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AT6 ANATOMIA RADIOGRÁFICA MAXILO-MANDIBULAR

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by

José Roberto de Freitas

on 16 August 2016

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Transcript of AT6 ANATOMIA RADIOGRÁFICA MAXILO-MANDIBULAR

Um dos requisitos para que o profissional faça a interpretação radográfica é o conhecimento básico das imagens radiográficas do complexo dentomaxilomandibular e estruturas vizinhas limítrofes.
As estruturas irão apresentar-se como imagens
radiopacas
,
radiolúcidas
e
nuances intermediárias
, constituindo os chamados reparos anatômicos.
Os reparos anatômicos deste complexo podem apresentar variabilidade na forma, tamanho, posição de registro e nem sempre estar presentes nas regiões costumeiras, pois a radiografia fornece uma imagem achatada, de estruturas tridimensionais. Sobreposições de estruturas e variações de àrea de incidência, bem como a relação posição do filme/direção dos raios-x centrais, serão fatores a contribuir para distorções e frequências dos reparos anatômicos.
ANATOMIA RADIOGRÁFICA MAXILO-MANDIBULAR
PARTE I - MAXILAR SUPERIOR
ANATOMIA RADIOGRÁFICA MAXILO-MANDIBULAR- PARTE I
01- FORAME INCISIVO
02- FOSSA NASAL
03- IMAGEM DO TECIDO MOLE DO NARIZ
3. SUTURA INTERMAXILAR
pode ser observada como uma linha radiolúcida entre os incisivos centrais superiores, que atravessa sagitalmente todo o palato, terminando na crista alveolar. Seu aspecto é bastante uniforme, variando ligeiramente de uma pessoa para outra. Com a idade tende a ficar mais estreita. Geralmente apresenta-se mais nítida na região da crista alveolar, onde não há superposição de outras imagens. Corresponde à junção das maxilas.
“Y” Invertido de Ennis
Descrição: É a junção do soalho da cavidade nasal com a parede anterior do seio maxilar, na região de incisivo lateral e caninos superiores.
Aspecto radiográficoo: O limite do soalho da cavidade nasal juntamente com a parede anterior do seio maxilar é caracterizado por linhas radiopacas que apresentam radiograficamente um típico “y” invertido, normalmente sobre o ápice do canino. É observado em radiografias periapicais da região de incisivos laterais e caninos superiores.

PRÉMOLARES SUPERIORES
Seio Maxilar
Descrição: Os seios maxilares são cavidades ósseas pares, revestidos por mucosa e preenchidos por ar, localizadas no corpo das maxilas. São os maiores seios paranasais, têm o formato triangular, apresentando um ápice 4(voltado para o processo zigomático), três paredes (medial - formada pela parede lateral da cavidade nasal, anterior - localizada na face anterior da maxila e posterior - região do túber) um soalho (processo alveolar) e um teto (soalho da órbita). O seio maxilar pode estar dividido por septos ósseos em compartimentos intercomunicantes.
Aspecto radiográfico: Os seios maxilares apresentam-se como áreas radiolúcidas amplas, de contornos arredondados e bem definidos por uma linha radiopaca, correspondendo a cortical óssea que o delimita. Localizam-se acima dos ápices de pré-molares e dos molares. São observados em radiografias intrabucais da região da maxila e na maioria das radiografias extrabucais.
ESTRUTURAS/REPAROS ANATÔMICOS QUE PODEM APARECER NESTA REGIÃO:
ESPINHA NASAL ANTERIOR
SEPTO NASAL ÓSSEO
FOSSA NASAL
CONCHAS NASAIS
FORAME INCISIVO
FORAME SUP DO CANAL INCISIVO
SUTURA INTERMAXILAR
IMAGEM DO TECIDO MOLE (PONTA DO NARIZ)
REGIÃO DE INCISIVOS CENTRAIS SUPERIORES (ICS)
ESTRUTURAS/REPAROS ANATÔMICOS QUE PODEM APARECER NESTA REGIÃO:
"Y INVERTIDO DE ENNIS"
FOSSA NASAL
SOALHO DA CAVIDADE NASAL
SEIO MAXILAR
SOALHO DO SEIO MAXILAR (CORTICAL SINUSAL).
FOSSETA MIRTIFORME
ESTRUTURAS/REPAROS ANATÔMICOS QUE PODEM APARECER NESTA REGIÃO:
SEIO MAXILAR
SOALHO DO SEIO MAXILAR
SEPTO DIVISÓRIO DO SEIO MAXILAR
"W" SINUSAL
PROCESSO ZIGOMÁTICO DA MAXILA
OSSO ZIGOMÁTICO
CANAIS NUTRITIVOS
REGIÃO DE INCISIVO LATERAL E CANINO SUPERIOR (ILCS)
REGIÃO DE PRÉMOLARES SUPERIORES
PRÉMOLARES SUPERIORES
REGIÃO DE INCISIVO LATERAL E CANINO SUPERIOR (ILCS)
REGIÃO DE INCISIVO LATERAL E CANINO SUPERIOR (ILCS)
INCISIVOS CENTRAIS SUPERIORES
INCISIVOS CENTRAIS SUPERIORES
PRÉMOLARES SUPERIORES
ESTRUTURAS/REPAROS ANATÔMICOS QUE PODEM APARECER NESTA REGIÃO:
SEIO MAXILAR
SOALHO DO SEIO MAXILAR
SEPTO DIVISÓRIO DO SEIO MAXILAR
"W" SINUSAL
PROCESSO ZIGOMÁTICO DA MAXILA
OSSO ZIGOMÁTICO
CANAIS NUTRITIVOS
TÚBER DA MAXILA
HÂMULO PTERIGÓIDEO
PROCESSO CORONÓIDE DA MANDÍBULA
REGIÃO DE MOLARES SUPERIORES
3. Processo Zigomático da Maxila
Descrição: O processo zigomático da maxila é uma projeção óssea da maxila que se une ao osso zigomático por meio da sutura zigomaticomaxilar.
Aspecto radiográfico: Apresenta-se como uma radiopacidade espessa, em forma de “U” ou “V”, localizada acima da região dos molares superiores. É observado em radiografias periapicais da região de molares superioreS.
MOLARES SUPERIORES
5. Osso Zigomático
Descrição: O osso zigomático forma a proeminência mais saliente da face e se articula com a maxila, temporal e frontal. Cada osso zigomático possui um corpo e processos denominados de acordo com os ossos com os quais se articulam: processo frontal do zigomático, processo temporal do zigomático e processo maxilar do zigomático.
Aspecto radiográfico: O osso zigomático apresenta-se como uma estrutura radiopaca, de formato triangular, que se estende posteriormente a partir do processo zigomático da maxila. É observado em radiografias periapicais da região de molares superiores.
01) O forame incisivo
geralmente é visto como uma área radiolúcida de forma, tamanho e posições variadas; sua forma poderá ser arredondada ou ovalada e seu tamanho dependerá muito do ângulo de incidência vertical utilizado. A localização mais freqüente desta imagem é entre as raízes dos incisivos centrais superiores ou entre seus ápices, podendo se superpor a esses.
02) Fossas nasais Ou cavidades nasais
estão localizadas na região mediana da face, entre as cavidades craniana e bucal. Por serem cavidades no osso apresentam -se radiograficamente como duas áreas radiolúcidas simétricas, um pouco acima das imagens dos ápices dos incisivos em pacientes dentados e em distância variável do rebordo alveolar em desdentados.
03) A cartilagem que forma o ápice nasal
, por se tratar de uma estrutura densa poderá ser projetada sobre as imagens das raízes dos incisivos, como uma área de pequena radiopacidade, com altura variável de acordo com o ângulo de incidência vertical.
1. ESPINHA NASAL ANTERIOR
2. SEPTO NASAL ÓSSEO
3. SUTURA INTERMAXILAR
4. FORAME SUPERIOR DO CANAL INCISIVO
2. SEPTO NASAL ÓSSEO
- É uma estrutura ósseo-cartilaginosa formada pelo vômer, lâmina perpendicular do osso etimóide e cartilagem do septo. Tem o aspecto de uma faixa radiopaca, de largura e radiopacidade não muito uniformes, podendo sofrer modificação quando apresentar-se desviado.
INCISIVOS CENTRAIS SUPERIORES
2. Soalho do Seio Maxilar
Descrição: É o limite inferior do seio maxilar.
Aspectos radiográficos: Trata-se de uma linha radiopaca, de espessura regular e contorno curvo, cruzando a região das raízes dos dentes posteriores. É observada em radiografias periapicais e panorâmica.

1. Canais Nutrícios ou nutritivos
Descrição: São pequenos canais por onde passam vasos sanguíneos periféricos, que pelo grande número e tamanho ínfimo não podem receber nomes específicos.
Aspecto radiográfico: São vistos como linhas radiolúcidas, que correspondem aos trajetos intra-ósseos das arteríolas ou vênulas. Podem ser observados em radiografias oclusais, periapicais e panorâmicas, sendo mais prevalentes na região de seios maxilares, dentes incisivos inferiores e em áreas edentulas com pouca espessura óssea.

4. Processo Coronóide da Mandíbula
Descrição: O processo coronóide é uma proeminência óssea acentuada, localizada na porção ântero-superior do ramo da mandíbula.
Aspecto radiográfico: O processo coronóide apresenta-se com imagem radiopaca de contornos nítidos, forma triangular, localizada posterior ou sobreposta à região do túber da maxila. É observada em radiografias periapicais da região de molares superiores.

INCISIVOS CENTRAIS SUPERIORES
1. EXTENSÃO ALVEOLAR DO SEIO MAXILAR
2. PROCESSO ZIGOMÁTICO DA MAXILA
3. OSSO ZIGOMÁTICO
PRÉMOLARES SUPERIORES
3. Hámulo Pterigóideo
Descrição: O hámulo pterigóideo é uma extensão inferior da lâmina medial do processo pterigóideo do osso esfenóide e se relaciona com o músculo tensor do véu palatino e o ligamento pterigomandibular.
Aspecto radiográfico: O hámulo pterigóideo apresenta-se como uma a projeção radiopaca em forma de gancho, posterior ao túber da maxila. É observado em radiografias periapicais da região de molares superiores.
2. Cavidade Nasal
Descrição: A cavidade nasal é um compartimento ósseo limitado, em sua maior parte, pelas duas maxilas e pela margem livre dos ossos nasais. A abertura piriforme (abertura anterior da cavidade nasal) permite a visão do septo ósseo, das conchas nasais inferiores e das conchas nasais médias.
Aspecto radiográfico: A cavidade nasal apresenta-se como uma ampla área radiolúcida localizada acima dos incisivos superiores e está dividida pelo septo nasal ósseo (estrutura radiopaca) em dois compartimentos. É observada em radiografias periapicais, oclusais, panorâmica.
1. Septo do Seio Maxilar (W sinusal)
Descrição: O seio maxilar pode ser dividido internamente em lojas, separados por septos ou tabiques ósseos. Aspecto radiográfico: Linhas radiopacas estreitas com trajeto ascendente, que dividem internamente o seio maxilar. São observadas em radiografias periapicais.
1. Extensão Alveolar do Seio Maxilar
Descrição: Corresponde a um aumento de volume do seio maxilar em direção a superfície inferior do processo alveolar. Os casos mais freqüentes de extensão alveolar ocorrem quando há extração do primeiro molar, área essa que passa a ser ocupada pelo seio. Nos pacientes edêntulos a extensão pode chegar a alcançar o rebordo alveolar.
Aspecto radiográfico: Apresentam-se como áreas radiolúcidas, com contornos bem definidos por uma linha radiopaca (soalho), estendendo-se em direção ao rebordo alveolar. São observadas em radiografias periapicais e panorâmica.
1. Soalho da Cavidade Nasal
Descrição: Lâmina óssea que constitui a parede inferior da cavidade nasal.
Aspecto radiográfico: Linha radiopaca que delimita a cavidade nasal inferiormente. É observada nas radiografias periapicais da maxila, normalmente aparece como uma linha na horizontal.

2. Soalho do Seio Maxilar
Descrição: É o limite inferior do seio maxilar.
Aspectos radiográficos: Trata-se de uma linha radiopaca, de espessura regular e contorno curvo, cruzando a região das raízes dos dentes posteriores. É observada em radiografias periapicais e panorâmica.
1. PROC CORONÓIDE DA MANDÍBULA
2. TUBER DA MAXILA
3. "W" sinusal
4. CANAL NUTRITIVO

1. ESPINHA NASAL ANTERIOR
- Por ser uma estrutura bastante densa ela aparece com a forma de ponta de lança triangular, radiopaca, na extremidade inferior da imagem do septo nasal, entre as raízes dos incisivos centrais. Ainda pode ser descrita como uma imagem em forma de "V"acima das raízes dos incisivos centrais e se associada ao septo nasal podemos ter uma imagem em forma de âncora.
4. FORAME SUPERIOR DO CANAL INCISIVO-
As aberturas superiores dos canais incisivos são observadas nos dois lados do septo nasal, na região anterior das fossas nasais, como áreas radiolúcidas bem delimitadas. Iniciam-se como pequenas aberturas, dirigindo-se para baixo e em direção a linha mediana, juntando-se geralmente em um canal e terminando no forame incisivo.
Concha Nasal Inferior
Descrição: Cada parede lateral da cavidade nasal apresenta três estruturas salientes, que se projetam medialmente a partir da maxila, denominadas concha nasal superior, concha nasal média e concha nasal inferior. A concha nasal superior e a concha nasal média são partes do osso etmóide e a concha nasal inferior constitui um dos ossos do crânio facial. As conchas nasais inferiores estão localizadas nas regiões inferiores e laterais da cavidade nasal. São observadas em radiografias periapicais, oclusais da maxila, panorâmica.
CONCHA NASAL INFERIOR
O forame incisivo
geralmente é visto como uma área radiolúcida de forma, tamanho e posições variadas; sua forma poderá ser arredondada ou ovalada e seu tamanho dependerá muito do ângulo de incidência vertical utilizado. A localização mais freqüente desta imagem é entre as raízes dos incisivos centrais superiores ou entre seus ápices, podendo se superpor a esses.
3. Fosseta Mirtiforme
Descrição: Corresponde a uma área do processo alveolar entre as raízes dos dentes incisivos laterais e caninos superiores, onde há predomínio de espaços medulares e poucas trabéculas ósseas. Esta característica esta presente em poucos pacientes, sendo observados apenas através de radiografias.
Aspecto radiográfico: Apresenta-se como uma área de maior radiolucidez, triangular, na região entre as raízes dos dentes incisivos laterais e caninos superiores.
REGIÃO DE INCISIVO LATERAL E CANINO SUPERIOR (ILCS)
REGIÃO DE INCISIVO LATERAL E CANINO SUPERIOR (ILCS)
MOLARES SUPERIORES
MOLARES SUPERIORES
MOLARES SUPERIORES
2. Túber da Maxila
Descrição: O túber é a região mais posterior do processo alveolar, sendo uma projeção óssea, com predomínio de espaços medulares e poucas trabéculas ósseas.
Aspecto radiográfico: Aparece como área de trabeculado esparso e espaços medulares amplos, posteriormente à região de molares superiores. É observado em radiografias periapicais da região de molares superiores.
1. Seio Maxilar
Descrição: Os seios maxilares são cavidades ósseas pares, revestidos por mucosa e preenchidos por ar, localizadas no corpo das maxilas. São os maiores seios paranasais, têm o formato triangular, apresentando um ápice 4(voltado para o processo zigomático), três paredes (medial - formada pela parede lateral da cavidade nasal, anterior - localizada na face anterior da maxila e posterior - região do túber) um soalho (processo alveolar) e um teto (soalho da órbita). O seio maxilar pode estar dividido por septos ósseos em compartimentos intercomunicantes.
Aspecto radiográfico: Os seios maxilares apresentam-se como áreas radiolúcidas amplas, de contornos arredondados e bem definidos por uma linha radiopaca, correspondendo a cortical óssea que o delimita. Localizam-se acima dos ápices de pré-molares e dos molares. São observados em radiografias intrabucais da região da maxila e na maioria das radiografias extrabucais.
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