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Apendicite Aguda

Trabalho a ser apresentado no GD do internato hospitalar de cirurgia geral do Hospital da Baleia
by

Rafael Fernandes

on 4 December 2012

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Transcript of Apendicite Aguda

Apendicite Aguda Abordagem diagnóstica e terapêutica Rafael Calixto Fernandes História Origem: parede posteromedial do ceco
Diversas localizações
2 a 22cm (mais comum: 6 a 10cm)
Suprimento vascular: artéria apendicular Anatomia Obstrução da luz apendicular Fisiopatologia Obstruções
mecânicas Hiperplasia
linfoide Acúmulo de secreção mucoide
Proliferação bacteriana Distensão luminal
Diminui o retorno venoso
Compromete o suprimento arterial Isquemia / Necrose / Perfuração E. coli e B. fragilis 1) Dor abdominal inespecífica Quadro Clínico 2) Anorexia, náuseas e vômitos 3) Febre 4) Dor em FID até 38,3ºC Importância e Incidência Causa comum de abdome agudo
Cirurgia é imprescindível
Idade
Sexo 10 a 30 anos 1800: Peritiflite e paratiflite
1827: Melier x Dupuytren
1880: Matterstock e With
1886: Reginald Fitz cunhou o termo apendicite e recomendou o tratamento cirúgico precoce
Difusão dos anestésicos e antissepsia
1889: Chester McBurney descreveu a dor migratória e sua localização pontual
1894: McBurney e McArthur descreveram a incisão no QID
1905: Murphy detalhou a sequência apropriada de sintomas Histórico Progressos adicionais:
Reconhecimento da flora
Imaginologia moderna
Taxa de mortalidade atual: 0,25% Melhora significativa da sobrevida Abcesso periapendicular Peritonite generalizada Quadros Atípicos Febre alta
Letargia
Vômitos mais intensos
Diarreia mais frequente
Maior taxa de perfuração
Maior morbimortalidade Crianças Temperatura menos elevada
Dor abdominal mais insidiosa
Maior taxa de perfuração
Maior morbimortalidade Idosos Emergência cirúrgia extrauterina mais comum
2 primeiros trimestres
Diagnóstico mais difícil
Leucograma não tem valor Gestantes Causas obstrutivas específicas:
Linfoma não-Hodgkin
Sarcoma de Kaposi
Agentes infecciosos específicos:
Cryptosporidium
CMV
Diagnóstico tardio
Maior taxa de perfuração
Inversamente proporcional à contagem de CD4 Pacientes com HIV Abordagem Diagnóstica Tratamento Epigástrica, periumbilical ou difusa Dor abdominal inespecífica Náuseas e vômitos Variações anatômicas da ponta do apêndice Migração da dor para FID Exceto em casos complicados Febre < 38,3ºC Dor à palpação do ponto de McBurney
Hipersensibilidade cutânea no QID
Sinais específicos podem ser encontrados Exame físico Blumberg
Rovsing
Lapinsky
Lenander
Sinal do psoas
Sinal do obturador
Sinal de Dunphy Toque retal
Exame ginecológico Neutrofilia + desvio para a esquerda
Pode estar ausente Leucocitose moderada (10.000 a 15.000 cél/mm3) Massa palpável (plastrão)
Abdome em tábua Referências 1) SABISTON JR., D. C., TOWNSEND, M. C. Tratado de Cirurgia. 16.ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,. 2003.
2)
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