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Nascimento Sociologia

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Transcript of Nascimento Sociologia

Introdução
"Administração é uma arte liberal, onde podemos entender, que a arte está na prática e na aplicação, dada pelos administradores, onde cada um além do conhecimento sobre administração, que é o mesmo disponível para todos, emprega suas habilidades pessoais."
Drucker, 2001.

"A ideia de tarefa é, quiçá, o mais importante elemento na administração científica."
Taylor, 1906.

Este não é um campo em que se pinta um quadro que será olhado por séculos.
Jobs, 2005.
O NASCIMENTO DA SOCIOLOGIA:

Aspectos históricos

Prof. Me. Michelle Stakonski Cechinel
Que cor é esse vestido?
A polêmica da semana passada na internet.
PERCEPÇÃO
Na psicologia, o estudo da percepção é de extrema importância porque o comportamento das pessoas é baseado na
interpretação
que fazem da realidade e não na realidade em si.

Por esse motivo a percepção do mundo é
diferent
e para cada um de nós, cada pessoa percebe um objeto ou uma situação de acordo com os aspectos que tem especial importância para si própria.

Mito da Caverna de Platão

O que é a caverna?
Que são as sombras das estatuetas?
Quem é o prisioneiro que se liberta e sai da caverna?
O que é a luz exterior do sol?
O que é o mundo exterior?
Por que os prisioneiros zombam, espancam e matam o companheiro que quer os libertar?


Interpretando o Mito

CONCEITUAÇÃO (por Eva Maria Lakatos)
CIÊNCIAS SOCIAIS
Ciência: Sistematização de conhecimentos, um conjunto de proposições logicamente correlacionados sobre o comportamento de certos fenômenos que se deseja estudar.
POSSUI:
OBJETIVO
FUNÇÃO
OBJETO
SOCIOLOGIA:
Objeto: Homem na sociedade.
Setor superorgânico: aspectos culturais e de organização social.
O CAMPO DA SOCIOLOGIA
Antropologia cultural: problemas da cultura
Direito: setor normativo
Economia: setor de organização de recursos naturais
Política: relações de poder
Psicologia social: comportamento individual determinado pela interação grupal.
SOCIOLOGIA: Avalia todos estes aspectos em todos os setores do universo socio-cultural.
Análise das inter-relações entre os diversos fenômenos sociais.
Método Galileu Galilei
Método de Francis Bacon
Experimentação
Método de Descartes
"Cogito ergo sum"
"Penso, logo existo."
Método:
a- Evidência: reconhecer o evidente como tal.
b- Análise: Decomposição do todo em suas partes constitutivas, indo sempre do mais para o menos complexo
c- Síntese: Recomposição, do mais simples para o mais complexo.
d- Enumeração: enumerar e revisar todas as possibilidades a fim de não omitir nada.
MÉTODO INDUTIVO
Dados particulares Leis gerais
com verdade não contida
nas partes singulares.
A professora de Metodologia é legal
A professora de Sociologia é legal
A professora de PIT é legal
-----------------------
Professores são legais.
A professora de Metodologia é legal
A professora de Sociologia é legal
A professora de PIT é legal
Todas são professoras da área de humanas
-----------------------
Todo professor da área de humanas é legal.
Análise:
a) Premissas tem informações observadas, a conclusão contém informações não observadas.
b) Passa-se do raciocínio dos indícios a uma realidade desconhecida, revelada pela indução.
c) O método baseia-se na passagem do específico para o geral.
d) Quando há a descoberta entre duas propriedades, passa-se dessa à afirmação de uma relação esssencial e, em consequencia, universa e necessária, entre essas propriedades ou fenômenos.

OBSERVAÇÃO -> DESCOBERTA DE RELAÇÃO -> GENERALIZAÇÃO


Andrio, Chelton, Erick e Rodolfo são mortais.
Ora, Andrio, Chelton, Erick e Rodolfo são homens.
___________________________________________________
Logo, os homens são mortais.
O homem Darlan é mortal
O homem Welber é mortal
O homem Gustavo é mortal
O homem Carlos é mortal
_______________________________
Todo homem é mortal
OU
TIPOS DE INDUÇÃO
A) Completa ou formal (Aristóteles)
ex.: Segunda, terça, quarta, quinta, sexta, sábado e domingo têm 24hs.
Ora, segunda, terça, quarta, quinta, sexta, sábado e domingo são dias de semana
__________________________________________
Todos os dias de semana têm 24 horas
B) Incompleta ou científica (Galileu Galilei)
ex.: Mercúrio, Vênus, Terra, Marte Júpiter, Saturno, Urano e Netuno não tem brilho próprio.
Ora, Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno são planetas.
__________________________________________
Logo, nenhum planeta tem brilho próprio
Regras:
a) Os casos particulares devem ser provados e
experimentados na quantidade suficiente para dizer algo legítimo.

b) É necessário analisar e descartar a possibilidade de variações provocadas por circunstancias acidentais.

“Esse peru descobrira que, em sua primeira manhã na fazenda de perus, ele fora alimentado às 9 da manhã. Contudo, sendo um bom indutivista, ele não tirou conclusões apressadas. Esperou até recolher um grande número de observações do fato de que era alimentado às 9 da manhã, e fez essas observações sob uma ampla variedade de circunstâncias, às quartas e quintas-feiras, em dias quentes e dias frios, em dias chuvosos e dias secos. A cada dia acrescentava uma outra proposição de observação à sua lista. Finalmente, sua consciência indutivista ficou satisfeita e ele levou a cabo uma inferência indutiva para concluir: ‘Eu sou alimentado sempre às 9 da manhã’. Mas essa conclusão demonstrou ser falsa, de modo inequívoco, quando, na véspera do Natal, ao invés de ser alimentado, ele foi degolado”.
Peru Indutivista (Bertrand Russel)
Problemas do Indutivismo
a) Amostra insuficiente: Dados insuficientes, inferência falaciosa ou preconceituosa
ex.: No bairro Michel duas pessoas morreram esse ano: uma assassinada, outra em um acidente doméstico. Logo, 50% da população do bairro Michel falece por assassinato e 50% por acidentes domésticos.

b) Amostra tendenciosa: Falácia intencional, generalização indutiva se baseia em amostra não representativa.
ex.: 10 entre 10 estudantes entrevistados no bairro Michel disseram acreditar em vida após a morte. Logo, todas as pessoas do bairro Michel acreditam em vida após a morte.
TIPOLOGIA DAS FALÁCIAS

1) Falácia de Acidente:

Quando se considera essencial o que é apenas acidental.

Ex.: “A maior parte dos políticos são corruptos. Então a política é corrupta.”

2) Falácia Inversão do acidente:

Tomar uma exceção como regra.

Ex.: Se deixarmos os doentes terminais usarem heroína, devemos deixar todos usá-la.

3) Falácia da Afirmação do consequente
:

Essa falácia ocorre quando se tenta construir um argumento condicional que não está nem do modus ponens (afirmação do antecedente) nem do modus tollens (negação do consequente). A sua forma categórica é:

Se A, então B.
B,então A.

Ex.: Se há carros, então há poluição. Há poluição. Logo, há carros.

Carros é uma causa necessária para poluição, não a única causa.

4)- Falácia da Negação do antecedente:

Essa falácia ocorre quando se tenta construir um argumento condicional que não está nem do modus ponens (afirmação do antecedente) nem do modus tollens (negação do consequente). A sua forma categórica é:

Se A, então B.

Não A

Então não B.

Ex.: Se há carros, então há poluição. Não há carros. Logo, não há poluição.

Carros, como já foi provado, são uma causa necessária para poluição, não a única causa.
6)- Falácia do Apelo à autoridade anônima:

Fazer afirmações recorrendo a autoridades sem citar a fonte.

Ex.: “Os peritos” dizem que a melhor maneira de prevenir uma guerra nuclear é estar preparado para ela.

Que peritos?
7)- Falácia do Apelo à emoção:

Recorrer à emoção para validar o argumento.

Ex.: Apelo ao júri para que contemple a condição do réu:Um homem pobre e sofrido que agora passa pelo transtorno de ser julgado em tribunal.
8)- Falácia do Apelo à novidade:

Argumentar que o novo é sempre melhor.

Ex.: Na filosofia, Sócrates já está ultrapassado. É melhor Sartre, pois é mais recente.

9)- Falácia do Apelo à vaidade
:

Provocar a vaidade do oponente para vencê-lo.

Ex.: Não acredito que uma pessoa culta como você acredita nisto...

10)- Falácia do Apelo ao preconceito:

Associar valores morais a uma pessoa ou coisa para convencer o adversário.

Ex.: Uma pessoa religiosa como você não é capaz de argumentar racionalmente comigo.

A pessoa e não o argumento é estigmatizada, e o argumento em si não é refutado.
11)- Falácia do Apelo ao ridículo:

Ridicularizar um argumento como forma de derrubá-lo.

Ex.: Se as teorias da evolução e Criação fossem verdadeiras, significaria que o seu tataravô seria um gorila, e os jarros de barro nossos parentes...

12)- Falácia do Apelo à antiguidade ou tradição:

Afirmar que algo é verdadeiro ou bom porque é antigo ou "sempre foi assim".

Ex.: Se o meu avô diz que Garrincha foi melhor que Pelé, e que a Maçonaria é coisa totalmente boa, deve ser verdade.

13)- Falácia do Apelo à força:

Utilização de algum tipo de privilégio, força, poder ou ameaça para impor a conclusão.

Ex.: Acredite no que eu digo, e não se esqueça de quem é que paga o seu salário, portanto, saiba com quem está falando...

História da SOCIOLOGIA
História da SOCIOLOGIA
Origem dos primeiros pensadores da sociedade

Helênicos:
Platão e Aristóteles
Idade Média
: Ibn Khaldune São Tomás de Aquino
Renascença:
Campanella, Thomas Morus, Maquiavel, Hobbes, Locke, Bacon e Descartes
Século XVIII:
Montesquieu, Hume, Adam Smith, Rousseau, Fourier, Saint Simon, Hegel, Mathus
Método DEDUTIVO
Indutivo:
Todos os cães que foram observados tinham um coração.
__________________________
Logo, todos os cães têm um coração.


Dedutivo:
Todo mamífero tem um coração.
Ora, todos os cães são mamíferos.
________________________
Logo, todos os cães têm um coração.

DEDUTIVOS
Se todas as premissas são verdadeiras, a conclusão deve ser verdadeira


Toda a informação ou conteúdo fatual da conclusão já estava, pelo menos implicitamente, nas premissas.

INDUTIVOS
Se todas as premissas são verdadeiras, a conclusão é provavelmente verdadeira, mas não necessariamente verdadeira.
A conclusão encerra informação que não estava, nem implicitamente, nas premissas.

DIFERENÇAS ENTRE OS MÉTODOS
DEDUTIVO: ARGUMENTOS CONDICIONANTES
Argumentos Condicionais
Dois argumentos condicionais válidos: “afirmação do antecedente” e “negação do conseqüente”

Afirmação do antecedente: Se p, então q.
Ora, p.
Então, q.

Se José tirar nota inferior a 5, será reprovado.
José tirou nota inferior a 5.
José será reprovado.
Negação do conseqüente: Se p, então q.
Ora, não-q.
Então, não-p.

Se a água ferver, então a temperatura alcança 100°.
A temperatura não alcançou 100°.
Então a água não ferverá.

Se José for bem nos exames, então tinha conhecimento das matérias.
Ora, José não tinha nenhum conhecimento das matérias.
Então, José não foi bem nos exames.

DEDUTIVO: Negação do consequente
MÉTODO DIALÉTICO
O método dialético, por sua vez, parte da premissa de que, na natureza, tudo se
relaciona, se transforma
e há sempre uma
contradição inerente a cada fenômeno
. Nesse tipo de método, para conhecer determinado fenômeno ou objeto, o pesquisador precisa estudá-lo em todos os seus aspectos, relações e conexões, sem tratar o conhecimento como algo rígido, já que tudo no mundo está sempre em constante mudança.


Os elementos do esquema básico do método dialético são a tese, a antítese e a síntese.

TESE

ANTÍTESE

SÍNTESE

A tese é uma afirmação ou situação inicialmente dada. A antítese é uma oposição à tese. Do conflito entre tese e antítese surge a síntese, que é uma situação nova que carrega dentro de si elementos resultantes desse embate. A síntese, então, torna-se uma nova tese, que contrasta com uma nova antítese gerando uma nova síntese, em um processo em cadeia infinito.

RESUMO: DESENVOLVIMENTO HISTÓRICO DO MÉTODO CIENTÍFICO

Francis Bacon (1561-1626)
– fundador do
método indutivo
de investigação científica. Preposições quanto à observação dos fenômenos, o uso de três tábuas: de presença, de ausência e de graus.
REPETIÇÃO DOS TESTES


Galileu Galilei (1564-1642)
– interpretação quantitativa da natureza. Sustenta que a pesquisa científica acontece por dois momentos:

OBSERVAÇÃO: analítico – consiste na observação do fenômeno e proposição das hipóteses.
EXPERIMENTAÇÃO: e outro sintético – consiste na experimentação e se a hipótese for confirmada, transforma-se em lei.

AMBOS PARTEM DE UM PRINCÍPIO SINGULAR PARA PROPOR LEIS GERAI
S

Renê Descartes (1596-1650)
– sustenta o método matemático
dedutivo.
Pensamento racionalista moderno. Descartes fundamenta-se na razão humana, base deste sistema é o “Cogito, ergo sum” (=Penso, logo existo). Sustenta que os elementos fundamentais do método matemático são expressos em quatro regras:

Regra da evidência
– “ Não acolher jamais como verdadeira uma coisa que não se reconheça evidentemente como tal, isto é, evitar a precipitação e o preconceito”.
Regra da análise
– “ Dividir cada uma das dificuldades em tantas partes necessárias para melhor resolvê-las”.
Regra da síntese
– “ Ir do mais simples ao mais complexo”.
Regra da enumeração
– “ Realizar sempre enumerações tão cuidadas e revisões gerais que se possa ter certeza de nada haver omitido”.

MÉTODO INDUTIVO
Indução Formal – lei que rege o ponto de chegada expressando realmente a totalidade dos fenômenos observados.
Indução Científica ou Amplificadora – conclui de um ou mais fatos particulares para todos os fatos semelhantes, presentes e futuros

MÉTODO DEDUTIVO
Procura transformar enunciados complexos, universais, em particulares. Fazem parte da ciência dedutiva a lógica e a matemática.

MÉTODO CARTESIANO
O pensador Descartes identifica no intelecto, na razão humana duas faculdades essenciais: a intuição e a dedução. Rever as quatro regras de Descartes no método indutivo.



MÉTODO HIPOTÉTICO-DEDUTIVO
O cientista observa inúmeros fatos variando as condições da observação; elabora uma hipótese e realiza novos experimentos ou induções para confirmar ou negar a hipótese; se esta for confirmada, chega-se à lei do fenômeno estudado.

Também conhecido como método de tentativas e eliminação de erros

Formado por 3 etapas:
a) Problema - formulação de uma ou mais hipóteses a partir das teorias existentes;
b) Solução - dedução de conseqüências na forma de proposições;
c) Testes de falseamento - tentativas de refutação ou aceitação das hipóteses.

É um método de tentativas e eliminação de erros, que não leva à certeza, pois o conhecimento absolutamente certo e demonstrável não é alcançado.

MÉTODOS DE PROCEDIMENTO
Diferentemente dos
métodos de abordagem
(indutivo, dedutivo, cartesiano, hipotetico-dedutivo e dialético), os
métodos de procedimento
são etapas mais concretas de investigação.
Método Histórico: Boas, estudo do passado, raízes.
Método Comparativo: Tylor, semelhanças e diferenças
Método Monográfico: Le Play, estudo profundo caso a caso
Método Estatístico: Quetelet, análise de dados estatísticos
Método Tipológico: Weber, criação de um tipo ideal.
Método Funcionalista: Malinowski, interpretação de partes
Método Estruturalista: Lévi-Strauss, sociedade enquanto estrutura, com leis, relações previamente construídas.

PENSAMENTOS
HÊLENICOS: Até os helênicos, as relações sociais eram explicadas pelos preceitos religiosos, por legislações e teorias do direito. Os helênicos trabalham com a sociedade de modo sistemático,
separando da religião e unindo ao contexto político e econômico.
MEDIEVAIS: Em um tempo em que há um retorno à explicação religiosa de mundo, alguns teóricos tentam pensar a sociedade a partir das relações inter-humanas e não dos homens com a divindade.
RENASCENÇA: Pensamentos que entrosavam política e economia nas explicações sobre a sociedade, o uso da força nas relações de poder e o pensamento científico metódico, principalmente o método indutivo e o racionalismo cartesiano.
SECULO XVIII: Teorias que legitimam o poder político, observam a correlação dos fenômenos sociais, analisam de modo mais profundo a economia, e criam um entrosamento entre princípios filosóficos e as ciências sociais. Invenção do pensamento dialético hegeliano.
ORIGENS DA SOCIOLOGIA
* Aspectos Históricos-sociais
1º: REVOLUÇÃO INDUSTRIAL - Século XIX (Ordem Econômica)

MÁQUINAS INTERAÇÕES HUMANAS


PRODUTIVIDADE


NOVAS CLASSES SOCIAIS
(Burguesia e Proletariado)
2º REVOLUÇÃO FRANCESA - XVIII (Ordem Política)

QUEDA DO ANTIGO REGIME


IGUALDADE, LIBERDADE, FRATERNIDADE


NOVOS IDEAIS POLÍTICOS


NOVAS FORMAS DE ORGANIZAÇÃO DO PODER


(Alta e Baixa Burguesia, Campesinato e Sans-Culottes)
3º Estado

97% da População da França
Antigo Regime
Rei absolutista = Centralizava o poder em si mesmo
Poder da Igreja Católica
Sociedade Estamental
Igreja mandava
Sociedade de classes
imóveis: nasceu pobre,
morre pobre. Nasceu nobre, morre nobre.
A Revolução Francesa foi tão importante que virou um marco histórico, pois acabou com o ANTIGO REGIME e deu início a uma nova era histórica: A Idade Contemporânea.
3º - ILUMINISMO (XVII) E RENASCIMENTO (XV) (Ordem cultural)



MOVIMENTO INTELECTUAL


RAZÃO HUMANA



LUZES x TREVAS DA IGNORÂNCIA


ANTROPOCENTRISMO

· Quais as causas das transformações sociais?
· Quais as características da sociedade moderna?
· O que fazer diante das transformações sociais
?
AUGUSTO COMTE
(1791-1857) Comte também é conhecido por ter edicado os anos finais de sua vida à organização da “religião da humanidade”, para o qual escreveu até um catecismo: o “Catecismo Positivista”. Em sua igreja ou religião, a deusa razão ocupava o lugar da crença em divindades; grandes pensadores, o lugar dos santos; bem como havia festas religiosas e determinações sobre a organização dos templos. Esta doutrina filosófica exerceu enorme influência no Brasil, que adotou o lema deste pensador em sua bandeira nacional: “ordem e progresso”!
PAI DO POSITIVISMO
DIMENSÃO FILOSÓFICA: o positivismo corresponde a idéia de que a ciência é a única explicação legítima para a realidade.


DIMENSÃO SOCIOLÓGICA: A sociologia deve adotar os mesmos métodos das ciências da natureza.

RELIGIÃO FILOSOFIA CIÊNCIA
( Infância ) (Adolescência) (Maturidade)
Matemática -----> Astronomia -----> Física -----> Química ----->Biologia ----->
SOCIOLOGIA
1. A sociedade é regida por leis naturais, isto é, leis invariáveis, independentes da vontade e da ação humanas; na vida social reina uma harmonia natural;
2. A sociedade pode, portanto, ser epistemologicamente assimilada pela natureza (o que classificaremos como naturalismo positivista) e ser estudada pelos mesmos métodos e processos empregados pelas ciências da natureza.
3. As ciências da sociedade, assim como as da natureza, devem limitar-se á observação e a explicação causal dos fenômenos, de forma objetiva, neutra, livre de julgamentos de valor ou ideologias, descartando previamente todas as noções e preconceitos.
CLÁSSICOS DA SOCIOLOGIA: Marx, Weber e Durkheim
1. Uma teoria sociológica (dimensão teórico-analítica);
2. Uma teoria da modernidade (dimensão teórico-empìrica);
3. Um projeto político (dimensão teórico-política).
TEORIA SOCIOLÓGICA TEORIA DA MODERNIDADE PROJETO POLÍTICO

DURKHEIM Sociologia Funcionalista Divisão Social do Trabalho Conservador


WEBER Sociologia Compreensiva Racionalização da Cultura e Neutralidade Absoluta
da Sociedade


MARX Sociologia Histórico-Crítica Modo de Produção Capitalista Revolucionário.
Espistemologia/Metodologia
Resultados
Função Política da Sociologia
Émile Durkheim
Fundador da Sociologia como ciência independente das demais Ciências Sociais.

TEORIAS: CONSCIÊNCIA COLETIVA, SOLIEDARIEDADES MECÃNICA E ORGÂNICA

CONSCIÊNCIA COLETIVA:
A soma das crenças e sentimentos comuns a media dos membros da comunidade formando um sistema autônomo (realidade distinta que persiste no tempo e une gerações) etamente a mentalidade e a moralidade do individuo.

O homem "primitivo" pensa, sente e age conforme determina ou prescreve o grupo a que pertence.
(SOLIEDARIEDADE MECÂNICA)
A medida que evolui, as medidas repreesivas dão origem a um sistema legislativo que acentua os valores de IGUALDADE, LIBERDADE, FRATERNIDADE e JUSTIÇA.
(SOLIEDARIEDADE ORGÂNICA)
Émile Durkheim
FATO SOCIAL:
é um fato social toda a maneira de agir, fixa ou não, capaz de exercer sobre o
indivíduo uma coerção exterior, ou a ainda; que é geral no conjunto de uma dada
sociedade tendo, ao mesmo tempo, uma existência própria, independente da suas
manifestações individuais. (1978, p.93)
MÉTODO FUNCIONALISTA: Função social e causa
ANOMIA e PATOLOGIA SOCIAL
Max Weber
TEIA DE RELAÇÕES
- CRÍTICA AO POSITIVISMO
- RACIONALIZAÇÃO: Marca da modernidade
- RAZÃO HUMANA: A razão humana, na versão encarnada pela economia capitalista e na burocracia do Estado, é uma força que, ao mesmo tempo em que “desencanta” o mundo, invade todas as esferas da vida humana, ocasionando a perda da liberdade e do sentido da vida.
- CIÊNCIAS SOCIAIS TEM QUE TER SEU PRÓPRIO MÉTODO: Sem esquecer as leis naturais.
- TIPO IDEAL: O sociólogo trabalha apenas com a realidade e busca características em comum na sociedade, sendo assim, a elaboração de um instrumento que auxilie na busca da compreensão dos comportamentos sociais, é fundamental.

PRIMADO DO SUJEITO
Ao contrário de Durkheim e Weber,
Marx nunca foi um sociólogo de
profissão. Toda sua obra foi construída tendo em vista oferecer aos operários, explorados pelo sistema capitalista, um entendimento das leis de funcionamento deste sistema. Só assim, julgava Marx, seria possível construir um novo tipo de sociedade: a sociedade socialista ou comunista.
Karl Marx
Teorias em MARX
Método Dialético
TESE: momento da afirmação
ANTÍTESE: momento da negação
SÍNTESE: momento da negação da negação
SUPERESTRUTURA POLÍTICA -------------- SUPERESTRUTURA IDEOLOGICA
___________________________________________________________________________
INFRA-ESTRUTURA = FORÇAS PRODUTICAS + RELAÇÕES DE PRODUÇÃO
(ECONÔMICA)
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