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Copy of Operação empilhadeira

Curso de operador de empilhadeiras
by

Luis Berriel

on 21 September 2015

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Transcript of Copy of Operação empilhadeira

Operador de empilhadeira
UNIDADE 3 – Procedimentos para a organização das tarefas de movimentação das cargas;
UNIDADE 1 – Operadores de Empilhadeiras e Características das Empilhadeiras;
UNIDADE 2 – Seleção de Equipamentos de Movimentação de Cargas;
UNIDADE 4 – Regras de Segurança e Prevenção de Acidentes;
OBJETIVO
Formar para função de operador de empilhadeira;
Abordar competências e habilidades;
Identificar os tipos de empilhadeiras e seu funcionamento;
Conhecimento para tomada de decisão (escolha dos equipamentos, manutenção, normas e critérios de segurança a serem tomados antes e durantes a movimentação de carga).
CBO N° 7822: “Operadores de equipamentos de movimentação de cargas” classifica essa função em três grupos de operadores:

7822-05 - Guincheiro (construção civil) - Ajudante de guincheiro , Ajudante de operador de guincho , Operador de guincho , Operador de máquina-elevador;

7822-10 - Operador de docagem – Doqueiro;

7822-20 - Operador de empilhadeira - Motorista de empilhadeira, Operador de empilhadeira elétrica, Operador de máquina empilhadeira.
Operadores de Empilhadeiras e Características das Empilhadeiras
CBO n° 78822, os operadores de empilhadeiras devem ter competências para desenvolver as atividades seguintes:

A - Preparar Movimentações de Carga;
B - Movimentar Carga;
C - Organizar Ambiente de Trabalho;
D - Organizar Carga;
E - Realizar Manutenções Previstas Em Equipamentos para Movimentação de Cargas;
F - Trabalhar com Segurança.
Diferentes equipamentos na movimentação de carga:
Equipamentos de transporte de cargas com movimentação horizontal como transpaletes e paleteira manual ou motorizado e o tipo automotor de movimentações de cargas horizontal e vertical.
Fonte de Energia:
Manual
- a operação é feita manualmente.
Diesel
- é a empilhadeira que mais polui o ambiente.
Gasolina
- apresenta menor poluição que a anterior.
Gás
- polui menos que as duas anteriores, por ser mais perfeita a queima do combustível.
Eletricidade
- não apresenta poluição por não haver combustão. Por essa razão é mais usada nas empresas alimentícias, farmacêuticas e em espaços confinados. Neste tipo de empilhadeira existe maior possibilidade de incêndio que nas demais
Características:

Mecânica normal
- possui câmbio com conversor de torque;
Mecânica normal com acoplamento fluido
- facilita as operações e diminui a quantidade de mudanças de marcha ao sair e ao parar;
Hidramática normal
- possui câmbio hidramático, tendo a alavanca somente com duas posições de sentido - frente e ré, com uma, duas ou quatro velocidades de marcha;
Hidramática basculante
- possui câmbio hidramático e os garfos da torre são basculantes.
Seleção de equipamentos de movimentação de cargas
Procedimentos para a organização das tarefas de movimentação das cargas.
Regras de Segurança e Prevenção de Acidentes;
Frontal a Contrapeso
São as que mais se adaptam a pisos irregulares. Cargas pesadas percursos longos e serviço externo. Podem ser movidas a bateria elétrica, gasolina, gás ou diesel.
Selecionadora de pedidos
Posicionam o operador numa plataforma elevatória junto aos garfos. O próprio operador estoca / seleciona os itens.
Pantográfica
Operam em corredores estreitos. Algumas são equipadas com mecanismo pantográfico duplo que alcança a segunda profundidade da estrutura porta-paletes.
Trilateral
São projetadas para estocar cargas unitizadas em corredores muito estreitos. O mastro ou os garfos são rotatórios para permitir empilhar sem manobras.
Laterais
Movimentam cargas compridas em distâncias curtas e médias. Podem ser movidas a energia elétrica ou combustão interna e são empregadas em ambientes fechados ou abertos.
Deslocamento Manual
A elevação pode ser operada manualmente ou por bateria elétrica. O deslocamento horizontal é sempre manual.
Container
São usadas para empilhamento, carga e descarga de contêineres de veículos de transporte em terminais de contêineres.
Tipos de Carga:

Granel
- transportadas em grandes quantidades, sem embalagens, contidas apenas pela carroceria do veículo transportador. Necessita de adaptação de equipamentos específicos;

Embalada
- colocadas em caixas, sacos, feixes, fardos e ainda outros tipos;

Diversas
- transportadas sem embalagens, e algumas vezes de forma individual;

Especiais
- cargas que, por alguma característica própria, exigem cuidados com higiene, poluição, manuseio, sinalização (placas e etiquetas especiais) e embalagem. O seu transporte deve ser realizado em veículos especialmente preparados para este fim.
Natureza das Operações:

Carregar / descarregar caminhões/wagons de dentro:
Utilização de transpaletes elétricos com operador empurrando ou embarcado.
Empilhadeira elevadora de patolas ou frontais de capacidade inferior a 2 000kg, motorizado com energia elétrica.

Carregar/descarregar caminhões/wagons no solo:
Empilhadeiras frontais de contrapeso, com pantógrafo, elétrica ou a combustão interna.

Transportar no solo:
Transpalete motorizado com posto de operador embarcado, trator ou empilhadeiras frontais.

Estocar, empilhar:
Empilhadeira de patolas /frontal com elevação ate 5 a 6m / com mastro retrátil / tridirecional com elevação ate 12m /lateral / com pantógrafo.

Preparar pedido:
transpalete, preparador de pedido/ Empilhadeira selecionadora de pedidos.

Rebocar:
Trator
Distância a percorrer:

Curta: ate 30 m;

Média >: 30 a 100 m;

Longa: a mais de 100 m.


Freqüências das operações:

Ocasional: algumas operações por semana;

Intermitente: algumas operações por dia;

Regulares: várias horas por dia;

Intensas: operações continuas em um ou mais postos de trabalho
Solo: Considerar a estrutura do solo.

Solo preparado
- Para uso das empilhadeiras sem riscos, ausência de buracos, obstáculos: uso de empilhadeira com sistema de pneumático ou pneu maciço;
Estabilizado
- Empilhadeira com pneu maciço ou pneumático;
Não estabilizado
- Área externa, empilhadeira adequada a qualquer tipo de terreno.

Declive:
Assegurar que a empilhadeira escolhida tem capacidade de transitar com os declives presentes no local ou empresa e que a “garde au sol” é suficiente para passar a quebra de declive;
Tomar em conta a freqüência de passagem da rampa. Verificar se os freios de serviços e de estacionamento são capazes de segurar a empilhadeira carregada.
Gabarito de passagem
A largura: empilhadeira e/ou da carga - compatível com a largura dos corredores ou das portas;
Circulação em sentido único. Largura do equipamento ou da carga + um metro;
Circulação nos dois sentidos: considerar duas vezes a largura do equipamento utilizado mais 1,40m.

Altura de elevação
A altura de elevação de estocagem e limite de altura das instalações determinam a escolha da empilhadeira.

Carregamento e descarregamento de caminhões
Verificar a resistência do solo dos veículos com a capacidade total de carga da empilhadeira.
Aeração dos locais
Empilhadeira a combustão - capacidade de ventilação dos locais de trabalho;
Caso a aeração não tenha capacidade de eliminação suficiente dos gazes nocivos produzidos, optar por empilhadeira elétrica.

Ruídos
Observar se o barulho do equipamento não ultrapassa o limites toleráveis.

Luminosidade
Em caso de locais escuros ou com baixas luminosidades, utilizar empilhadeiras equipadas de dispositivo de iluminação.

Trabalho em ambiente especial
Utilizar empilhadeira equipada com os equipamentos necessários de segurança ou de proteção contra riscos determinados: atmosfera explosiva permanente, potencial, frio, partículas tóxicas, condições climáticas...
Regras gerais no inicio de cada turno

Equipar-se com equipamentos de proteção individuais necessários às atividades a realizar (luvas, sapatos, proteções auditivas, etc.);

Pegar a chave de contato ou outro sistema permitindo a ignição da empilhadeira;

Tomar conhecimento das instruções de trabalho e inspecionar sempre toda a área ao redor da empilhadeira antes de movimentá-la;

Verificar as condições do local de trabalho (estado do solo, estabilidade das áreas de estocagem etc.);

Consultar a ficha de manutenção do veículo para verificar que os concertos necessários foram realizados.
Efetuar as verificações diárias de inicio de atividade:

Verificar os conectores da bateria, nível de água e o nível de eletrólito (empilhadeira elétrica);
Verificar que os garfos estão em perfeitas condições;
Verificar nível de óleos, água, combustível;
Verificar que as rodas estejam em perfeitas condições (banda, calibragem);
Verificar o bom funcionamento da buzina, Luzes (faróis, sinaleiros);
Verificar os controles, procurar por folgas;
Ligar a chave da partida;
Verificar o medidor de carga da bateria;
Experimentar o conjunto de elevação;
Movimentar-se para frente e para trás;
Experimentar o freio de estacionamento;
Experimentar o freio de pé;
Verificar vazamentos das conexões do sistema hidráulico.
Manutenção dos Equipamentos e Legislação
Capacidade de carga

Identificar a capacidade de sua empilhadeira e do peso da carga a movimentar;
Avaliar capacidade de seu equipamento através da leitura da placa de capacidade do veículo.
O princípio de operação é o mesmo de uma “ gangorra” onde a carga colocada nos garfos é equilibrada pelo peso da máquina.
Contra peso
Eixo dianteiro
Carga
Capacidade de carga
A capacidade de elevação de uma empilhadeira é afetada por:
Peso da carga;
Distância do centro de gravidade da carga (centro da carga);
Altura de elevação.
O contrapeso é formado pela própria estrutura do veículo (combustão) ou pela bateria (elétrica).
Estabilidade das empilhadeiras
Princípio de Triângulo de estabilidade e suas conseqüências durante as movimentações.
Símbolos de carga e de trânsito
Produto frágil! Quebra ou amassa.
Produto frágil. Cuidado para não derramar.
Cuidado para não molhar!
Qualquer um dos dois lados pode ficar para cima.
Centro de gravidade da carga.
Lados autorizados para tomadas com garfos.
Face superior sempre virada por cima.
Altura de porta.
Regras para carregamento, movimentação e empilhamento.
Carregamento:
Assegurar que o peso da carga não ultrapassa a capacidade da empilhadeira;
Assegurar que os paletes, caixa-paletes etc. estão em bom estado e adequados às condições de movimentações e estocagem;
Verificar se as cargas estão bem equilibradas, estáveis e, eventualmente amarradas para evitar deslizamento ou tombamento;
Aproximar-se lentamente e de forma reta da carga;
Introduzir lentamente os garfos no palete;
Elevar os garfos uns 15 cm do solo e Inclinar a torre para trás imediatamente;
Em caso de carga comprida,verificar se não pode cair dos garfos.

Movimentação:
Realizar o deslocamento com a carga até o local desejado, respeitando as normas e regras de segurança.
Empilhamento:
Aproximar-se da pilha com a carga abaixada e inclinada para trás. Reduzir a velocidade e parar na frente da pilha, brecar e diminuir a inclinação para trás até um ponto suficiente para manter a estabilidade da carga;
Elevar a carga até a altura desejada para o empilhamento, empilhadeira parada;
Quando a carga estiver longe do alto da pilha, dirigir para frente, se necessário, para aproximar o veículo da pilha, e brecar novamente. Avançar a carga, tomando cuidado para não deslocar cargas das pilhas adjacentes.
Empilhamento:
Quando a carga estiver sobre a pilha, colocar o mastro na posição vertical e baixá-la;
Quando a carga estiver empilhada com segurança, baixar os garfos até soltá-los do palete e recolhê-los;
Quando os garfos estiverem longe da pilha, brecar novamente se o veículo foi movimentado e inclinar o mastro para trás e baixá-lo até pouco acima do chão, antes de ir embora.
Desempilhamento:
Parar na frente da pilha e brecar. Colocar o mastro na posição vertical. Se necessário, ajustar a abertura dos garfos à largura da carga e assegurar-se de que o peso da carga está dentro da capacidade do veículo;
Elevar os garfos até uma posição que permita a entrada no palete. Se necessário, ajustar a verticalidade do mastro com a inclinação para frente prevista pelo construtor;
Se necessário, dirigir para frente para aproximar o veículo da pilha, e brecar novamente. Avançar o mastro para frente, sob a carga.
Desempilhamento:
Levantar a carga até ela se afastar da pilha e inclinar cuidadosamente para trás, o suficiente para estabilizar a carga;
Quando a carga estiver longe do alto da pilha, recolher o mastro. Quando necessário, movimentar o veículo ligeiramente para trás, afastando-o da pilha, certificando-se de que o caminho está livre e tomando cuidado para não deslocar cargas das pilhas adjacentes;
Baixar a carga cuidadosamente e uniformemente até a posição correta de percurso. Inclinar para trás totalmente antes de ir embora.
NÃO MOVIMENTE A EMPILHADEIRA COM OS GARFOS ELEVADOS.
Final de atividades
- Estacionar a máquina no local previsto, ou assegurar-se de não estar bloqueando o tráfego (pedestre, outros equipamentos).
- Tomar as seguintes medidas:
Abaixar os garfos ao solo;
Puxar a alavanca do travão de estacionamento completamente;
Retirar a chave do interruptor de arranque.
- Ao estacionar numa ladeira, assegurar-se de colocar calços nas rodas traseiras e dianteiras.
- Não estacionar a empilhadeira em cima de materiais combustíveis, tais como: papel, óleo, etc.
- Aplicação do travão de estacionamento é especialmente vital em um declive.
- Ao estacionar em ruas, não bloquear o tráfego. Deixar espaços para a passagem e coloque sinais de advertência.
Equipamentos de Proteção Individual EPI:

A Utilização dos equipamentos de proteção individual EPI é disciplinada pela Norma Regulamentadora NR-6, da Portaria 32l4 do Ministério do Trabalho, que exige dos Empregadores e Empregados o cumprimento desse regulamento nas jornadas de trabalhado em que seja necessário.

Guarda e conservação dos EPI:
O operador de empilhadeira deverá usar o EPI, verificar o seu estado de conservação e realizar limpeza a cada final de jornada de trabalho. É necessário que a empresa ajude o operador na conservação desse equipamento, oferecendo condições e lugar próprio para guardá-lo

Os EPI podem ser classificados em função da área protegida.

Proteção da cabeça
: especificamente para o crânio e protetores para os órgãos da visão e audição. Ex. Capacete, protetor facial, óculos de segurança contra impacto, óculos para soldador (solda a gás), máscara para soldador (solda elétrica), máscaras semi-facial contra poeira e gases tóxicos, protetor auditivo (tipo plugue e tipo concha).

Dos membros superiores
: proteção para as mãos e braços: luvas(raspa de couro, de lona vinílica, de borracha, borracha especial para eletricidade), mangas de raspa de couro, magotes de raspa de couro.

Dos membros inferiores
: sapatos de segurança (com ou sem biqueira de aço, com ou sem palmilha e biqueira de aço, com solado antiderrapante), botas de segurança cano curto, botas de segurança cano longo, perneiras de raspa de couro, perneiras especiais.
Equipamentos e dispositivos de segurança na empilhadeira
Empilhadeiras automotor com operador a pé:
Chave de contato ou outro dispositivo impedindo a utilização da empilhadeira por pessoas não autorizadas;
Dispositivo de parada de emergência, colocado na extremidade do timão ou de botão anti esmagamento;
Proteção pára-choque para os pés dos operadores.
Empilhadeiras de contrapeso e outras:
Protetor de operador (1);
Protetor de carga (2);
Cinto de segurança ou portinhas de segurança (4).

Empilhadeira com posto de operador em pé:
Proteções laterais do operador (3).
Ato Inseguro
Realizar trabalho, desobedecendo às normas de segurança, o que pode causar ou favorecer a ocorrência de um acidente.

Os atos inseguros são a causa da grande maioria dos acidentes de trabalho:
falta de atenção;
manobra imprópria;
desobediência aos procedimentos operacionais;
cansaço.
uso de álcool e drogas;
falta de conhecimento do equipamento.
Condição Insegura
A condição insegura é a que existe quando o empregado realiza o seu trabalho num ambiente de risco, sem a necessária segurança para os profissionais, os equipamentos e as instalações.
- Riscos ocupacionais:

Riscos de Local
- riscos existentes nas áreas de trabalho. Ex: trânsito de empilhadeira, altura elevada de empilhamento, ressaltos no piso;

Riscos de Operação
- riscos na forma errada de realizar o seu trabalho. Ex: dirigir a empilhadeira em excesso de velocidade;

Riscos Ambientais
- riscos que estão presentes no ambiente de trabalho, provocados por agentes agressivos, e que com o passar do tempo podem afetar a saúde. Cinco tipos de agentes: Físicos, Químicos, Biológicos, Ergonômicos e Mecânicos.
Regras gerais de segurança para operador de empilhadeira
1.Sempre observar e respeitar a sinalização em vigor no estabelecimento.
2.Manter os garfos abaixados (+/- 15 cm próximo do solo) quando em movimento, para evitar que a carga incline em curvas ou paradas rápidas e manter a carga inclinada para trás, contra a empilhadeira. Nunca dirigir com garfos elevados com ou sem cargas.
3.Dirigir com prudência. Evitar brecar ou arrancar de forma brusca. A empilhadeira pode tombar ou projetar a carga.
4.Não fazer curvas em alta velocidade, a empilhadeira não tem suspensão, e pode capotar.
5.Reduzir a velocidade nos pontos de riscos tais como: poços de elevadores, portas, rampas, plataformas, trilhos e na aproximação de pedestre.
Avaliar altura e largura para movimentação.
6.Olhar sempre na direção do percurso e manter uma visão clara do caminho à frente. Dirigir em marcha à ré, observando a sinalização e o painel, quando faltar visão de frente.
Regras gerais de segurança para operador de empilhadeira
7.Sempre verificar se a carga está segura, especialmente nas curvas, se não está solta. Tomar cuidado para que cargas cilíndricas e compridas não girem sobre os garfos.
8.Ninguém deve permanecer ou passar sob os garfos, mesmo que estejam sem carga.
9. Jamais permitir passageiros nos garfos ou em qualquer outra parte da empilhadeira, ela só tem um assento, e é o do operador!

10.É proibido utilizar empilhadeiras para transporte e elevação de pessoas e erguer e/ou empurrar outra empilhadeira ou veículo.

11.Mantenha os braços e pernas dentro do compartimento do operador, principalmente ao operar em espaços apertados
12.Jamais entrar numa plataforma de junção sem ter certeza de que esta seja adequada ao peso total em carga da empilhadeira, que o meio de transporte ao qual está ligada, não pode se mover e que ela está instalada de forma adequada e segura.
Capotamento ou tombamento das empilhadeiras
As principais causas de tombamento são:
Dirigir a empilhadeira com os garfos elevados que induza um deslocamento do centro de gravidade do equipamento;
Dirigir a empilhadeira com o mastro de garfos elevado podendo desse jeito, bater numa estrutura;
Dirigir com excesso de velocidade o que, em curvas, pode resultar em capotamento do veículo.
Para prevenir um capotamento o operador deve seguir regras e boas práticas:
Abordar as curvas a velocidade moderada;
Evitar buracos e obstáculos que possam desequilibrar a empilhadeira, mesmo sem carga;
Usar o cinto de segurança;
Circular com os garfos perto do chão (+/- 15 cm);
Respeitar a sinalização;
Abordar declive mantendo a carga sempre na direção de cima colocando a empilhadeira de ré nas descida e para frente nas subidas;
Atitudes em caso de capotamento:
Não saltar.
Inclinar-se ao contrário.
Segurar firmemente ao volante de direção.
Firmar os pés.
Acidente do trabalho é aquele que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa. Provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte ou perda. Ou redução permanente ou temporária, da capacidade para o trabalho.
Conceito de Manutenção
A Manutenção Preventiva nada mais é do que a capacidade de se antecipar aos problemas.
Tipos de manutenção
Apesar de certas divergências quanto à classificação dos tipos de manutenção. Para alguns autores existem seis tipos diferentes de manutenção:
Manutenção Corretiva não Planejada, Manutenção Corretiva Planejada, Manutenção Preventiva, Manutenção Preditiva, Manutenção Detectiva e Engenharia de Manutenção.
Outros autores consideram que há apenas duas categorias de manutenção - a Corretiva e a Preventiva – sendo os demais tipos derivados dessas duas categorias principais.
Segundo a Norma NBR 5462 (1994), manutenção corretiva é “a manutenção efetuada após a ocorrência de uma pane, destinada a recolocar um item em condições de executar uma função requerida”.
Os equipamentos de movimentação de cargas devem sofrer verificações periódicas para manutenção. O empresário deverá definir os responsáveis pelas diferentes intervenções e verificações:
Verificações diárias;
Verificações semanais;
Verificações periódicas gerais;

Verificações de retorno após interrupção de funcionamento.
As anomalias observadas devem ser obrigatoriamente registradas em caderneta ou ficha de manutenção, assim como as ações corretivas que forem tomadas e os consertos realizados.

A empilhadeira só poderá ser utilizada assim que todas anomalias relacionadas a segurança forem solucionadas.
Verificações diárias:
Nível de água da bateria; Cabos da bateria;

Água no radiador ; Nível de óleo do cárter;

Óleo hidráulico; Filtro de ar;

Pressão dos pneus; Buzina;

Pedal de freio; Rolamento do encosto;

Extintor de incêndio; Combustível;

Óleo da transmissão; Freio de mão.
Check-list
Troca de óleo
Lubrificação
Substituição de correias e mangueiras
Lavagem
Recarga de bateria
Legislação
Norma Regulamentadora nº 11 -
NR11
TRANSPORTE, MOVIMENTAÇÃO, ARMAZENAGEM E MANUSEIO DE MATERIAIS
11.1 Normas de Segurança para Operação de Elevadores, Guindastes, Transportadores Industriais e Máquinas Transportadoras
11.2 Normas de Segurança do Trabalho em Atividades de Transporte de Sacas
11.3 Armazenamento de Materiais
11.4 Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Chapas de Mármore, Granito e Outras Rochas
11.1 Normas de segurança para operação de elevadores, guindastes, transportadores industriais e máquinas transportadoras.
11.1.1 Os poços de elevadores e monta-cargas deverão ser cercados, solidamente, em toda sua altura, exceto as portas ou cancelas necessárias nos pavimentos.
11.1.2 Quando a cabina do elevador não estiver ao nível do pavimento, a abertura deverá estar protegida por corrimão ou outros dispositivos convenientes.
11.1.3
Os equipamentos utilizados na movimentação de materiais
, tais como ascensores, elevadores de carga, guindastes, monta-carga, pontes-rolantes, talhas,
empilhadeiras
, guinchos, esteiras-rolantes, transportadores de diferentes tipos,
serão calculados e construídos de maneira que ofereçam as necessárias garantias de resistência e segurança e conservados em perfeitas condições de trabalho.
111.1.3.1
Especial atenção
será dada aos cabos de aço, cordas,
correntes, roldanas
e ganchos que
deverão ser inspecionados, permanentemente, substituindo-se as suas partes defeituosas.

11.1.3.2 Em todo o equipamento será indicado, em lugar visível, a carga máxima de trabalho permitida.

11.1.3.3 Para os equipamentos destinados à movimentação do pessoal serão exigidas condições especiais de segurança.
11.1.4 Os carros manuais para transporte devem possuir protetores das mãos.
11.1.5 Nos equipamentos de transporte, com força motriz própria, o operador deverá receber treinamento específico, dado pela empresa, que o habilitará nessa função.
11.1.6 Os
operadores
de equipamentos de transporte motorizado
deverão ser habilitados e só poderão dirigir
se durante o horário de trabalho
portarem um cartão de identificação
, com o nome e fotografia, em lugar visível.
11.1.6.1
O cartão terá a validade de 1 (um) ano
, salvo imprevisto, e, para a revalidação, o empregado deverá passar por exame de saúde completo, por conta do empregador.
11.1.7
Os equipamentos de transporte motorizados deverão possuir sinal de advertência sonora (buzina).
11.1.8 Todos os transportadores industriais serão permanentemente
inspecionados e as peças defeituosas, ou que apresentem deficiências, deverão ser imediatamente substituídas.
11.1.9 Nos locais fechados ou pouco ventilados, a emissão de gases tóxicos, por máquinas transportadoras, deverá ser controlada para evitar concentrações, no ambiente de trabalho, acima dos limites permissíveis.
11.1.10 Em locais fechados e sem ventilação, é proibida a utilização de máquinas transportadoras, movidas a motores de combustão interna, salvo se providas de dispositivos neutralizadores adequados.
Revisão

Avaliação teórica

Informações sobre aula prática
UNIDADE 5 – Manutenção dos Equipamentos e Legislação.
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