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Dissertação

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by

Danyelle Almeida Andrade

on 25 February 2014

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Transcript of Dissertação

REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DE VELHICE POR DIFERENTES GRUPOS ETÁRIOS:
analisando estruturas e processos

Danyelle Almeida de Andrade
Profª Maria de Fátima de Souza Santos
Velhice
Representações Sociais da Velhice
Objetivos
Estudo 1
Estudo 2
Participantes: 145 sujeitos
Grupo 1: 25 crianças
Grupo 2: 60 jovens e adultos
Grupo 3: 60 idosos
Instrumentos:
Questionário de Caracterização da Amostra
Associação Livre de Palavras
Idosos
Jovens/Adultos
Crianças
Participantes: três sujeitos
Instrumentos:
Mariana (09 anos)
Flávia (30 anos)
Lourdes (82 anos)
Roteiro de entrevista semi-estruturada
Saúde
Doença
Autonomia
Dependência
Solidão
Contato Social
Exclusão
Inclusão
Considerações Finais
Referências
Analisar os processos psicossociais envolvidos na transformação das representações sociais de velhice a partir de três diferentes grupos etários
Identificar o conteúdo das representações sociais de velhice por crianças, jovens/adultos e idosos
Caracterizar os processos utilizados por cada grupo na formação e transformação das representações sociais de velhice
Considerações
Dois estudos
Metodológicas
Local da coleta
Aspectos Éticos
Aspectos Sociais
Aspectos Físicos
Relações com os avós (7)
Preconceito (4)
Deficiência Física (4)
Dependência do Outro (3)
Doenças/Morte (3)
Aspectos Físicos
Aspectos Psicológicos
Aspectos Sociais
(Des)Respeito (12)
Preconceito (6)
Amor (5)
Família (3)
Aposentadoria (3)
Infantilização (2)
Doenças (10)

Limitações (4)

Aparência Física (2)

Morte (2)
Sabedoria (7)
Aspectos Físicos
Aspectos Psicológicos
Aspectos Sociais
Liberdade (10)
Sabedoria (5)
Dificuldades e Estratégias (4)
Religiosidade (3)
Amor (3)
Desprezo (10)

Família (8)
Doenças (14)
Objetivo:
Explorar as RS de velhice quanto ao seu caráter processual
Objetivo:
Analisar as estruturas e conteúdos das RS de velhice
O corpo: o declínio do organismo, a manutenção da saúde e os processos de adoecimento
Mariana
Flávia
Ah, eu penso que velhice às vezes tem gente que não gosta de ficar velho por que... Eu mesmo tenho medo às vezes. Quando eu penso que eu vou ficar idosa, que eu vou morrer, essas coisas, eu penso isso (...) Eu acho que todo mundo devia ser assim, nunca pra mim ninguém deveria envelhecer
(...)
Entrevistadora: Mas aí, se ninguém envelhecesse, como é que ia ser?
Ah, ia ficar todo mundo doente, doente, é, ia ficar todo mundo doente...
Mariana
Flávia
Lourdes
Mas também eu vejo assim, a velhice ela traz muita dificuldade, e tudo né? Em questão de saúde (...) Eu vou querer ficar velha, se Deus quiser, se Deus me permitir, bem de saúde porque eu acho que nessa idade, eu já tenho os pais idosos, e eu vejo eles reclamando muito de falta de saúde, dói aqui, dói ali, dói a mão, dói o pé, dói a cabeça, aí tem muitas coisas.
“Ela deve ser ativa, só se ela for doente, porque tem às vezes gente que com setenta anos já está se arrastando, né? Que não é o meu caso, apesar desses problemas todos não é o meu caso.”
Lourdes
Mariana
Flávia
Lourdes
Fragilidade e necessidade de acompanhamento nessa etapa da vida
Mariana
Flávia
Lourdes
Quando a pessoa tem a mente muito aberta, ela procura inovar todos os dias. Já tem pessoas que gostam de ficar num canto, mais sossegado, mais reservado... Eu acho que isso vai de pessoa pra pessoa. Não tem nem o fato de ser idoso. (...) Acho que também vai da criação que ele, os pais passaram pra ele... “Não, porque eu tô velho vou ficar assim. Já tô de idade, não posso fazer mais isso, fazer mais aquilo. Vou me recolher, ficar alí em um canto só fazendo tricô, tomando um chá” (risos). Já tem outros que não. Eu acho que isso vai de pessoa pra pessoa.
Entrevistadora: E o que é que uma pessoa velha não faz?
Correr, pular corda, andar... Eu acho que andar de cavalo também não anda não, né? (risos) Eu monto até numa porca, mas cada um é cada um, cada pessoa é cada pessoa. Todos não são iguais, eu não posso falar pelos outros, eu só posso falar por mim né? O que acontece comigo, o que eu faço, o que eu não faço, quais são as minhas limitações. Assim, que eu faço: falo por mim, nunca falo pelo outro, porque o outro tem outro estilo de vida, tem outra maneira de viver, se alimenta diferente e tudo isso... Aí eu só posso falar de mim mesmo.
Eu acho que eles têm que ser respeitado como nós. Eles foram crianças, eles foram adolescentes, então eles têm que ser respeitados porque todos nós um dia vamos ficar assim.

Tem gente que maltrata e tem gente que ajuda
Mariana
Flávia
Lourdes
Eu acho que não todos, né? Mas a maioria não vê bem... Acha que porque já é vel... Idoso, já de idade, tem que ficar ali num canto. Você vê quando você vai pegar ônibus, isso é nítido, quanto você vai pegar ônibus. Se o idoso está acompanhado de jovem é uma coisa, se o idoso tá só é outra coisa.

Eu acho que vai da criação que você teve. Se você tem a criação de que você deve respeitar o seu próximo, entendeu, você vai respeitar. Também se você não teve, você não vai.
Olhe, eu tenho uma noção da velhice muito ruim. Porque o que eu tenho passado na velhice é desrespeito, os outros, as pessoas mais jovens não respeitam o mais velho... (...) Velhice é desprezo total! Total mesmo!
Mas eu não quero que quando minha mãe fique velhinha, eu não quero que tenha que ter alguém pra tomar conta, porque tem gente que maltrata, aí eu não gosto. Eu preferia que alguém da família cuidasse, assim, não queria que uma pessoa estranha cuidasse, que poderia maltratar.

Não, assim, se eu for rica quando eu tiver velhinha eu vou sair, vou pro shopping passear, vou ter minhas amigas, porque tem idoso que tem amigas e pronto, somente.
Mariana
Flávia
Lourdes
Ah, vou ser uma senhorinha pra frente! Pra frente assim, animada, extrovertida, de sair pra barzinho, pra dançar, viajar com os amigos, fazer atividade física, tem que ser assim! Animação total! (risos)
E assim por diante eu vou. Fico relendo as poesias para não esquecer, e assim vou levando a vida. Pronto, mais nada. Ninguém me visita... (...) É por isso que eu não almoço em casa, que é pra almoçar no meio do povo. As pessoas faz falta pra gente, né? Você se senta pra almoçar olha pra mesa não tem ninguém, é triste. A primeira vez que aconteceu isso eu me levantei, botei o prato na geladeira e fui embora pra rua procurar onde tinha gente...
Velhice e morte (OLIVEIRA; PEDROSA; SANTOS, 2009)
Aspectos Demográficos
Aspectos Biológicos
Aspectos Sociais
Aspectos Intergeracionais
A dinânima dependência-autonomia está presente durante toda a vida (BALTES; SILVERBERG, 1995). Na velhice interferem fatores tanto biológicos como sociais.
Velhice: responsabilidade individual
Importância dos hábitos e estilos de vida
Diminuição vs importância dos contatos e papéis sociais na velhice (ERBOLATO, 2006)
A responsabilidade do cuidar
Discriminação
Preconceito
Desrespeito
Idosismo
(AGICH, 2008)
Grupos de convivência
A associação entre velhice e doenças: indicações da zona muda e/ou tranformação dessas representações

Desenvolvimento da RS:

Limitações
Objetivação
Perdas e ganhos
Proteção identitária
AGICH, G. J. Dependência e autonomia na velhice: um modelo ético para o cuidado a longo prazo. São Paulo: Loyola; Centro Universitário São Camilo, 2008. Disponível em: http://books.google.com.br/books?id=Ijyr0qgCKCYC&printsec=frontcover&hl=pt-BR#v=onepage&q&f=false. Acesso em: 10 de janeiro de 2014.

BALTES, M. M.; SILVERBERG, S. A dinâmica dependência-autonomia no curso de vida. In: NERI, A. L. (Org.) Psicologia do Envelhecimento. Campinas: Papirus, 1995, p. 73-110.

CAMARANO, A. A.; KANSO, S. Perspectivas de crescimento para a populaçãi brasileira: velhos e novos resultados. . Texto para Discussão Nº 1426. Rio de Janeiro: IPEA, 2009.

DUVEEN, G.; LLOYD, B. Social representations and the development of knowledge. New York: Cambridge University Press, 1990.

ERBOLATO, R. M. P. L. Relações Sociais na Velhice. In: FREITAS, E. V.; PY, L.; CANÇADO, F. A. X.; DOLL, J.; GORZONI, M. L. Tratado de Geriatria e Gerontologia. 2ª Ed., Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2006, p. 1325-1330.

MOSCOVICI, S. (1961) A Psicanálise, sua imagem e seu público. Petrópolis: Vozes, 2012.

MOSCOVICI, S. (2000) Representações sociais: investigações em psicologia social. Petrópolis, RJ: Vozes, 2011.
REPRESENTAÇÕES SOCIAIS DE VELHICE POR DIFERENTES GRUPOS ETÁRIOS:
analisando estruturas e processos
Obrigada!!
Representações Sociais
As RS podem ser entendidas como uma forma de pensamento de sociedades e grupos
VELHICE
5 palavras
hierarquização
justificativa
Entre a saúde e a doença
Entre a dependência e a autonomia
Entre a solidão e o contato social
Entre a exclusão e a inclusão
VELHICE
A família e os amigos
A responsabilidade do cuidar
A manutenção do círculo de amizades
O descaso e a solidão
Mestranda
Orientadora
Processo de envelhecimento

Acentuação de características biológicas

Involução morfofuncional

Determinação biológica?
Organismo Ambiente
Velhice: categoria construída socio e culturalmente

Diversidade dessa etapa

Diferenciação da velhice entre os séculos XIX e XX:
saberes médicos + aposentadoria
(MINAYO; COIMBRA JR, 2002)
: as velhices
(SILVA, 2008)
Questões demográficas contemporâneas

Maior convivência com idosos

Dimensão familiar
Face psicossocial do envelhecimento

Pertinência de estudos que colaboram com o entendimento de fenômenos sociais complexos como este.
(CONTARELLO; LEONE; WACHELKE, 2012)
Escolhas
Atitudes Pessoais
Práticas Sociais
17 08 07-11
31 29 16-58
55 05 60-90
F M Idade
[pausa] Eu não sei. (...) Muito exercício, não pode, a perna fica mole, não pode tá se abaixando toda hora que nem meu avô... (...) Eu peço pra todos os idosos do mundo não ficar se abaixando, não fazer muito exercício, pode fazer, mas não fazer muito exercício, não ficar em pé toda hora, tem que tá mais deitadinho, tem que se levantar também, né? Pra fazer alguns exercícios... (...) Porque eu acho que piora a saúde. (...) Por causa das pernas.
Da apresentação
Dos estudos
Estudo 1: CONTEÚDOS/processos
Estudo 2: PROCESSOS/conteúdos
(VASCONCELLOS; SANTOS; ALMEIDA, 2011)
Full transcript