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História dos Surdos no Mundo

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Amanda Paiva

on 24 June 2016

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História dos Surdos no Mundo
Final da década de 1970 - Estados Unidos
Conclusão
As concepções de surdez e de pessoa surda passaram por algumas mudanças, desde o modelo clínico médico , até o modelo que considera um membro de comunidade linguística minoritária, que usa a língua de sinais. Esse "novo olhar", amplia possibilidades de adoção de novas alternativas, voltadas para os surdos.
Antiguidade
Grécia Antiga:
os surdos eram tratados como animais, para os gregos o pensamento se dava mediante a fala. Os surdos ficavam fora dos ensinamentos e com isso, não adquiriam o conhecimento.
Egito antigo
:
os surdos eram adorados, como se fossem Deuses, respeitados e temidos pela população.
Roma Antiga:
os surdos eram privaods de direitos legais, não se casavam, não herdavam os bens da família, a igreja católica os considerava sem salvação. a condição do sujeito surdo era a mais miserável de todas.
O código Justiniano
(séc VI): A pessoa que nasce ouvinte e perde a audição mantinha os seus direitos.
Arisóteles (384-322 a.C):
"Para atingir a consciência humana, tudo deve penetrar por um dos órgãos do sentido. A audição é o canal mais importante de aprendizado."
Sócrates ( 360 a.C)
: "É aceitável que os Surdos comunicassem com as mãos e o corpo."
Influência da igreja católica
"os surdos não possuíam alma imortal, uma vez que eram incapazes de proferir os sacramentos."

Defendia a ideia de que os pais de filhos Surdos estavam pagando por algum pecado que haviam cometido. Acreditava que os Surdos podiam comunicar por meio de gestos, que, em equivalência à fala, eram aceitos quanto à salvação da alma.
Santo Agostinho
Pedro Ponce de León ( 1520- 1584):
Espanhol, monge beneditino;
primeiro professor dos surdos;
escola para surdos no Mosteiro de San Salvador - Onã Burgos - Madri;
Educava filhos surdos de famílias nobres.
• Educação individual;
• Trabalho com a escrita e alfabeto bimanual;
• Garantir os filhos surdos dos nobres a terem privilégio perante a lei.
Ensinava os surdos a falar, escrever, rezar e a conhecer as doutrinas cristãs.
Com seu trabalho provou que os argumentos sobre os surdos , até aquele momento, estavam errados.

JUAN PABLO BONET ( 1579-1629): Filólogo e soldado a serviço do rei
Usava o alfabeto digital para ensinar a ler e a língua de sinais era usada para ensinar a gramática. Ensinava a fala.
Publicou o livro “Redução das letras e a arte de ensinar a falar os mudos".


john bulwer (1644) - Inglaterra
Publicou o primeiro livro de sinais em inglês. Ele entendia que os surdos deveriam primeiro aprender a ler e escrever e depois a falar
George Dalgarno ( 1626-1687)
"Os surdos tem o mesmo poder de aprendizagem dos ouvintes e podem alcançar o mesmo nível de desenvolvimento se recebessem educação adequada."
Konrah AmmanAm (1692) - Suíça
Defensor da leitura labial, não fazia uso da língua gestual, pois acreditava que os gestos
atrofiavam a mente.
Defendeu a educação obrigatória para os surdos, usava a escrita, fala e gestos para ensinar.
Wilhelm Keger (1704)
Jacob Rodrigues Pereira
Priorizava a fala e proibia uso de gestos. Utilizava alfabeto digital e manipulava os órgão fonoarticulatórios de seus alunos.
CHARLES MICHEL DE L’EPÉE ( 1712-1789)
Educador francês, ficou conhecido como “Pai dos Surdos”. O valor de seu trabalho está em reconhecer que a língua de sinais existia, desenvolvia e era base da comunicação entre os surdos e de ter a humildade de aprender a língua de sinais com os surdos.

“ ao surdo-mudo deve ser ensinado através da visão aquilo que às outras pessoas é ensinado através da audição”

Estados Unidos - Século XVII
Não havia escolas para surdos, os pais mandavam seus filhos para escolas europeias. Thomas Hopkins Gallaudelt e Laurent Clerc implantaram a primeira escola pública para surdos, em 1817. Iniciando a língua de Sinais Americana.
Edward Miner Gallaudet (1857)
Filho de Thomas Gallaudet e também educador de surdos, lutou pela elevação do estatuto do Instituto de Colúmbia a colégio. Esse colégio deu origem, em 1857, à Universidade Gallaudet, onde foi presidente por 40 anos.

CONGRESSO DE MILÃO (1880)
OBJETIVO: SUBSTITUIR A LÍNGUA DE SINAIS PELO ORALISMO

PEQUENO GRUPO DE SURDOS PARTICIPANDO

MAIORIA ERA DE ITALIANOS E FRANCESES

Segundo Lane (1984),

a tradição oralista é uma história de inveja, plágio e segredos, mas não de educação. Seu objetivo sempre foi a fala.
A única prática possível para "corrigir a anormalidade".


Inicia-se um movimento de reivindicação pela língua e cultura das minorias linguísticas , sendo os surdos, membros de uma comunidade minoritária que usa um idioma próprio, ou seja, a língua de sinais.
Passaram a reivindicar o direito de usar a língua de sinais como primeira língua (l1) e apredener a língua majoritára como segunda língua (L2).
Somente na década de 60 é que começa haver algumas mudanças na educação de surdos.
O método oral não era mais reconhecido como eficiente.

STOKOE em seu trabalho sobre a estrutura da língua de sinais( 1960) valorizando uso da mesma na educação de surdos e colocando-a no status de língua . Começa –se a pensar em uma educação bilíngue.
Obrigada
Educação para surdos
Século XX
dinâmica
regras:

1) Proibido falar;
2) DIvisão em 5 grupos;
3) adivinhou a Palavra? corra e estoure o balão;
4) A palavra deve ser revelada em libras
Univesidade Federal de Ouro Preto
Introdução à LIBRAS
A história dos surdos no mundo
Professora: Eli Ribeiro dos Santos
Alunas: Aline Ferraz, Amanda Paiva, Graziele Maciel e Kerly Oliveira
GUARINELLO, Ana Cristina. O papel do outro na escrita de sujeitos surdos. São Paulo: Plexus, 2007. Pg 20-35.
BRAGA, Rosa Maria da Cruz. Para além do silêncio: Outros olhares sobre a surdez e a educação dos surdos. Dissetação de Mestrado apresentada ao programa de pós-graduação em Educação da Universidade do Vale do Rio do Sinos.São Leopoldo, 2006. Pg 13-15.

Referências Bibliográficas
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