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EMOÇÕES E LINGUAGEM NA EDUCAÇÃO E NA POLÍTICA

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Jô Haag

on 11 November 2012

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Transcript of EMOÇÕES E LINGUAGEM NA EDUCAÇÃO E NA POLÍTICA

Emoções e Linguagem
na Educação e na Política Humberto Maturana Humberto Maturana crítico do Realismo Matemático

criador da teoria da autopoiese e da Biologia do Conhecer, junto a Francisco Varela.

Faz parte dos propositores do pensamento sistêmico
e do construtivismo radical. Uma Abordagem da Educação Atual na Perpectiva da Biologia do Conhecimento A educação atual serve ao Chile e à sua juventude?

Se a resposta for afirmativa: Ângulos distintos :
Para quê ou para quem? sociedade
sala de aula

Considerando:
os que trabalham dando aula para os jovens
os que estudam o processo de aprendizagem
e o fenômeno do conhecimento

buscando compreender:
como se aprende e o que é que permite formar
a juventude de um modo ou de outro dois tipos de reflexão:









Para que serve a educação? O que é ser um ser humano? Para que serve a educação?

A educação atual serve ?

Pressuposto de que todos entendemos o que ela requer.

O conceito de servir é um conceito relacionai: algo serve para algo em relação a um desejo.

O que queremos com a educação?
O que é educar?
Para que queremos educar?
E, em última instância, a grande pergunta:
Que país queremos? Temos um projeto de país?

Estudei para devolver ao país o que havia recebido dele. Estava mergulhado num projeto de responsabilidade social.
Vivíamos nosso pertencer a ideologias diversas como diferentes modos de cumprir com nossa responsabilidade social [...], num compromisso [...]de realizar a tarefa fundamental de acabar com a pobreza, com o sofrimento, com as desigualdades e os abusos.

Hoje, os estudantes se encontram no dilema de escolher entre o que deles se pede, que é preparar-se para competir no mercado profissional, e o ímpeto de sua empatia social, que os leva a desejar mudar uma ordem políticocultural geradora de excessivas desigualdades, que trazem pobreza e sofrimento material e espiritual. Propósito Individual e Propósito Social


Minha emoção e minha sensibilidade frente ao outro e meu propósito ou intenção a respeito do país coincidiam.


Atualmente, não se dá, porque, no momento em que uma pessoa se torna estudante para entrar na competição profissional, ela faz de sua vida estudantil um processo de preparação para participar num âmbito de interações que se define pela negação do outro, sob o eufemismo: mercado da livre e sadia competição. Competição

A competição sadia não existe. A competição é um fenômeno cultural e humano, e não constitutivo do biológico. Como fenômeno humano, a competição se constitui na negação do outro.

Observem as emoções envolvidas nas competições esportivas. Nelas não existe a convivência sadia, porque a vitória de um surge da derrota do outro. O mais grave é que, sob o discurso que valoriza a competição como um bem social, não se vê a emoção que constitui a práxis do competir, que é a que constitui as ações que negam o outro. Racionalidade e Emoção

O que somos? O que é o humano?

Habitualmente pensamos no humano, no ser humano, como um ser racional, e freqüentemente declaramos em nosso discurso que o que distingue o ser humano dos outros animais é seu ser racional.

Comparação: antolhos
Com que objetivo eles são usados?
Para restringir a visão.

Todos os conceitos e afirmações sobre os quais não temos refletido, e que aceitamos como se significassem algo simplesmente porque parece que todo o mundo os entende, são antolhos. Dizer que a razão caracteriza o humano é um antolho, porque nos deixa cegos frente à emoção, que fica desvalorizada como algo animal ou como algo que nega o racional. Quer dizer, ao nos declararmos seres racionais vivemos uma cultura que desvaloriza as emoções, e não vemos o entrelaçamento cotidiano entre razão e emoção, que constitui nosso viver humano, e não nos damos conta de que todo sistema racional tem um fundamento emocional. Emoções

São disposições corporais dinâmicas que definem os diferentes domínios de ação em que nos movemos.

Quando mudamos de emoção,
mudamos de domínio de ação.

Na verdade, todos sabemos isso na práxis da vida cotidiana, mas o negamos porque insistimos que o que define nossas condutas como humanas é elas serem racionais. Ao mesmo tempo todos sabemos que, quando estamos sob determinada emoção, há coisas que podemos fazer e coisas que não podemos fazer, e que aceitamos como válidos certos argumentos que não aceitaríamos sob outra emoção.

Todo sistema racional se constitui no operar com premissas previamente aceitas, a partir de uma certa emoção. Biologicamente, as emoções são disposições corporais que determinam ou especificam domínios de ações.

Como vocês reconhecem suas próprias emoções e as dos outros?

As emoções são um fenômeno próprio do reino animal. Todos nós, os animais, as temos. Falamos como se o racional tivesse um fundamento transcendental que lhe dá validade universal, independentemente do que fazemos como seres vivos.

Todo sistema racional se baseia em premissas fundamentais aceitas a priori, aceitas porque sim, aceitas porque as pessoas gostam delas, aceitas porque as pessoas as aceitam simplesmente a partir de suas preferências. Existem dois tipos de discussão entre as pessoas
Lógica e Ideológica

2x2=4? O que está em desacordo não tem nada mais que um fundamento lógico. Certas regras operacionais que eu e o outro aceitávamos previamente.

Quando a diferença está nas premissas fundamentais que cada um tem. Esses desacordos sempre trazem consigo uma explosão emocional, porque os participantes vivem seu desacordo como ameaças existenciais recíprocas. O humano se constitui no entrelaçamento do emocional com o racional. O racional se constitui nas coerências operacionais dos sistemas argumentativos que construímos na linguagem, para defender ou justificar nossas ações. Normalmente vivemos nossos argumentos racionais sem fazer referência às emoções em que se fundam, porque não sabemos que eles e todas as nossas ações têm um fundamento emocional, e acreditamos que tal condição seria uma limitação ao nosso ser racional. Mas o fundamento emocional do racional é uma limitação? Não! Ao contrário, é sua condição de possibilidade origem do humano
origem da linguagem A origem do humano:
a linguagem Há 3,5 milhões de anos havia primatas bípedes que, como nós, tinham um caminhar ereto e possuíam ombros. Mas eles tinham um cérebro muito menor [...] viviam em grupos pequenos, como famílias constituídas de dez a doze indivíduos [...]eram animais comedores de grãos, portanto colheitadores e, presumivelmente, caçadores apenas ocasionais. [...]compartilhavam seus alimentos [...] machos que participavam do cuidado das crias [...] o cérebro cresce de aproximadamente 430cm3 a 1.450 ou 1.500cm3.

Mas como surge o propriamente humano, e com que se associa esse crescimento do cérebro? Origem do Humano Dizem que a história da transformação do cérebro humano está relacionada com a utilização de instrumentos, principalmente com o desenvolvimento da mão em sua fabricação.

Não compartilho dessa opinião, pois a mão já estava desenvolvida nesses nossos antepassados. [...]Ao contrário, eu defendo que a história do cérebro humano está relacionada principalmente com a linguagem.

O peculiar do humano não está na manipulação, mas na linguagem e no seu entrelaçamento com o emocionar.

Mas se a hominização do cérebro primata está relacionada com a linguagem, com que está relacionada a origem da linguagem? Comumente dizemos que a linguagem é um sistema simbólico de comunicação.

Tal afirmação nos impede de ver que os símbolos são secundários à linguagem.

A linguagem não se dá no corpo como um conjunto de regras, mas sim no fluir em coordenações consensuais de condutas.

Se vocês estivessem olhando duas pessoas pela janela, sem ouvir os sons que emitem, o que vocês teriam de observar para dizer que elas estão conversando? Dizemos que duas pessoas estão conversando quando vemos que o curso de suas interações se constitui num fluir de coordenações de ações.

A linguagem está relacionada com coordenações de ação, mas não com qualquer coordenação de ação, apenas com coordenação de ações consensuais. Mais ainda, a linguagem é um operar em coordenações consensuais de coordenações consensuais de ações. Não há ação humana sem uma emoção que a estabeleça como tal e a torne possível como ato.

Emoção fundadora particular, sem a qual esse modo de vida na convivência não seria possível.

Esta emoção é o amor. As Emoções As interações recorrentes no amor ampliam e estabilizam a convivência; as interações recorrentes na agressão interferem e rompem a convivência. Por isso a linguagem, como domínio de coordenações consensuais de conduta, não pode ser surgida na agressão, pois esta restringe a convivência, ainda que, uma vez na linguagem, ela possa ser usada na agressão. O amor é a emoção que constitui o domínio de ações em que nossas interações recorrentes com o outro fazem do outro um legítimo outro na convivência. Não é a razão o que nos leva à ação, mas a emoção. Cada vez que escutamos alguém dizer que ele ou ela é racional e não emocional, podemos escutar o eco da emoção que está sob essa afirmação, em termos de um desejo de ser ou de obter. O amor é constitutivo da vida humana, mas não é nada especial. O amor é o fundamento do social, mas nem toda convivência é social. O amor é a emoção que constitui o domínio de condutas em que se dá a operacionalidade da aceitação do outro como legítimo outro na convivência, e é esse modo de convivência que conotamos quando falamos do social. Por isso, digo que o amor é a emoção que funda o social. Sem a aceitação do outro na convivência, não há fenômeno social. A emoção fundamental que torna possível a história da hominização é o amor. Só são sociais as relações que se fundam na aceitação do outro como um legítimo outro na convivência, e que tal aceitação é o que constitui uma conduta de respeito.

Sem uma história de interações suficientemente recorrentes, envolventes e amplas, em que haja aceitação mútua num espaço aberto às coordenações de ações, não podemos esperar que surja a linguagem.

Se não há interações na aceitação mútua, produz-se a separação ou a destruição.

Em outras palavras, se há na história dos seres vivos algo que não pode surgir na competição, isso é a linguagem. O amor é a emoção central na história evolutiva humana desde o início, e toda ela se dá como uma história em que a conservação de um modo de vida no qual o amor, a aceitação do outro como um legítimo outro na convivência, é uma condição necessária para o desenvolvimento físico, comportamental, psíquico, social e espiritual normal da criança, assim como para a conservação da saúde física, comportamental, psíquica, social e espiritual do adulto. Num sentido estrito, nós seres humanos nos originamos no amor e somos dependentes dele. Na vida humana, a maior parte do sofrimento vem da negação do amor: os seres humanos somos filhos do amor. Nem todas as relações humanas são sociais, tampouco o são todas as comunidades humanas, porque nem todas se fundam na operacionalidade da aceitação mútua.

Comunidades humanas, fundadas em outras emoções diferentes do amor, estarão constituídas em outros domínios de ações que não são o da colaboração e do compartilhamento, em coordenações de ações que não implicam a aceitação do outro como um legítimo outro na convivência, e não serão comunidades sociais. Vivamos nosso educar de modo que a criança aprenda a aceitar-se e a respeitar-se, ao ser aceita e respeitada em seu ser, porque assim aprenderá a aceitar e a respeitar os outros.

Se dizemos que uma criança é de uma certa maneira boa, má, inteligente ou boba, estabilizamos nossa relação com ela de acordo com o que dizemos, e a criança, a menos que se aceite e se respeite, não terá escapatória e cairá na armadilha da não aceitação e do não respeito por si mesma, porque seu devir depende de como ela surge — como criança boa, má, inteligente ou boba — na sua relação conosco. A Biologia da Educação

Somos sistemas tais que, quando algo externo incide sobre nós, o que acontece conosco depende de nós, de nossa estrutura nesse momento, e não de algo externo.

Separação entre corpo e alma
Se resolve quando admitimos que somos sistemas determinados em nossa estrutura e, portanto, que existem certos fenômenos que não ocorrem dentro do corpo, e sim nas relações com os outros A linguagem se constitui e se dá no fluir das coordenações consensuais de ação, e não na cabeça, ou no cérebro ou na estrutura do corpo, nem na gramática ou na sintaxe.

Reconhecer que somos sistemas determinados em nossa estrutura não deve imobilizar-nos. [...] Ao contrário, permite-nos reconhecer que estas, [...]não pertencem ao corpo, e sim ao espaço de relações em que se dá a convivência. [...], toda história individual humana é a transformação de uma estrutura inicial hominídea fundadora, de maneira contingente com uma história particular de interações que se dá constitutivamente no espaço humano. O futuro de um organismo nunca está determinado em sua origem. É com base nessa compreensão que devemos considerar a educação e o educar. O que é Educação?

O educar se constitui no processo em que a criança ou o adulto convive com o outro e, ao conviver com o outro, se transforma espontaneamente, de maneira que seu modo de viver se faz progressivamente mais congruente com o do outro no espaço de convivência. O educar ocorre, portanto, todo o tempo e de maneira recíproca.

A educação como “sistema educacional” configura um mundo, e os educandos confirmam em seu viver o mundo que viveram em sua educação. Os educadores, por sua vez, confirmam o mundo que viveram ao ser educados no educar.

A educação é um processo contínuo que dura toda a vida

Há duas épocas ou períodos cruciais na história de toda pessoa que têm conseqüências fundamentais :
a infância e a juventude Na infância, a criança vive o mundo em que se funda sua possibilidade de converter-se num ser capaz de aceitar e respeitar o outro a partir da aceitação e do respeito de si mesma.

Na juventude, experimenta-se a validade desse mundo de convivência na aceitação e no respeito pelo outro a partir da aceitação e do respeito por si mesmo, no começo de uma vida adulta social e individualmente responsável. Como vivermos é como educaremos, e conservaremos no viver o mundo que vivermos como educandos. E educaremos outros com nosso viver com eles, o mundo que vivermos no conviver. Mas que mundo queremos? Quero um mundo em que meus filhos cresçam como pessoas que se aceitam e se respeitam, aceitando e respeitando outros num espaço de convivência em que os outros os aceitam e respeitam a partir do aceitar-se e respeitar-se a si mesmos. Como posso aceitar-me e respeitar-me se estou aprisionado no meu fazer (saber), porque não aprendi um fazer (pensar) que me permitisse aprender quaisquer outros afazeres ao mudar meu mundo, se muda meu viver cotidiano?

Se a educação no Chile não leva a criança a fazeres (saber) relacionados com seu viver cotidiano, de modo que ela possa refletir sobre seus afazeres e mudar de mundo sem deixar de respeitar a si mesma e ao outro, a educação no Chile não serve para o Chile. Como posso aceitar-me e respeitar-me se não aprendi a respeitar meus erros e a tratá-los como oportunidades legítimas de mudança, porque fui castigado por equivocar-me?

Como posso aceitar-me e respeitar-me se o valor do que faço se mede pela referência ao outro na contínua competição que me nega e nega o outro, e não pela seriedade e responsabilidade com que realizo o que faço? É difícil educar para a aceitação e o respeito de si mesmo, que leva à aceitação e ao respeito pelo outro, assim como à seriedade no fazer?

Não, só que isto requer que o professor ou a professora saiba como interagir com os meninos e meninas num processo que não os negue ou castigue, seja pela forma como eles aparecem na relação, seja porque não aparecem como as exigências culturais dizem que deve ser. Esse professor ou professora pode fazê-lo porque, eles também, respeitam a si mesmo e ao outro. O central na convivência humana é o amor, as ações que constituem o outro como um legítimo outro na realização do ser social que tanto vive na aceitação e respeito por si mesmo quanto na aceitação e respeito pelo outro. A biologia do amor se encarrega de que isso ocorra como um processo normal se se vive nela. Mas como se obtém na educação a capacidade de ajustar-se a qualquer domínio do conhecer (fazer)?
É preciso, por acaso, saber tudo desde o começo?

Não, não precisa saber tudo desde o começo, mas, sim, é necessária uma postura reflexiva no mundo no qual se vive; são necessários a aceitação e o respeito por si mesmo e pelos outros sem a premência da competição. Se aprendi a conhecer e a respeitar meu mundo, seja este o campo, a montanha, a cidade, o bosque ou o mar, e não a negá-lo ou a destruí-lo, e aprendi a refletir na aceitação e respeito por mim mesmo, posso aprender quaisquer fazeres. A responsabilidade surge quando nos damos conta de se queremos ou não as conseqüências de nossas ações;

A liberdade surge quando nos damos conta de se queremos ou não nosso querer, ou não querer as conseqüências de nossas ações. Para que educar?

Às vezes falamos como se não houvesse alternativa para um mundo de luta e competição, e como se devêssemos preparar nossas crianças e jovens para essa realidade. Tal atitude se baseia num erro e gera um engano. Não é a agressão a emoção fundamental que define o humano, mas o amor, a coexistência na aceitação do outro como um legítimo outro na convivência. Não é a luta o modo fundamental de relação humana, mas a colaboração. Quero um mundo em que respeitemos o mundo natural que nos sustenta, um mundo no qual se devolva o que se toma emprestado da natureza para viver.

Quero um mundo no qual seja abolida a expressão “recurso natural”, no qual reconheçamos que todo processo natural é cíclico e que, se interrompermos seu ciclo, se acaba.

Jesus era um grande biólogo. Quando ele fala de viver no reino de Deus, fala de viver na harmonia que traz consigo o conhecimento e o respeito pelo mundo natural que nos sustenta, e que permite viver nele sem abusá-lo nem destruí-lo.
Para isso devemos abandonar o discurso patriarcal da luta e da guerra, e nos entregarmos ao viver matrístico do conhecimento da natureza, do respeito e da colaboração na criação de um mundo que admita o erro e possa corrigi-lo. Uma educação que nos leve a atuar na conservação da natureza, a entendê-la para viver com ela e nela sem pretender dominá-la, uma educação que nos permita viver na responsabilidade individual e social que afaste o abuso e traga consigo a colaboração na criação de um projeto nacional em que o abuso e a pobreza sejam erros que se possam e se queiram corrigir, esta sim serve para o Chile e para os chilenos. O que fazer?
Não castiguemos nossas crianças por serem, ao corrigir suas ações. Não desvalorizemos nossas crianças em função daquilo que não sabem; valorizemos seu saber. Guiemos nossas crianças na direção de um fazer (saber) que tenha relação com seu mundo cotidiano. Convidemos nossas crianças a olhar o que fazem e, sobretudo, não as levemos a competir. Acadêmicas:
Andressa Anne
Deise Joseane UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL
FACULDADE DE EDUCAÇAO
CURSO DE PEDAGOGIA
FILOSOFIA DA EDUCAÇÃO II:
PROBLEMAS FILOSÓFICOS
PROFa MARIA ELLY HERZ GENRO



SEMINÁRIO:
Humberto Maturana


Acadêmicas: Anne, Andressa Guterres,
Deise Bruna e Joseane Haag
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