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Copy of O Olhar e a Cena - Ismail Xavier

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Nina Flor

on 21 February 2013

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Transcript of Copy of O Olhar e a Cena - Ismail Xavier

Erika Fernandes
Jefferson Ganev
Mariana Pereira
Rodrigo Marinangelo Mídia, Arte e Educação Ismail Xavier O Olhar e a Cena Professor Sergio Mota
(Departamento de Comunicação Social da PUC-Rio) “Dentro do projeto de revelação
do mundo para o olhar,
toda leitura de imagem é
produção de um ponto de vista.” Cena - Concepção desde o século XVIII
- Drama sério burguês
- Quarta parede
- Tableau Vivant Olhar Percepção do real Melodrama e
Geometria do Olhar - Reforço através do Cinema
- Consolida a descontinuidade
- Cena como imagem do mundo delimitada e emoldurada se destaca e o representa.
- Passagem do teatro e da literatura
- Fofoca, curiosidade e segredos Quarta Parede Os Dispositivos Cinema Clássico - "Como queria Diderot, a 'quarta parede' significa uma cena autobastante, absorvida em si mesma, contida em seu próprio mundo, ignorando o olhar externo a ela dirigido, evitando qualquer sinal de interesse pelo espectador, pois os atores estão 'em outro mundo'". XAVIER, Ismail

Ex: Em busca do tempo perdido
Marcel Proust D. W. Griffith e Alfred Hitchcock Olhar e a Cena em Hollywood Olhar e a Cena na TV e no
Cinema Nacional Audiovisual Político
em
Hector Babenco e Gilberto Braga Relação Cinema, Literatura e Teatro Adaptações de Nelson Rodrigues - Teatralização de experiências
- Panóptico ao avesso, se faz prótese

"Tal sistema amplia o meu olhar e me coloca como sujeito que aparentemente 'tudo percebe' em face dos espetáculos, recolhendo o que suas táticas de ilusão propõem como um mundo de verdade" XAVIER, Ismail Atividade Pedagógica Cinema Clássico:
- Griffith: Encarnação plena do melodrama
- Hitchcock: ironia e autoconsciência radical da representação - Espectador fora dos olhares
- Olhar e mundo diegético
- "Estar dentro da cena"
- Efeito ilusionista
- Coerência narrativa, clareza, transparência.
- Formação: Griffith
- Apogeu: Hitchcock - Nascido no dia 09 de junho de 1947, natural de Curitiba.
- Formado em Comunicação Social, com habilitação em
Cinema, pela Escola de Comunicações e Artes (ECA- USP)
- Formado também na Escola Politecnica da USP, em Engenharia Mecânica;
- Mestre em Teoria Literária, em 1975, com a Tese: A procura da essência do cinema: o caminho da anant-garde e as iniciações brasileiras;
- Em 1980, com sua Tese: Narração contraditória: uma análise do Estilo Glauber Rocha, se formou Doutor.
- Em 1982, se torna PhD em Cinema Studies pela Graduate School of Arts and Science, da Universidade de Nova York, onde concluiu também seu pós-doutorado.
- Publicou sua tese de livre-docência em 1993, com o título: Alegorias do subdesenvolvimento: Cinema Novo, Tropicalismo, Cinema Marginal.
- Professor da ECA- USP, a partir do ano de 1971; membro do conselho consultivo da Cinemateca Brasileira en integrate do Conselho Editorial das revistas acadêmicas Novos Estudos Cebrap e Literatura e Sociedade. Ismail Xavier Hitchcock - Cinema (olhar), figura feminina ameaçada (a cena) e o crime (a fantasia).
- O quadro como olhar
- Janela Indiscreta: Lisa se faz imagem para o olhar de Jeff
- Um corpo que cai: Judy (que se exibe) sendo Madeleine (absorta) para o olhar de Scottie Griffith - Linguagem Cinematográfica
- Montagem Paralela
- The White Rose
* Ausência de vilão
* Falta Verossimilhança
* Alegorismo Cristão A Linguagem Olhar, Cena e Educomunicação - Aplicações no campo da Educomunicação Hector Babenco Lúcio Flávio, o passageiro da agonia Gilberto Braga Anos Dourados
Arnaldo Jabor - Toda nudez será castigada
- O casamento "Os cineastas de vanguarda do início do século XX - em particular os surrealistas - foram os primeiros a nos lembrar, com toda a ênfase, o quanto a própria inscrição do cinema no universo da narrativa, notadamente nos termos do cinema clássico, deve ser tomada como uma operação, moral e política, de controle de sentido." Pág 106, capítulo 4. -Compromisso com a verdade
-Adoção das fórmulas de gêneros industriais (Thriller Policial)
-Autenticidade e Hipocresia
-Verdade de cada um aloja-se em seu núcleo privado "O novo cinema queria ir além da compaixão, das estruturas dramáticas de consolação; queria produzir conhecimento."
Pág 130. Cap. 5 "Que tipo de verdade os filmes tendem a privilegiar quando atrelam o desmascaramento da mentira oficial a tais fórmulas." -Naturalismo Psicológico
-Controle dos excessos e dos sentimentalismos
-Enredo modelado sobre a vida cotidiana
-Tom menos dramático, mais próximo da crônica
-Personagens menos idealizadas
-Nova atitude moral e novas convenções A própria engrenagem do enredo subscreve esse senso comum moral sobre o que é "legítimo e natural", sugerindo a hegemonia da ciência sobre a tradição. [...] a própria superfície exibe suas preocupações psicológicas, apresentando-se como exposição pedagógica desse conhecimento implícito. A audiência é explicitamente convidada a seguir as novas regras de comportamento, baseadas no conhecimento, na medicina, na ciência. Essência Audiovisual Montagem Plano Iraniano
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