento, separação, castração(morte, agressões), perda de amor do objeto(fora), perda do amor do superego(autoestima).
Mecanismos de defesa freudianos
Negação, Deslocamento, Projeção, Racionalização, Formação de Reação, Regressão, Repressão e Sublimação.
SUPEREGO
O superego representa a moralidade .Freud descreveu-o como o "defensor da luta em busca da perfeição - o superego é assimilado psicologicamente pelo indivíduo como o lado superior da vida humana" o superego tenta inibir a completa satisfação do id.
A ansiedade define-se enquanto fenômeno clínico quando:
Implica em um comprometimento ocupacional do indivíduo, impedindo o andamento de suas atividades profissionais, sociais e acadêmicas;
Envolve um grau de sofrimento considerado pelo indivíduo como significativo;
As respostas de evitação e eliminação ocuparem um tempo considerável do dia.
"o padrão comportamental dos transtornos de ansiedade [...] é a esquiva fóbica: na presença de um evento ameaçador ou incômodo, o indivíduo emite uma resposta que elimina, ameniza ou adia esse evento”
(Zamignani & Banaco, 2005)
Enfoque da Analise do Comportamento
A ansiedade tem sido definida como um estado emocional desagradável acompanhado de desconforto somático, que guarda relação com outra emoção o medo. Esse estado emocional é geralmente relacionado a um evento futuro e, às vezes, considerado desproporcional a uma ameaça real, (Gentil, 1997).

Ainda que seja importante conhecer a nomenclatura médica dada aos chamados “transtornos”, na visão da análise do comportamento, a ansiedade não é considerada patológica, uma vez que os comportamentos do indivíduo são selecionados por suas consequências e independente da forma, têm função de sobrevivência.
A Análise Funcional tem que determinar:
Antecedentes situacionais potenciais.

Variáveis organísmicas.

Variáveis de Respostas (Comportamentos).

As conseqüências do comportamento.
Os prejuízos proporcionados, que geralmente se transformam em queixas clínicas, dizem respeito justamente a maiores frequências, duração e intensidades com que o conjunto de comportamentos nomeados como ansiedade é emitido.

Dessa forma, a atuação do terapeuta deve estar voltada para os comportamentos problemas e os comportamentos inadequados apresentados pelo cliente, encontrando e alterando as contingências das quais eles são funções.
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