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ALGARVE - destino seguro

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by

Bruno Mora

on 10 September 2013

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Transcript of ALGARVE - destino seguro

Portugal é um país onde o turismo assume uma importância estratégica na economia, que gera receitas significativas e um volume considerável de emprego, e que revela um conjunto de vantagens competitivas, em regra, não alcançáveis por outras atividades (9% do PIB em 2012).

O impacto do crime no turismo é cada vez mais um fator de significativa importância na não escolha de um destino. A generalidade dos destinos turísticos tenta criar uma imagem de segurança, de forma a potenciar o aumento do número de visitantes e da competitividade do destino e, por conseguinte, do aumento a receita turística.

Os dados disponíveis referentes a 2012 revelam que, apesar da atual conjuntura económica, o número de dormidas e de proveitos tem revelado um ligeiro incremento, devido ao aumento de turistas estrangeiros.
Os níveis criminais na área da PSP no Algarve têm sofrido uma redução significativa nos últimos 5 anos, com uma diminuição de 27% em relação ao ano de 2008.
PARCERIA ENTRE TRÊS ENTIDADES PRINCIPAIS:

- Polícia de Segurança Pública;
- Turismo do Algarve;
- Universidade do Algarve.
 

O projeto desenvolve-se no período de 2013 a 2016 e engloba três eixos de intervenção: Conhecer, Responder, e Acompanhar. Para cada eixo é proposto um conjunto de ações estruturadas e interligadas, as quais concorrem para dar cumprimento à ambição e objetivos identificados.

Para cada ação em concreto serão convidados como parceiros as entidades e organizações que possam dar um contributo positivo à mesma, como Câmaras Municipais, entidades empresariais e associações de residentes como a Associação "Safe Communities Algarve".
OBJETIVOS

Desenvolver uma estrutura permanente de análise da segurança no Algarve, com particular enfoque nas matérias que afetam a atividade turística, que monitorize a evolução da situação e o posicionamento relativo deste destino turístico a nível europeu.

Adequar os procedimentos e modelos estatísticos respeitantes ao crime contra turistas de forma a aferir e acompanhar o sentimento de segurança dos turistas nacionais e estrangeiros.

Desenvolver estratégias e parcerias que melhorem a segurança objetiva e subjetiva dos turistas que visitam ou que têm segunda residência no Algarve.
Hóspedes na hotelaria global, no Algarve
Fonte: INE
Criminalidade denunciada no CD Faro
Fonte: PSP
Criminalidade contra turistas no CD Faro
Fonte: PSP
MONITORIZAÇÃO E AVALIAÇÃO

A monitorização do projeto será efetuada trimestralmente, sendo os resultados desta monitorização utilizados para corrigir as ações nos pontos em que estiverem a divergir dos objetivos propostos, devendo ser elaborado um Relatório de Monitorização de Projeto.
 
No final de outubro de cada ano, é efetuada uma avaliação extensiva de todos os eixos do projeto, respeitante ao período já decorrido desde o início do mesmo, elaborando um Relatório de Avaliação de Projeto, o qual será apresentado publicamente durante as Jornadas de Segurança.

CONHECER
Não se pode intervir sobre o que não se conhece, e “não é possível melhorar” o que não é possível medir
Ação 1.1 - Análise criminológica

Ação 1.2 - Estudo vitimológico - turistas

Ação 1.3 - Estudo do sentimento de segurança - turistas estrangeiros

Ação 1.4 - Estudo do sentimento de segurança - turistas nacionais

Ação 1.5 - Estudo da qualidade do serviço prestada
RESPONDER
A resposta útil é célere e eficaz. Este facto tem implicações no sentimento de segurança, pelo que é fundamental encontrar formas de melhorar a resposta dada ao turista
Ação 2.1 - Postos de Atendimento ao Turista

Ação 2.2 - Número azul para a segurança

Ação 2.3 - Aplicação para smartphones

Ação 2.4 - Segurança "Just in Time"
ACOMPANHAR
É necessário encontrar a fórmula certa de acompanhar o turista durante a sua estadia, sem o incomodar com um sentimento de sobreprotecção
Ação 3.1 - Equipas de Proximidade – Turismo

Ação 3.2 - Segurança - tarefa de todos

Ação 3.3 - Equipas de Pós-vitimização

Ação 3.4 - Equipas mistas de policiamento
A principal finalidade e ambição deste projeto é tornar o Algarve o destino turístico mais seguro da Europa
CONHECER RESPONDER ACOMPANHAR
AÇÃO 1.1 – Análise criminológica
OBJETIVOS
Analisar os principais problemas criminais e de ordem pública;
Identificar prioridades e linhas de atuação.

ATIVIDADES
Analisar os dados recolhidos através do Sistema Estratégico de informações (SEI), efetuando a filtragem dos crimes cometidos contra turistas;
Debater com os parceiros, a nível municipal, estratégias para de resolução e prevenção dos problemas identificados.

AÇÃO 1.2 – Estudo vitimológico - turistas
OBJETIVOS
Analisar de forma mais objetiva a relação entre turismo e crime no Algarve;
Monitorizar a posição relativa do Algarve nos rankings de segurança.

ATIVIDADES
Preparar o SEI para que seja possível a recolha sistemática dos questionários às vítimas turistas;
Apresentação pública dos resultados nas Jornadas de Segurança a realizar anualmente no final de outubro;
Fazer o inventário dos rankings de segurança, incluir o Algarve nos mesmos e monitorizar a evolução da sua posição relativa.
AÇÃO 1.3 – Estudo do sentimento de segurança - turistas estrangeiros
OBJETIVOS
Avaliar a perceção de segurança dos turistas estrangeiros;
Agregar os dados por turistas esporádicos e turistas com residência em Portugal;
Comparar os resultados com o estudo semelhante realizado em 2006.

ATIVIDADES
Aplicar os questionários na zona de partidas do Aeroporto Internacional de Faro, nos postos de informação turística e na fronteira com Espanha;
Apresentar publicamente os resultados nas Jornadas de Segurança a realizar anualmente no final de outubro.
AÇÃO 1.4 – Estudo do sentimento de segurança - turistas nacionais
OBJETIVOS
Avaliar a perceção de segurança dos turistas nacionais;
Comparar os resultados com o estudo semelhante realizado em 2007.

ATIVIDADES
Aplicar os questionários nos postos de informação turística e na área de serviço da A2;
Apresentar publicamente os resultados nas Jornadas de Segurança a realizar anualmente no final de outubro.
AÇÃO 1.5 – Estudo da qualidade do serviço prestado
OBJETIVOS
Conhecer o que a população pretende do serviço prestado pela PSP;
Adequar o serviço prestado às espetativas.

ATIVIDADES
Definir os critérios de avaliação da qualidade do serviço;
Avaliar a qualidade do serviço prestado;
Adequar o serviço prestado às expetativas.
AÇÃO 2.1 – Postos de Atendimento ao Turista
OBJETIVOS
Garantir um atendimento diferenciado, especializado e de proximidade aos turistas;
Tornar o Posto de Atendimento da PSP no Aeroporto Internacional de Faro numa referência no tratamento de situações relacionadas com turistas.

ATIVIDADES
Criar equipas policiais específicas, com formação em técnicas de comunicação e línguas, para realizar o atendimento aos turistas;
Equipar os Postos de Atendimento ao Turista com os meios tecnológicos indispensáveis para a resolução das situações que aí sejam apresentadas;
Articulação com Postos de Informação Turística do TA e com os consulados de cada país para uma melhor resposta aos casos existentes.
AÇÃO 2.2 – Número azul para a segurança
OBJETIVOS
Facilitar o contacto dos turistas com a PSP, em situações não urgentes;
Criar uma rede de contactos em várias línguas que facilite a comunicação com os turistas em caso de necessidade.

ATIVIDADES
Criar uma rede de atendimento telefónico para garantir o atendimento em várias línguas;
Criar protocolos de procedimento para a resolução de situações não urgentes, como o extravio de documentos, cartões de crédito, bilhetes de viagem, reclamações, etc.
AÇÃO 2.3 – Aplicação para smartphones
OBJETIVOS
Disponibilizar um canal moderno e sempre disponível para responder às necessidades dos turistas, nas principais plataformas (iOS, Android e Windows 8), em várias línguas;
Divulgar medidas e conselhos de segurança;
Disponibilizar os serviços eletrónicos de segurança disponibilizados pela PSP, em diversas plataformas.

ATIVIDADES
Integrar a informação prestada e os serviços disponibilizados pela página da internet da PSP com as aplicações mobile;
Disponibilizar a informação associada ao país de origem do turista e na sua língua materna.
AÇÃO 2.4 – Segurança "Just in Time"
OBJETIVOS
Recorrer às novas tecnologias com vista ao incremento da qualidade do serviço prestado de segurança, com particular incidência nas áreas com interesse turístico;
Permitir a utilização dos sistemas informáticos policiais nos carros patrulha através de tablets ou netbooks.

ATIVIDADES
Desenvolver os sistemas de videovigilância urbana nas zonas com relevância turística, como centros históricos, zonas comerciais, zonas de animação noturna , etc.;
Melhorar as aplicações mobile policiais de forma a permitir o acesso ao SEI nos carros patrulha através de tablets ou netbooks.
AÇÃO 3.1 – Equipas de Proximidade - Turismo
OBJETIVOS
Integrar as Equipas de Apoio ao Turista no MIPP;
Desenvolver parcerias locais para resolução de problemas que afetam os turistas;
Alargar os programas Chave Direta e Estou Aqui a todo o ano.

ATIVIDADES
Constituir as Equipas de Proximidade – Turismo em todas as subunidades, garantindo a sua formação em policiamento de proximidade e em línguas;
Criar a certificação de zonas de diversão noturna seguras, em colaboração com as Câmaras Municipais;
Colaborar com os estabelecimentos hoteleiros na implementação de medidas de segurança passiva e ambientais.
AÇÃO 3.2 – Segurança - tarefa de todos
OBJETIVOS
Divulgar medidas de prevenção situacional específicas para turistas, sem promover sentimento de insegurança junto desse público-alvo;
Envolver os diversos públicos-alvo, nomeadamente os turistas residentes, na prossecução dos objectivos relacionados com a temática da segurança.

ATIVIDADES
Produzir folhetos/posters com conselhos de segurança para turistas;
Realizar workshops sobre segurança para turistas para ser apresentada a grupos de funcionários específicos como postos de informação turística, guias turísticos, etc.;
Realizar ações de sensibilização específicas para turistas residentes.
AÇÃO 3.3 – Equipas de Pós-vitimização
OBJETIVOS
Acompanhar os turistas vítimas de crime no período após a vitimização de forma a garantir o regresso dos níveis normais do sentimento de segurança.

ATIVIDADES
Formar as Equipas de Proximidade – Turismo de forma a poderem desempenhar igualmente funções de pós-vitimização;
Realizar reuniões periódicas com os cônsules e embaixadores sediados no Algarve para se definirem as estratégias de apoio aos turistas vítimas de crime;
Acompanhar a situação da vítima mitigando os efeitos traumáticos do crime.
AÇÃO 3.4 – Equipas mistas de policiamento
OBJETIVOS
Potenciar o sentimento de segurança dos turistas através da presença de forças policiais que lhes são familiares;
Combater fenómenos de turistas que potenciam a pratica de crimes e que manifestam comportamentos desviantes, através da partilha de informação com congéneres europeias.

ATIVIDADES
Potenciar a experiência que a PSP tem na presença em grandes eventos desportivos mundiais e replicar neste modelo de policiamento misto as boas práticas aí aprendidas;
Elaborar manual de procedimentos para o policiamento conjunto de zonas turísticas e para a partilha de informações sobre criminalidade contra turistas.
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