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A viagem de Pedro Álvares Cabral e os primeiros contactos com os povos ameríndios. Diário de um escrivão. (Trabalho de História)

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Tomás Silva

on 19 May 2013

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Transcript of A viagem de Pedro Álvares Cabral e os primeiros contactos com os povos ameríndios. Diário de um escrivão. (Trabalho de História)

21/3/1500: Um Temporal Terrível A viagem de Pedro Álvares Cabral 8/3/1500: Partida Trabalho realizado por: Tomás Silva Nº 20 Leonardo Miranda Nº 11 Ricardo Cardoso Nº 18 8ºB Hoje vamos começar uma viagem longa, levamos uma frota de treze embarcações (9 naus, 3 caravelas e 1 naveta de mantimentos) e em cada uma delas vêm 100 pessoas. No total são 1500. Sabia que nem todos iam chegar vivos ao destino. No entanto a partida foi alegre, com o povo português a gritar o nosso nome.
Vêm soldados, comandantes, famílias... São muitas pessoas.
A partida é Lisboa destino é Índia, Calecute, iremos demorar 3 a 4 meses. A rota que vamos
tomar 11/3/1500: Primeiros Acontecimentos É o nosso terceiro dia de viagem e já houveram mais de 8 mortes, 3 no barco em que navego.
Não serão as últimas pessoas a morrerem, pois só os mais fortes aguentarão até ao fim. Eu nem sei se aguentarei até ao fim.
O comandante desta viagem é o grande Pedro Álvares Cabral, nomeado como capitão-mor pelo próprio D. Manuel I Íamos navegando calmamente quando o que nós mais temíamos que viesse a acontecer, aconteceu. Uma tempestade. Chovia muito e o barco estava muito molhado e escorregadio, o vento era tão forte que fazia o barco abanar tanto que acabávamos por perder alguns homens no mar. Felizmente a tempestade acabou sem muitos estragos, apenas umas vigas quebradas, mas nada de especial. 31/3/1500: Problemas a bordo 27/3/1500: Os doentes a bordo Hoje, os marinheiros que estavam no barco começaram ter umas grandes dores na cabeça e começaram a espirrar bastante, ficando com os seus narizes vermelhos e inchados. Os seus dentes também ficaram podres e doentes, começaram a cair e a sangrar.
Na minha opinião eu acho que foi Deus que os amaldiçoou pela sua vida cheia de pecados. Aquele temporal foi só um aviso.
Já morreram bastantes pessoas. Tínhamos começado com 1300 pessoas, agora somos apenas 865. Eu bem adivinhei que este tipo de coisas começariam a acontecer. Hoje, dois homens envolveram-se numa luta . Já estamos a navegar há muito tempo, por isso eles perdem a paciência muito facilmente. Falei com eles e disse-lhes para se acalmarem e que não havia necessidade de isto acontecer.
Mas não foi só isto que aconteceu, num outro barco duas pessoas foram apanhadas a roubar comida, já trataram desse assunto, e os ladrões tiveram o castigo que mereciam, foram lançados há água. 10/4/1500: A Razão da Viagem A viagem foi ordenada pelo rei D. Manuel I e é destinada a Calecute para criarmos laços de amizade com o samorim de Calecute, e desviar parte do tráfico de especiarias para a Rota do Cabo. A Tempestade 14/4/1500: Os Próximos Ventos Dentro de 5 dias teremos de mudar de rota pois haverá ventos fortes o suficiente para virar todas as nossas embarcações.
Iremos para Oeste conseguindo fugir um pouco ao temporal e não arriscarmos toda a missão. 17/4/1500: Na nova rota Conseguimos escapar ao temporal pela rota que o nosso capitão ordenou. Tudo parece mais calmo e não houveram nenhuns problemas significantes, exceto as contínuas mortes mas eu já previa isso. 21/4/1500: TERRA À VISTA!!! Avistámos terra não conquistada e o nosso capitão decidiu que devíamos atracar lá. Não é uma terra conhecida, embora no mapa, não tinha sido vista pelos olhos dos conquistadores portugueses. Registo do Novo Mundo Chegámos a uma nova terra, uma terra que não está desabitada. Vivem aqui uns seres diferentes, eram humanos mas tinham uma cor diferente da nossa, negra. Eram estranhos, a sua maneira de falar é estranha, praticamente não usam roupa, tudo neles é estranho.
Quando eles viram os animais que trazíamos a bordo ficaram fascinados e assustados ao mesmo tempo, pois nunca tinham visto aquelas espécies. Tentámos oferecer-lhes comida e vinho mas aqueles teimosos rejeitaram. Mostrámos-lhes alguns dos nossos costumes, como a nossa fé, por isso, fizemos com que eles assistissem a uma missa. Não sei se gostaram mas o nosso capitão acredita que sim. 24/4/1500: Novo Mundo 26/4/1500: Os hábitos deles Eram desavergonhados e diferentes de nós portugueses. Viviam em pequenas casas de palha ou madeira ou até mesmo sem casa, não sei como aguentam viver nestas condições.
A sua alimentação era baseada em vegetais ou plantas. Não comiam carne nem peixe regularmente e eram pouco asseados. Viviam da prática de agricultura e domesticação de animais. 27/4/1500: As habilidades deles "Os homens daquele sítio estranho são fortes e habilidosos nas atividades agrícolas, talvez deva aproveitar-me destes animais...", foi o que o nosso capitão-mor, Pedro Álvares Cabral disse.
Eu concordo pois eles não servem como pessoas da sociedade normal mas sim para trabalhar como os nossos animais, pois assim será mais fácil de dar ordens.
O nosso capitão também disse que teriam um bom preço pela maioria da nobreza (em bom estado, é claro). 30/4/1500: Os tratamentos que lhes damos... O nosso capitão-mor, Pedro Álvares Cabral decidiu aprisionar alguns dos homens e mulheres diferentes para os disciplinarem.
Correu muito bem, pois eles não deram luta contra as nossas enormes armadas e armas potentes. Isto deveu-se ao pouco desenvolvimento de armamento que tinham.
Capturámos cerca de 67 homens e 45 mulheres e algumas crianças. 1/5/1500: Preparando a saída O capitão-mor, Pedro Álvares Cabral, anunciou oficialmente a partida de amanhã. O capitão-mor, Pedro Álvares Cabral, mandou-me escrever uma carta ao El-rei D. Manuel I, para explicar os acontecimentos desta semana. Novas terras descobertas El-rei D. Manuel I, venho por este meio informá-lo de que foram descobertas novas terras Sudoeste do nosso grande país.
Esta terra foi conquistada em seu grande nome El-rei D. Manuel I, o nome desta nova terra é Brasil, com toda a sua glória de uma colónia portuguesa. Capturá-mos alguns dos habitantes daquela terra, esses habitantes eram diferentes, tinham costumes diferentes, cor diferente e não usam roupas.
Estas foram as principais informações sobre Brasil, a nova colónia portuguesa. O tomás é fixe e o leo também... o ricardo NAO É Morram todos!!!!!!!
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