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Aula 23: Taylorismo, Fordismo e Toyotismo ou Trabalho Flexível

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by

Arthur Monzelli

on 16 November 2016

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Transcript of Aula 23: Taylorismo, Fordismo e Toyotismo ou Trabalho Flexível

A
esteira rolante
O
trabalho seriado
Seu primeiro carro

de corrida foi um fracasso
Investiu no mercado de

carros de corrida
Ele
parece pertecer a outra pessoa
que
nos obriga a fazer algo que não nos sentimos bem em fazer
Nosso

trabalho virou tortura
,
só queremos estar em casa,
não nos exergamos no nosso trabalho
Taylorismo, Fordismo e Toyotismo ou Trabalho Flexível
Contexto Histórico
Contexto Histórico
Contexto Histórico
Taylorismo
Princípios
Consequências
Fordismo

Consequências
Toyotismo
Características
Consequências
Os
direitos trabalhistas
são
conquistas históricas
(não são naturais)
São resultados do enfrentamento da

recém formada classe trabalhadora
contra a

burguesia

em ascensão
Os
anarquismos
, os
socialismo

utópicos
e o
comunismo

inspiraram as lutas por direitos trabalhistas
A
burguesia
viu a
necessidade de barrar as ideias anticapitalistas
e

manter seu ritmo de produção
Foram criadas as
estratégias de controle da produção
, mas, acima de tudo,
da vida do trabalhador
Três
dessas estratégias se destacaram na história:
Estratégias de Controle do Trabalho
O taylorismo
Desenvolvido pelo
engenheiro

mecânico estadunidense
Frederick Winslow Taylor (1856 – 1915)
O fordismo
Criado pelo
engenheiro de

automóveis estadunidense
:
Henry Ford (1863 – 1947)
Fundado pelo
engenheiro mecânico chinês (naturalizado japonês)

Taiichi Ohno (1912 – 1990)
O
controle sobre o regime do trabalho
é um
fenômeno muito antigo
As grandes maravilhas da humanidade foram em sua maioria

construídas em cima da sangue, suor e lágrimas
A principal diferença hoje em dia é o
fenômeno da alienação do trabalho
O Trabalho é livre, autonomo e criativo
Eu preciso

enxergar a mim mesmo no meu trabalho

e ter consciência que

satisfaço necessidades minhas e as dos outros
Metáfora da sala dos Espelhos
Cada um desses
sistemas de controle,

ao seu modo, atuaram para a alienação
São eles que definem
como, quando e porque
se deve trabalhar
A autonomia e a consciência do trabalhador
sobre a sua produção, pouco a pouco,
desaparecem
Essa lógica produziu
formas de resistência
,
com destaque à
GREVE
Esse processo culminou nas
crises de superprodução e sub consumo (1929)
Mais recentemente o foco está em
impedir as greves e as crises
Mesmo assim,

alienação e o cotidiano torturante se mantem ao trabalhador
A questão do

trabalho de campo
Taylor veio de uma família rica dos EUA
Decidiu investigar o
cotidiano na fábrica

como se fosse um operário
Concluiu que

muito tempo era “desperdiçado”

no ambiente de serviço
Se formou em
engenharia mecânica
e

decidiu montar sua própria fábrica
O controle do
desperdício do tempo
Adaptaria o trabalhador ao ritmo intensivo das máquinas
,

aumentaria os lucros dos empresários
e

criaria novos empregos
Os trabalhadores responderam com a
greve
A 1° Guerra
fez
o sistema de taylor se generalizar

no mundo
Era preciso de um

grande fluxo produtivo

sob os

menores custos possíveis
A excessiva

especialização do trabalho
O capitalismo do século XIX intensificou o
processo de divisão do trabalho
Taylor queria que o trabalhador

empreguasse o máximo possível de esforço físico e mental no ofício que escolheu
(dentro do menor tempo possivel) -
“A iniciativa”
O
gestor absoluto
Queria dizer ao trabalhador
como e quando fazer o seu próprio serviço
O trabalhador

precisa ser o melhor na sua função
,

abrindo mão de pensar e criticar o seu trabalho
,
isso era papel dos gestores da fábrica
A essência é
produzir o máximo possivel, pagando pouco,
mesmo que a autonomia do trabalhador se perdesse
As Bases do Taylorismo
A criação da
administração científica do trabalho
Existe um grupo responsável por determinar quais as melhores formas de trabalho,

quais as necessidades da empresa e quais ordens devem ser seguidas
Racionalização, administração e controle do regime de trabalho
Treinamento do trabalhador
O trabalhador tem suas habilidades
e técnicas,
mas é a administraçã que determina como usá-las, e quais delas devem ser melhoradas
Cooperação cordial
Os trabalhadores precisam ser dóceis e passivos

frente as orgens recebidas na fábrica
Separação
entre o
planejamento (pensar)
e os
operários (agir)
Uma parte da fábrica

pensa e manda,

a outra

trabalha e obedece
Alguns trabalhadores são promovidos aos cargos que “pensam”,
para criar a
ilusão de igualdade de oportinidades

dentro da firma
A produção de

homens bois
Homens

fortes

e corpulentos que

aguentassem serviços pesados e longas jornadas de trabalho
Imbecis e dóceis

a ponto de
obedecerem todas as ordens do chefe
Extensão do regime de serviço para a vida pessoal
Comportamento
individualista e atomizado
Dificuldade de pensar por si mesmo e se organizar em grupos
Incorporar a máxima:

“Tempo é dinheiro”
A ascensão do sindicalismo
e a tática da

greve
Se existem tantas

restrições e cotrole sobre o trabalho

é porque

ele é muito improtante
E se nos recusarmos a trabalhar?

E se essa for a nossa

estratégia de luta

por melhores condições de vida?
O inventor promissor do século XX
Estudou
mecânica automobilistica
desde os
dezesseis anos
Estudou o funcionamento do
motor a vapor e do motor a combustão
Conheceu
Thomas Edson
Fez seu
primeiro carro em 1894
O segundo

lhe garantiu
fama e fortuna
Fundou sua empresa
Ford Motor Company
Redução do preço final do produto -
o carro ainda era um privilégio para muitos
Padronização
e homogeinização do trabalho
“Você pode escolher a cor do carro que quiser, desde que ele seja preto” - Henry Ford
A

massificação do consumo
A
linha de produção seriada e automática
Os trabalhadores
realizam sua função

de forma extremamente repetitiva e especializada
O trabalho se torna o

mais simples possivel
Não é mais necessário pensar
O trabalhador se torna
mera engrenagem
O sistema de controle do
Pós-Guerra
Agora os carros produzidos podiam ter cores diferentes
Idealizado pelo engenheiro chines naturalizado japones

Taiichi Ohno
O taylorismo e o fordismo investiram na produção em larga escala
e

sofream com a crise de subconsumo a longo prazo
O Toyotismo surge num Japão pós 2° Guerra,
sem grande demanda produtiva
Seu foco é a
diversidade
da demanda produtiva
O sistema criado por Ohno
demitiu inclusive o fundador da empresa, Kiichiro Toyota
O fenômeno da
autonomação (autonomia + automação)
Botão de parada geral,

caso fossem avistados
defeitos de fabricação ou na produção
Queriam
acabar

com a lógia
de expecialização excessiva do trabalho
A criação dos centros
integrados de produção
Devido a
baixa demanda e o tempo reduzido para satisfazê-la
,

muitos trabalhadores foram demitidos
Os poucos que sobraram exerciam
inúmeras funções
Manutenção do
fluxo contínuo da produção
Não existe mais linha de produção, mas

setores de serviço
Sistema de produção
“post-it” ou “Kanban”
Cada setor tem sua função e demanda própria
Produção

Just in time”
Evita a
especialização
, mas o
excesso de atividade
também aliena o homem
Exige

inúmeras habilidades do trabalhador,

geralmente ao mesmo tempo, ignora direitos trabalhista

e

estende a jornada de trabalho
O sistema é
tóxico ao trabalhador
, pois
pressupõe uma baixa demanda de empregos
Flexibiliza o trabalho
O

Regime de extresses
2) A lógica do

autoincentivo das células
1)
Pressão

exacerbada sobre as

seções celularizadas
3) A política da

minimização dos conflitos

4) A
identificação para com a empresa
e a individualização extrema do trabalhador
O trabalhador se torna
dócil e obediente
Em vez de se organizar e lutar por direitos
,

briga com o outro dizendo que “sua empresa é melhor”
O toyotismo ou regime de trabalho flexível
Quatro príncipios:
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