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TEMPERATURA DE CONDICIONAMENTO NO PROCESSO DE PELETIZAÇÃO DE

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by

Marina Teixeira Netto

on 18 December 2014

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Transcript of TEMPERATURA DE CONDICIONAMENTO NO PROCESSO DE PELETIZAÇÃO DE

TEMPERATURA DE CONDICIONAMENTO NO PROCESSO DE PELETIZAÇÃO DE DIETAS PARA FRANGOS DE CORTE
Marina Volanski Teixeira Netto

Revisão bibliográfica
Artigo
Introdução
Material
e
métodos
Resultados
e
discussão
Conclusão
AGRADECIMENTOS
Comissão de ética
no uso de animais
do setor de ciências agrárias
Protocolo n° 055/2013
Local
Dietas experimentais
Desempenho e digestibilidade
Dietas experimentais
Peletizadora a vapor
Koppers Jr C40
Motor 50 cv
Siemens
Dietas experimentais
1% de Celite - indicador
Qualidade dos peletes
PDI
(%)
Dureza
(kgf)
Orientadora: Simone G. de Oliveira
Coorientador: Everton L. Krabbe

Durabilidade (%) = (peso dos peletes após o teste/peso dos peletes antes do teste) x 100.
Ensminger (1985)
Desempenho
Sala de Metabolismo do Setor de Ciências Agrárias da UFPR

480 pintos de corte machos (Cobb 500®)
1 a 25 dias
Consumo de Ração (CR)
Ganho de peso (GP)
Conversão alimentar (CA)
Metabolizabilidade e digestibilidade
21° a 25° dia
Coleta parcial de excretas
2X ao dia
Freezer (-18°C)
Energia metabolizável aparente (EMA)
Coeficiente de metabolizabilidade aparente da matéria seca (CMAMS).
Metabolizabilidade e digestibilidade
25° dia
6 aves de cada parcela
deslocamento cervical
Freezer (-18°C)
MS e PB (AOAC, 1995)
Amido disponível e resistente (WALTER et al., 2005).
Equações
* Fator de indigestibilidade (FI); Coeficiente de metabolizabilidade aparente da MS (CMAMS);Energia metabolizável aparente (EMA)
FI = CIA dieta/ CIA excreta
CMAMS = 100 - FI
EMA =EB dieta - (EB excretas * FI)
* Coeficiente de digestibilidade ileal aparente da PB (CDIAPB); coeficiente de digestibilidade ileal aparente da matéria seca (CDIAMS); Coeficiente de digestibilidade ileal do amido (CDIamido)
CDIAPB = (PB íleo * FI) / PB dieta* 100)
CDIAMS = (MS dieta - (MS íleo * FI) / MS dieta * 100)
CDIamido = (amido dieta - (amido íleo * FI) / amido da dieta * 100)
Digestibilidade
Metabolizabilidade
Análise estatística
Shapiro-Wilk
ANOVA
Dunnett
Regressão linear e quadrática (P<0,05).
Ponto ótimo - derivada da equação.

Qualidade do pelete
Desempenho
Alojamento, 7, 14 e 21 dias
Desempenho
Desempenho
68,07°C
66,93°C
Ponto ótimo
Ponto ótimo
* Diferem do controle (P<0,05) pelo teste de Dunett
Metabolizabilidade e Digestibilidade
Energia metabolizável aparente (EMA) coeficiente de metabolizabilidade aparente da matéria seca (CMAMS), coeficiente de digestibilidade ileal aparente da matéria seca (CDIAMS), coeficiente de digestibilidade ileal aparente da proteína bruta (CDIAPB), e coeficiente de digestibilidade ileal aparente do amido (CDIamido) de dietas iniciais farelada (F) e peletizadas/trituradas com crescente temperatura de condicionamento.
Metabolizabilidade e Digestibilidade
Análise de regressão da energia metabolizável aparente (EMA), coeficiente de metabolizabilidade aparente da matéria seca (CMAMS), coeficiente de digestibilidade ileal aparente da matéria seca (CDIAMS), coeficiente de digestibilidade ileal aparente da proteína bruta (CDIAPB) e coeficiente de digestibilidade ileal aparente do amido (CDIamido) de dietas iniciais peletizadas/trituradas com crescente temperatura de condicionamento.
Skoch et al. (1981) adição de umidade pelo vapor aumenta a durabilidade.
Greer e Fairchild (1999) variou umidade de 120 a 150 g/kg, aumento do PDI.
Abdollahi et al. (2011) maior durabilidade de dietas peletizadas térmicamente do que as peletizadas a frio.
Froetschner (2006) água adicionada na forma de vapor possui capacidade aglutinante.
Abdollahi et al. (2011) e Oliveira et al. (2011) CR de aves é maior comparando dieta peletizada e farelada.
Aves têm preferência por partículas maiores (SCHIFFMAN,1969; MORAN, 1982)
Pucci et al. (2010) comparando farelada x peletizada triturada, sem efeito na CA de frangos
Silversides e Bedford (1999)

Zatari e Sell (1990) aumento na digestibilidade da MS comparando dieta peletizada com farelada
Um dos benefícios do uso da ração peletizada é o aumento no valor da EM das rações pela maior digestibilidade das frações da dieta (Zalenka, 2003)
Aumento da temperatura (65, 80 e 95°C)
Aumenta digestibilidade de Aa
Desnaturação das proteínas e facilita proteólise
(LIU et al., 2013)
Tratamento térmico
Solubilização das moléculas do amido
(SKOCH et al., 1981; VORAGEN et al., 1995)

Viscosidade
Aumento na viscosidade intestinal T° 70 para 95°C
(Silvesides e Bedford, 1999)

Aumento da solubilidade da fibra e a gelatinização do amido
(GRACIA et al., 2003; SVIHUS, 2006)

Aumento na atividade microbiana, que pode prejudicar o ambiente do intestino e causar problemas intestinais
(Engberg et al., 2004)

Diminui o desempenho de frangos de corte
(LANHOUT et al., 1998)
Composição química das dietas experimentais.
Aumenta linearmente a qualidade de pelete
Aumento da T° de condicionamento
Aumenta PDI e dureza dos peletes


Ganho de peso e a conversão alimentar são afetados de forma quadrática, sem afetar o consumo de ração


Aumenta de forma linear o CDIamido, CDIAMS e o CDIAPB de dietas para frangos de corte
Considerações finais
Utilização de T° acima da adequada
Na tentativa de diminuir a carga microbiana e melhorar a qualidade do pelete com alltas T°, pode-se, involuntariamente, prejudicar crescimento do animal
Incluir análise de viscosidade da dieta nos próximos estudos
Fonte: UBABEF

Produção Brasileira de carne de Frango (milhões de toneladas)

Consumo per capita (kg/ano)

Fonte: UBABEF

Consumo per capita no BR

15 kg

35 kg

45 kg

EFICIÊNCIA DE PRODUÇÃO

Custo com alimentação

Peletização

Ração Peletizada

Ração Farelada

Rosca Alimentadora

Peletizadora

Condicionador

Ruptura nas pontes de H

Dilatação do amido

(Reimer, 1992)
DIC: 6 tratamentos com 8 repetições de 10 aves.
Introdução
70 - 80% dos custos de produção
Peletização
Redução da segregação de ingredientes
Maior preferência pela dieta
Facilidade de apreensão da dieta
Diminuição do desperdício de ração
Aumento da energia produtiva em função de menor tempo gasto para consumo
Melhora na digestibilidade dos ingredientes
Destruição de organismos patogênicos
Custo de instalação do equipamento
Aumento no custo de produção da ração (manutenção, vapor, energia elétrica, ...)
Fluxo de produção industrial mais complexo
Destruição e prejuízo parcial de alguns nutrientes (vitaminas e aminoácidos – Reação de Maillard)

(Behnke, 1994)

Vantagens
Desvantagens
Peletização
Fatores que interferem na qualidade de pelete
PDI - índice de durabilidade de pelete

Dureza
Tamanho de partícula
Umidade

Gordura

Condicionamento
Redução mais pontos de contato entre as partículas, aumento nas forças de adesão interatômicas
Behnke (2005)
DGM ideal entre 650-700 µm
Dozier (2001)

Evitar partículas maiores que 1000-1500 µm - pontos de ruptura
Franke e Rey (2006); Mendez e Santoma (2008)
Água adicionada no condicionador Capacidade aglutinante
Froetschner (2006)

Diminui proporção de finos e aumenta a durabilidade
Skoch et al. (1981)

Lubrificante que reduz atrito entre ração e a parede dos furos da matriz
Farenholz (2012); Cutlip et al. (2008); Ziggers (2003)

Lubrifica a parede dos furos

Facilita a passagem da ração pela matriz

Diminui a compactação da ração dentro da prensa
Fahrenholz (2012)



Alto teor de gordura Peletes frágeis
Moritz et al. (2003); Fahrenholz (2013)
Vapor
Gelatinização do amido
Desnaturação das proteínas
OBRIGADA!
T° de condicionamento de 75 para 90°C
Melhora no PDI
Abdollahi et al. (2010)
Gelatinizado
Retrogradado
Natural
Amido
Proteína
Objetivo
Avaliar a influência da temperatura de condicionamento na peletização sobre:

Qualidade de pelete

energia metabolizável aparente (EMA), coeficiente de metabolizabilidade aparente da matéria seca (CMAMS)

Digestibilidade ileal da MS, PB e amido de dietas iniciais farelada e peletizadas/trituradas

Desempenho zootécnico de frangos de corte.
Introdução
Condicionador
Desempenho
Digestibilidade
Carboidratos: desagregação dos grânulos de amilose e amilopectina

Proteínas: alteração de estruturas secundárias, terciárias e quartenárias

Pressão

Umidade

Temperatura

A peletização das dietas melhora a digestibilidade de diferentes frações da dieta

(DOZIER., 2001)
EFEITO DA TEMPERATURA DE CONDICIONAMENTO SOBRE A QUALIDADE DO PELETE, DIGESTIBILIDADE E DESEMPENHO DE FRANGOS DE CORTE


Ligações alfa 1-4










Amido
Amilose cadeira linear
Amilopectina cadeia ramificada
Ligações alfa 1-4 na linha e alfa 1-6 nas ramificações
Amido
Hoje: Cerca de 70% das rações para frangos de corte são peletizadas
(Krabbe, 2011)

Tempo e Temperatura
Redução da energia de mantença
Peletização e desempenho
Farelada
Peletizada
Aumento na digestibilidade PB

Alta temperatura e pressão em seu processo

Rompimento das pontes dissulfeto

Desnaturação e aumento da eficiência das enzimas endógenas

(SCOTT et al., 1997)
Proteína
Excesso de T°
Reação de Maillard e de caramelização
(BRIÃO et al., 2011; ARAÚJO et al., 2009).
Redução da biodisponibilidade de Aa essenciais (principalmente lisina)

(BOEKEL, 1998).
Para bom PDI:
(MAIORKA, 2004)
Fonte: UBABEF
(NIR et al., 1994)
Regiões amorfas:
Amilose e ramificações da amilopectina
Regiões cristalinas:
Parte linear da amilopectina
Adaptado de PARKER e RING (2001)
Parâmetros que afetam a qualidade de peletização
Full transcript